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02.05.22

Fio desencapado

O RR apurou que a Cemig reabriu conversas com a Vale para a venda da sua participação na Aliança Energia, joint venture entre as duas empresas. O problema é que a mineradora tenta achatar o valuation ao máximo possível.

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13.04.22

Portas abertas na Cemig

A Cemig está buscando parceiros para tocar projetos em geração renovável. Há conversas não só com empresas do setor elétrico, mas também fundos de private equity. A meta da estatal é aumentar a sua produção de energia limpa em um gigawatt até 2026, um investimento estimado em R$ 5 bilhões.

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01.04.22

Por falar em Cemig…

A colombiana ISA, acionista da Taesa, seria forte candidata a compra da participação da Cemig na holding de transmissão. Com a aquisição, assumiria o controle do negócio, com 52%.

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Mais mudanças à vista no capital da Norte Energia: além da Cemig, a Petros também planeja vender sua participação no consórcio, dono da Usina de Belo Monte. O fundo de pensão tem 10% do capital.

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24.02.22

Cemig embala Belo Monte e Santo Antônio em um só pacote

O RR apurou que a Cemig estuda vender de forma casada suas participações nas usinas de Belo Monte e Santo Antônio, duas das maiores hidrelétricas brasileiras. Para não variar, do outro lado da mesa só dá chinês. De acordo com a mesma fonte, a estatal mineira vem mantendo conversações com a State Power Investment Corporation (SPIC) e a Three Gorges.

Trata-se de uma reviravolta no plano de desmobilização de ativos da Cemig, que pode ter um razoável impacto sobre o tabuleiro do setor elétrico no país. A dupla aquisição dará ao comprador uma posição privilegiada no segmento de geração: juntas, Belo Monte e Santo Antônio respondem por aproximadamente 10% de toda a matriz hidrelétrica brasileira. A negociação tem tudo para ampliar também o peso chinês no setor: SPIC e Three Gorges já controlam cerca de 12% da capacidade de geração do sistema elétrico brasileiro.

Com Belo Monte e Santo Antônio nas mãos de uma das duas, essa participação se aproximaria dos 15%. A Cemig detém, respectivamente, 9,7% da Norte Energia, dona de Belo Monte, e 8,5% da Santo Antônio Energia. Estima-se que a venda conjunta possa atingir algo em torno de R$ 4 bilhões. Procurada pelo RR, a estatal mineira não quis se pronunciar.

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20.12.21

Linha de transmissão

A colombiana ISA, sócia da Cemig na Taesa, reabriu conversas com a estatal para a compra da sua fatia na empresa de transmissão. Os mineiros detém 36% do capital ordinário.

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01.12.21

Balcão da Cemig

A Cemig está ofertando no mercado a sua participação de 8,5% na Santo Antonio Energia. Um dos candidatos seria a chinesa Three Gorges, dona da EDP.

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17.11.21

Tiro ao alvo

A ala pró-Doria do PSDB vem atuando nos bastidores para que a CPI da Cemig, em curso na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, cave fundo até a era Aécio Neves. Não é simples. Aécio parece ter o corpo fechado quando o assunto é a estatal mineira.

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27.10.21

Cemig busca um par

A Cemig estuda cenários para deslanchar um grande plano de investimentos em energia renovável. Uma das hipóteses é buscar uma parceria com um player privado. O curioso é que a estatal já tem uma associação, mas a Aliança Energia, joint venture com a Vale, nunca deslanchou conforme prometia.

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19.10.21

Renova recarrega sua energia com a venda de ativos

Após a venda da Brasil PCH e do Complexo Hidrelétrico Serra da Prata, a Renova Energia, leia-se Cemig, dedica-se agora à desmobilização de ativos de menor porte. A empresa busca compradores para cinco projetos de geração eólica ainda em fase de desenvolvimento. Em conversa com o RR, a Renova confirmou que alguns desses empreendimentos “estão sendo ofertados ao mercado, como previsto no plano de recuperação judicial”.

A venda dos ativos está sendo conduzida pela Virtus BR Partners. É parte inexorável do processo de redução das dívidas da companhia, da ordem de R$ 3 bilhões. Mas, nem só de alienação de ativos vive a Renova. A empresa informou ao RR ter uma série de projetos futuros que serão desenvolvidos por conta própria ou em parceria com investidores.

O pipeline contempla empreendimentos com potencial de geração de 6 GW de energia em toda região Nordeste. Até o final deste mês, a Renova coloca em operação o Complexo Eólico de Alto Serão III – Fase A, que conta com 155 torres de geração de energia, distribuídas em 26 projetos, em seis municípios da Bahia.

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