Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
21.06.18
ED. 5893

Monotrilho chinês

Com o adiamento do leilão da linha 15 do monotrilho, de 26 de junho para 31 de julho, o governo de São Paulo espera ganhar tempo para fisgar um número maior de candidatos. Uma das empresas mais aguardadas na disputa é a China Railway, que, no início do ano, esteve perto de assumir a concessão da linha 6 do metrô.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.04.18
ED. 5851

China Railway e RZD exigem que Norte-Sul desvie da Lava Jato

A China Railway e a russa RZD Railways, apontadas como as principais candidatas à concessão da Norte-Sul, ameaçam ficar de fora do leilão. A dupla exige mudanças no modelo da licitação. Da forma como o script está montado, há o risco de a Norte-Sul arrastar seu futuro concessionário para dentro da Lava Jato. O motivo é a obrigatoriedade de que o investidor privado assuma antigos contratos firmados pela estatal Valec – boa parte deles alvo de investigações do Ministério Público e do TCU.

Segundo o RR apurou, China Railways e RZD consideram como caso de maior risco o acordo de R$ 166 milhões com a Constran, leia-se UTC, e a Carioca Engenharia para a construção de um trecho de 140 quilômetros da via férrea, o chamado Lote 4. No ano passado, o TCU determinou o bloqueio de bens da Constran devido a fraudes e superfaturamento na montagem de outro trecho da ferrovia – na ocasião o Tribunal ainda puniu a empresa, um de seus executivos e dois ex-dirigentes da Valec a ressarcir os cofres públicos em cerca de R$ 70 milhões. O governo chegou a reduzir o preço de outorga da Norte-Sul em 30% como contrapartida à transferência dos contratos e demais obrigações da ferrovia ao futuro concessionário.

China Railway e RZD, no entanto, entendem que não há desconto que pague o risco potencial das ossadas guardadas na Valec. Para os investidores a estatal deveria suspender os antigos contratos – a maioria deles firmada na gestão de seu antigo presidente, José Francisco das Neves, o “Juquinha”, já condenado por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Por sinal, se há alguém que, por dever de ofício, conhece os labirintos da Valec e as ameaças embutidas na Norte-Sul é Bernardo Figueiredo, representante da RZD no Brasil e principal interlocutor entre os investidores e os ministros Moreira Franco – que, mesmo nas Minas e Energia, mantém um pé nas PPIs – e Valter Casimiro, titular da Pasta dos Transportes. Ex-presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Figueiredo foi o homem-forte da área de logística do governo Dilma I.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Enquanto o PPI, pilotado por Moreira Franco, não sai do papel, o governador do Paraná, Beto Richa, busca investidores para viabilizar a construção da ferrovia entre o Porto de Paranaguá e o Mato Grosso do Sul. O projeto já foi apresentado à China Railway. O custo gira em torno de R$ 9 bilhões. A ideia é que a Ferroeste, ligada ao governo do Paraná, tenha um pedaço do negócio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A China Tiesiju Civil Engineering está garimpando ativos em construção pesada no Brasil. A empresa faz parte de um dos maiores conglomerados de infraestrutura do país, que inclui a China Railway Corporation, candidata à aquisição de concessões ferroviárias no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11/01/18 2:11h

APherseFep

disse:

By dealing together, you both can address problems of self-esteem and mutual trust. He is content, and the opposite of our opinion final years has in store for us. http://www.generiqueviagrafr.fr/achat-sildenafil-generique

Integrante da comitiva de Michel Temer em Pequim, o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, terá uma importante conversa com dirigentes da China Railway Construction Company. Espera trazer na bagagem a confirmação da participação dos chineses nos leilões do PPI, notadamente da Ferrogrão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Executivos da China Communications Construction Company (CCCC) estiveram reunidos recentemente com o ministro Moreira Franco. Um dos maiores grupos de infraestrutura da China, a CCCC deverá participar do leilão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), projeto de R$ 6 bilhões.

________________________

Em tempo: a conterrânea China Railway também deverá marcar presença leilão da Fiol. Isso, claro, se o mundo não acabar antes, levando junto o PPI.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.06.17
ED. 5646

Pelas mãos da China Railway

O projeto de uma ferrovia do Brasil para o Pacífico está ressurgindo pelas mãos da China Railway Group.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.04.17
ED. 5605

Otimismo além da conta

Candidatos de primeira hora à privatização das linhas 5 e 17 do metrô de São Paulo, como a espanhola Ferrovial e a China Railway Engineering, estão ressabiados com as projeções do governo Alckmin. Entendem que a estimativa de receita de R$ 10,8 bilhões nos 20 anos de contrato é exageradamente otimista. Também consideram salgado o investimento obrigatório de R$ 3 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Executivos da China Railway Construction Corporation (CRCC) estiveram reunidos com o ministro Moreira Franco. Os chineses cravaram sua participação no leilão da Ferrovia e Integração Oeste-Leste (Fiol). O investimento é de R$ 2 bilhões. Consultada, a assessoria de Moreira confirmou que “existem vários players interessados na Fiol, inclusive a CRCC.”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O chinês Clai Fund, que se associou à conterrânea Three Gorges na Geração Paranapanema, vai investir também em logística ferroviária no Brasil. Em parceria com a China Railway, deverá disputar a licitação da Ferrovia de Integração Oeste Leste, um dos projetos do PPI.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A China Railway Construction Company e a conterrânea Cofco, uma das maiores tradings agrícolas do mundo, ensaiam uma dobradinha quase imbatível para a licitação da Ferrogrão, uma das concessões incluídas no PPI. O projeto está orçado em aproximadamente R$ 13 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Executivos da chinesa Cofco Agri procuraram o secretário de PPI, Moreira Franco, e o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, para manifestar o interesse do grupo em disputar a licitação da “Ferrogrão”. A companhia não virá sozinha. A Cofco terá o apoio do China Development Bank, a maior agência de fomento do país asiático. O comboio deverá incluir ainda a China Railway Construction Corporation (CRCC), que seria o operador da ferrovia. Orçada em mais de R$ 12 bilhões, a “Ferrogrão” será uma espécie de aorta no sistema circulatório da produção nacional de grãos. Com 933 quilômetros de extensão entre as cidades de Sinop (MT) a Miritituba (PA), a nova linha férrea será a maior e mais importante artéria de escoamento de soja e congêneres do Centro-Oeste.  A julgar pelo número e pelo porte dos pretendentes, a “Ferrogrão” tem tudo para ser a locomotiva da primeira leva de concessões do governo Temer. Bunge , ADM e Cargill são tratados em Brasília como nomes certos na licitação. A Amaggi, controlada pela família do ministro Blairo Maggi, também estuda sua participação no leilão. Assim como todos estes grupos, o interesse da Cofco pelo empreendimento caminha pari passu às suas operações na área de grãos no Brasil. Nos próximos dois anos, os chineses deverão investir mais de US$ 1,2 bilhão no país na produção de soja e derivados. O Brasil, aliás, foi escolhido para ser o centro das operações globais da Cofco International, o braço agrícola do conglomerado chinês – ver RR edição de 29 de setembro. A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco Agri.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Essa, ao que tudo indica, vai cair de mão beijada no colo de Michel Temer. A chinesa CRCC está produzindo, em parceria com a Empresa de Planejamento e Logística (EPL), o estudo de viabilidade para a construção de trechos da Ferrovia NorteSul em São Paulo, Goiás e Mato Grosso. Os asiáticos são a grande esperança da EPL para desengavetar o projeto de R$ 2,5 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A China Railway, um gigante com faturamento de US$ 170 bilhões por ano, é candidata a entrar na construção da ferrovia entre Sinop (MT) e Miritituba (PA). O projeto, conduzido por um pool de tradings, está orçado em R$ 11 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.