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24.07.19
ED. 6163

Centauro avança sobre a Dafiti

A Centauro, que perdeu para o Magazine Luiza a disputa pelo Netshoes, levantou, sacudiu a poeira e já escolheu um novo alvo no e commerce: a Dafiti. A rede varejista conta com a munição de alto calibre da GP, sua acionista, para a investida. Com faturamento anual pipocando na casa dos R$ 2 bilhões, o hub de marcas de vestuário Dafiti é controlado pelo Global Fashion Group.

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27.05.19
ED. 6122

Fator GP

GP entrou pesado no “leilão” de compra da Netshoes. Acionista da Centauro, uma das candidatas ao negócio, a gestora tenta convencer Marcio Kumruian a roer a corda e recusar a oferta apresentada pelo Magazine Luiza. Fundador da Netshoes, Kumruian tem 12% do capital e pode ser o fiel da balança na operação.

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15.04.19
ED. 6094

Temporada de IPOs

Após o IPO da Centauro, que será concluído hoje, a GP Investimentos vai se dedicar à abertura de capital de outra empresa da qual é acionista: a rede de salões Beleza Natural.

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04.10.18
ED. 5967

GP Investimentos costura fusão entre Netshoes e Centauro

A GP Investimentos está em negociações para a compra da Netshoes. Segundo o RR apurou, as gestões são conduzidas em Nova York, diretamente com os fundos controladores da empresa de comércio online, o norte-americano Tiger Global, GIC e Temasek – os dois últimos, ligados ao governo de Cingapura. A GP mexe as peças no tabuleiro, preparando o que seria o seu xeque-mate: a fusão da Netshoes com a Centauro, da qual a gestora de recursos é acionista, com 36,5%. Em jogo, a criação de uma plataforma integrada de varejo esportivo, juntando e-commerce e mais de 180 lojas físicas, com faturamento somado da ordem de R$ 4 bilhões por ano. Procuradas pelo RR, GP, Netshoes e Centauro não quiseram se pronunciar. A Netshoes é hoje uma presa frágil para predadores como a GP. Em delicada situação financeira, a empresa perdeu mais de 80% do seu valor de mercado nos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, tornou-se um octagon societário. Tiger, GIC e Temasek aceitam permanecer no negócio como minoritários, mas querem afastar do capital e da gestão o acionista fundador, Marcio Kunruian – ver RR edição de 14 de agosto.

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12.07.18
ED. 5908

Centauro entre dois senhores

O cadarço societário da Centauro corre o risco de acabar esgarçando. Segundo o RR apurou, a GP estaria defendendo a retomada do IPO da rede varejista de artigos esportivos ainda neste ano – como forma de reduzir ou até mesmo vender integralmente sua participação. No entanto, o acionista controlador, Sebastião Bomfim Filho, resiste. Procurada, a Centauro afirma que não há divergências entre seus sócios. A GP não se pronunciou.

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02.04.18
ED. 5837

O forfait da Centauro

O IPO da Centauro está por um fio. Nem a grife GP Investimentos, acionista da rede varejista, tem sido capaz de alavancar a demanda pelo papel.

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21.11.17
ED. 5749

GP Investimentos vai ou fica?

A grande expectativa em relação ao anunciado IPO da Centauro diz respeito à GP Investimentos, segundo maior acionista da empresa, com 35%. Circulam na rede varejista informações sobre a saída da gestora de recursos do negócio, que se daria após a oferta de ações. Atritos com o acionista controlador, o empresário Sebastião Bonfim Filho, seriam determinantes para a decisão. A relação se acicatou no ano passado, quando a GP fez pressão pela saída de Bomfim da gestão executiva e conseguiu emplacar o executivo Pedro Zemel no cargo de CEO.

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08.08.17
ED. 5678

Troca-troca de fundos

A norte-americana Advent está submersa nos números da Centauro, rede varejista de material esportivo. A porta de entrada é pelos lados da GP, que busca um comprador para a sua participação de 30%.

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04.04.17
ED. 5592

GP vende ativos de olho na última linha do balanço

A GP Investimentos pretende acelerar a venda de ativos “maduros”. Qualquer semelhança entre a estratégia e os decepcionantes resultados da gestora de recursos não é mera coincidência. Segundo o RR apurou, a companhia já estaria preparando a negociação de suas participações na rede de varejo Centauro e na fabricante de cosméticos Beleza Natural. Esta última, inclusive, tem passado por alguns percalços financeiros que obrigaram a gestora de recursos a remarcar o valor do ativo em seu balanço: de US$ 15,9 milhões, em setembro, para US$ 10,5 milhões em dezembro do ano passado.

Por essas e outras, a GP tem contabilizado números bem aquém dos seus padrões históricos. A empresa até fechou 2016 no azul, com um lucro de US$ 15,5 milhões, contra perdas de US$ 67 milhões no ano anterior. No entanto, o último trimestre foi de lascar. Entre setembro e dezembro do ano passado, o prejuízo da GP chegou a US$ 59 milhões. A mudança no timing do desinvestimento de alguns de seus fundos permitiria à GP lustrar seus demonstrativos financeiros já neste semestre.

O pontapé inicial foi dado em meados de fevereiro. A companhia se desfez do equivalente a 5,1% do capital da Wix, novo nome da Par Corretora de Seguros, braço de vendas da Caixa Seguradora. A negociação se deu por meio de seguidas operações de block trade em bolsa, totalizando aproximadamente US$ 35 milhões. A GP permaneceu ainda com 4% das ações da corretora. Vai ser por pouco tempo. Os títulos deverão ser negociados em junho, tão logo termine o acordo de lock-up previsto no IPO da Wix, que proíbe a venda dos papéis por um determinado prazo. Procurada pelo RR, a GP não quis se pronunciar.

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09.11.16
ED. 5492

Bola dividida

 A relação entre Sebastião Bonfim Filho, fundador e acionista majoritário da rede de lojas Centauro, e a sócia GP Investimentos está nos 44 do segundo tempo por conta de seguidos desentendimentos. Bonfim confidenciou a uma fonte do RR que é dono, mas não consegue mandar. Consultados, Bonfim e GP garantem não ter divergências.

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03.08.16
ED. 5425

GP mostra à Centauro que o lucro é seu único esporte

 A Centauro, maior rede de varejo esportivo do país, virou um caldeirão societário. Dona de 30% do capital, a GP Investimentos está usando de todo o seu arsenal para interferir na gestão da companhia e reduzir o poder do sócio majoritário Sebastião Bomfim Filho. A gestora de recursos, ressalte-se, conta com dois representantes no Conselho de Administração da varejista – Fersen Lambranho e Danilo Gamboa –, o que lhe dá um poder de fogo ainda maior. A GP estaria por de trás de uma série de mudanças na estratégia e na gestão adotadas pela Centauro nos últimos meses, que atingiram o próprio Bomfim. Após a pressão dos sócios, o empresário entregou um de seus anéis mais valiosos, compartilhando o comando executivo da empresa. Para todos os efeitos, Bomfim segue na cadeira de presidente. Mas o cargo de CEO foi entregue ao executivo Pedro Zemel. Consultada, a Centauro garante que a GP não exerce pressão por mudanças na gestão. A companhia afirma ainda que o próprio Bomfim propôs o novo modelo administrativo, com a criação dos cargos de presidente e CEO. A GP, por sua vez, não quis se pronunciar.  A GP aponta para uma série de erros cometidos pela gestão da Centauro que contribuíram para piorar sua situação financeira, a começar pela demora em reconhecer o tamanho da crise e adotar medidas contracionistas. Só no primeiro trimestre deste ano, quando já carregava um prejuízo de R$ 200 milhões no balanço de 2015, os executivos da Centauro tiraram a navalha do bolso, partindo para o fechamento de lojas e demissões em série. Apenas na bandeira BY Tennis, uma das marcas do grupo, 32 pontos de venda foram desativados. A Centauro confirma os cortes, o fechamento das lojas da By Tennis, mas garante que todas as medidas de “ajuste de custos foram acordadas entre os acionistas”.  Fersen Lambranho e seus pares têm motivo de sobra para cuspir marimbondos contra a gestão da Centauro. Os prejuízos da rede varejista obrigaram a GP a reduzir em seu balanço o valor da participação na companhia. No ano passado, a cifra contabilizada foi de US$ 38 milhões, apenas 60% do montante investido na varejista em 2012. A gestora de recursos utilizará toda a munição necessária para recuperar o dinheiro perdido. No que depender da GP, a reestruturação da Centauro ainda está longe do seu desfecho. Na sua visão, há espaço para mais cortes de custos, revisão do tamanho das lojas e aperto nas administradoras de shopping centers para a redução do aluguel dos pontos de venda.

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