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04.05.20

Fé e ciência

Nos próximos dias, a CNBB vai renovar a recomendação aos bispos e arcebispos pela continuidade das missas online em todo o Brasil, ao menos até o fim de maio. A medida se aplica também a estados onde já existe um relaxamento da quarentena, notadamente para fins religiosos, como é o caso de Santa Catarina. O governador Carlos Moisés autorizou a abertura de igrejas e templos, limitados a até 30% da sua capacidade.

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23.04.20

O “censo” da violência no campo

A Comissão Pastoral da Terra, órgão da CNBB, está revisando minuciosamente todos as estatísticas sobre conflitos fundiários e mortes no campo. Os dados serão encaminhados ao Ministério da Justiça. Em tempo: recentemente, o governador do Maranhão, Flavio Dino, celebrou a queda do número de assassinatos por disputas de terras no estado e foi prontamente contestado pela Comissão.

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23.03.20

Homilia

Na reunião entre a ministra Damares Alves e representantes de 17 congregações religiosas, na última segunda-feira, houve um momento de constrangimento. O secretário geral da CNBB, Dom Joel Amado, pediu a palavra e criticou enfaticamente a postura
de Jair Bolsonaro diante do novo coronavírus. Damares ficou em silêncio durante toda a “pregação”.

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23/03/20 11:18h

capeto

disse:

Dom Joel é da ala "progressista" e quer politizar o posicionamento do Presidente. Não esperava outra postura dele. Engraçado que não tenha criticado o papa por receber um ex-presidente corrupto, oportunista, responsável por desvios de recursos que - indubitavelmente - fazem falta à saúde hoje. É por essas e muitas outras que eu (e centenas de milhares) abandonei a Igreja e pratico minha fé em casa!!!

10.03.20

Governo de Jair Bolsonaro vai à Igreja

O Itamaraty articula uma visita da ministra Damares Alves ao Papa Francisco, no Vaticano. De acordo com informações filtradas do Ministério das Relações Exteriores, o mais provável é que a audiência ocorra no mês de maio. A rigor, Damares pretende apresentar ao sumo pontífice resultados dos programas sociais da Pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, notadamente no combate à violência contra crianças e adolescentes.

No entanto, mais importante do que o tema abordado será o simbolismo do encontro. O governo Bolsonaro, visceralmente identificado com o eleitorado pentecostal, vem ensaiando uma lenta e gradual aproximação com a Igreja Católica. Damares – curiosamente, ela própria uma pastora evangélica – tem se notabilizado na conexão entre as duas pontas.

No último dia 19 de fevereiro, por exemplo, foi a primeira integrante da gestão Bolsonaro a ter uma reunião com a cúpula da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Não bastasse o fato de os evangélicos serem um dos principais grupos de apoio do presidente Bolsonaro, a relação entre o governo e a Igreja Católica tem sido marcada desde o início por ruídos. Como não poderia deixar de ser, a histórica proximidade entre setores mais progressistas do clero e o campo da esquerda, sobretudo o PT, pesa na balança. Um caso bastante emblemático foi a decisão do Palácio do Planalto, mais precisamente do Gabinete de Segurança Institucional, de monitorar o Sínodo da Amazônia, que discutiu pautas como desmatamento, a questão indígena, quilombolas etc.

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