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16.09.19

Primeira e única chamada

Aproximadamente 500 demissões. Este é o cartão de visitas que o presidente da Claro, José Félix, reserva para a recém-adquirida Nextel. Isso, ressalte-se, apenas no “D zero”  da incorporação.

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19.08.19

O sinal da Claro caiu

Projeção que tem causado um rebuliço nos corredores da Claro: a empresa caminha para fechar o ano abaixo da linha de oito milhões de assinaturas de TV a cabo, cerca de 600 mil a menos em relação a dezembro de 2018. Proporcionalmente, nenhuma concorrente deverá ter uma queda tão acentuada. Há três anos, ressalte-se, eram mais de dez milhões de assinantes.

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12.08.19

Matutando

José Félix, CEO da Claro, matuta sobre o futuro breve das operações de TV a cabo do grupo.

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08.05.19

Disque-crédito

Além de aumentar seu market share na telefonia celular em aproximadamente 1,5%, a Claro vislumbra um ganho adicional na compra da Nextel. Tratase de um crédito tributário potencial da ordem de R$ 1 bilhão caso o STF confirme a decisão de excluir o ICMS da base de cálculo de PIS e Cofins.

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02.10.18

Pressão contra Disney e Fox

As operadoras de TV por assinatura, à frente NET/Claro e Sky, fazem pressão sobre o Cade para que ele vete a compra dos canais Fox, incluindo Fox Sports, pela Disney no Brasil. O grupo norte-americano já é dono da ESPN.

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17.01.18

Antes tarde do que nunca

A TIM Brasil estaria prestes a lançar um serviço de TV por assinatura com a sua própria marca. Neste mercado, a operadora está a milhas de distância de Claro/Net, Oi e Vivo. Tem uma parceria com a Sky que ainda engatinha.

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22.12.17

Cemig Telecom em pane

O esquartejamento da Cemig Telecom – há dez dias, a empresa vendeu parte de sua operação de rede de TV para a Claro – tem encontrado resistência entre os próprios diretores da estatal. Segundo o RR apurou, outro executivo estaria prestes a seguir os passos do ex-presidente Aloisio Vasconcelos, que deixou o cargo no início do mês por não concordar com a venda da Cemig Telecom e muito menos com o seu fatiamento. Foi a forma que o governador Fernando Pimentel encontrou para privatizar a companhia sem ter de passar pelo crivo da Assembleia Legislativa. O risco de derrota era maior do que a Zona da Mata inteira.

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19.04.17

Os novos alvos de Slim

Em meio às mudanças na gestão da Claro, Carlos Slim vai ampliar seu raio de ação no Brasil. A espanhola Fomento de Construcciones y Contratas (FCC), controlada pelo mexicano, prepara seu desembarque no país. Na mira, concessões aeroportuárias e ativos na área de saneamento. Em 2011, a FCC disputou o leilão do aeroporto de Natal, mas perdeu para a argentina Corporación America.

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07.04.17

Chiaro e scuro

Estava escrito nas estrelas e no RR. A contratação do ex-Vivo Paulo Cesar Teixeira e a ressurreição do cargo de CEO da Claro confirmam o enfraquecimento do nº 1 da América Móvil no Brasil, José Antonio Felix, conforme informou o RR na edição de 27 de março. Aguarda-se pelos próximos capítulos.

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27.03.17

América Móvil enfrenta um terremoto no Brasil

O chão está tremendo sob os pés do alto comando da América Móvil no Brasil. Nenhum dos dirigentes do primeiro escalão do grupo, assim como de suas controladas – Claro, Net e Embratel –, encontra-se em situação confortável neste momento, a começar pelo próprio CEO, José Antonio Félix. O executivo recebeu um recado direto do todo poderoso Carlos Slim. Na empresa, todos sabem que Slim não dá um segundo aviso.

A cobrança é por resultado, resultado e resultado. Félix, que galgou posições na Net em função de uma performance considerada consistente, tem esbarrado no que sempre foi sua principal fragilidade: não ser um executivo da área comercial – sua trajetória quase toda se deu na tecnologia. Seu comportamento também o distancia do perfil de gestor que as circunstâncias exigem.

O presidente da América Móvil Brasil é conhecido na companhia pelo humor instável e pela dificuldade de liderar e motivar a força de trabalho. Entre os funcionários do grupo, é visto como alguém que, na hora do estresse, perde os limites com razoável facilidade. Neste momento, por mais paradoxal que possa parecer, Félix é vítima da mesma estrutura administrativa que o fortaleceu quando ele foi escolhido para comandar a América Móvil no Brasil, em 2015. Toda a pressão recai sobre ele, uma vez que a Embratel e a Claro não têm mais presidente – a exceção é a Net, comandada por Daniel Barros, que, por sinal, foi trainee de Félix.

Para piorar, no caso da operadora de telefonia, ele não tem mais sequer o anteparo de José Formoso Martinez, histórico braço direito de Carlos Slim no Brasil. Já nem se pode atribuir responsabilidade a Formoso, que hoje ocupa um cargo praticamente simbólico, CEO da área empresarial da Claro. Não só porque ele já não tem mais a interlocução de outros tempos com Slim, mas principalmente pelo fato de que está prestes a deixar a empresa – ver RR edição de 6 de janeiro.

No vácuo deixado por Formoso, a força da gravidade empurra a pressão mexicana para os andares de baixo na gestão da Claro, chegando aos diretores regionais da companhia: Gustavo Silbert, que oficialmente ainda acumula a presidência da Star One, empresa de satélites do grupo, Marina Kawasaki e Raquel Possamai. Neste momento, todos se encontram igualmente pisando em solo gelatinoso. Além dos resultados, há outras queixas da matriz que justificam à caça às bruxas no Brasil.

A gestão de José Félix tem dificuldades em negociar com clientes, notadamente do segmento corporativo, a ponto de a América Móvil perder contratos para empresas menores. O grupo se nega também a rever contratos com fornecedores e apertar custos. Em tempos de bonança, talvez estes pecados passassem despercebidos ao acionista controlador. Da tríade de empresas que compõem a América Móvil no Brasil, a situação mais crítica é a da Claro.

Aliás, só não há maior visibilidade sobre as fraquezas da empresa devido às notórias circunstâncias da Oi, que a tornaram o para-raios do setor de telecomunicações. No ano passado, a Claro teve um prejuízo de R$ 1,6 bilhão. Em um mero exercício matemático, significa dizer que, em 2016, os mexicanos perderam aproximadamente R$ 26 com cada um de seus 60 milhões de clientes em telefonia celular no Brasil. Esse número sobe significativamente se levarmos em consideração os últimos quatro anos, período em que a companhia registrou um prejuízo somado da ordem de R$ 7,5 bilhões.

Entre 2014 e 2016, a Claro perdeu 11 milhões de clientes. Só no ano passado, sua base de assinantes na telefonia móvel caiu 8,8%, mais do que a soma de cancelamento de linhas da Vivo e da TIM. Se dependesse da Claro, Carlos Slim não chegava nem perto do posto de homem mais rico do mundo. Mas ele não vai ficar com essa conta sozinho.

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