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planos
16.08.19
ED. 6180

A era das demissões voluntárias

Goste-se ou não, Jair Bolsonaro está entregando uma de suas promessas de campanha: a redução do funcionalismo. Menos de um ano após seu último Plano de Demissões Voluntárias, a Casa da Moeda passará por mais uma lipoaspiração. A direção da estatal já aprovou um novo PDV, com a meta de cortar cerca de 200 funcionários – algo como 10% da força de trabalho. Entre outras iscas, a Casa da Moeda oferecerá indenização de 80% sobre o FGTS e plano de saúde por 42 meses. A estatal tem amargado queda de receita devido à suspensão do Sicobe (Sistema de Controle Fiscal de Produção de Bebidas) e pelo contingenciamento das verbas do BC para novas encomendas de cédulas e moedas.

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25.04.19
ED. 6101

Falta dinheiro para fazer dinheiro

O ministro Paulo Guedes o presidente do Banco Central, Roberto Campos Netto, enfrentam um problema “monetário”: está faltando dinheiro para produzir dinheiro. Os cortes no orçamento da Casa da Moeda têm inviabilizado a produção de um novo lote de cédulas de Real. O custo estimado para a impressão de algo como um bilhão de unidades é da ordem de R$ 1,5 bilhão, quase três vezes a dotação da estatal para este ano. Uma saída seria o exterior, mas também não há orçamento disponível para a contratação de empresas internacionais – desde 2016, por meio de uma MP assinada por Michel Temer, o Banco Central está autorizado a “importar” dinheiro. Procurada, a Casa da Moeda informa que “até o presente momento, o BC não a contratou” para a produção da nova leva de cédulas. Perguntada especificamente sobre o custo da impressão e suas restrições de orçamento, não se pronunciou. No fim do ano passado, a Comissão Mista de Orçamento aprovou um crédito especial para a estatal da ordem de R$ 350 milhões, mas a maior parte dos recursos foi tragada para cobrir prejuízos da empresa. A questão ganha ainda mais relevo devido à pressão das próprias instituições financeiras. As cédulas antigas entopem e danificam caixas eletrônicos. Dos mais de seis bilhões de notas em circulação no país, ainda há cerca de 160 milhões da primeira família do real, impressa há 25 anos.

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25/04/19 15:32h

Alberto Campos

disse:

As informações estão truncadas e algumas erradas. O orçamento para produção de dinheiro é do Banco Central, não da Casa da Moeda que é contratada. Os 350 milhões não foram "tragados" para cobrir prejuízos, mas sim para honrar as dívidas do governo com a Casa da Moeda que já somam quase 1 bilhão de Reais em serviços prestados e não pagos. A Casa da Moeda presta o serviço, o contribuinte recolhe aos cofres públicos e o governo dá o calote em quem executou o serviço. Simples assim. Já dizia Avram Noam Chomsky, linguista, filósofo, sociólogo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano: "Essa é a técnica padrão da privatização: Corte o dinheiro, certifique-se que as coisas não funcionam, de que as pessoas fiquem zangadas, então entregue ao capital privado." Mais claro que isso.... Porque será então que colocam a empresa que produz o dinheiro de uma nação num programa de privatização?

30.01.18
ED. 5797

A Cesar o que é de Cesar

O governo mandou o projeto de privatização da Casa da Moeda para a geladeira. O “mérito” vai para a conta do PTB, especialmente da pressão feita pelo deputado federal Jovair Arantes contra a operação.

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01.12.17
ED. 5757

Fora de circulação

O plano de privatização da Casa da Moeda saiu de circulação no governo.

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27.09.17
ED. 5713

Parece até quebranto

A Casa da Moeda vai dar um “presentão” aos defensores da sua privatização. Segundo o RR apurou, projeções internas indicam um déficit operacional na casa dos R$ 20 milhões em 2017. Seria o primeiro prejuízo em 16 anos. Consultada, a Casa da Moeda diz que “ainda não é possível afirmar se haverá déficit ou não”.

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