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18.09.18
ED. 5955

O trator Caiado

Ronaldo Caiado, líder das pesquisas ao governo de Goiás, tem falado nos bastidores em fazer uma devassa na operação de venda da distribuidora de energia Celg, conduzida pela Eletrobras. No fundo, não passa de um jogo de cena para enquadrar os novos controladores da empresa.

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27.10.16
ED. 5484

Restam dois

 O  governo conta com a participação da Energisa e da State Grid no leilão da distribuidora goiana Celg , marcado para novembro.

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04.10.16
ED. 5468

Aneel fecha o cerco ao lusco-fusco da AES Eletropaulo

  A performance operacional da AES Eletropaulo acendeu o sinal de alerta na Aneel. A distribuidora tem sido duramente cobrada pela agência por conta das seguidas falhas em seus serviços e dos problemas de qualidade registrados nos 24 municípios paulistas sob sua concessão, onde estão mais de 20 milhões de clientes e uma parcela importante da indústria. Segundo o RR apurou, a Aneel já teria exigido da companhia a apresentação de um plano de contingência capaz de reduzir consideravelmente o número de ocorrências, especialmente no que diz respeito à interrupção no fornecimento de energia. Caso contrário, dificilmente a empresa escapará de pesadas punições, leia-se multas ou até mesmo uma redução das tarifas de energia, medida que teria grave impacto contábil no curto e médio prazos. Procurada pelo RR, a AES Eletropaulo não negou os problemas operacionais. A companhia informou que “está destinando mais de R$ 500 milhões para melhorias na rede e no atendimento”. Disse ainda que “está instalando o cabeamento de rede compacta, mais resistente aos impactos externos.”. Segundo a Eletropaulo, neste ano serão trocados 161 km de fiação e, em 2017, mais 115 km.  O desempenho da AES Eletropaulo no primeiro semestre deste ano acentuou ainda mais a preocupação da Aneel. Segundo o RR apurou, a companhia figura entre as três piores distribuidoras do país em quase todos os indicadores usados pela agência para medir a qualidade dos serviços – um cardápio que vai do número de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor aos registros de queda na distribuição de energia e ao tempo de persistência do problema. De janeiro a junho, a companhia não conseguiu melhorar sua performance em nenhum dos quesitos avaliados. Trata-se de um quadro que vem se agravando especialmente desde o ano passado, quando a Eletropaulo despencou no ranking da Aneel. De 36 distribuidoras avaliadas pela agência, a empresa ficou no 34º lugar, 20 posições abaixo em relação ao ano anterior. Pior do que ela apenas a goiana Celg e a CEA, do Amapá. De acordo com os critérios de medição adotados pela Aneel, em um intervalo de pontuação que variou entre 0,65 para a primeira colocada (a maranhense Cemar) e 2,33 para a última (exatamente a CEA), a Eletropaulo teve a nota 2,01. Não por acaso, nos últimos anos, a distribuidora paulista tornou-se useira e vezeira em receber corretivos da Aneel. Só em 2014 e 2015, as multas aplicadas pela agência devido a falhas na operação somaram R$ 109 milhões.

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 No Ministério de Minas e Energia, já se discute um novo adiamento do leilão da Celg, marcado para novembro. Por ora, só a State Grid demonstrou interesse pela empresa.

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12.09.16
ED. 5452

Operação Decantação avança sobre a Celg

 Em meio a um turbulento processo de privatização, a Celg ainda enfrenta o risco de um escândalo policial. Segundo o RR apurou, a Polícia Federal apura o envolvimento da empresa no esquema de corrupção investigado na Operação Decantação, que levou à recente prisão do presidente do PSDB de Goiás, Afreni Gonçalves, e do ex-secretário de Fazenda de Marconi Perillo e atual número 1 da Saneago, José Taveira Rocha. Há indícios de que a distribuidora de energia goiana também teria sido usada para desviar recursos públicos por meio de licitações fraudulentas. As irregularidades teriam ocorrido entre 2010 e 2012, quando, então, a Celg, em grave crise financeira, foi federalizada. Neste momento, a empresa passou à gestão da Eletrobras, e a fonte secou. Com isso, o esquema de corrupção teria se mudado de mala e cuia para a Saneago.  Em Goiás, o caso já é chamado de “Lava Jatinho tucana”. Segundo cálculos preliminares da PF, cerca de R$ 4,5 milhões em recursos públicos teriam sido desviados da Saneago para beneficiar políticos do PSDB. Esta cifra, no entanto, tende a se multiplicar caso fique comprovado que o esquema também agiu na Celg. No último dia 24 de agosto, a Operação Decantação cumpriu 120 mandados judiciais.  Trata-se de um fato a mais a tumultuar a vida da Celg, justo no momento em que o governo federal tenta se desfazer do seu controle. O leilão marcado para o último dia 16 de agosto foi suspenso por falta de candidatos. Nova tentativa está prevista para o dia 25 de novembro.

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29.07.16
ED. 5422

Cadeira cativa

A Energisa, da família Botelho, é vista na própria Eletrobras como a mais forte candidata à compra da Celg. O leilão da distribuidora goiana está marcado para o próximo dia 19.

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31.05.16
ED. 5379

Venda da Celg

 O Ministério de Minas e Energia corre para lançar até o fim de junho o edital de privatização da Celg, uma das distribuidoras federalizadas. É parte do esforço de capitalização da Eletrobras.

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08.03.16
ED. 5322

Venda da Celg

 O Ministério de Minas e Energia deverá divulgar ainda neste mês o edital de privatização da goiana Celg, uma das distribuidoras sob gestão emergencial da Eletrobras.

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02.12.15
ED. 5260

Eletrobras

 A Eletrobras trabalha com o prazo de fevereiro para concluir a venda de sua participação de 50,3% na Celg, uma das nove distribuidoras de energia federalizadas. Para a estatal, já vai tarde.

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24.08.15
ED. 5191

Venda em série

Se conseguir emplacar a privatização da Celg neste ano, a intenção da Eletrobras é vender as distribuidoras do Piauí e de Roraima no primeiro trimestre de 2016.

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