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18.07.22

Canadá despeja bilhões no Brasil

O Canadá está comprando Brasil de forma feérica. A exemplo do Canada Pension Plan Investment Board, o PSP Investments também vai aumentar o calibre dos seus aportes no país. O Brasil será o destino de parte expressiva dos mais de US$ 1 bilhão reservados pela instituição para novos investimentos na América Latina – o fundo de pensão dos funcionários públicos do Canadá administra quase US$ 200 bilhões em ativos. Segundo o RR apurou, o alvo é o agronegócio. Entre outras “lavouras”, o fundo canadense pretende ser um consolidador de ativos na indústria cafeeira. Ressalte-se que o PSP já tem sementes plantadas nessa direção. É acionista da Montesanto Tavares, uma das maiores produtoras de café do Brasil. Tem também fazendas no Mato Grosso e no Piauí, onde já investiu cerca de US$ 1,2 bilhão. Possui ainda ativos florestais no sul do país, que somam cerca de 35 mil hectares.

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Faria Lima, 4.300 – 14° andar. No escritório da canadense CPP Investments no Brasil está sendo arquitetada o que pode vir a ser a maior operação de M&A já realizada no setor de saneamento no Brasil: a fusão da BRK Ambiental e da Iguá Saneamento. A gestora de recursos – braço do Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), um potentado com mais de meio trilhão de dólares em ativos – negocia a compra de até metade das ações da Brookfield na BRK.

A conterrânea canadense tem 70% do capital. Estima-se que a fatia total da Brookfield valha algo próximo de R$ 6 bilhões. Uma vez dentro do capital da BRK, a CPP Investments estaria em uma posição privilegiada para o segundo movimento: costurar a fusão da companhia com a Iguá Saneamento, da qual a gestora canadense já é acionista, com 15%. Da associação poderá emergir um grupo com faturamento da ordem de R$ 5 bilhões e Ebitda combinado de R$ 1,1 bilhão, a números de 2021. A própria Brookfield seria um aliada importante da CPP nessa intrincada engenharia.

Ainda assim, não se trata de uma operação das mais simples. Algumas pontas precisam ser atadas de parte a parte. Do lado da BRK, uma incógnita é a posição da Caixa Econômica. O FI-FGTS, ad- ministrado pelo banco estatal, detém 30% da empresa – participação está avaliada em R$ 2,7 bilhões. Do outro lado, a CPP já mantém conversações com a BNDESpar, sua sócia na Iguá. Dona de 13% da empresa, a agência de fomento é vista pelos canadenses como um agente facilitador da operação. Dentro do banco há uma preocupação com o elevado nível de alavancagem tanto da BRK quanto da Iguá e seu impacto sobre a capacidade de investimento das duas empresas e sobre o próprio setor.

A primeira tem uma dívida de curto prazo equivalente a sete vezes o seu Ebitda. No caso da Iguá, esse peso é ainda maior: 14 vezes. Em fevereiro, a S&P rebaixou o rating tanto da companhia quanto de suas debêntures devido ao elevado endividamento. O aporte da CPP e a consequente fusão dariam o fôlego necessário à nova companhia. Sede de Brasil, por sinal, é o que não falta aos canadenses. Somente nos últimos meses, a gestora uniu-se à Votorantim para criar a Auren Energia, empresa com R$ 15 bilhões de valor de mercado. O próprio Canada Pension Plan, por sua vez, costurou por dentro outra grande operação de M&A: a recente fusão da BR Malls e da Aliansce. A Faria Lima, 4.300 – 14° andar – crepita.

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O apetite do Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) pelo Brasil é cada vez maior. Um dos principais artífices da fusão entre BR Malls e Aliansce, o CPPIB prepara uma nova rodada de investimentos no país em parceria com a GLP (Global Logistic Properties). Com sede em Cingapura, a GLP administra mais de R$ 14 bilhões em parques e condomínios logísticos no Brasil.

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29.04.22

Sala de aula

O RR apurou que o setor de educação é o novo alvo do Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) no Brasil. O potentado da área de previdência privada administra quase US$ 400 bilhões em ativos.

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12.11.21

CPPIB descarrega seus dólares no Brasil

O Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) vai aumentar sua aposta no setor de energia no Brasil. O RR apurou que o fundo de pensão canadense teria planos de investir cerca de US$ 2 bilhões em projetos de geração renovável, notadamente eólica e solar, ao longo dos próximos três anos no país. A CPPIB joga com duas peças no tabuleiro: de um lado, está a recém-formada joint venture com a Votorantim Energia, que já carrega uma carteira de investimentos da ordem de R$ 3 bilhões; do outro, a Equatorial Energia. Os canadenses planejam aumentar sua participação na empresa, hoje de 5%. O movimento, inclusive, se daria logo após a maior tacada da Equatorial: a compra da Echoenergia, por R$ 7 bilhões. Procurada pelo RR, a CPPIB não se pronunciou.

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01.08.19

Apetite redobrado

O Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) se movimenta para aumentar sua participação na Equatorial Energia, hoje de 5%. O caminho seria a aquisição da parte em poder da norte-americana BlackRock, também de 5%. Dono de ativos na área imobiliária e no mercado de shopping centers, o fundo de pensão canadense já tem uma carteira de quase US$ 6 bilhões em investimentos no Brasil.

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