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21.05.20

Privatização standby

A equipe do governador Eduardo Leite tem feito seguidas reuniões virtuais com o BNDES em torno do processo de privatização da Sul-gás e da distribuidora de energia CEEE. A ordem no governo gaúcho é deixar tudo engatilhado para a venda das duas estatais no primeiro trimestre de 2021. Haja otimismo, bá!

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03.04.20

Como se não houvesse amanhã…

Mesmo com a tempestade na economia, o governador Eduardo Leite determinou que a Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul acelere a montagem do modelo de privatização da CEEE Distribuição. Leite quer estar com tudo engatilhado quando a borrasca do novo coronavírus passar. Vai ser um senhor desafio: além das imprevisíveis sequelas da Covid-19 na economia, a CEEE está longe de ser uma estrela de primeira grandeza. No ano passado, teve cerca de R$ 1 bilhão de prejuízo.

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15.01.20

State Grid avança no Sul

A decisão está tomada: a CPFL, aliás a State Grid, vai entrar na disputa pela CEEE. O governo do Rio Grande do Sul trabalha para privatizar a distribuidora de energia neste ano. Os chineses já têm sua bandeira fincada no estado: por meio da própria CPFL, controlam a RGE, que abastece energia para 38 cidades gaúchas.

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17.12.19

Farrapos fiscais

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, tem feito gestões junto ao ministro Paulo Guedes na tentativa de obter um repasse da União da ordem de R$ 2 bilhões. Seria uma antecipação de recursos da futura privatização da distribuidora de energia CEEE, prevista para o ano que vem. A “securitização” se daria dentro do acordo para o refinanciamento da dívida gaúcha com a União. O problema é que o estado parou de pagar ao governo central.

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11.07.19

Descarga elétrica

Premido por uma previsão de déficit fiscal de R$ 7 bilhões em 2019, o governador Eduardo Leite corre para iniciar o road show da CEEE até setembro. Nos cálculos do governo gaúcho, é o timing para que o leilão da distribuidora elétrica seja realizado até dezembro. A venda vale não só pela receita a ser arrecadada, mas pelo peso que o estado vai tirar dos ombros: a CEEE tem uma dívida de R$ 5 bilhões.

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13.06.19

CEEE sobre o balcão

Em conversas reservadas com empresários do setor elétrico, o governador Eduardo Leite tem confidenciado que a decisão de privatizar a CEEE está tomada. A venda da distribuidora se daria no primeiro trimestre de 2020.

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27.12.17

Cinturão elétrico

A State Grid tem cercado o governo gaúcho por todos os lados, interessada na privatização da CEEE. Ao comprar a CPFL, os chineses já assumiram o controle da RGE. Com a CEEE, passariam a dominar a distribuição de energia em todo o Rio Grande do Sul.

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05.10.16

Contrapartida

 O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, vai excluir a Corsan do plano de venda de ativos que será apresentado na Assembleia Legislativa ainda neste ano. Trata-se de um recuo estratégico, um agrado calculado para que os deputados aprovem a proposta sem ressalvas. O que Sartori quer mesmo é assegurar a venda de parte da distribuidora de energia CEEE.

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08.08.16

Sulgás puxa a fila da privatização nos Pampas

 O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, está decidido a privatizar a Sulgás, no âmbito do programa de renegociação das dívidas estaduais com a União. Por ora, o assunto é cuidadosamente tratado a portas fechadas no Palácio Piratini. Além da negociação com o BNDES, responsável por estruturar a venda das estatais, a operação depende ainda uma articulação política razoavelmente intrincada: a venda da distribuidora de gás precisa ser autorizada pela Assembleia Legislativa. Cálculos preliminares do próprio governo gaúcho indicam que a Sulgás está avaliada em aproximadamente R$ 600 milhões. Significa dizer que o Tesouro gaúcho poderá arrecadar até R$ 300 milhões com a alienação da sua participação de 51% na Sulgás.  José Ivo Sartori sabem muito bem onde o calo fiscal lhe aperta. O Rio Grande do Sul carrega a quarta maior dívida entre as unidades federativas, na casa dos R$ 53 bilhões. Para asfixiar ainda mais as contas públicas, o déficit do estado projetado para 2016 já beira os R$ 7 bilhões. Por isso, Sartori vai usar de todo o seu poder político para garantir o apoio do Legislativo à privatização da Sulgás. O que está em jogo, neste caso, não é apenas a venda da distribuidora de gás. A aprovação da Assembleia deverá abrir as portas para outras privatizações que estão no radar do governo gaúcho, como a da empresa de saneamento Corsan e, sobretudo, a da distribuidora de energia CEEE. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Governo do RS.

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02.06.16

Enel Brasil busca ativos para não virar uma lâmpada queimada

O novo presidente da Enel Brasil, Carlo Zorzoli, chegou à empresa como um salvador da pátria. Das duas uma: ou o executivo consegue impor seu plano de negócios e inaugurar uma temporada de aquisições ou a companhia está fadada a virar uma mera produtora de fagulhas ou algo que valha, em razão do progressivo processo de esvaziamento da operação brasileira. Zorzoli está empenhado em transformar a primeira hipótese em realidade e já saiu a campo em busca de ativos para engordar a operação da Enel no Brasil. No topo da lista está a AES Sul. A norte-americana AES já decidiu vender a distribuidora para se concentrar no Sudeste, por meio da Eletropaulo. A intenção de Zorzoli é não apenas avançar em um mercado de razoável proporção, como o gaúcho, como também transformar a AES Sul em plataforma para a compra de outras distribuidoras na região. Com a empresa gaúcha, os italianos ficariam bem posicionados, por exemplo, para participar da privatização da área de distribuição da CEEE, que tem área de concessão contígua à da AES Sul. Muito provavelmente terá como adversária a CPFL, que já tem uma distribuidora no estado, a RGE. O cardápio de oportunidades para a Enel se estende ainda a outros estados, diante do desejo manifesto do governo em privatizar as nove concessões de distribuição penduradas na Eletrobras. Zorzoli chegou ao país em circunstância hostil e acabou se transformando na grande esperança de uma subsidiária que, gradativamente, vem perdendo poder na operação da Enel na América Latina. Os italianos estão transferindo o centro de decisões do grupo na região para o Chile, mais precisamente para a controlada Enersis. Neste momento, a companhia está passando por um processo de cisão, que dará origem a duas empresas, a Enersis Chile e a Enersis América – , ambas com ações na Bolsa de Santiago. A subsidiária brasileira ficará subordinada à segunda. Zorzoli se esforça para evitar que estas mudanças reduzam ainda mais a importância relativa da Enel Brasil e inviabilize seus planos para a companhia, que, além de aquisições, incluem uma reorganização societária. O executivo pretende juntar os ativos de geração e distribuição da antiga Endesa Brasil – incluindo a Ampla e a Coelce –, com os da Enel Green Power, de energias renováveis. Esta nova estrutura transformaria a Enel em um grande grupo integrado da área de energia elétrica, algo bem diferente do atual condomínio de empresas que operam praticamente uma de costas para as outras. * Citada, a Enel não retornou o nosso contato.

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