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28.02.20

Última transmissão

A Cemig está em avançadas tratativas para a venda da sua participação de 21,6% na Taesa para a colombiana ISA, que já é sócia da companhia de transmissão.

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06.02.20

Premonição

O investidor Ronaldo Cezar Coelho já passou dos 8% de participação na Light e não para de comprar papel em bolsa. Será que farejou a venda do controle da empresa pela Cemig e um posterior tag along?

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03.02.20

Santo Antônio

A chinesa Zhejiang Energy desponta como candidata à compra da participação da Cemig na usina de Santo Antônio. A estatal já esteve perto de vender as ações para outro grupo chinês, a State Power. Ficou no quase.

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22.01.20

Transmissão societária

A Cemig abriu tratativas com a colombiana ISA para vender sua participação na Taesa. Os valores sobre a mesa giram em torno de R$ 2 bilhões. Ao fechar negócio, a ISA se tornaria o maior acionista da empresa de transmissão, saltando de 14% para 35% do capital total.

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21.01.20

Batismo de fogo

Reynaldo Passanezi, que assumiu a presidência da Cemig, já recebeu uma missão “pra ontem”: vender a participação da estatal na Renova Energia.

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15.01.20

Ascensão e queda de Bellini

Demitido da presidência da Cemig na segunda-feira, Cledorvino Bellini foi do céu ao inferno em apenas um ano de governo. No auge do encantamento, Romeu Zema pensou em transformar o ex-presidente da Fiat em uma espécie de CEO de Minas Gerais. A aliados mais próximos, cogitou até mesmo escolher Bellini como candidato a vice-governador em 2022. As seguidas críticas de Bellini ao corpo técnico da Cemig e o consequente racha com os executivos da estatal – conforme antecipou o RR na última sexta-feira – minaram sua permanência. Entre os “cemiguianos”, virou “persona nom gratíssima”.

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10.01.20

“Inimigo meu”

O ambiente na cúpula da Cemig é tenso. As seguidas críticas do presidente da estatal, Cledorvino Bellini, aos serviços da empresa azedaram sua relação com membros da própria diretoria. Se fosse futebol, os comandados já teriam perdido uns três partidas seguidas para derrubar o “professor” Bellini.

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07.01.20

Curto-circuito

A proposta da Renova Energia, leia-se Cemig, de converter parte de sua dívida em participação acionária não está encontrando eco entre os bancos credores, a começar pelo BNDES.

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02.01.20

O carrasco da Av. Chile

O BNDES de Gustavo Montezano tem sido o mais duro credor à mesa de negociações da Renova Energia, leia-se Cemig. Vem do banco a maior pressão para que a empresa se desfaça da sua participação na Brasil PCH. O BNDES é contrário também ao período de carência de dois anos para o início do pagamento das dívidas. O passivo da Renova é superior a R$ 2,5 bilhões.

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23.12.19

Energisa e Algar se unem para a Cemig ficar onde sempre esteve

O RR tem informação de que a Energisa e o Grupo Algar costuram uma parceria para disputar a compra da Cemig. De acordo com a mesma fonte, envolvida nas tratativas, o dueto pode virar uma trinca, com o aporte financeiro do GIC. O fundo soberano de Cingapura já é sócio da Algar: no ano passado, injetou R$ 1 bilhão no braço de telecomunicações da companhia. Os dois grupos mineiros enxergam grande sinergia entre a Cemig e seus respectivos negócios. A Energisa, da família Botelho, já é responsável pela distribuição de energia em 66 municípios do estado. A Algar, por sua vez, vislumbra a oportunidade de usar a estrutura e a enorme capilaridade da Cemig para oferecer serviços de telecomunicação em todo o estado. Tudo muito bom, tudo muito bem, mas, afinal, quando sai a privatização da Cemig? O governador Romeu Zema quer colocar a estatal no balcão em 2020, por mais difícil que seja. A operação enfrenta forte resistência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Talvez por isso, ou, sobretudo por isso, é que a dobradinha entre Energisa e Algar seja vista com tão bons olhos por Zema. O governo enxerga uma serventia no consórcio entre as famílias Botelho e Garcia. Parafraseando Magalhães Pinto, assim como Minas, a Cemig permaneceria onde sempre esteve. A hipótese de o centro de decisões da empresa seguir em Minas Gerais, nas mãos de dois tradicionais conglomerados do estado, pode ajudar a dobrar a Assembleia Legislativa. Ou não

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