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21.12.20

O minério é nosso

O RR apurou que, faltando duas semanas para o fim do ano, a arrecadação da CFEM bateu em R$ 5,5 bilhões. O número é 20% superior ao resultado de todo ano de 2019. Em tempo: dentro da equipe econômica há quem diga que é possível aumentar um pouquinho a alíquota da CFEM.

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18.11.20

Estados e municípios também agradecem

Informação auscultada pelo RR dentro da Receita Federal: o Fisco estima que a arrecadação da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) vai bater nos R$ 5 bilhões em 2020, acima dos R$ 4,5 bilhões do ano passado. Essa era uma cifra inimaginável no primeiro semestre deste ano, quando o preço do minério de ferro caiu a US$ 80 com a retração econômica causada pela Covid-19. Hoje está na casa dos US$ 120.

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15.07.20

Abençoado extrativismo

O aumento das cotações do minério de ferro tem sido a boia de salvação de inúmeras prefeituras mineiras. Mesmo com a retração da economia global, a arrecadação da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) bateu a marca de R$ 2 bilhões no primeiro semestre, o mesmo valor registrado entre janeiro e junho do ano passado. A maior parte da derrama, 65%, é distribuída entre os municípios. Nos últimos meses, o preço da commodity tem se mantido acima de US$ 100. Pelas regras tributárias em vigor desde 2017, o royalty da CFEM é de 4% quando a cotação atinge esse patamar.

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22.01.20

Prosperidade

Os dados sobre a arrecadação da CFEM reforçam o quanto Vale e cia. não têm do que se queixar de 2019. O valor médio do minério de ferro foi de US$ 92 contra US$ 67 no ano anterior. Nem os países da OPEP tiveram um resultado tão positivo com o petróleo.

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23.07.19

Vale e cia. ativam seus anticorpos

A bancada da mineração – entre os quais se destacam os deputados Paulo Abi-Ackel e Rodrigo de Castro, ambos de Minas Gerais – já se mobiliza para barrar o possível aumento dos royalties do setor. A tropa de choque trabalha para tirar do parecer final do senador Carlos Viana, relator da CPI de Brumadinho, a proposta de elevação da CFEM. O texto original, que ainda será votado em plenário, recomenda o aumento da taxação de 3% para 10% do faturamento bruto das empresas. A punição tem endereço certo: tomando-se como base os resultados de 2018, a tributação sobre a Vale passaria de R$ 4 bilhões para R$ 13 bilhões. Em tempo: um dos mais empenhados em derrubar a proposta no Congresso é o ex-deputado Leonardo Quintão. Mesmo sem ter sido reeleito, Quintão segue como uma espécie de presidente de honra da bancada da mineração. Costuma ser maldosamente chamado por seus desafetos de Vale e cia. ativam seus anticorpos “menino da Vale”.

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