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15.01.20

Ascensão e queda de Bellini

Demitido da presidência da Cemig na segunda-feira, Cledorvino Bellini foi do céu ao inferno em apenas um ano de governo. No auge do encantamento, Romeu Zema pensou em transformar o ex-presidente da Fiat em uma espécie de CEO de Minas Gerais. A aliados mais próximos, cogitou até mesmo escolher Bellini como candidato a vice-governador em 2022. As seguidas críticas de Bellini ao corpo técnico da Cemig e o consequente racha com os executivos da estatal – conforme antecipou o RR na última sexta-feira – minaram sua permanência. Entre os “cemiguianos”, virou “persona nom gratíssima”.

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10.01.20

“Inimigo meu”

O ambiente na cúpula da Cemig é tenso. As seguidas críticas do presidente da estatal, Cledorvino Bellini, aos serviços da empresa azedaram sua relação com membros da própria diretoria. Se fosse futebol, os comandados já teriam perdido uns três partidas seguidas para derrubar o “professor” Bellini.

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07.01.20

Curto-circuito

A proposta da Renova Energia, leia-se Cemig, de converter parte de sua dívida em participação acionária não está encontrando eco entre os bancos credores, a começar pelo BNDES.

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02.01.20

O carrasco da Av. Chile

O BNDES de Gustavo Montezano tem sido o mais duro credor à mesa de negociações da Renova Energia, leia-se Cemig. Vem do banco a maior pressão para que a empresa se desfaça da sua participação na Brasil PCH. O BNDES é contrário também ao período de carência de dois anos para o início do pagamento das dívidas. O passivo da Renova é superior a R$ 2,5 bilhões.

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23.12.19

Energisa e Algar se unem para a Cemig ficar onde sempre esteve

O RR tem informação de que a Energisa e o Grupo Algar costuram uma parceria para disputar a compra da Cemig. De acordo com a mesma fonte, envolvida nas tratativas, o dueto pode virar uma trinca, com o aporte financeiro do GIC. O fundo soberano de Cingapura já é sócio da Algar: no ano passado, injetou R$ 1 bilhão no braço de telecomunicações da companhia. Os dois grupos mineiros enxergam grande sinergia entre a Cemig e seus respectivos negócios. A Energisa, da família Botelho, já é responsável pela distribuição de energia em 66 municípios do estado. A Algar, por sua vez, vislumbra a oportunidade de usar a estrutura e a enorme capilaridade da Cemig para oferecer serviços de telecomunicação em todo o estado. Tudo muito bom, tudo muito bem, mas, afinal, quando sai a privatização da Cemig? O governador Romeu Zema quer colocar a estatal no balcão em 2020, por mais difícil que seja. A operação enfrenta forte resistência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Talvez por isso, ou, sobretudo por isso, é que a dobradinha entre Energisa e Algar seja vista com tão bons olhos por Zema. O governo enxerga uma serventia no consórcio entre as famílias Botelho e Garcia. Parafraseando Magalhães Pinto, assim como Minas, a Cemig permaneceria onde sempre esteve. A hipótese de o centro de decisões da empresa seguir em Minas Gerais, nas mãos de dois tradicionais conglomerados do estado, pode ajudar a dobrar a Assembleia Legislativa. Ou não

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06.12.19

Boia de salvação

Há uma articulação para a entrada da China Three Gorges (CTG) no capital da Renova Energia. Controlada pela Cemig, a empresa está em recuperação judicial com uma dívida superior a R$ 3 bilhões.

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19.11.19

Privatização possível

Ideia que começa a ganhar corpo no governo de Romeu Zema: privatizar primeiro o braço de geração e transmissão da Cemig, deixando a complexa venda da distribuidora para depois.

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06.11.19

Luz apagada

A BNDESPar cansou de esperar pela Cemig. Vai vender separadamente sua participação de 6% na Light.

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04.11.19

Privatiza, Minas!

Romeu Zema prepara uma grande campanha publicitária para convencer o povo mineiro da necessidade de privatização da Cemig – a operação terá de ser aprovada em plebiscito. Periga torrar uma grana e depois a venda da estatal ser barrada na Assembleia Legislativa

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25.10.19

Renova Energia em busca de uma luz

O BTG está muito bem cotado no governo mineiro para assumir o processo de recuperação judicial da Renova Energia e, sobretudo, buscar um comprador para a empresa. São R$ 3 bilhões em dívidas sobre a mesa, à espera de solução. A Cemig é o principal acionista da companhia de energia renovável, com 36%.

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