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Qual o percurso do fio que junta Carlos Emanuel Miranda, apontado como “gerente da propina” do ex-governador Sergio Cabral, a FSB Comunicação e Regis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo do Rio? Três chances para acertar: 1. A agência de comunicação recebeu dinheiro por fora, como disse Miranda em juízo; 2. A empresa recebeu dinheiro pelos seus serviços pagos por dentro, direitinho; 3. Regis Fichtner e a FSB não têm nada a ver um com o outro.

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03.08.20

Missão de vida

Frase que resume a conversa na qual o governador Wilson Witzel convidou André Moura a reassumir a Casa Civil do Rio dois meses depois de demiti-lo: “Faça o que precisa ser feito”. Moura é conhecido por dominar os “códigos de acesso” aos gabinetes da Alerj, que vai julgar o impeachment de Witzel.

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24.06.20

Uma nova chance

Demitido da Casa Civil do Rio por Wilson Witzel, André Moura já se apresenta como pré-candidato do PSC ao governo do Sergipe, seu domicílio eleitoral. Entre os próprios colegas de partido, a leitura é que Moura tenta valorizar seu passe para conseguir uma vaga no governo Bolsonaro.

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23.06.20

Classificados

Nas contas da Casa Civil, até o fim do ano, o governo Bolsonaro terá 16 vagas para preencher no primeiro e segundo escalões das agências reguladoras. O Centrão já está de garfo e faca na mão à espera do banquete.

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10.06.20

Sincretismo político

O PSC tenta cavar uma vaga para o ex-deputado André Moura no governo federal: seu nome já teria sido indicado para uma diretoria da Telebras. Seu ingresso na gestão Bolsonaro seria como atravessar a faixa de gaza da política nacional. Até a semana passada, Moura era o secretário da Casa Civil de Wilson Witzel.

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27.04.20

Brainstorming

O general Braga Netto, ministro da Casa Civil, conversou com economistas em busca de sugestões para o Plano Pró-Brasil.

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16.04.20

O xadrez da demissão de Mandetta

O ministro chefe da Casa Civil, Braga Netto, segundo apurou o RR, iniciou uma conversa com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, logo após a sua coletiva no Palácio do Planalto, para recomendar que ele abandone o cargo. Mandetta não quer deixar a função. Sua estratégia é ser “saído”. No Palácio, a leitura, inclusive, é que ele trabalha para precipitar os fatos e ser demitido antes da piora dos casos de Covid-19. Braga Netto leva a mensagem de que o afastamento do ministro pelo presidente seria ruim para todos. Hoje, é impossível que Bolsonaro não o demita. A decisão tem o apoio da área militar do Palácio, que é fiel à hierarquia e cuja influência cresceu muito sobre as decisões da Presidência da Republica. A questão de fundo agora é identificar o nome do novo ministro da Saúde. Missão difícil achar neste contexto alguém de reputação que compre a tese do presidente de que a ciência tem de ser relativizada em função das circunstâncias. A título de blague, talvez alguém com o perfil de Osmar Terra.

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31.03.20

Governo Bolsonaro sofre uma intervenção consentida

O ministro chefe da Casa Civil, general Braga Neto, assumiu o papel de “interventor soft” no Palácio do Planalto. Sua nova atividade  informal foi produto de um “acordo por cima”, envolvendo ministros e comandantes militares e o próprio presidente da República. Braga Neto tem grande empatia com Bolsonaro.

Sua “intervenção” busca reduzir a exposição do presidente, deixando-o “democraticamente” (Apud Paulo Guedes) se comportar como se não pertencesse ao seu próprio governo. O general passa a enfeixar as ações do Executivo na crise. Pode, inclusive, contrariar as declarações de Bolsonaro.

A “intervenção” de Braga Neto ocorre em um momento em que o risco de crise política e institucional ameaça acender o sinal vermelho. O ministro da Casa Civil atuará como chefe do gabinete da agrura nacional. Essa deliberação já foi comunicada, com os devidos cuidados, aos ministros e às principais autoridades dos Três Poderes. Pelo menos enquanto a grave situação de crise perdurar, o general será o “presidente operacional” do Brasil. Braga Neto assume para distender e organizar.

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05.03.20

Bota abaixo

Após empossar o general de brigada Sergio Pereira na secretaria executiva, o próximo alvo do ministro Braga Netto é mudar a assessoria jurídica da Casa Civil.

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02.03.20

Quanto vale o passe de Lupion?

O secretário especial da Casa Civil, Abelardo Lupion, está em alta. Onyx Lorenzoni quer levá-lo para o Ministério da Cidadania. Ao mesmo tempo, o ministro Luiz Henrique Mandetta convidou o ex-deputado federal para assumir a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da Pasta da Saúde. No que depender de Jair Bolsonaro, Lupion permanecerá no Palácio do Planalto, ao lado do general Braga Netto na Casa Civil.

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