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31.03.20

Governo Bolsonaro sofre uma intervenção consentida

O ministro chefe da Casa Civil, general Braga Neto, assumiu o papel de “interventor soft” no Palácio do Planalto. Sua nova atividade  informal foi produto de um “acordo por cima”, envolvendo ministros e comandantes militares e o próprio presidente da República. Braga Neto tem grande empatia com Bolsonaro.

Sua “intervenção” busca reduzir a exposição do presidente, deixando-o “democraticamente” (Apud Paulo Guedes) se comportar como se não pertencesse ao seu próprio governo. O general passa a enfeixar as ações do Executivo na crise. Pode, inclusive, contrariar as declarações de Bolsonaro.

A “intervenção” de Braga Neto ocorre em um momento em que o risco de crise política e institucional ameaça acender o sinal vermelho. O ministro da Casa Civil atuará como chefe do gabinete da agrura nacional. Essa deliberação já foi comunicada, com os devidos cuidados, aos ministros e às principais autoridades dos Três Poderes. Pelo menos enquanto a grave situação de crise perdurar, o general será o “presidente operacional” do Brasil. Braga Neto assume para distender e organizar.

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05.03.20

Bota abaixo

Após empossar o general de brigada Sergio Pereira na secretaria executiva, o próximo alvo do ministro Braga Netto é mudar a assessoria jurídica da Casa Civil.

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02.03.20

Quanto vale o passe de Lupion?

O secretário especial da Casa Civil, Abelardo Lupion, está em alta. Onyx Lorenzoni quer levá-lo para o Ministério da Cidadania. Ao mesmo tempo, o ministro Luiz Henrique Mandetta convidou o ex-deputado federal para assumir a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da Pasta da Saúde. No que depender de Jair Bolsonaro, Lupion permanecerá no Palácio do Planalto, ao lado do general Braga Netto na Casa Civil.

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Com a troca de Onyx Lorenzoni pelo general Braga Netto, Jair Bolsonaro cogitou devolver a gestão do PPI à Casa Civil. No entanto, sequer chegou a soltar o balão de ensaio, como é do seu feitio. Seria choque demais com Paulo Guedes para uma semana só.

Por falar em PPI, sobe no governo a estrela da secretária especial do programa, Martha Seillier. Ligada a Tarcisio Freitas, seu nome está cotado para a secretaria executiva da Pasta da Infraestrutura, onde teria poder transversal sobre o plano de concessões do governo.

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19.02.20

Cadeia de comando

O general Walter Braga Neto está inclinado a manter Alberto Lupion na assessoria especial da Casa Civil. Apesar de seus notórios vínculos com Onyx Lorenzoni, o ex-deputado federal reúne alguns predicados que agradam ao novo ministro: é discreto, não dá entrevistas e tem bom trânsito entre seus antigos colegas de Parlamento. O último atributo não chega a ser um artigo raro no governo: os dois primeiros, sim.

Por falar em Lorenzoni: ele deseja levar o atual secretário executivo da Casa Civil, Antônio José Barreto, para ocupar o mesmo cargo no Ministério da Cidadania, seu novo abrigo no governo. Vai ter de combinar com o general Braga Neto e com o próprio presidente Jair Bolsonaro, responsável direto pela nomeação de Barreto quando Lorenzoni estava de férias na Casa Civil.

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Estão previstos para amanhã dois indicadores que terão forte impacto nas projeções econômicas em 2020: a PNAD Contínua Trimestral (IBGE) e o IBC-Br de dezembro (BC).

Dados da PNAD mostrando queda de 0,8 ponto no desemprego, no trimestre encerrado em dezembro (de 11,8% para 11%), em linha com números positivos do Caged (evidenciando pujança dos serviços e da construção), animaram o mercado e solidificaram a percepção de que a retomada econômica ganharia fôlego em 2020. O mesmo efeito – ainda que em menor medida – foi provocado pelo avanço de 0,18% no IBC-Br de novembro.

Essa visão enfrenta agora algumas reticências, em função sobretudo de números abaixo do esperado para o comércio no final de 2019. A PNAD e o IBC-Br de amanhã podem “repor os trilhos” ou aprofundar a preocupação. Em segundo plano, ainda nesta sexta, destaque para o IGP-10 de fevereiro (FGV), que iniciou o ano com alta de 1,07% contra 1,69% de dezembro, indicando desaceleração.

A reforma administrativa e o prestígio de Guedes

Na reforma administrativa, continuará o foco no presidente Bolsonaro. Hoje indicou apoio ao projeto da equipe econômica, mas ainda de forma vacilante, desidratando previamente a proposta. A questão promete se arrastar amanhã, transformando-se em embate diário entre alas do próprio governo.

Para além da própria reforma, estará em pauta, nesta sexta, a ascendência e prestígio do ministro Guedes junto ao presidente, após série de falas consideradas desastradas, que se somaram a ruído em avaliação sobre o aumento do dólar. Declarações de Guedes nesse campo alimentam desgaste do ministro, com imagem de que seus comentários favorecem volatilidade no mercado.

Articulações entre Câmara, Senado e governadores

Na reforma tributária, as indicações de lideranças partidárias para postos-chave tendem a travar a instalação de Comissão Mista da Câmara e do Senado, mas, ainda assim, trarão indicações importantes, amanhã, sobre:

1) O grau de apoio para a tramitação rápida do projeto nas duas Casas e a capacidade de articularem as diferentes propostas em debate;

2) A possibilidade de que o Congresso assuma inequivocamente o protagonismo do tema, diante da dificuldade do governo em mostrar direção clara para a reforma. Nesse sentido, são prováveis novas sinalizações de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, nesta sexta;

3) Particularmente no Senado, caminho de negociações aberto com governadores, cuja relação com o presidente da República, em termos gerais, é ruim.

A dança das cadeiras no ministério

A ida do general Braga Netto para a Casa Civil e a de Onix Lorenzoni para a Cidadania, confirmadas no fim da tarde de hoje pelo presidente, estarão no centro de análises amanhã. Na ordem do dia, o fortalecimento da ala militar; a perda de prestígio de Olavo de Carvalho e do próprio Onyx; o histórico e estilo de Braga Netto; e a gestão do Bolsa Família, agora sob o comando de Onyx.

Amizade com a Argentina

O tom do presidente Bolsonaro ao anunciar reunião com o presidente argentino, em março, favorecerá, amanhã, avaliações positivas sobre retomada de agenda conjunta no Mercosul e fortalecimento do pragmatismo nas relações exteriores.

Amazônia e meio ambiente em foco – novamente

Polêmicas ambientais terão destaque amanhã, com série de temas em torno do presidente Bolsonaro: possibilidade – vista negativamente pela mídia – de criação de ministério da Amazônia; ataques ao Greenpeace; funcionamento do Conselho da Amazônia.

A Embaixada nos EUA

Aprovação de Nestor Forster para a embaixada nos EUA, na Comissão de Relações Exteriores do Senado, vai gerar interesse, amanhã, sobre linha e questões a serem tratadas pelo novo embaixador – dentre elas a deportação de brasileiros; a exclusão do Brasil da lista de países em desenvolvimento por norte-americanos e o alinhamento de Forster com o presidente Bolsonaro e o ministro Ernesto Araújo. Nome do embaixador seguirá para aprovação – provável – em plenário.

MPF tenta intervir em acordo Boeing-Embraer

Recurso do MPF para que o Cade analise novamente a venda da divisão de aviação comercial da Embraer para a Boeing levantará ilações, amanhã, não apenas sobre teor do acordo mas também sobre os riscos gerados pela iniciativa. Representará breve percalço ou “cruzada” do MPF?

O cenário do coronavírus

No cenário global, sexta-feira será dia estratégico para avaliações sobre disseminação do coronavírus e medidas do governo chinês para contê-lo – fatores que estão no centro de flutuações na bolsa. Espera-se uma espécie de mediana entre otimismo de ontem, quando ganhou corpo percepção de que o vírus recuava, e susto de hoje, com mudança de método da China na avaliação da doença, que levou ao anúncio de pico de mortes.

Crescimento nos EUA e Europa

Internacionalmente, serão divulgados nesta sexta:1) Vendas no Varejo e Produção Industrial dos EUA em janeiro. Deve se manter trajetória sustentada de crescimento no varejo, repetindo-se os 3% de dezembro de 2019. Já na produção industrial estima-se o segundo recuo seguido, na faixa de 0,2%; 2) Quarta parcial do PIB 2019 da Zona do Euro e da Alemanha. Tendência é de que os números se mantenham na faixa de 0,1%, em ambos os casos.

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O Coronavírus “infectou” as relações institucionais entre os ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O sintoma principal da doença é a insatisfação de Mandetta com a insistência de Lorenzoni em protagonizar a gestão do gabinete de crise montado pelo governo para tratar do assunto. Um exemplo foi o anúncio de que as cidades  de que os pacientes suspeitos de contaminação seriam encaminhados para Anápolis ou Florianópolis quando o Ministério da Saúde ainda decidia sobre a estrutura de atendimento de cada cidade. Nada que não tenha remédio.

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07.02.20

Xerife da Casa Civil

O delegado da PF Marcos Paulo Coelho da Silva deverá ser nomeado como secretário executivo da Casa Civil, no lugar de Vicente Santini. Ele já estava na Pasta, cuidando da área de inteligência. Sua relação com Onyx Lorenzoni vem de longe: Coelho foi assessor da PF no Congresso.

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31.01.20

Aliança por Santini

Demitido, readmitido e redemitido, o ex-secretário da Casa Civil Vicente Santini não ficará ao relento. Deverá ser abrigado pelos Bolsonaro ́s Boy em algum cargo executivo na direção do Aliança pelo Brasil.

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27.01.20

Meritocracia

O ex-deputado federal Abelardo Lupion – braço direito e esquerdo de Onyx Lorenzoni – ganhou uma “promoção”. Responsável pela interlocução entre a Casa Civil e a Câmara, passou a fazer também o meio de campo com o Senado. Já circula, inclusive, pelos corredores do Palácio do Planalto com uma lista de indicações de senadores para agências reguladoras. Lupion, não custa lembrar, foi um dos parlamentares citados na Lava Jato. Mas, também, quem não foi?

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