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29.04.21

Burger King e IMC podem dividir a mesa

O Burger King, de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, e a International Meal Company (IMC), leia-se Carlos Wizard, estariam negociando uma combinação de ativos. Segundo informações apuradas pelo RR, as hipótese sobre à mesa iriam desde uma associação da rede de hambúrgueres com uma das marcas operadas pela IMC – a exemplo da KFC, Pizza Hut e Viena – à fusão entre os dois grupos. Neste último caso, muito provavelmente caberia ao Burger King, que tem o dobro de tamanho, ensanduichar a IMC. O M&A daria origem a um grupo de fast food com 1,3 mil restaurantes e faturamento somado de R$ 3,3 bilhões.

Ressalte-se que a trinca Jorge Paulo Lemann, Marcelo Telles e Beto Sicupira já tem uma “cabeça de ponte” na IMC. A UV Gestora, um dos acionistas do grupo, pertence ao investidor Lucas Rodas, genro de Sicupira. A interseção não se limita a Rodas. Por sua influência, dois nomes ligados a Lemann chegaram recentemente à empresa. Luiz Edmond, ex-CEO da AmBev e da Anheuser Busch, tornou-se conselheiro. Já novo CEO da IMC, Alexandre Santoro, foi executivo da antiga ALL, quando a operadora ferroviária era controlada pelo 3G Capital, de Lemann e cia.

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11.08.20

Carne moída

A chapa está quente no Burger King Brasil. A diretoria da rede de fast food estuda o fechamento de restaurantes. São as sequelas da pandemia: no segundo trimestre deste ano, a empresa teve prejuízo de R$ 186 milhões. Consultada, a BK do Brasil informa que “o fechamento de unidades faz parte do seu negócio. Acontece todos os anos e naturalmente será avaliado no decorrer desse ano, principalmente frente a esse cenário que vivem.” A empresa disse ainda que “teve fechamento líquido de, apenas, quatro lojas” no país.

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17.11.17

Burger King parte no encalço do McDonald’s

O trio Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles quer deixar o McDonald ́s comendo poeira no Brasil. Segundo o RR apurou, o plano de expansão do Burger King traçado com os sócios da operação local – à frente, a Vinci Partners, de Gilberto Sayão – tem como meta atingir a marca de mil restaurantes em dois anos. Hoje, são aproximadamente 640 lojas, contra pouco mais de 900 do McDonald ́s.

O ritmo em slow motion da concorrente favorece os planos do Burger King de assumir a dianteira do setor. Nos últimos dois anos, o McDonald ́s puxou o freio de mão e abriu, em média, apenas 17 restaurantes no Brasil. Mantida esta toada, a troca de liderança no mercado brasileiro de fast food se dará até o fim de 2019.

O condimento financeiro para o projeto de expansão do Burger King virá do IPO previsto para dezembro. De acordo com informações filtradas do Burger King, a expectativa dos acionistas é colocar em mercado todo o volume de papéis ofertado, alcançando pouco mais de R$ 4 bilhões. Em tempo: não obstante tantos números superlativos, os financistas que comandam a cozinha do Burger King ainda quebram a cabeça para colocar o negócio no azul. Provavelmente não será neste ano: a subsidiária brasileira acumulou um prejuízo de R$ 18 milhões entre janeiro e setembro.

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19.02.16

Óleo fervente

 A chapa esquentou no setor de fast food. O Burger King estaria assediando franqueados do McDonald´s, oferecendo mundos e fundos para que eles virem casaca. Consultada, a rede de fast food de Jorge Paulo Lemann nega cobiçar as lojas da concorrência. Mas não custa lembrar que o Burger King já anunciou a disposição de duplicar sua presença no Brasil em até dois anos – hoje são cerca de 450 restaurantes. Só no greenfield, vai ser mais difícil cumprir a meta. Procurada pelo RR, a empresa McDonald’s não comentou o assunto.

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16.10.15

Katia Abreu sai em busca de mercado para o leite brasileiro

 Katia Abreu tornou-se “garota-propaganda” da indústria láctea nacional. A ministra da Agricultura iniciou uma cruzada para vender o leite e derivados made in Brazil e aumentar o peso destes produtos na pauta de exportações. Trata-se de um dos raros segmentos da cadeia do agronegócio em que o país acumula seguidos déficits comerciais. Com seu habitual estilo trator, na linha do “me dá aqui que eu faço”, Katia chamou para a si a responsabilidade de bater à porta dos grandes compradores mundiais de lácteos, leia-se as maiores empresas varejistas do mundo. Recentemente, conversou com Jorge Paulo Lemann, a quem solicitou, sem rodeios, que a rede de restaurantes Burger King aumentasse a compra de leite produzido no Brasil. É só o início. Segundo o RR apurou, a via láctea de Katia Abreu incluirá também encontros com dirigentes dos grandes conglomerados de varejo internacionais presentes no país, como Carrefour, Casino, Walmart e Cencosud, com o objetivo de sensibilizar estes grupos a elevar as importações de lácteos junto à indústria brasileira.  Há seis anos, não sobra nem um restinho de requeijão no fundo da balança comercial. Nesse período, o saldo entre as exportações e importações de lácteos acumulou um resultado negativo de quase US$ 2 bilhões. Em 2014, é bem verdade, o país registrou o menor déficit do período (US$ 101 milhões). No entanto, tudo indica que o número voltará a subir neste ano – no primeiro semestre, as importações superaram as exportações em US$ 60 milhões.  Katia Abreu está convicta de que o problema não será resolvido distribuindo caquinhos de verba do ministério para os laticínios nacionais montarem estandes em feiras no exterior. Para ela, o país terá realmente de arrancar mercado na unha, sensibilizando grandes compradores das mais variadas latitudes. Por se tratar de um mercado de escalas colossais, qualquer gota a mais no copo faz diferença. Em um exercício meramente hipotético, se cada uma das 11 mil lojas do Walmart em todo o mundo vender por dia uma caixinha a mais de leite brasileiro, ao fim do ano isso representará mais de quatro milhões de litros, ou o equivalente a quase 3% do déficit comercial do setor no ano passado.

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15.05.15

Burger King

O Burger King, que emitiu cerca de R$ 100 milhões em debêntures no início do ano, estaria preparando uma nova captação. O objetivo é intensificar a compra de lojas em mãos de franqueados -hoje, dois terços da rede no Brasil já pertencem ao próprio grupo.

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