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24.03.20

PDV da Caixa vai para a geladeira

O presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, vai congelar a reforma administrativa que vinha sendo preparada no banco. A decisão inclui a suspensão do Programa de Demissões Voluntárias que estava engatilhado. Ainda que com todos os benefícios típicos de um PDV, não é hora de abrir esse flanco e dispensar quatro ou cinco mil funcionários.

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18.03.20

Impacto nas loterias

A Caixa Econômica cogita suspender as apostas em casas lotéricas para evitar a aglomeração de pessoas, que aumenta consideravelmente à medida que os prêmios acumulam. Seriam aceitos apenas os jogos feitos pelo site do banco. O problema é que, na prática, seria como suspender as loterias: as apostas online não chegam a 10% do total.

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09.03.20

Passivo F.C.

O Corinthians condiciona um acordo com a Caixa Econômica a um waver do banco a multas de quase R$ 70 milhões. Ou seja: não vai ter acordo. O banco presidido por Pedro Guimarães não admite abrir mão de um centavo da dívida de quase R$ 500 milhões referente à construção da Arena Itaquera.

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02.03.20

Beque da roça

A Caixa Econômica tornou-se a principal barreira para a venda da Arena Grêmio ao próprio clube gaúcho. A estatal executou a OAS, proprietária do estádio, por uma dívida de R$ 44 milhões referente à sua construção. A empreiteira deve, não nega, mas alega não ter como pagar o débito. O Grêmio já avisou que não assume a dívida.

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21.02.20

O dia em que o BC tratou os bancos como inimigos

A divulgação pelo Banco Central de estudo sobre a estratégia “atraia e extraia”, por meio da qual os grandes bancos usam a fidelização do cliente para aumentar o spread, incomodou a gregos e troianos. Aos bancos, essencialmente, por serem acusados formalmente de vilões, que usam seu poder de mercado para encurralar os tomadores de crédito. As instituições financeiras estranharam que o BC não tivesse realizado uma reunião prévia com a banca, o que seria mais eficaz para promover uma queda do spread, caso confirmada a tese dos economistas do BC.

Historicamente a autoridade monetária trata com os bancos previamente sobre assuntos que podem afetar a imagem coletiva das instituições financeiras. Mas, dessa vez, preferiu divulgar o estudo, meio que criminalizando os bancos. Uma parte da equipe econômica, na qual se inclui especialmente o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, também desgostou da divulgação. O motivo, porém, é exatamente o inverso dos grandes bancos privados. Ao informar que BB e Caixa Econômica atraem os clientes para baixar o spread na medida em que as operações de empréstimo se sucedem, o BC proporcionou uma forte argumentação antiprivatista.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, está entre aqueles que acreditam ser possível privatizar pelo menos um dos bancos públicos. Após a divulgação do documento, a autoridade monetária correu para dizer que o pensamento dos autores não representa necessariamente a sua opinião. Mas a atitude com o vazamento do “atraia e extraia” não significa um caso isolado. Faz parte de uma tendência. O Banco Central não perde oportunidade para demonstrar que agora tem um lado.

A velocidade com que são facilitadas as regras de acesso das fintechs ao mercado é muito maior do que a da regulação das startups bancárias. Os grandes bancos estão vivendo em um limbo, como se a regulação só valesse para eles. A Febraban, a quem caberia um papel de proeminência nesse debate, junto ao BC e à opinião pública, tem sido recorrentemente surpreendida com a vinda à tona das alterações no sistema, tais como a portabilidade dos créditos para fintechs. Em meio à dificuldade de nadar em um oceano regulatório na maior escuridão, os bancos têm pela frente ainda o open banking, que o próprio Banco Central considera uma obra aberta. Além da devassa nos números bancários, não se sabe que coelho pode sair daquela cartola.

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23/02/20 18:08h

lakeshafabinyi1

disse:

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20.02.20

Um juiz “sub judice” no STJ

Como se não bastasse o impacto potencial da causa, o julgamento de uma ação contra a Caixa Econômica no STJ ganhou dose extra de polêmica. Trata-se de um processo movido por um grupo de mutuários do Sistema Financeiro Habitacional, em São Paulo, que exige do banco indenização por problemas na construção dos imóveis adquiridos. Na última quarta-feira, com o placar em 6×3 contra o banco, o ministro Antonio Carlos Ferreira pediu vistas do processo, suspendendo o julgamento pela 2a Turma do Tribunal.

Os mutuários estariam questionando a própria participação de Ferreira no caso. O ministro foi advogado da Caixa por 27 anos e ocupou a diretoria jurídica da instituição de 2003 a 2010. Se o caso firmar jurisprudência, a Caixa Econômica pode ter de enfrentar uma torrente de ações similares. Procurado, o banco não quis se pronunciar sobre o caso.

Também consultado, o ministro Antonio Carlos Ferreira informou com exclusividade ao RR que “ao tomar posse no cargo de magistrado, firmou seu impedimento para atuar em todos os recursos da Caixa”. Ferreira esclarece que “decorridos mais de oito anos de atuação como ministro do STJ, decidiu, a partir de novembro de 2019, restringir seu impedimento apenas às hipóteses previstas em lei, dentre as quais os recursos oriundos de ações onde tenha atuado como advogado.”

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10.02.20

Santander é uma estrela na Justiça do Trabalho

Das 20 empresas com o maior número de reclamações no TST nos últimos 12 meses, nove são do poder público. Quase sempre foi assim, dado o gigantismo de corporações como Petrobras, Caixa e BB. A novidade do período é o Banco Santander, sexto no ranking geral e primeríssimo entre as empresas privadas.

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05.02.20

A democracia dos boletos

O governo Bolsonaro parece realmente empenhado em “democratizar” o pagamento de contas, tarifas etc etc. Além da iminente liberação para que bancos digitais prestem esse tipo de serviço, outra proposta no gatilho é a quebra do monopólio da Caixa Econômica nas lotéricas. A ideia é que clientes de outros bancos possam pagar contas com cartão magnético nas mais de 14 mil loterias do país. Hoje, esse serviço é restrito a correntistas da Caixa. Segundo o RR apurou, os estudos estão avançados e já há, inclusive, conversações com empresas de tecnologia para a adaptação do sistema operacional da rede de lotéricas credenciada da Caixa.

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29.01.20

IPO à vista na Caixa

Outubro, no mais tardar novembro. Esse é o horizonte com que o presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, para a abertura de capital da recém-criada Caixa Cartões.

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06.01.20

Suspeição acumulada

A marquetada popularesca de Jair Bolsonaro, que se deixou fotografar jogando na Megasena da Virada em uma casa lotérica, acendeu uma discussão entre os executivos da Caixa Econômica. Se o próprio presidente da República pode fazer sua fezinha, por que os diretores do banco são proibidos de apostar nas loterias da CEF? A restrição vigora desde fevereiro de 1995, por ordem do então presidente da Caixa, Sergio Cutolo. Era o auge do escândalo do deputado João Alves, um dos “anões do Orçamento”, que, para justificar seu patrimônio, dizia ter ganhado 211 vezes na Loteria.

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