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14.09.20

De saída do Brasil?

O Makro tem recebido sondagens para a venda de suas 24 lojas em São Paulo, único estado onde o grupo holandês ainda atua no
Brasil. Um dos pretendentes ao negócio é o Advent, que comprou as operações do Walmart no país. No início deste ano, o Makro vendeu um pacote de 30 lojas para o Carrefour, deixando mercados importantes, como o Rio de Janeiro

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17.07.20

Oferta a caminho

O Carrefour estuda uma nova oferta de ações do Atacadão. O êxito da Americanas, que acaba de captar quase R$ 8 bilhões no meio da pandemia, abriu o apetite dos franceses.

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21.05.20

O mar está para o varejo

Além da ViaVarejo e da Centauro, o Carrefour Brasil também estuda uma nova emissão de ações em Bolsa. Mesmo com pandemia e tudo.

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07.05.20

Pandemia no varejo

O Carrefour suspendeu a abertura de novas lojas no Brasil até o fim do ano. Também congelou o plano de investimentos no país, da ordem de R$ 2 bilhões. Os poucos projetos no pipeline que estão saindo do papel são para a área de e-commerce.

Com a pandemia, o Makro está acelerando o fechamento de lojas. Segundo o RR apurou, mais dez pontos de venda deverão ser desativados. Somam-se aos sete já fechados. Nem São Paulo – que, segundo os holandeses, passou a ser o foco do grupo no país – vai passar imune à medida.

O governador Wilson Witzel é o “ditador” preferido do empresário José Isaac Peres, dono da Multiplan. No último dia 30, em teleconferência com investidores, Peres chamou os 27 governadores estaduais de ditadores e tiranos. A classificação vale para todos, menos para Witzel, que tem recebido um régio apoio do empresário.

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20.03.20

Substituição

Após romper a parceria com o Carrefour, o Magazine Luiza poderá replicar com o Grupo Pão de Açúcar o modelo de gestão da área de eletroeletrônicos em hipermercados.

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14.02.20

Advent vai às compras no Makro

O Advent entrou na disputa pelos ativos do Makro no Brasil. Tem como principal concorrente o Carrefour. As negociações seriam conduzidas em Nova York e contemplariam a possibilidade de fatiamento do grupo atacadista. O Makro estaria avaliado em quase R$ 6 bilhões. Em termos de ranking, a venda da operação da rede holandesa no Brasil não mexerá com as primeiras posições do setor, independentemente do modelo adotado – o faturamento do Makro no país gira em torno dos R$ 8 bilhões. No entanto, no caso do Advent, a aquisição teria um importante valor estratégico – mais até do que para o próprio Carrefour. Dona do Grupo Big, o antigo Walmart Brasil, a gestora norte-americana vislumbra a possibilidade de montar uma operação híbrida de varejo e atacado. A Advent é dona do Grupo Big, o ex-Walmart Brasil.

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18.09.19

Casino em fatias

Segundo informações que circulam entre a cúpula do Carrefour no Brasil, as negociações entre o grupo e o Casino em Paris contemplam dois cenários: a aquisição do controle global do concorrente ou a compra esquartejada da operação na América Latina. Ressalte-se que, recentemente, Jean Charles Naouri, todo-poderoso do Casino, jogou todos os ativos da companhia na Colômbia, Uruguai e Argentina debaixo do Grupo Pão de Açúcar (GPA). O pacote está prontinho para passar pela caixa registradora. Tomando-se como base apenas o valor de mercado da GPA – equivalente a cerca de 5 bilhões de euros –, a venda da empresa cobriria com alguma folga a dívida de curto prazo do Casino, da ordem de 3 bilhões de euros.

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20.08.19

“Vendinhas” do Carrefour

O novo chefe da operação de varejo do Carrefour no Brasil, Luis Moreno, vai se autoplagiar. Uma de suas prioridades é replicar um modelo similar ao que implantou no Pão de Açúcar, de parcerias com pequenos mercados de bairro. Na prática, o tubarão, agora o Carrefour, engole o peixinho, takeoverizando a marca, portfólio e parte da gestão.

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06.08.19

Primazia Carrefour

O francês Noël Prioux, CEO do Carrefour Brasil, tem apertado os fornecedores no limite do limite. Já aumentou as margens brutas da empresa, valendo-se da supremacia da rede à mesa de negociações. Em alguns produtos, o Carrefour é quase um monopsônio. Caberia até ao Cade entrar no circuito.

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17.07.19

O preço do crime no Rio

O Carrefour virou uma página amarelada da sua operação no Rio de Janeiro. Segundo informações filtradas da rede varejista, o grupo teria fechado a venda de um imóvel de dois mil metros quadrados no bairro da Usina, na Zona Norte da cidade. Segundo a mesma fonte, o provável destino do terreno é a construção de um condomínio. O local tornou-se uma espécie de lápide, um monumento na paisagem urbana a lembrar o impacto do crime sobre a economia do Rio. O prédio está abandonado desde 2005, quando os franceses fecharam o hipermercado que lá funcionava por conta da violência na região, cercada de comunidades. Estima-se que o Carrefour tenha perdido mais de R$ 100 milhões com o negócio. O empreendimento virou um doloroso benchmarking para os franceses, que, desde então, passaram a adotar critérios mais rigorosos para a abertura de lojas na cidade.

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