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09.11.20

Aliança Energia se come pelas beiradas

A Vale retomou as conversações para a compra da participação da Cemig na Aliança Energia – joint venture entre a mineradora e a empresa mineira. Em janeiro, quando houve uma primeira tentativa de acordo, a estatal pedia cerca de R$ 2 bilhões pela sua fatia de 45% no capital. Valeu a pena deixar o prato esfriar. Agora, se a Vale botar R$ 1,5 bilhão sobre a mesa, é bem capaz de levar. A Aliança reúne sete hidrelétricas em Minas Gerais e um parque eólico no Ceará.

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29.10.20

Transmissão direta

O RR tem a informação do interesse firme da State Grid em comprar a participação de 21% da Cemig na empresa de transmissão Taesa. É só caprichar um pouco na oferta que os mineiros vendem na hora.

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09.10.20

Cemig com um pé fora da Renova

O lento plano de desmobilização de ativos da Cemig vai andar algumas jardas. O RR apurou que a companhia está em conversações com a norteamericana Castlelake para a venda de sua participação na Renova Energia. De acordo com a mesma fonte, além da aquisição dos 48% pertencentes à estatal mineira, a gestora estaria disposta a fazer um aporte de capital na empresa de geração renovável. As cifras sobre a mesa giram em torno de R$ 300 milhões. Para a Cemig e, indiretamente, para os cofres mineiros, o desembarque do negócio será um alívio financeiro. Em recuperação judicial, com uma dívida de mais de R$ 3 bilhões, a Renova tem exigido seguidos aportes de seus acionistas. Não por acaso, além da Cemig, outros acionistas da empresa também têm ofertado suas participações a investidores. Em março, o mesmo Castlelake, que administra cerca de US$ 20 bilhões em ativos, chegou a fazer uma proposta pelo complexo eólico Alto Sertão III, projeto da Renova em construção na Bahia. No entanto, o apetite dos norte-americanos ficou maior. Segundo a fonte do RR, o Castlelake enxerga a aquisição da Renova como o ponto de partida para um projeto maior de consolidação de empresas de energia renovável no Brasil. A gestora estaria disposta a investir cerca de US$ 1 bilhão na compra de ativos no país

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12.08.20

Modus operandi

O banqueiro Juca Abdalla, dono do Banco Clássico, vem comprando mais e mais ações da Cemig. A julgar pelo que fez na Petrobras, não demora muito e vai tentar ampliar seu poder no Conselho da estatal mineira, onde ele próprio já ocupa um assento. No mês passado, Abdalla foi eleito para o board da Petrobras e ainda emplacou outros dois representantes.

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11.08.20

Sinal verde

Segundo o RR apurou, a diretoria da Aneel deverá se reunir hoje para referendar o pedido de suspensão do reajuste das tarifas da Cemig, feito pelo governador Romeu Zema. O aumento foi autorizado pela própria agência, em maio. Os mineiros agradecem.

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05.08.20

Aliança enferrujada

A postura da Vale tem contribuído para arrastar a negociação de compra da participação da sócia Cemig na Aliança Energia. Quando a operação parece perto do desfecho, a mineradora recua e regateia o valor. Mesmo tendo que fazer caixa para arcar com uma dívida de R$ 13 bilhões, a Cemig resiste e mantém a pedida de R$ 2 bilhões pela sua parte.

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06.05.20

Um negócio fora de timing

A Cemig reabriu conversações com a chinesa SPIC para a venda da sua participação na usina de Santo Antônio. As tratativas são conduzidas pelo Bank of America. No ano passado, já com Romeu Zema no governo de Minas Gerais, o conselho de administração da estatal recusou uma oferta do grupo asiático pelo ativo, por considerar o valor baixo. Se arrependimento matasse…

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28.04.20

Em péssima hora

A Renova Energia, leia-se Cemig, tinha engatilhada uma captação de recursos no exterior para este semestre. Com o coronavírus, o projeto sofreu um apagão. Vai fazer muita falta. Em recuperação judicial, a Renova carrega uma dívida de R$ 3 bilhões.

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17.04.20

O porta-voz

O presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi, tem se notabilizado como o principal interlocutor com o ministro Bento Albuquerque e a equipe econômica em busca de um pacote de ajuda para as distribuidoras. O sutil alinhamento entre o governador Romeu Zema e Bolsonaro tem ajudado nas conversas.

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13.04.20

Venda a jato

O Conselho da Renova Energia, leia-se Cemig, deu aval para a venda do complexo eólico Alto Sertão III, na Bahia, à Castlelake, um condomínio de fundos internacionais. A ordem é correr com o negócio antes que a Covid-19 possa contaminar o acordo. Em recuperação judicial, a Renova Energia carrega uma dívida de R$ 3 bilhões.

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