fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
03.05.22

Caixa Asset

O presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, quer realizar o IPO da Caixa Asset até agosto. No banco, já se cogita a oferta de até 20% – contra os 15% originais.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.04.22

“Caixa de campanha”

O plenipotenciário Ciro Nogueira vem tentando interferir no plano de abertura de novas agências da Caixa Econômica para atender a cidades comandadas por aliados políticos. Ressalte-se que o vice-presidente de Rede de Varejo do banco, Paulo Henrique Angelo Souza, é próximo ao ministro da Casa Civil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.04.22

Renomeação

Em conversas reservadas, Jair Bolsonaro já “renomeou” Pedro Guimarães para a Caixa em um eventual segundo mandato. Não é bem o cargo que Guimarães almeja…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.02.22

Caixa Econômica põe mais adubo no crédito rural

O RR apurou que a Caixa Econômica pretende disponibilizar cerca de R$ 60 bilhões para o Plano Safra 2022/2023, com início em julho. O valor representará um salto de aproximadamente 70% sobre os recursos liberados pelo banco para a safra ainda em curso (2021/2022), da ordem de R$ 35 bilhões. Difícil dissociar o adubo financeiro do calendário eleitoral. Ainda que indiretamente, o salto na oferta de crédito rural pela Caixa entra no pacote de bondades que o governo Bolsonaro vai oferecer ao longo de 2022. Os empréstimos do banco via Plano Safra destinam-se, sobretudo, a pequenos e médios produtores e à agricultura familiar. No governo Bolsonaro, a Caixa não só passou a ofertar recursos via Plano Safra como tem feito uma série de afagos ao agronegócio. No início do ano, por exemplo, anunciou a redução de até um ponto percentual nos juros das operações de crédito rural contratadas durante o mês de janeiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.01.22

Areia movediça

As negociações do Grêmio com a Metha, antiga OAS, para a compra da sua Arena estão praticamente suspensas. Além do passivo com a Caixa Econômica, surgiu agora uma suposta dívida da empreiteira referente à compra do terreno, na grande Porto Alegre.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.01.22

UBS aposta suas fichas na privatização do Banco do Brasil

A missão é difícil, mas não impossível. É o que pensa o UBS sobre a privatização do Banco do Brasil. O lobby do banco suíço em Brasília é feito à luz do sol, quer seja no Congresso, quer seja no Ministério da Economia. Neste último, conta com um aliado declarado: o ministro Paulo Guedes, que, na aurora do governo Bolsonaro, anunciou sua intenção de que o BB fosse desestatizado e que seu futuro dono fosse o UBS.

O banco helvético já está com um pé dentro da estatal. É sócio majoritário (50,01%) do banco de investimento e de uma corretora de valores, que operará em cinco países latino-americanos – Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai -, conforme comunicado feito à CVM. Com a associação, o UBS passa a dividir com o BB a administração de grandes fortunas, além das operações no mercado de capitais.

Procurados, o UBS e o Ministério da Economia não quiseram se pronunciar. O UBS tem usado essa “cabeça de ponte” para convencer o próprio funcionalismo do BB. Os suíços têm ainda no deputado Eduardo Bolsonaro seu maior aliado no Palácio do Planalto. Eduardo meio que comanda o lobby dos helvéticos no Congresso. Mas mesmo que seu pai, Jair Bolsonaro, se torne carta fora do baralho em 2023, o UBS acredita que poderá sensibilizar Lula, caso o candidato petista seja eleito, com uma “privatização meia bomba”, ou seja, com golden share, diferença mínima no controle acionário e restrição à venda para outra empresa.

Um dos argumentos usados pelos defensores da venda da instituição é matusalênico. Com a Caixa Econômica cada vez mais ingressando em áreas que eram circunscritas ao BB, como o crédito agrícola, não faria sentido a União controlar duas instituições financeiras. A privatização do BB, portanto, seria diferente da Petrobras. A questão é tirar do imaginário brasileiro o simbolismo de um Banco do Brasil estatal. Provavelmente, nem Lula consegue.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.12.21

Caixa vira a única aposta para a Lotex

Ainda que a contragosto, Paulo Guedes já deu o sinal verde para a Caixa Econômica participar do novo leilão da Lotex, que reúne as loterias instantâneas do governo federal. No Ministério da Economia, a entrada do banco estatal na licitação já não é vista mais como uma opção, mas talvez como “a única solução” para o negócio desencalhar. Ao permitir que os estados criem suas próprias “raspadinhas”, o STF pulverizou o mercado, criando uma série de concorrentes regionais para a Lotex. Ou seja: na prática, acabou com o monopólio da estatal, visto como um raro atrativo da empresa. Ressalte-se que nem assim o governo federal conseguiu se livrar dela: em 2020, a norte-americana IGT e a inglesa Scientific Games (britânica) venceram o leilão da Lotex, mas logo depois devolveram a concessão à União.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.11.21

Corinthians não consegue pagar a casa própria

A Caixa Econômica e o Corinthians estão no meio de uma nova rodada de renegociação do empréstimo referente à construção da Arena Itaquera. O clube paulista teria se comprometido a apresentar em até duas semanas uma proposta de equacionamento da dívida. Trata-se de uma bola de neve, que começou em R$ 400 milhões e já está em quase R$ 540 milhões. No banco, no entanto, o descrédito é grande: há dois anos que a Caixa tenta um acordo com o Corinthians na esfera administrativa, mas o caso sempre acaba  voltando para a Justiça.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.11.21

Caixa DTVM no balcão

A Caixa Econômica trabalha para realizar o IPO da Caixa DTVM até março de 2022. A ideia é ofertar ao mercado 20% do capital.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.11.21

Wiz é a nova apólice da Vinci Partners na área de seguros

A Vinci Partners, de Gilberto Sayão, entrou na disputa pela participação de 25% da Caixa Seguridade – leia-se Caixa Econômica e a francesa CNP – na Wiz. O ativo é avaliado em aproximadamente R$ 600 milhões. As tratativas são conduzidas pelo Bank of America. A Vinci vislumbra a possibilidade de montar uma operação verticalizada na área de seguros.

A gestora de recursos já é controladora da seguradora Austral e da resseguradora Austral Re – ambas somaram pouco mais de R$ 2 bilhões em prêmios no ano passado. Ao colocar o pé na Wiz, passaria a operar também no segmento de distribuição. Nascida de uma costela da própria Caixa, a Wiz sofreu um duro golpe em 2019 quando deixou de ser o balcão exclusivo para a distribuição de seguros do banco estatal.

Aos poucos vem tentando preencher o vazio deixado pelo fim do acordo com a CEF. No ano passado, a corretora fechou uma parceria e assegurou exclusividade para a distribuição de seguros no balcão do BRB (Banco Regional de Brasília). Firmou ainda uma associação com o Itaú para a comercialização de produtos de consórcio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.