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18.09.19

Casino em fatias

Segundo informações que circulam entre a cúpula do Carrefour no Brasil, as negociações entre o grupo e o Casino em Paris contemplam dois cenários: a aquisição do controle global do concorrente ou a compra esquartejada da operação na América Latina. Ressalte-se que, recentemente, Jean Charles Naouri, todo-poderoso do Casino, jogou todos os ativos da companhia na Colômbia, Uruguai e Argentina debaixo do Grupo Pão de Açúcar (GPA). O pacote está prontinho para passar pela caixa registradora. Tomando-se como base apenas o valor de mercado da GPA – equivalente a cerca de 5 bilhões de euros –, a venda da empresa cobriria com alguma folga a dívida de curto prazo do Casino, da ordem de 3 bilhões de euros.

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20.08.19

“Vendinhas” do Carrefour

O novo chefe da operação de varejo do Carrefour no Brasil, Luis Moreno, vai se autoplagiar. Uma de suas prioridades é replicar um modelo similar ao que implantou no Pão de Açúcar, de parcerias com pequenos mercados de bairro. Na prática, o tubarão, agora o Carrefour, engole o peixinho, takeoverizando a marca, portfólio e parte da gestão.

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06.08.19

Primazia Carrefour

O francês Noël Prioux, CEO do Carrefour Brasil, tem apertado os fornecedores no limite do limite. Já aumentou as margens brutas da empresa, valendo-se da supremacia da rede à mesa de negociações. Em alguns produtos, o Carrefour é quase um monopsônio. Caberia até ao Cade entrar no circuito.

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17.07.19

O preço do crime no Rio

O Carrefour virou uma página amarelada da sua operação no Rio de Janeiro. Segundo informações filtradas da rede varejista, o grupo teria fechado a venda de um imóvel de dois mil metros quadrados no bairro da Usina, na Zona Norte da cidade. Segundo a mesma fonte, o provável destino do terreno é a construção de um condomínio. O local tornou-se uma espécie de lápide, um monumento na paisagem urbana a lembrar o impacto do crime sobre a economia do Rio. O prédio está abandonado desde 2005, quando os franceses fecharam o hipermercado que lá funcionava por conta da violência na região, cercada de comunidades. Estima-se que o Carrefour tenha perdido mais de R$ 100 milhões com o negócio. O empreendimento virou um doloroso benchmarking para os franceses, que, desde então, passaram a adotar critérios mais rigorosos para a abertura de lojas na cidade.

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16.05.19

Ajuste fiscal no Carrefour

Que os funcionários do Carrefour no Brasil se preparem para uma temporada de sangue, suor e lágrimas. O CEO do grupo no país, Noël Prioux, trabalha a toque de caixa em um plano de fechamento de lojas e demissões. De acordo com informações filtradas da própria empresa, os cortes devem passar dos 30 supermercados e hipermercados. É quase o número de inaugurações realizadas no ano passado (38). A ordem no Carrefour é arrancar lucro de pedra. Os franceses querem uma resposta rápida para amortecer o impacto contábil que a provisão de R$ 815 milhões anunciada no último fim de semana terá sobre o balanço. Para efeito de comparação, a cifra corresponde a mais de 40% do lucro amealhado no ano passado. A provisão se deve a ações judiciais referentes a créditos de ICMS.

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05.04.19

Boca do caixa

A executiva Paula Cardoso, que assumiu o comando do Carrefour e-Business no Brasil, recebeu carta branca dos franceses para encher o carrinho de compras de startups e plataformas de pagamento eletrônico. O próprio Carrefour Soluções Financeiras tende a virar um banco digital.

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14.03.19

Fator Abilio

Segundo informações filtradas do próprio Carrefour, o nome de Eneas Pestana circula na companhia como candidato a substituir José Luis Gutierrez no comando da operação de varejo do grupo no Brasil. Pestana tem um handicap: a histórica ligação com Abilio Diniz – acionista do Carrefour no Brasil e na França. Mas também tem um senão: a histórica relação com Abilio Diniz.

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01.03.19

Saída homeopática

Abilio Diniz prepara a venda de mais um lote de ações do Carrefour Brasil. Sua participação no negócio, por meio da Península, deverá cair de 8,9% para a casa dos 5%. Será o suficiente para embolsar algo em torno de R$ 1,2 bilhão. Ao que parece, realizar lucro só no Brasil. Por ora, a participação de Monsieur Diniz no Carrefour francês (7,6%) segue intacta.

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24.01.19

Carrefour digital

O Carrefour vai transformar seu banco no Brasil em uma gôndola de fintechs. Os franceses estão garimpando o mercado em busca de soluções digitais, notadamente para crédito e pagamentos eletrônicos.

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26.12.18

Rio de Janeiro volta ao mapa do Carrefour

Uma boa nova para a combalida economia do Rio de Janeiro. O Carrefour vai abrir lojas das bandeiras Express e Market no estado. Segundo o RR apurou, as primeiras inaugurações estão previstas para março. A meta dos franceses é chegar a 10 pontos de venda até o fim de 2019. O investimento encerrará um período de hibernação do Carrefour no mercado carioca. Nos últimos anos, os investimentos ficaram praticamente restritos à manutenção das nove lojas existentes com a marca Carrefour – além de outras 13 com a bandeira Atacadão.

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