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27.04.21

Plano pós-IPO

A rede chilena Cencosud, prestes a abrir seu capital na B3, tem planos de adquirir supermercados de médio porte no Brasil.

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06.04.21

Desemprego no atacado

A chilena Cencosud vai investir pesado no modelo “cash & carry”  em sua rede no Brasil. Trata-se de um sistema de “atacarejo” por autosserviço, em que grandes clientes escolhem o produto diretamente sem necessidade de vendedores ou atendimento. Ou seja: vem demissão por aí.

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19.01.21

Aplicativo a caminho

Segundo fonte ligada ao Cencosud, o grupo varejista vai trazer para o Brasil seu novo aplicativo Spid 35, recém-lançado no Chile. O projeto deverá ser implantado ainda neste trimestre, não por coincidência junto com a oferta de ações da subsidiária brasileira.

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25.07.19

Cortando na carne

A varejista chilena Cencosud, que há anos sofre com a baixa rentabilidade de sua operação no Brasil, prepara uma temporada de cortes no Rio de Janeiro. Segundo o RR apurou, no início da semana dirigentes do grupo teriam se reunido com executivos da bandeira Prezunic para comunicar um plano de fechamento de lojas. A primeira é a filial do bairro de Guadalupe, na Zona Norte da cidade. Procurado, o Prezunic confirma a desativação da loja, “após avaliação técnica realizada pela direção”. A empresa garante que “a maioria dos colaboradores será transferida para outras lojas”.

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18.12.18

Um aliado a menos para o Cencosud Brasil

A operação da varejista Cencosud no Brasil perdeu um importante aliado. No fim de semana, Rodrigo Larraín deixou o cargo de CFO. Na cúpula do Cencosud, Larraín era um dos principais defensores dos investimentos da empresa no Brasil. Conforme noticiado pela própria mídia chilena, há uma pressão dos acionistas para que o grupo – dono das bandeiras Prezunic e GBarbosa – deixe o mercado brasileiro devido às seguidas perdas financeiras. Consultada, a Cencosud negou “qualquer intenção de deixar o país”.

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18.09.18

Cencosud é o novo nome da lista de compras do Advent

O Advent surge, neste momento, como o principal consolidador do varejo brasileiro. Após comprarm 80% da subsidiária do Walmart, o fundo norte-americano volta suas baterias na direção da Cencosud. A investida passa pela aquisição dos ativos dos chilenos no país – em um negócio estimado em aproximadamente R$ 3 bilhões. O ato seguinte seria a criação de uma holding para reunir todas as bandeiras de super e hipermercados do Walmart e da Cencosud – entre as quais figuram marcas tradicionais do setor, como Bompreço, Sam ́s Club, Prezunic e G. Barbosa.

Este novo conglomerado somaria mais de 650 lojas e um faturamento anual em torno de R$ 37 bilhões, ou mais de 10% de todas as vendas do varejo no país. Acima dele, apenas Carrefour e Casino/ Pão de Açúcar, cada um com receita próxima dos R$ 50 bilhões. Em menos de quatro meses, ahistória se repete e não necessariamente sob a forma de farsa: a exemplo do que ocorreu no caso do Walmart, mais uma vez o Advent se vê diante da oportunidade de pagar razoavelmente barato pelos ativos de um grupo varejista que acumula seguidas perdas financeiras no Brasil e empilha uma reestruturação atrás da outra sem resultados efetivos. Procurado, o Advent não quis se pronunciar.

A Cencosud, por sua vez, nega a venda de suas operações no Brasil e afirma que “segue apostando no mercado nacional.” Está feito o registro. No entanto, notícias que chegam do Chile dão conta que o próprio CEO do grupo, Jaime Soler, defende a saída do país. Por sinal, é sintomático que, passados seis meses do afastamento de Cristián Gutierrez da presidência da subsidiária brasileira, a matriz sequer tenha se dado ao trabalho de nomear um substituto definitivo. Desde março, o CFO da empresa no país, Sebastián Los, acumula o cargo “interinamente”. Com o duplo crachá, Los tem cortado investimentos e fechado lojas. Parece preparar a casa para um novo morador.

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16.03.18

Um negócio triunfal

Prestes a ser apeado do board da BRF, Abilio Diniz busca um negócio triunfal, a sua altura. Quem sabe a compra das operações do Cencosud no Brasil pelo Carrefour?

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19.12.17

Na boca do caixa

A varejista Cencosud vai deixar o Brasil? A empresa garante que não deixa o país, mas a própria mídia chilena aposta que sim. No último fim de semana, a imprensa local voltou a falar da pressão dos acionistas para o grupo vender seus ativos no Brasil. Dona das bandeiras Prezunic e Bretas, a Cencosud caminha para fechar o ano com queda no faturamento e Ebitda negativo.

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20.10.17

Promessas para 2018

Em teleconferência com analistas no Chile há cerca de dez dias, os dirigentes do Cencosud se esforçaram em dissipar os rumores sobre a venda de ativos no Brasil. Na mão contrária, o grupo varejista acena com uma “mini reformulação” do seu modelo de negócios no país em 2018, baseada na conversão de várias lojas de bairro da bandeira Bretas para o conceito atacadista. Outra medida a caminho: até 2019 todas as bandeiras do Cencosud no Brasil vão vender pela internet.

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30.08.17

Maus resultados pesam sobre a direção do Cencosud

O chileno Cristian Gutierrez Maurer, que comanda o Cencosud no Brasil, está se tornando um “hombre invisible” – título de um dos poemas do compatriota Pablo Neruda. Seus próprios pares de diretoria já não conseguem mais enxergá-lo no cargo a partir de janeiro. A mudança na gestão seria mais uma tentativa do grupo varejista chileno de frear a deterioração dos seus resultados no Brasil. Com os números do último trimestre – queda de 72% do lucro e de 30% no Ebitda –, o grupo varejista caminha para fechar 2017 como o pior ano desde a sua chegada ao país, em 2007. Consultada, a Cencosud nega a “troca de comando no Brasil, pois entende que os resultados foram fortemente influenciados pelos cenários macroeconômico e político”.

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