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26.03.21

Baixa caloria

O Madero estuda adiar seu IPO mais uma vez, empurrando a operação para 2022. A norte-americana Carlyle, que já colocou mais de R$ 700 milhões na rede de restaurantes, seria a principal defensora da postergação. Trata-se de um IPO encruado: estava previsto para o ano passado e acabou postergado para 2021.

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05.02.21

Tok&Stok e Etna rumo ao altar

O RR apurou que a Tok&Stok e a Etna estariam mantendo conversações para uma possível fusão. A primeira é controlada pelo norte-americano Carlyle; a segunda pertence ao empresário Nelson Kaufman, dono também da joalheira Vivara. As tratativas, ressalte-se, se dão paralelamente aos planos de IPO da Tok&Stok – o pedido já foi protocolado na CVM. O enlace criaria uma rede com 70 lojas de móveis e artigos de decoração e faturamento anual da ordem de R$ 1,7 bilhão. Esta não é primeira vez que as duas empresas ensaiam sua fusão. Em 2014, ambas chegaram a negociar uma associação, mas não houve acordo. Desta vez, no entanto, as circunstâncias obrigam a Tok&Stok e da Etna a aumentarem sua escala no setor. Ambas têm perdido espaço para concorrentes que nasceram, cresceram e se consolidaram no ambiente do e-commerce, sem lojas físicas. Alguns deles têm contado com generosos aportes de investidores. É o caso da MadeiraMadeira, que recebeu recentemente uma capitalização de US$ 190 milhões dos fundos SoftBank Latin America e Dynamo.

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25.01.21

Acabou a brincadeira?

O Carlyle estaria preparando seu desembarque do controle da RiHappy, uma das maiores redes de lojas de brinquedos do país. Os norte-americanos estão no negócio desde 2012.

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22.10.20

Boca do caixa

Os fundos norte-americanos Blackstone e Carlyle têm interesse na compra da C&A no Brasil. O valor de mercado da empresa é de R$ 4,3 bilhões.

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18.09.20

Quem dá mais pelas universidades da Laureate?

O RR apurou que fundos internacionais, entre os quais o norte-americano Carlyle, também demonstraram interesse na aquisição dos ativos da Laureate no Brasil. A operação, por sinal, podia ser fechada na Sotheby ́s, tamanho o leilão promovido pelo grupo norte americano de educação. Também estão no páreo Ânima, Yduqs e Ser Educacional, conforme o RR antecipou na edição de 26 de agosto.

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03.09.20

Janela aberta

A norte-americana Carlyle deverá aproveitar o IPO da Uniasselvi para se desfazer integralmente da sua participação na rede de universidades.

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08.07.20

Segunda chamada

Mesmo com a pandemia, o Carlyle planeja realizar o IPO da Uniasselvi na Nasdaq até setembro. A incógnita fica por conta do valor da oferta. As projeções dos bancos advisers no pré-coronavírus indicavam uma faixa entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões. Em tempo: a gestora norte-americana Neuberger Berman deve aproveitar a operação para reduzir consideravelmente sua exposição na rede de universidades.

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19.06.20

Mais uma na conta da pandemia

A Uniasselvi, rede de universidades controlada por Carlyle e Vinci Partners, adiou os planos de IPO em Nova York.

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25.03.20

Hambúrguer dividido

Sócio do Madero, o Carlyle prega o adiamento da oferta de ações em Nova York. No entanto, o otimista Junior Durski, controlador da empresa, acredita que dá para colocar a operação na mesa ainda neste semestre.

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30.01.20

Primárias

Dono de 23% do Madero, o Carlyle pretende manter uma participação expressiva na rede de restaurantes após o IPO em Nova York. Os norte-americanos não vão abrir mão do privilégio de sentar lado a lado com um potencial futuro presidente da República, Luciano Huck, também acionista do Madero.

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