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06.01.20

Suspeição acumulada

A marquetada popularesca de Jair Bolsonaro, que se deixou fotografar jogando na Megasena da Virada em uma casa lotérica, acendeu uma discussão entre os executivos da Caixa Econômica. Se o próprio presidente da República pode fazer sua fezinha, por que os diretores do banco são proibidos de apostar nas loterias da CEF? A restrição vigora desde fevereiro de 1995, por ordem do então presidente da Caixa, Sergio Cutolo. Era o auge do escândalo do deputado João Alves, um dos “anões do Orçamento”, que, para justificar seu patrimônio, dizia ter ganhado 211 vezes na Loteria.

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13.12.19

A Caixa vai falar. Vai mesmo?

30 de janeiro de 2020. Esse será o dia da lavagem de roupa suja no Conselho Curador do FGTS. O RR apurou que o colegiado vai se reunir nessa data para a Caixa Econômica apresentar um relatório detalhado sobre investimentos com recursos do fundo, notadamente na área imobiliária. O assunto é um caco de vidro dentro Conselho. Os seis representantes do empresariado e das centrais sindicais no colegiado têm cobrado sistematicamente do banco estatal esclarecimentos sobre as aplicações – ver RR de 4 de novembro.

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Entre risos e mesuras, o recente encontro que teve com o presidente Jair Bolsonaro pode ter sido o “beijo da morte” para o ginasta Diego Hypolito e seus colegas. A Caixa Econômica deverá encerrar a longa parceria com a Confederação Brasileira de Ginástica logo após a Olimpíada de Tóquio. O contrato de patrocínio é da ordem de R$ 5 milhões por ano.

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02.12.19

Torneiras fechadas

Principais credores da PDG, Banco do Brasil e Caixa Econômica têm se negado a liberar dinheiro novo para a incorporadora. O temor na empresa é que a postura dos dois bancos provoque um efeito dominó, inspirando instituições privadas a seguir o mesmo caminho. O que está em jogo é o plano da PDG de retomar os lançamentos imobiliários no primeiro trimestre de 2020.

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14.11.19

Banco Pan vs. Caixa Econômica

O Banco Pan planeja lançar a sua própria “maquininha” de pagamentos. Seria o seu retorno ao mercado de adquirência após a venda da participação na Stone. Coincidência ou não, o projeto ganha corpo no momento em que a Caixa, sócia do Pan, busca um parceiro para o setor.

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04.11.19

Caixa deixa Conselho do FGTS falando sozinho

A julgar pela postura da Caixa Econômica, talvez seja melhor extinguir de vez o Conselho Curador do FGTS – já reduzido de 24 para 12 componentes pelo governo Bolsonaro. O banco tem feito ouvidos de mercador a pedidos do colegiado por disclosure na aplicação de recursos do Fundo. Segundo relato de um conselheiro ao RR, os seis representantes do empresariado e das centrais sindicais vão cobrar formalmente na próxima reunião a apresentação de um informe detalhado de aportes de R$ 10 bilhões do FGTS em um fundo imobiliário. Querem detalhes sobre projetos contemplados, rentabilidade e resgastes. Não será a primeira vez. De acordo com a mesma fonte, há três meses estes conselheiros solicitaram as mesmas informações e, até o momento, não foram atendidos. Procurada, a Caixa não quis se pronunciar.

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25.10.19

Zona morta

A Caixa Econômica bateu o martelo: este será o último ano de patrocínio ao Novo Basquete Brasil (NBB). O contrato em vigor, da ordem de R$ 9 milhões por temporada, vence em março de 2020. Pensando bem: um ano e três meses de governo Bolsonaro? Durou até demais.

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07.10.19

Banco do Brasil e Caixa ainda têm o mesmo dono?

Se não houver um alinhamento entre Caixa Econômica e Banco do Brasil no que diz respeito à redução das taxas de juros, muito provavelmente o divórcio será motivado pelas diferenças de perfil entre seus respectivos presidentes, sobretudo em relação a políticas do próprio governo. As semelhanças entre Pedro Guimarães e Rubem Novaes se limitam à proximidade com o ministro Paulo Guedes, patrocinador da indicação de ambos ao governo. Se Guimarães é, digamos assim, permeável a ordens superiores, Novaes é um muro de resistência. O “Chicago Old” tem voz própria e reduzida maleabilidade política, como já ficou patente em episódios nos quais bateu de frente com o próprio Palácio do Planalto. Em abril, por exemplo, Jair Bolsonaro pediu publicamente que o BB reduzisse os juros do crédito rural.

Novaes desconversou, classificou o puxão de orelhas como “brincadeira” e ficou o dito pelo não dito. Ao que tudo indica, Rubem Novaes está levando a ortodoxia ao pé da letra, ainda que a postura possa lhe custar caro. Segundo o RR apurou, ele vem sofrendo pressões dentro do governo para anunciar ainda no início desta semana a redução dos juros do Banco do Brasil. Por ora, segue como a antítese de Pedro Guimarães. Ao contrário do que disse o próprio presidente da Caixa, é difícil imaginar que a agressiva mudança do banco tenha se dado por uma decisão estratégica com “base na matemática” e não por uma política de governo.

Nada justifica uma mudança solitária da CEF nas taxas oferecidas ao cliente se não uma determinação vinda de cima para baixo. Independentemente do motivo, caso o Banco do Brasil mantenha a atual postura, vai se abrir uma inexplicável fenda concorrencial entre os bancos federais. Para além da questão política, a Caixa Econômica se tornará mais competitiva e atraente do que o BB, algo inusitado. Não se tem notícia de um diferencial tão largo de taxas de juros entre as duas instituições.

Neste momento, por exemplo, a taxa média anual praticada pela Caixa para o crédito pessoal não consignado é de 37,7%, ao passo que, no caso do BB, esse custo chega a 54%. No cheque especial para pessoa física, o Canyon é ainda maior: a CEF cobra 194%; o Banco do Brasil, 300%! Este hiato teria o Banco do Brasil e Caixa ainda têm o mesmo dono? beneplácito do governo? O objetivo é cindir os bancos públicos do ponto de vista da sua capacidade financeira? Hipótese ainda mais desnorteante seria o Banco do Brasil se perfilar ao lado do oligopólio privado.

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01.10.19

Lotex pode “acumular” mais uma vez

O Ministério da Economia e a Caixa Econômica, segundo o RR apurou, discutem a redução do preço mínimo fixado para o leilão da Lotex – R$ 542 milhões. A medida emergencial seria uma tentativa de salvar a licitação marcada para o próximo dia 22 de outubro e evitar o vexame do que seria o sexto adiamento da operação. Ainda assim, a julgar pelo apetite do mercado, as chances de o leilão “acumular” mais uma vez são grandes. Até o momento, de acordo com informações filtradas da própria Caixa, apenas a empresa britânica de apostas IGT manteve conversações com o banco. O que também não quer dizer nada. Os ingleses já anunciaram sua participação e depois fizeram forfait em duas tentativas anteriores de venda das raspadinhas da Caixa.

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18.09.19

Apólice de risco

A Caixa Econômica vai abrir o processo de venda da sua participação de 12% na corretora de seguros Wiz. O problema é que o próprio banco é um fator de risco para o ativo. Não há qualquer garantia de que o acordo da Wiz para vender apólices no balcão da Caixa, que vence em 2021, será renovado. A parceria é responsável por mais de 70% da receita da corretora.

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