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23.05.22

Vento e sol

A portuguesa Galp está se movimentando no mercado para comprar projetos de energia solar no Brasil. Recentemente a companhia adquiriu ativos de geração eólica da Ser Energia e da Casa dos Ventos.

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26.01.16

Three Gorges compra ativos em fila no Brasil

 A julgar pela voracidade da China Three Gorges (CTG), não vai demorar muito para que a franco-belga Suez perca o posto de maior grupo privado de geração do Brasil. Dois meses após vencer o leilão das hidrelétricas de Jupiá e Ilha Solteira, um investimento de R$ 13,8 bilhões, os chineses já estão submersos em uma nova negociação: teriam oferecido cerca de R$ 1,5 bilhão pelo controle da Casa dos Ventos, dona da maior carteira de projetos de energia eólica do país.  Controlada pelo empresário Mario Araripe, a companhia está construindo cinco complexos eólicos, nos estados do Ceará, Pernambuco e Piauí, ao custo total de R$ 6 bilhões. A aquisição daria aos chineses o controle de 41 usinas com capacidade projetada de 1,1 mil MW. O que é melhor: são projetos que já nascem com receita garantida. Todos os parques eólicos da Casa dos Ventos ainda em construção já têm 100% da sua energia contratada. Procuradas, Casa dos Ventos e CTG negam as negociações.  A Three Gorges tem feito um investimento atrás do outro no Brasil. No ano passado, pouco antes do leilão que lhe valeu as licenças das hidrelétricas de Jupiá e Ilha Solteira, pagou R$ 370 milhões por um pacote de 11 empresas de geração. Esta foi uma negociação caseira. Os ativos pertenciam à EDP Brasil, subsidiária da portuguesa EDP, da qual a Three Gorges é uma das maiores acionistas.

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