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04.05.22

Dois militares em alta no Palácio do Planalto

Há uma estrela ascendente entre os militares do Palácio do Planalto: o tenente coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, assessor da Presidência da República. Filho do general Lorena Cid, coordenador do escritório da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) em Miami, Barbosa Cid tem se notabilizado como um interlocutor assíduo entre Bolsonaro e oficiais do Exército de média patente.

Em conversas palacianas, Jair Bolsonaro vem rasgando elogios ao vice-almirante da Marinha Hugo Cavalcante Nogueira, presidente da Casa da Moeda. Recentemente, a estatal anunciou seu primeiro lucro em cinco anos – ganho de R$ 30,2 milhões em 2021. Bolsonaro anda tão encantado com a gestão de Nogueira que, segundo a fonte do RR, estancou manobras do Centrão, mais precisamente do PTB, para assumir a Casa da Moeda.

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22.11.21

Uma Casa em busca de moeda

O vice-almirante da Marinha Hugo Cavalcante Nogueira, presidente da Casa da Moeda, tem feito campanha no governo pelo retorno do Sicobe (Sistema de Controle de Bebidas), sistema de rastreabilidade da produção de cervejas e refrigerantes no Brasil, cujos selos eram produzidos pela estatal. Extinto em 2017, o sistema rendia cerca de R$ 1,5 bilhão em receita anual para a Casa da Moeda. Nogueira tem como um potencial aliado à causa o ministro Paulo Guedes, ávido para aumentar a arrecadação fiscal. O Sicobe matava a sonegação na indústria de bebidas na fonte.

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02.09.21

A moeda é nossa

O que se diz no Palácio do Planalto é que o PTB, de Roberto Jefferson, teria sido o principal responsável por convencer Jair Bolsonaro a tirar a Casa da Moeda da lista das PPIs.

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18.08.21

Moedas sobre a mesa

A francesa Idemia estaria interessada em disputar a privatização da Casa da Moeda, incluída no PPI. Além da Europa, a empresa tem forte presença nos Estados Unidos: é responsável pela impressão de carteiras de habilitação em vários estados.

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30.06.21

Chineses querem colocar seu carimbo na moeda brasileira

Há uma possibilidade dos chineses imprimirem a moeda brasileira. Segundo informações filtradas pelo RR junto ao Ministério da Economia, a Aisino, um dos maiores grupos de documentação digital do país asiático, demonstrou interesse em participar da privatização da Casa da Moeda. A empresa identifica a estatal como uma janela de oportunidade para entrar no Brasil, peça-chave de um movimento geoeconômico mais amplo.

Após se espraiar pelo Oriente Médio e pela África, a Aisino elegeu a América Latina como prioridade. A companhia já atua no Chile e está na disputa para assumir dois serviços igualmente estratégicos naquele país: a impressão das carteiras de identidade e dos passaportes dos chilenos. Consultado, o Ministério da Economia não se pronunciou. A privatização da Casa da Moeda está prevista no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) e tem no ministro Paulo Guedes o seu principal defensor.

Ocorre que, historicamente, a venda da empresa sempre enfrentou resistência, devido ao seu forte simbolismo. Para se ter uma ideia da “sacralização” da estatal, há 50 anos, o ministro Roberto Campos chegou a preconizar a privatização do Banco Central, mas a Casa da Moeda era intocável até para os mais liberais entre os liberais. Neste momento da história, há ainda outro fator: a Aisino teria de enfrentar a “sinofobia” do governo Bolsonaro. Some-se o fato de que o próprio presidente tem uma postura pendular em relação à venda da Casa da Moeda. Talvez seja menos por razões de ordem estratégica e de segurança nacional e mais por escambo político. O Centrão, notadamente o PTB, está ávido para sentar na cadeira da presidência da estatal, hoje nas mãos do vice-almirante Hugo Cavalcante Nogueira.

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21.05.21

Centrão ataca 1

Há um novo duelo entre o Centrão e a ala militar do governo. O PTB, de Roberto Jefferson, quer fisgar a presidência
da Casa da Moeda. Difícil. Hoje, o cargo está nas mãos do vicealmirante Hugo Nogueira.

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18.03.21

Casa da Moeda à caça de clientes

A Casa da Moeda saiu em busca de novos clientes no próprio governo. Segundo o RR apurou, dirigentes da estatal têm batido à porta de órgãos públicos para ofertar serviços da empresa: na semana passada, foi a vez do Inmetro. Procurada, a estatal confirma que “busca ampliar seu portfólio de produtos priorizando as três esferas da administração pública”. A Casa da Moeda amarga seguidos prejuízos. Entre janeiro e setembro de 2020, as perdas chegaram a R$ 30 milhões, pouco se comparado aos R$ 170 milhões de déficit acumulado em 2019 e 2020.

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15.01.21

Papel moeda

A Casa da Moeda pretende disputar a licitação aberta pelo governo do Chile para a produção de cédulas e passaportes. Terá a concorrência de fornecedores da Finlândia, Canadá e Índia. O negócio é considerado estratégico pela estatal para suprir a escassez de encomendas do governo brasileiro.

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08.12.20

A volta do que não foi

Ligado ao PL, Alexandre Cabral está cotado para assumir uma diretoria no Banco da Amazônia. Seu nome já foi encaminhado ao Palácio do Planalto. Cabral parece ter sete vidas. Em junho, foi empossado e exonerado do comando do Banco do Nordeste em pouco mais de 24 horas. Antes, ocupou a presidência da Casa da Moeda, o que lhe rendeu acusações de irregularidades da ordem de R$ 2,2 bilhões.

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20.10.20

Casa da Moeda blindada

Paulo Guedes jogou a toalha. O ministro perdeu de vez as esperanças de privatizar a Casa da Moeda. A decisão de Jair Bolsonaro de nomear o vice-almirante Hugo Nogueira para a presidência da empresa foi a pá de cal na desestatização.

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