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O Coronavírus “infectou” as relações institucionais entre os ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. O sintoma principal da doença é a insatisfação de Mandetta com a insistência de Lorenzoni em protagonizar a gestão do gabinete de crise montado pelo governo para tratar do assunto. Um exemplo foi o anúncio de que as cidades  de que os pacientes suspeitos de contaminação seriam encaminhados para Anápolis ou Florianópolis quando o Ministério da Saúde ainda decidia sobre a estrutura de atendimento de cada cidade. Nada que não tenha remédio.

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07.02.20

Xerife da Casa Civil

O delegado da PF Marcos Paulo Coelho da Silva deverá ser nomeado como secretário executivo da Casa Civil, no lugar de Vicente Santini. Ele já estava na Pasta, cuidando da área de inteligência. Sua relação com Onyx Lorenzoni vem de longe: Coelho foi assessor da PF no Congresso.

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31.01.20

Aliança por Santini

Demitido, readmitido e redemitido, o ex-secretário da Casa Civil Vicente Santini não ficará ao relento. Deverá ser abrigado pelos Bolsonaro ́s Boy em algum cargo executivo na direção do Aliança pelo Brasil.

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27.01.20

Meritocracia

O ex-deputado federal Abelardo Lupion – braço direito e esquerdo de Onyx Lorenzoni – ganhou uma “promoção”. Responsável pela interlocução entre a Casa Civil e a Câmara, passou a fazer também o meio de campo com o Senado. Já circula, inclusive, pelos corredores do Palácio do Planalto com uma lista de indicações de senadores para agências reguladoras. Lupion, não custa lembrar, foi um dos parlamentares citados na Lava Jato. Mas, também, quem não foi?

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10.01.20

Planalto corre para evitar vácuo decisório nas agências reguladoras

O Palácio do Planalto vai lançar uma blitzkrieg para evitar um engessamento regulatório no país. O pontapé inicial será dado na próxima segunda-feira, 13: a Casa Civil enviará ofício para os Ministérios solicitando a indicação imediata de nomes para preencher as vagas disponíveis nas agências reguladoras das áreas afins. Há um crescente risco de atrofia decisória nessas instâncias de poder. Literalmente, o governo Bolsonaro corre para tirar o atraso: durante o primeiro mandato, praticamente não houve nomeações. Nesse momento, há 15 cadeiras vazias em órgãos como Anvisa, Ancine, Anatel e Anac. Além das indicações, a Casa Civil e a Secretaria de Governo articulam com o Congresso uma espécie de fast track para acelerar as sabatinas e aprovações dos novos indicados, a começar pela Anac. Já há dois nomes para os cargos vagos na agência: Ricardo Catanant e Thiago Caldeira. No entanto, o processo virou água parada. As duas indicações mofam na Comissão de Serviços de Infraestrutura da Câmara. Se não andarem, há o risco de uma paralisia decisória na Anac a partir de março, quando se encerram os mandatos do presidente da Anac, Ricardo Botelho, e do diretor Ricardo Bezerra.

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10/01/20 17:37h

dextercrider16

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04.12.19

Um mutirão pela lei do saneamento

O governo está montando uma tour de force para acelerar a aprovação do marco regulatório do saneamento. A Casa Civil e o Ministério da Economia articulam com os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, para que a votação do projeto de lei 3261/19 nas duas Casas seja feita até o fim do ano em caráter de urgência. Além da necessidade de destravar os investimentos em um país em que metade da população não tem acesso a serviço de coleta de esgoto, a questão está umbilicalmente ligada ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) do governo federal. A aprovação do marco regulatório é condição sine qua non para as privatizações das estatais de saneamento, por sua vez contrapartida para a adesão de diversos estados ao RRF. É o caso da mineira Copasa e da goiana Saneago – não por acaso, os governadores Romeu Zema e Ronaldo Caiado mobilizam suas respectivas bancadas estaduais pela aprovação do novo arcabouço legal. O clima é de vai ou racha: ou o projeto de lei sai ainda neste ano ou desce ralo abaixo, levando junto a possibilidade de os estados fazerem receita com a venda das suas concessionárias de saneamento. Há um consenso de que os parlamentares não vão mover uma palha para aprovar o marco regulatório em ano de eleições municipais. Ou seja: na melhor das hipóteses, o projeto só seria retomado em 2021.

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04/12/19 8:11h

niamhlove044625

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20.11.19

Os muitos donos da reforma agrária

A ainda breve gestão de Geraldo Melo Filho no Incra já enfrenta sua primeira crise. Melo Filho reuniu-se na semana passada com seu padrinho político, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Foi levar de viva voz sua insatisfação com as tentativas de ingerência de deputados e senadores nas nomeações para a autarquia. Citou nominalmente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que tenta emplacar o novo superintendente do Incra no Amapá.

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25.06.19

Mapa da mina

Responsável pela articulação política em torno da reforma da Previdência, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, vai concentrar seus esforços em cima de boa parte dos 47 senadores que votaram contra o decreto das armas de Jair Bolsonaro. Apesar da sinalização preocupante, nos cálculos do Palácio do Planalto é possível sensibilizar 25 desses 47 senadores a votar a favor da PEC da Previdência.

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10.06.19

Pedra no sapato

Gilberto Kassab tem dito que já se considera “limpo” para reassumir a Casa Civil de São Paulo, depois que o STF encaminhou o processo contra ele para a Justiça Eleitoral. João Doria, no entanto, faz ouvidos de mercador.

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26.03.19

Moro desliza na direção do Senado

Em contraponto à conflituosa relação com Rodrigo Maia, Sérgio Moro vem buscando uma maior proximidade do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, correligionário de Alcolumbre, tem ajudado na construção da ponte. Moro tenta encontrar no Senado o apoio para o seu pacote anticrime que lhe falta na Câmara. Amanhã, por sinal, o ministro participará de audiência na CCJ da Casa para destrinchar as suas propostas.

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