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02.09.21

A moeda é nossa

O que se diz no Palácio do Planalto é que o PTB, de Roberto Jefferson, teria sido o principal responsável por convencer Jair Bolsonaro a tirar a Casa da Moeda da lista das PPIs.

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18.08.21

Moedas sobre a mesa

A francesa Idemia estaria interessada em disputar a privatização da Casa da Moeda, incluída no PPI. Além da Europa, a empresa tem forte presença nos Estados Unidos: é responsável pela impressão de carteiras de habilitação em vários estados.

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30.06.21

Chineses querem colocar seu carimbo na moeda brasileira

Há uma possibilidade dos chineses imprimirem a moeda brasileira. Segundo informações filtradas pelo RR junto ao Ministério da Economia, a Aisino, um dos maiores grupos de documentação digital do país asiático, demonstrou interesse em participar da privatização da Casa da Moeda. A empresa identifica a estatal como uma janela de oportunidade para entrar no Brasil, peça-chave de um movimento geoeconômico mais amplo.

Após se espraiar pelo Oriente Médio e pela África, a Aisino elegeu a América Latina como prioridade. A companhia já atua no Chile e está na disputa para assumir dois serviços igualmente estratégicos naquele país: a impressão das carteiras de identidade e dos passaportes dos chilenos. Consultado, o Ministério da Economia não se pronunciou. A privatização da Casa da Moeda está prevista no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) e tem no ministro Paulo Guedes o seu principal defensor.

Ocorre que, historicamente, a venda da empresa sempre enfrentou resistência, devido ao seu forte simbolismo. Para se ter uma ideia da “sacralização” da estatal, há 50 anos, o ministro Roberto Campos chegou a preconizar a privatização do Banco Central, mas a Casa da Moeda era intocável até para os mais liberais entre os liberais. Neste momento da história, há ainda outro fator: a Aisino teria de enfrentar a “sinofobia” do governo Bolsonaro. Some-se o fato de que o próprio presidente tem uma postura pendular em relação à venda da Casa da Moeda. Talvez seja menos por razões de ordem estratégica e de segurança nacional e mais por escambo político. O Centrão, notadamente o PTB, está ávido para sentar na cadeira da presidência da estatal, hoje nas mãos do vice-almirante Hugo Cavalcante Nogueira.

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21.05.21

Centrão ataca 1

Há um novo duelo entre o Centrão e a ala militar do governo. O PTB, de Roberto Jefferson, quer fisgar a presidência
da Casa da Moeda. Difícil. Hoje, o cargo está nas mãos do vicealmirante Hugo Nogueira.

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18.03.21

Casa da Moeda à caça de clientes

A Casa da Moeda saiu em busca de novos clientes no próprio governo. Segundo o RR apurou, dirigentes da estatal têm batido à porta de órgãos públicos para ofertar serviços da empresa: na semana passada, foi a vez do Inmetro. Procurada, a estatal confirma que “busca ampliar seu portfólio de produtos priorizando as três esferas da administração pública”. A Casa da Moeda amarga seguidos prejuízos. Entre janeiro e setembro de 2020, as perdas chegaram a R$ 30 milhões, pouco se comparado aos R$ 170 milhões de déficit acumulado em 2019 e 2020.

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15.01.21

Papel moeda

A Casa da Moeda pretende disputar a licitação aberta pelo governo do Chile para a produção de cédulas e passaportes. Terá a concorrência de fornecedores da Finlândia, Canadá e Índia. O negócio é considerado estratégico pela estatal para suprir a escassez de encomendas do governo brasileiro.

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08.12.20

A volta do que não foi

Ligado ao PL, Alexandre Cabral está cotado para assumir uma diretoria no Banco da Amazônia. Seu nome já foi encaminhado ao Palácio do Planalto. Cabral parece ter sete vidas. Em junho, foi empossado e exonerado do comando do Banco do Nordeste em pouco mais de 24 horas. Antes, ocupou a presidência da Casa da Moeda, o que lhe rendeu acusações de irregularidades da ordem de R$ 2,2 bilhões.

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20.10.20

Casa da Moeda blindada

Paulo Guedes jogou a toalha. O ministro perdeu de vez as esperanças de privatizar a Casa da Moeda. A decisão de Jair Bolsonaro de nomear o vice-almirante Hugo Nogueira para a presidência da empresa foi a pá de cal na desestatização.

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03.01.20

Volta ao passado

O PTB está tentando cavar um cantinho no governo Bolsonaro para o ex-presidente da Casa da Moeda Alexandre Borges. O passado não recomenda essa déjà vu. A proximidade entre o PTB e a estatal remete aos tempos da Operação Vícios, da Polícia Federal, queinvestigou irregularidades em licitações na Casa da Moeda.

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19.11.19

Casa sem moeda

Além do PDV em curso na Casa da Moeda, o governo planeja desativar uma das três fábricas da estatal no Rio. Seria uma medida mais aguda no esforço para a privatização da empresa. A Casa da Moeda faz dinheiro para o Brasil, mas não para si própria. Todo mês perde cerca de R$ 10 milhões.

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