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28.08.18

Buscapé

O fundo norte-americano Redpoint Venture teria aberto negociações para a comprado Buscapé. O site de buscas  ao grupo sul-africano Naspers, que, no Brasil, já foi sócio da Editora Abril.

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02.02.18

Multiplataforma

O conglomerado de mídia e tecnologia Naspers está garimpando fintechs no Brasil. O objetivo dos sul-africanos é investir em plataformas financeiras que tenham sinergia com seus demais negócios no país, como OLX, Buscapé e iFood.

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12.12.17

Buscapé na mira do Amazon

A Amazon finalmente “chegou” ao Brasil. O potentado do e-commerce fechou dezenas de parcerias com fornecedores, ampliou seu portfólio no país em mais de cem mil produtos e saiu à caça de aquisições. Segundo informações filtradas da própria Amazon, o nome no seu radar é o Buscapé, controlado pelo grupo sul-africano Naspers. Há muito que a empresa deixou de ser um site de pesquisas de preços para se tornar uma grande operação de marketplace, com milhares de marcas, bem ao gosto da Amazon. Procuradas pelo RR, Buscapé e Amazon não se pronunciaram.

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24.10.17

Será que vai dar pé?

Dois anos após a saída do último dos acionistas fundadores do Buscapé, Romero Rodrigues, agora é a sul-africana Naspers que cogita vender o controle do site de pesquisa de preços. Nos últimos meses, os sul-africanos têm se dedicado a uma guinada no modelo de negócio do Buscapé, que, desde junho, vem operando como marketplace. A próxima medida será a venda do Ebit, braço de consultoria do grupo. Segundo o RR apurou, a permanência ou não da Naspers dependerá dos resultados da reestruturação. Consultado sobre a venda da Ebit e a saída dos sul-africanos, a Buscapé não quis comentar o assunto.

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09.08.10

Copel se veste de árbitro na contenda entre Previ e Celesc

Surgiu um terceiro e importante personagem no imbróglio jurídico entre Previ e Celesc, que se arrasta há mais de uma década. A Copel quer aproveitar o contencioso para entrar no capital da distribuidora catarinense e dar a partida na montagem de um colar de participações em concessionárias estaduais. O presidente da estatal, Ronald Ravedutti, vem mantendo conversações cruzadas com o governo de Santa Catarina e a diretoria da Previ. A Copel já teria apresentado uma proposta pela parte do fundo de pensão na Celesc, equivalente a 33% das ONs e a 15% do capital total. Além da compra das ações, compromete-se a participar de um aumento de capital na distribuidora catarinense com o objetivo de assegurar a execução do plano de investimentos, orçado em R$ 1,3 bilhão para os próximos três anos. As tratativas com o governo de Santa Catarina envolvem ainda a formação de um consórcio entre as duas estatais para a construção de linhas de transmissão e duas hidrelétricas de médio porte na Região Sul. Procurada pelo RR – Negócios & Finanças, a Copel negou estar em negociações com a Previ. A fundação, por sua vez, não se pronunciou até o fechamento desta edição. A entrada da Copel no capital da Celesc ainda depende da costura de várias pontas. Para começar, a Previ e o governo de Santa Catarina terão de encerrar a disputa que perdura desde a década de 90. O Estado entende que a participação societária da fundação, resultado da conversão de uma dívida em ações, é indevida. No início do ano, a Justiça chegou a decretar o cancelamento da operação, mas o fundo de pensão conseguiu suspender a decisão. A Previ alega que tem mais de R$ 1 bilhão a receber do governo catarinense. De acordo com informações apuradas pelo RR ? Negócios & Finanças, a proposta da Copel pela participação da Previ é bem inferior ao suposto valor da dívida. Tomando-se como base a atual cotação da Celesc em Bolsa, a participação do fundo está avaliada em menos de R$ 300 milhões. Nem tanto ao céu nem tanto a  terra. A fundação e a Copel negociam uma conta de chegada que permita a transferência das ações. O governo de Santa Catarina, por sua vez, teria de se comprometer a reconhecer a participação do fundo de pensão e encerrar o contencioso, abrindo caminho para a chegada da Copel. Além da questão jurídica, a operação passa também por um acordo político. O governador de Santa Catarina, Leonel Pavan, terá de buscar o apoio da Assembleia Legislativa a  associação entre a Copel e a Celesc. A parte mais intrincada diz respeito ao futuro aumento de capital da distribuidora. Qualquer operação que coloque em risco a supremacia societária do governo costuma criar celeuma no estado.

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