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planos
14.10.21

Voo cruzado

A CCR teria planos de juntar as concessões de Confins e da Pampulha, arrematada na semana passada, em uma única empresa. O senão são as turbulências com a Zurich Airport, sua sócia em Confins – ver RR de 8 de outubro.

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08.10.21

Chegadas e partidas

Segundo o RR apurou, as relações entre a CCR e a Zurich Airport, controladoras do aeroporto de Confins, estão turbulentas. A ponto
de os suíços repensarem sua permanência no negócio.

Em tempo: a Zurich Airport seria candidata a adquirir parte ou a totalidade da concessão do Galeão. A Changi Airports International,
de Cingapura, busca um sócio ou um comprador para a sua participação – conforme antecipou o RR na edição de 23 de setembro.

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02.09.21

Última obra

De saída da CCR, a Andrade Gutierrez tenta pavimentar sua última estrada na companhia: garantir que os demais sócios – Camargo Corrêa e Soares Penido – permitam o ingresso da IG4 no acordo de acionistas. E, consequentemente, concordem com a entrada de representantes da gestora no board. A IG4 está comprando os 14,8% da Andrade Gutierrez na CCR por R$ 5 bilhões.

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09.07.21

Pista de mão dupla

A CCR está em negociações avançadas com a Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) para estender a concessão da Autoban por mais 25 anos. É a contrapartida depois da empresa pagar uma indenização ao governo de São Paulo da ordem de R$ 1,2 bilhão, referente ao reequilíbrio econômico-financeiro de contratos com o estado.

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09.07.20

CCR e Triunfo são quebra-molas no caminho de Tarcisio Freitas

O ministro Tarcisio Freitas vai ter de dar nó em pingo d´água para equacionar o impasse em torno da Nova Dutra e da RioJuiz de Fora. Suas controladoras, respectivamente CCR e Triunfo Participações, estão pleiteando contrapartidas financeiras para permanecer à frente do negócio até que ocorra a relicitação das duas concessões rodoviárias. A CRT, operadora da Rio-Além Paraíba, deve ir pelo mesmo caminho.

Uma das condicionantes seria a flexibilização para o aumento do pedágio, até como forma de compensar as perdas decorrentes da quarentena. A esta altura, o problema é do governo e não das empresas. A rigor, CCR, Triunfo e CRT estarão livres para devolver as concessões à União em fevereiro de 2021, quando se encerram os contratos. Seria um timing mais do que confortável para o governo realizar os três leilões ainda neste ano, como era o plano inicial.

Mas, havia uma pandemia no meio do caminho. Nas últimas semanas, Tarcisio Freitas abriu conversações com os três grupos para que eles sigam no comando das concessões por mais alguns meses em 2021, até a realização da nova licitação. Qual o tempo de vigor desse contrato-tampão? Aí é que está a questão. Com a crise, a probabilidade dos leilões ocorrerem apenas no segundo semestre é alta, e os investidores não vão arcar com eventuais prejuízo.

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23.06.20

“Bolsa asfalto”

O governo Doria acelera as tratativas com os grupos do setor – a exemplo de CCR e Arteris – para a renovação antecipada de concessões rodoviárias de São Paulo. A medida funcionará como uma espécie de “bolsa asfalto”, leia-se uma compensação pelas perdas sofridas pelas concessionárias com a pandemia.

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30.03.20

Tarcísio Freitas lança operação “SOS rodovias”

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, prepara uma Medida Provisória na tentativa de amortecer o impacto do novo coronavírus sobre as concessões rodoviárias. A principal medida deverá ser a suspensão da cobrança das outorgas fixas e variáveis previstas nos contratos, provavelmente até dezembro – nos moldes da MP 925, voltada ao setor aeroportuário. O governo planeja também uma flexibilização das exigências de investimento, com um prazo maior para o cumprimento de projetos de expansão e modernização de rodovias.

Com as restrições à circulação em vários estados do país, o fluxo das rodovias nacionais despencou, em média, 60%. Tarcisio Freitas e sua equipe temem que o efeito cascata decorrente da Covid-19 provoque uma onda de devoluções de licenças. Um movimento como este seria um problema a presente e a futuro, dado o seu potencial de retardar ainda mais o processo de retomada de investimentos de infraestrutura. A maior preocupação do Ministério de Infraestrutura é um bloco de concessões realizadas em 2013, no governo Dilma, entre as quais figuram a BR163 (CCR) e a BR-040 (Invepar).

São operações altamente deficitárias e já com dívidas acumuladas com a União. Elas carregam problemas congênitos do próprio modelo de licitação: o do menor pedágio. Todas jogaram suas tarifas lá para baixo para ganhar o leilão e nunca deram lucro. Há também outros exemplos de fragilidade no setor: é o caso da Rodovias do Tietê, que está em recuperação judicial, com uma dívida superior a R$ 1,6 bilhão.

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21.06.19

Asfalto e terra batida

A decisão do Ministério da Infraestrutura de embalar no mesmo pacote as concessões da Rio-Teresópolis e do Arco Metropolitano – ambas serão ofertadas ao mercado em 2020 – não agradou os investidores. Grupos como CCR e Arteris estariam condicionado sua participação no leilão ao desmembramento dos ativos. Querem o filé mignon (a Rio-Teresópolis, hoje a cargo da CRT), mas não a carne de segunda (o Arco Metropolitano).

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18.06.19

Contenção de risco na BR-163

O governo já perdeu a batalha, com a decisão do TCU de barrar a possibilidade de relicitação da BR-163, pertencente à CCR. Agora, o ministro Tarcisio Freitas tem feito gestões junto ao Tribunal para evitar uma punição ainda maior, leia-se a obrigatoriedade de devolver quase R$ 1,5 bilhão à companhia. A empresa entende ter direito a uma indenização da União, uma vez que recursos previstos em contrato não foram liberados pelo BNDES.

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06.05.19

Fundos contestam “Bônus delação” da CCR

Fundos internacionais acionistas da CCR, entre os quais figura o canadense Green River Gold, se mobilizam para entrar na Justiça com o objetivo de suspender o pacote de remuneração da companhia a seus ex-executivos. A empresa controlada por Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa vai pagar R$ 71 milhões a exdirigentes investigados pelo Ministério Público, entre eles Renato Vale, que presidiu o grupo por 20 anos. Trata-se de uma espécie de “Bônus delação”: o pagamento, aprovado em assembleia geral no último dia 22 de abril, está vinculado à “colaboração ativa e efetiva” dos executivos à Justiça. Os fundos estrangeiros querem não apenas suspender a bonificação como exigem que a CCR entre com ações de responsabilidade civil contra os ex-colaboradores.

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