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27.05.20

A conta não fecha

Rogério Marinho está tentando destravar junto à equipe econômica cerca de R$ 10 bilhões adicionais para os programas do Ministério do Desenvolvimento Regional, entre eles a nova versão do “Minha Casa, Minha Vida”. Até agora, no entanto, só assegurou R$ 6 bilhões. Se já era difícil, ficou muito mais com a escancarada animosidade com Paulo Guedes.

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Ecos da reunião ministerial de 22 de abril: o Ministério Público Federal pretende solicitar à Polícia Federal os registros das “15 armas” que o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse ter em casa.

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15.05.20

Ligação direta

Maria Fernanda Coelho, presidente da Caixa na gestão Lula, é hoje uma das principais pontes entre os estados do Nordeste e Rogério Marinho, ministro do Desenvolvimento Regional. Subsecretária do Consórcio Nordeste, Maria Fernanda negocia diretamente com Marinho a fatia que caberá à região na nova versão do “Minha Casa Minha Vida”.

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14.05.20

Clubes de futebol querem seu “Minha Casa, Minha Vida”

Além da suspensão dos pagamentos do Profut (leia-se as dívidas com a União) – conforme o RR antecipou em 22 de março –, o futebol busca um novo remédio para as dores da pandemia. Há um pleito para que a Caixa Econômica interrompa até o fim do ano a cobrança de empréstimos concedidos para a construção de estádios. Também não haveria incidência de juros sobre as parcelas postergadas para 2021.

O “Minha Casa, Minha Vida da bola” beneficiaria dois clubes: Corinthians e Grêmio – este último de forma indireta, uma vez que o financiamento está em nome da OAS. Os passivos giram em torno dos R$ 550 milhões. Consultada, a Caixa informou que “não fornece informações a respeito de operações de crédito específicas”. A maior pressão pelo waiver viria do Corinthians. A dívida do clube com a Caixa pela construção do Itaquerão começou em R$ 400 milhões e não para de crescer. Já supera os R$ 500 milhões, devido aos seguidos atrasos no pagamento das parcelas mensais, no valor R$ 5,7 milhões.c

Segundo o RR apurou, em duas ocasiões, a mais recente no segundo semestre o ano passado, a Caixa ameaçou executar a dívida e tomar o estádio. Perto da dificuldade do Corinthians, a Arena do Grêmio é até café pequeno. A OAS tem uma dívida de R$ 44 milhões com Caixa. Mas, o nervo dói diretamente no clube gaúcho. Em negociações para assumir o controle do estádio, o Grêmio é o herdeiro natural do passivo.

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08.05.20

Prêmio acumulado

As lotéricas estão reivindicando ao governo benefícios para atravessar a crise, entre eles um waiver das taxas pagas à Caixa. O governo, no entanto, acha que já deu o que tinha que dar, ao enquadrar o setor entre as atividades essenciais e manter as agências abertas.

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06.05.20

Balancete da crise

A Caixa trabalha com a estimativa de que, até o fim de maio, mais de dois milhões de mutuários vão aderir ao benefício de suspender o pagamento da casa própria por até 180 dias.

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14.04.20

Agricultura cobra supersafra de benefícios dos bancos públicos

A bancada ruralista, uma das principais bases de apoio de Jair Bolsonaro, cobra do governo medidas mais contundentes de ajuda aos produtores agrícolas. A principal reivindicação é um waiver amplo, geral e irrestrito dos bancos públicos, com a suspensão da cobrança de todos os empréstimos contraídos para a compra de sementes, defensivos e máquinas. O agronegócio classifica como tímidas as ações anunciadas até o momento, notadamente no âmbito do Banco do Brasil e da Caixa. Os dois bancos prorrogaram por 60 dias o pagamento de operações de crédito por parte dos pequenos e médios produtores rurais. No entanto, o benefício é restrito aos agricultores que estavam em dia. Os inadimplentes ficaram de fora. A Frente Parlamentar da  Agropecuária e entidades representativas do setor alertam que o “apartheid” vai provocar um efeito bola de neve sobre os produtores que já enfrentavam dificuldades financeiras. O agronegócio também pressiona o governo por uma maior liberação de recursos novos pelos bancos públicos – o BB já anunciou que vai destinar R$ 25 bilhões para o setor. Os pleitos estão sobre a mesa dos ministros Tereza Cristina, sensível às reivindicações, e Paulo Guedes, nem tanto.

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31.03.20

Sem perdão para os armadores

Os planos do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima de reduzir as taxas cobradas no reescalonamento de empréstimos por meio do FMM (Fundo de Marinha Mercante) naufragaram. Caixa Econômica e Banco do Brasil, que repassam recursos do Fundo, brecaram a manobra. Valeram-se de uma resolução do Conselho Monetário Nacional de 2009, que permite a cobrança de um percentual de até 0,5% sobre o valor do financiamento.

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26.03.20

Contra-senso

Ao prorrogar por 60 dias o vencimento de empréstimos de pessoas físicas e jurídicas, a Caixa ajudou, pero no mucho. Nas cidades onde os bancos permanecem abertos, clientes que entram em contato com a CEF têm sido informados de que precisam comparecer presencialmente à agência onde o contrato foi assinado. Em tempos de confinamento….

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24.03.20

PDV da Caixa vai para a geladeira

O presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, vai congelar a reforma administrativa que vinha sendo preparada no banco. A decisão inclui a suspensão do Programa de Demissões Voluntárias que estava engatilhado. Ainda que com todos os benefícios típicos de um PDV, não é hora de abrir esse flanco e dispensar quatro ou cinco mil funcionários.

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