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10.06.21

“AgroCaixa”

Além de participar pela primeira do Plano do Safra, a Caixa planeja aumentar a oferta de crédito para a compra de máquinas e equipamentos agrícolas. No total, o volume de recursos para o agronegócio no segundo semestre pode chegar a R$ 8 bilhões, contra R$ 6,5 bilhões entre janeiro e junho.

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04.03.21

Seguro morreu de velho

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, já considera empurrar o IPO do braço de seguridade do banco para o segundo semestre.

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12.08.20

Fintech boa é fintech longe

Players do mercado de criptomoedas acusam a Caixa Econômica Federal de estar agindo deliberadamente para boicotar e prejudicar empresas de bitcoins. Nos últimos dois meses, o banco teria encerrado sumariamente contas bancárias de oito exchanges de moedas criptografadas – duas delas, na semana passada. Algumas dessas companhias ficaram impedidas de realizar movimentações financeiras.  Outras teriam sido informadas que deveriam retirar seus recursos da Caixa. Em tempo: o novo mundo das finanças tem penado com o banco estatal. Nos últimos dias, clientes de fintechs como Nubank e PicPay, relataram problemas com a transferência de recursos da Caixa para essas instituições.

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15.04.20

Coronavírus aumenta a espera pela aposentadoria

O coronavírus tornou-se um fator de risco adicional para os dois milhões de brasileiros que, desde outubro do ano passado, esperam para se aposentar. A Covid-19 ameaça atrasar ainda mais a análise e a liberação dos pedidos represados no INSS. O principal gargalo agora está na Dataprev. A partir desta semana, o sistema da estatal estará sobre-carregado com o processamento de todas as solicitações do “coronavoucher”, o benefício de R$ 600 que o governo concederá a trabalhadores informais.

Ao todo, a previsão do Ministério da Economia é que 54 milhões de pessoas se cadastrem para receber o auxílio – na semana passada, em um único dia, a Caixa Econômica recebeu 23 milhões de pedidos de inscrição. Trata-se de um trabalho formiguinha. A Dataprev terá de cruzar uma série de bancos de dados, que vão do Cadastro Único à Receita Federal, passando pelo próprio INSS.

Com essa sobre-carga, é pouco provável que todos os pedidos de aposentadoria acumulados há mais de seis meses no INSS sejam liberados entre agosto e outubro, conforme as previsões mais otimistas do próprio Instituto de Seguridade Social. Há outro empecilho também como sequela do coronavírus: todos os funcionários da Dataprev e do INSS em grupo de risco, notadamente com mais de 60 anos, estão em casa, o que reduz a força de trabalho das duas estatais – ressalte-se que ambas já sofrem com um déficit de pessoal. Some-se a isso o fato de que apenas na semana passada os sistemas da Previdência Social foram integralmente adaptados às novas regras estipuladas pela reforma das aposentadorias, em vigor desde 14 de novembro.

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17.03.20

Falta um recolhimento compulsório do ajuste fiscal

O ministro da Economia, Paulo Guedes, brecou a proposta de liberação da totalidade do recolhimento compulsório. A ideia, que passeou no circuito do Congresso Nacional ao Palácio do Planalto, triplicaria a disponibilidade de recursos no sistema, dando um choque de liquidez. A medida, contudo, teria restrição para o saque dos recursos. Os médios bancos e as pequenas e médias empresas, por exemplo, teriam prioridade, assim como outras companhias diretamente afetadas pelo novo coronavírus. Hoje, o estoque de compulsórios sobre depósitos à vista no BC é superior a R$ 400 bilhões.

Recomendável para situações de crise em qualquer cartilha da teoria econômica, a medida causa calafrios no ministro Paulo Guedes. Não obstante a circunstância emergencial por conta da pandemia do coronavírus, no caso de Guedes a proposta significa ceder a uma de suas maiores aversões: liberar dinheiro carimbado. Em uma segunda leva, a concessão de dinheiro com endereço certo pode vir não pelo Banco Central, mas pelo BNDES. A agência de fomento tem cerca de R$ 100 bilhões disponíveis no caixa. Esses recursos seriam liberados para as unidades federativas com a maior carteira de obras públicas atrasadas – único caminho viável para a geração de empregos em maior escala, sobretudo em um ambiente de retração da economia.

O Brasil soma mais de 14 mil projetos de infraestrutura parados. Segundo o próprio Ministério da Infraestrutura, a retomada dessas obras demandaria algo em torno de R$ 90 bilhões. Os recursos aprovados pelo Ministério da Economia, por meio do FGTS, PIS-Pasep e Bolsa Família, têm sua função e importância. É dinheiro direto no bolso do brasileiro. Mas, é um remédio passageiro, a exemplo do que ocorreu no último trimestre do ano passado. O que falta à população é emprego.

Falta um recolhimento compulsório do ajuste fiscal, quanto mais sustentável melhor. O governo estuda outras medidas, além do aumento de crédito da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil já concedidos, de preferência que não o levem a desconstruir a arquitetura fiscal, ou seja, meta de déficit primário e teto dos gastos. Uma das iniciativas certas será o remanejamento de recursos do orçamento para a área da saúde – já foram aprovados R$ 5 bilhões, ou, ao preço médio de R$ 15 por frasco, o equivalente a um vidrinho e meio de álcool gel para cada brasileiro. Como o cobertor é curto, ou seja, as verbas discricionárias são justas, outros setores serão sacrificados. Não há outro jeito. Não há? Cresce no governo quem defenda a mudança da meta do déficit primário. No teto, há um buraco regulatório que permite gastos excepcionais em situações de emergência nacional. Portanto, o teto pode ser furado. A questão é aumentar o gasto e lembrar que o ajuste fiscal não salva vidas.

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03.02.20

VLI na prateleira

A Caixa decidiu o próximo passo do seu programa de desmobilizações: vai vender sua participação de 15,9% na VLI Logística, ações penduradas na carteira do FI-FGTS.

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26.01.19

Auditoria sob risco

Um relatório do TCU identificou atrasos nos repasses devidos à Caixa Econômica Federal para pagamento dos programas Bolsa Família, Seguro-Desemprego e Abono Salarial, em 2018. Isso fez com que recursos do banco fossem utilizados para custeio desses programas, caracterizando antecipação de receita vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Agora, com o decreto federal que permite a servidores comissionados sigilo ultrassecretos a dados públicos, os analistas do TCU temem que a fiscalização e a transparência sejam afetadas nas próximas avaliações.

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22.01.19

Caixa Econômica põe todos os pingentes sobre o balcão

Uma das orientações de Paulo Guedes ao presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, é a venda de todos os penduricalhos do banco. Entenda-se como desmobilizar as loterias da CEF, empresas de seguros, capitalização e também sua participação no Banco Pan, do qual é sócia junto com o BTG. A boa nova é a movimentação na XP Investimentos para aquisição da parte da Caixa Econômica no Pan (49%).

A engenharia é complexa, pois pressupõe que o BTG venda parte ou totalidade das suas ações no Pan (51%), acompanhando a Caixa. Por outro lado, a XP deveria acertar a saída do Itaú do seu capital, assumindo plenamente a função de banco múltiplo – em dezembro o BC autorizou a XP Investimentos a operar nesta modalidade. Há quem diga que essa hipótese está prevista no acordo de acionistas. O contrário seria um banco com capital tripartite, composto por BTG, Itaú e XP, que se tornariam sócios diretos e indiretos.

Essa hidra de três cabeças provavelmente ninguém deseja. A torcida da equipe econômica é que venham candidatos de fora do clube dos cinco – Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander e CEF. O BTG poderia ser um deles, consolidando a participação acionária hoje pertencente à CEF. Mas o banco de André Esteves tem mostrado inapetência para tocar o Pan. Já a XP é sangue novo e vibração pura. É previsível que um banco estrangeiro venha azeitar o novo X-Pan. Fala-se, inclusive, no Bank of America Merrill Lynch. A associação daí resultante produziria um player marcado para concorrer pau a pau com os grandes em um horizonte de médio prazo.

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13.12.18

Caixa Econômica na mira do privatista Paulo Guedes

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, está disposto a relançar pela enésima vez a tese de que o país não precisa ter duas mega instituições financeiras estatais; e que pode muito bem privatizar uma delas. Estamos falando da Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, primeiro e segundo lugar no ranking de maiores instituições pelo critério de ativos financeiros. Desde o governo Collor, vai e volta, a ideia surge em algum lugar. Passou por FHC, por Lula e, mais recentemente, foi defendida por Henrique Meirelles.

Agora mesmo, na era Jair Bolsonaro, já surgiu algumas vezes com colorações diferentes. Primeiro, foi no afã privatista de Guedes, que queria se desfazer da Petrobras, CEF, Eletrobras e tudo mais o que estivesse pela frente. Bolsonaro fechou a porta para os excessos do ministro. As principais estatais não seriam privatizadas. Depois, Guedes cometeu uma inconfidência: comentou com um amigo e dirigente do sistema financeiro que queria ver o Bank of América Merrill Lynch associado ao Banco do Brasil. Ou seja: o Estado brasileiro venderia a sua parte. Ninguém mais sério quis comentar o desvario.

Agora, Guedes voltaria a mirar o seu alvo. A bola da vez seria a CEF. Qual o motivo? A União tem 100% do capital da instituição. Portanto seria mais dinheiro para redução da dívida pública bruta. Uma lufada de ares privatistas colaboraria para higienizar a CEF, uma instituição cercada de interesses políticos por todos os lados. Guedes também quer se livrar da coleção de riscos bancários. Prefere ficar, na área comercial, com o BB – se pudesse não ficava com nenhum. A CEF volta e meia precisa de injeções de capitalização do governo. Seu maior ativo é a vasta rede bancária. A proposta de vitaminar o BB em paralelo com a venda da CEF pode ser um estímulo para sensibilizar Bolsonaro que, no caso das instituições financeiras, reduzir é aumentar, mesmo que por via transversa. Se Guedes emplacar essa, vai para a galeria dos ministros que quebraram paradigmas.

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