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10.05.22

O braço direito de Ciro Nogueira

O secretário executivo da Casa Civil, Jonathas Assunção, é uma peça cada vez mais importante na engrenagem política comandada por Ciro Nogueira. “Promovido” por Nogueira, Assunção passou a ter um pé no Ministério e outro no QG de campanha de Jair Bolsonaro. O assessor recebeu carta branca do ministro para negociar com parlamentares emendas no orçamento e costurar alianças regionais. Com passagens pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e pela Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), Assunção tem bom trânsito especialmente entre a bancada do Nordeste. Em tempo: sua ascensão na Casa Civil é uma pimenta a mais na “guerra fria” entre Ciro Nogueira e o general Luiz Eduardo Ramos. Assunção era secretário executivo de Ramos na Secretaria de Governo. Acabou cooptado por Nogueira para a Casa Civil.

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09.05.22

“Minha Polícia”

O delegado Rodrigo Correia é o novo alvo da Polícia Federal na mira do Palácio do Planalto. Trata-se do responsável pelo inquérito contra o ministro Ciro Nogueira, acusado de receber propina da J&F, dos irmãos Batista. O caso já foi encaminhado ao STF.

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06.05.22

Duelo de ex-ministras

Ciro Nogueira trabalha nos bastidores para esvaziar a candidatura da ex-ministra Flavia Arruda (PL) ao Senado pelo Distrito Federal. Sua saída de cena fortaleceria a também ex-ministra Damares Alves (Republicanos) na disputa.

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O episódio Daniel Silveira trouxe novos contornos para o núcleo de articulação política de Jair Bolsonaro. Há um entendimento de que a costura de alianças eleitorais deve dar prioridade aos cargos de deputado federal e senador e não necessariamente à disputa pelos governos estaduais. A percepção é de que aumentar o domínio territorial no Congresso será mais importante em um eventual segundo mandato do que ter aliados nos executivos estaduais. Os dois principais defensores dessa visão são o ministro Ciro Nogueira, uma espécie de “presidente da República do Centrão”, e Flavio Bolsonaro. O próprio “03” tem se encarregado de fechar um arco de candidaturas bolsonaristas ao Congresso no Rio de Janeiro.

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02.05.22

Semente

O deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) já desponta como candidato a ministro da Agricultura de Jair Bolsonaro em um eventual segundo mandato. Goergen tem colaborado com o programa de governo de Bolsonaro para o agronegócio. Leva ainda como handicap o apoio de Ciro Nogueira.

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28.04.22

“Caixa de campanha”

O plenipotenciário Ciro Nogueira vem tentando interferir no plano de abertura de novas agências da Caixa Econômica para atender a cidades comandadas por aliados políticos. Ressalte-se que o vice-presidente de Rede de Varejo do banco, Paulo Henrique Angelo Souza, é próximo ao ministro da Casa Civil.

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26.04.22

Mao Ciro Tung

Licenciado do Itamaraty, o ex-chanceler Ernesto Araujo segue alimentando suas teorias da conspiração sinofóbicas. Agora, deu para repetir que o ministro Ciro Nogueira é o homem do governo chinês dentro do Palácio do Planalto. Araujo costuma se referir ao PP, legenda de Nogueira, como “Partido de Pequim”.

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14.04.22

Meu menino

O que se diz nos gabinetes da Aneel é que Ciro Nogueira vai mandar e desmandar na agência com a nomeação de Sandoval de Araújo Feitosa Neto para a diretoria do órgão regulador.

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O general Luiz Eduardo Ramos, secretário geral da Presidência, vem tentando se aproveitar da saída de Flavia Arruda da Secretaria de Governo para reconquistar espaço na articulação política do governo. Com Ciro Nogueira dentro do Palácio do Planalto, vai ser difícil.

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06.04.22

Empresários ganham uma fresta no programa de Bolsonaro

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, tem feito pressão junto a Paulo Guedes pela realização de um grande evento junto às classes empresariais. O objetivo é a apresentação de um amplo programa de governo que contemple não somente as mudanças estruturais, mas também as demandas específicas de cada setor. Uma das ideias seria a solicitação às diversas entidades empresariais de uma lista das suas sugestões de forma a absorver alguma delas no programa de ações do segundo mandato.

Nogueira acha que há uma janela de oportunidade para que Jair Bolsonaro atenda às necessidades do empresariado, enfatizando, através do diálogo, a sua diferença em relação a Lula, que não tem programa nem interlocução com os dirigentes do setor privado. O script do evento já estaria pronto: Bolsonaro seria responsável pela abertura, Paulo Guedes faria seu show off e alguns dos mais representativos mandatários de entidades empresariais, escolhidos a dedo, teriam seus minutos para considerações sobre a iniciativa.

Nogueira imagina que seria possível colocar centenas de empresários no evento, que provavelmente ocorreria em Brasília. A ideia é trazer a narrativa de um programa econômico participativo para a campanha eleitoral de Bolsonaro. Aparentemente, tendo em vista a sua governança pretérita, só cola se o empresariado tiver muito medo de Lula.

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