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22.05.20

Bola dividida

A Ultrafarma, rede de farmácias controlada pelo empresário Sydnei de Oliveira, tenta um acordo com a CBF para encerrar um milionário contencioso. Está difícil. A Confederação acusa a empresa de um calote de R$ 40 milhões no contrato de patrocínio da seleção brasileira, firmado em 2015. Alega ainda que a Ultrafarma descumpriu dois acordos para o pagamento parcelado da dívida, antes do caso parar na Justiça.

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21.05.20

Me dá um dinheiro aí 1

Os clubes da Série C e D do Campeonato Brasileiro estão pedindo uma nova ajuda financeira à CBF. Os R$ 200 mil distribuídos pela entidade a cada agremiação em abril não deram nem para a saída. A maioria dos clubes está com salários de jogadores e pagamento de impostos atrasados. Bem diferente da CBF, com seus mais de R$ 500 milhões em caixa.

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07.05.20

“B” de Bolsonaro

No mundo da bola, a sigla CBF já vem sendo chamada de “Casa Bolsonaro de Futebol”. O motivo é a postura escorregadia do presidente da entidade, Rogério Caboclo, sobre o retorno ou não das atividades no futebol brasileiro. Caboclo já empurrou a decisão para as federações e os clubes. Claramente não quer bola dividida com Jair Bolsonaro.

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27.04.20

Efeitos da Covid-19

Dois patrocinadores da seleção brasileira já procuraram a CBF para renegociar os valores de seus contratos.

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16.04.20

Expertise

Banido do futebol pela Fifa, o ex-presidente da CBF Marco Polo Del Nero ensaia um discreto retorno ao game. Nestes tempos de crise, estaria prestando consultoria informal a clubes de futebol e federações estaduais estropiados pelo coronavírus.

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08.04.20

“Proer da bola”

Os clubes da Série B do Campeonato Brasileiro pressionam a CBF. Querem receber um benefício similar ao que a entidade vai conceder aos participantes das Séries C e D, além dos principais times de futebol feminino do país. Ao todo, a Confederação vai distribuir R$ 19 milhões para que 140 clubes possam arcar com dois meses de salário. Se o mesmo critério for replicado para as equipes da segunda divisão, estima-se que o desembolso giraria em torno de R$ 30 milhões.

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03.04.20

Dossiê da bola

Ao que parece, o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira decidiu sair da toca. Além da entrevista exclusiva à CNN, a primeira em muitos anos, pretende escrever um livro para contar a sua versão do “Fifagate”. Se, de fato, contar um terço do que sabe, já será quase uma delação premiada.

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02.04.20

Faroeste caboclo

O presidente da CBF, Rogério Caboclo, recebeu da área de marketing a sugestão de uma campanha de conscientização da população a favor da quarentena, a exemplo do que fez a Associação Argentina de Futebol (AFA). Entrou por um ouvido e saiu pelo outro. A última coisa que o cartola quer é atrair a antipatia do presidente Jair Bolsonaro.

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24.03.20

Conveniente efeito colateral

O coronavírus poderá ter um efeito colateral duradouro sobre o modelo de disputa do Campeonato Brasileiro. O aperto no calendário está abrindo uma brecha para o fim dos pontos corridos e a volta do mata-mata, com uma etapa de classificação e uma fase final com jogos eliminatórios – como foi até 2002. A fórmula seria adotada em 2020 e repetida a partir do ano que vem. A CBF é contra. Mas a ideia seria vista com bons olhos por vários clubes da Série A e pela Globo.

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CBF
23.03.20

Clubes brasileiros pedem um “circuit breaker” para suas dívidas

Vem aí um “pacotão da bola”. A CBF e os clubes discutem com o governo medidas emergenciais para mitigar o impacto do novo coronavírus sobre o já combalido futebol brasileiro. Há duas ações prioritárias sobre a mesa: a suspensão dos pagamentos do Profut, uma espécie de Refis dos gramados, e a interrupção temporária do recolhimento de impostos à União.

Na paralela, os clubes também pretendem solicitar ao Tribunal Superior do Trabalho a paralisação dos pagamentos no âmbito do Ato Trabalhista. Por meio do acordo, as entidades esportivas quitam parceladamente um carregamento de R$ 2,5 bilhões em dívidas. Hoje, os clubes somam R$ 5,3 bilhões inscritos na dívida ativa da União. Sozinho, o Corinthians deve mais de R$ 700 milhões. Se nada for feito, a bola de neve vai crescer como nunca. Esse “circuit breaker do futebol”, ou seja, a suspensão de dívidas fiscais e trabalhistas, funcionaria como uma compensação temporária para a sangria de receitas que os clubes terão no rastro da Covid-19.

A ausência de bilheteria é o menor dos grandes problemas. Não há qualquer garantia de que as emissoras de TV detentoras dos direitos de transmissão de competições nacionais e internacionais manterão os contratos nos termos atuais sem partidas para exibir. Some-se ainda a iminente perda de patrocinadores. Segundo o RR apurou, um grande clube paulista já foi informado por um de seus principais parceiros sobre a rescisão do contrato.

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