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A China Construction Third Engineering, uma das maiores empreiteiras do mundo, ensaia sua entrada no Brasil. O desembarque se daria de mãos dadas com a conterrânea Three Gorges, ancorado nos projetos de geração e transmissão do grupo chinês no país. A dupla já tem negócios em comum em Portugal – a Three Gorges é controladora da EDP.

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03.10.18

Chineses juntam os fios da maior distribuidora de energia do Brasil

State Grid e Three Gorges estariam costurando uma negociação de alta voltagem, com expressivo impacto sobre o setor de energia no Brasil. A operação envolveria a fusão da CPFL, controlada pela primeira, com os ativos de distribuição da EDP, pertencente à segunda. Segundo o RR apurou, a State Grid ficaria com uma participação majoritária no capital, em razão da diferença de tamanho entre as respectivas controladas.

O acordo daria origem a um grupo com quase R$ 45 bilhões em receita, um Ebitda combinado superior a R$ 5 bilhões e quase 11 milhões de clientes, sendo mais de 80% em São Paulo. State Grid e Three Gorges passariam a controlar a maior distribuidora de energia do país, ultrapassando a Eletropaulo. Consultadas pelo RR, as duas companhias chinesas não quiseram comentar o assunto. A eventual fusão entre CPFL e EDP vale não apenas pelo seu peso per si, mas, sobretudo, pelo que ela aponta. Juntas, State Grid e Three Gorges passariam a ter um poder de fogo ainda maior no mercado brasileiro.

Somando-se os valores de parte a parte, as duas empresas já investiram mais de US$ 15 bilhões no país. A State Grid já anunciou que vai desembolsar o equivalente a R$ 140 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos. Desde já, a dupla chinesa surge como forte candidata, por exemplo, à privatização da Eletrobras, pule de dez caso Paulo Guedes esteja no Ministério da Fazenda a partir de janeiro.

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15.08.18

Conta dividida

A EDP, que comprou parte da Celesc, pretende concentrar nessa parceria seus novos projetos em geração de energia no Brasil. Ou seja: a chinesa Three Gorges, controladora do grupo português, vai convenientemente dividir o risco do negócio com o erário de Santa Catarina.

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09.04.18

Disputa pela Eletropaulo

A EDP Energia, leia-se a chinesa Three Gorges, promete botar fogo na disputa pela AES Eletropaulo. Segundo o RR apurou, a empresa prepara uma oferta superior à apresentada pela Energisa, da família Botelho, ou seja, acima de R$ 19,38 por ação. A avaliação da distribuidora paulista chegaria a R$ 2,5 bilhões. Consultada sobre a venda, a Eletropaulo diz que “não há decisão sobre o tema”.

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15.01.18

Usina de Santo Antônio na mira da Three Gorges

O RR apurou que a Three Gorges (CTG) estaria na disputa pela compra da participação de 22,4% da Cemig na Usina de Santo Antônio. Com a aquisição, os chineses se consolidariam como donos do segundo maior portfólio de geradoras de energia do país, atrás apenas da Eletrobras. Procurada, a CTG disse “não confirmar a informação”. Já a Cemig não quis se pronunciar. A entrada em cena da CTG representaria uma reviravolta na operação. A também chinesa State Power Investment Overseas (Spic) sempre esteve na dianteira das negociações com a Cemig.

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11.08.17

Leilão de usinas da Cemig sofre um blecaute de candidatos

No que depender de alguns dos maiores grupos do setor elétrico, a equipe econômica já pode lançar R$ 11 bilhões a mais na coluna das receitas frustradas. Segundo alta fonte da Pasta de Minas e Energia, China Three Gorges (CTG), Neoenergia, Enel e Energisa já comunicaram ao ministro Fernando Coelho Filho que não participarão do leilão das hidrelétricas de Jaguará, São Simão, Volta Grande e Miranda caso o governo e a Cemig não cheguem a um acordo definitivo sobre a transferência das usinas. Outras empresas do setor deverão seguir o mesmo caminho.

De acordo com a mesma fonte, os chineses da CTG e os italianos da Enel foram mais além e já teriam solicitado o adiamento do leilão, marcado para 27 de setembro. Ninguém quer correr o risco de ganhar e não levar. Por ora, tudo é breu ao redor das quatro hidrelétricas, retomadas pelo governo federal. No dia 22 de agosto, o STF julgará ação cautelar impetrada pela Cemig requerendo a posse das usinas e a renovação dos contratos por mais 20 anos.

Mesmo que o pedido seja indeferido, a estatal mineira já anunciou sua disposição de entrar com novo recurso. Ou seja: o imbróglio tende a avançar setembro adentro. O leilão das quatro usinas é um curto-circuito jurisdicional sob os mais diversos aspectos. Além da bola dividida quanto ao controle das geradoras, há ainda o risco de o Tribunal de Contas da União brecar a licitação.

O órgão exigiu o recálculo da taxa interna de retorno do investimento (WACC, na sigla em inglês), sob a alegação de que as geradoras são operacionais e, portanto, os custos maiores já estão amortizados. Por esta razão, os vencedores do leilão não devem receber uma remuneração tão alta como se fossem erguer as geradoras do zero. A Aneel informou ter atendido as exigências técnicas, mas não explicou que contorcionismo permitiu incorporar as recomendações do TCU sem alterar o WACC de 8,08%.

Entre os candidatos à compra das usinas, a convicção é que o Tribunal não vai deixar barato e exigirá a redução da taxa. Faz sentido. Nem o governo Temer, que faz o que quer com o Congresso e já pegou o jeitinho de tocar o país com MPs, PECs e outras pinguelas legiferantes, tem conseguido conter o TCU. O órgão vem brecando concessões de infraestrutura e interrompendo obras (a Transnordestina é o caso mais notório). É bem verdade que, na última quarta-feira, rejeitou pedido de cautelar da Cemig para suspender o leilão. Na estatal mineira, no entanto, o entendimento é que a decisão se deveu muito mais a uma questão processual do que técnica – o plenário determinou que o pedido fosse juntado a outra ação que trata do tema.

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14.07.17

Energia chinesa

O chinês Clai Fund vai partir para a compra de usinas eólicas e de energia solar no Brasil. O fundo, voltado à América Latina, já é sócio da conterrânea Three Gorges em hidrelétricas em São Paulo.

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06.06.17

EDP vira um satélite da Three Gorges

A portuguesa EDP – ou, para sermos mais exatos, a chinesa Three Gorges, sua maior acionista – avalia a venda de uma de suas distribuidoras no Brasil, a paulista Bandeirante ou, o que é mais provável, a capixaba Escelsa. Segundo informações filtradas da empresa, os planos de desmobilização devem avançar também pela geração, com a venda das participações na hidrelétrica de Santo Antonio e na usina de Cachoeira do Caldeirão, no Amapá. As mudanças sugerem uma inflexão estratégica da EDP, cada vez mais um apêndice da Three Gorges. A tendência é que os próprios chineses passem a concentrar sob o seu guarda-chuva investimentos em distribuição e geração no país, deslizando gradativamente a EDP para a área de transmissão. A empresa, por sinal, arrematou quatro lotes no leilão realizado pela Aneel em abril, ao valor total de R$ 3 bilhões.

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23.05.17

CTG quer as usinas da Cemig

A China Three Gorges (CTG) deverá entrar com carga extra no leilão das hidrelétricas que pertenciam à Cemig e serão relicitadas pelo governo federal – até prova em contrário, marcado para 30 de setembro. Como se não bastasse sua notória voltagem financeira, terá a companhia do compatriota Clai Fund, dono de uma carteira de US$ 12 bilhões. Trata-se do mesmo fundo que, recentemente, comprou uma participação na Duke Energy Paranapanema, controlada pela própria CTG. A CTG considera o leilão uma etapa crucial na escalada para se tornar o maior grupo privado de geração do Brasil, superando a Suez. A companhia tem especial interesse pela maior das hidrelétricas do pacote, a usina de São Simão, com capacidade de 1.710 MW. Segundo estimativas da própria Aneel, o lance pela hidrelétrica deverá ficar acima dos R$ 4 bilhões.

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O leilão de transmissão do próximo dia 24 deverá reunir uma dobradinha de peso: a State Grid e o também chinês Clai Fund. Com ativos de US$ 12 bilhões, o fundo fez recentemente sua primeira incursão em energia no Brasil, ao comprar uma participação na Duke Energy Paranapanema, da conterrânea Three Gorges.

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