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13.03.19

“Reforma” da Previdência chega ao campo

Empresas como Bunge, ADM, Cargill etc sofreram uma derrota inesperada na última segunda-feira, com uma decisão proferida por Edson Fachin. O ministro do STF declarou a Associação Brasileira dos Produtores de Soja e a União da Agroindústria Canavieira (Única) como “amicus curiae” na ação que discute a constitucionalidade da tributação previdenciária sobre exportações indiretas de produtos agrícolas. Na prática, os agricultores passaram a ser parte interessada no processo, não obstante o forte lobby das tradings na direção contrária. A decisão sugere uma reviravolta na ação, aumentando o risco de que, nesses casos, o pagamento do INSS de agricultores recaia sobre as tradings exportadoras de grãos. A conta pode chegar a R$ 10 bilhões por ano.

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06.07.18

Grão em grão

A trading sul-coreana CJ CheilJedang, que disputa o mercado brasileiro de grãos com gigantes como Bunge e Cargill, está cultivando um investimento da ordem de US$ 200 milhões no país.

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04.06.18

A malha fina do Ibama

O Ibama está com o dedo no gatilho, prestes a disparar mais uma saraivada de multas por desmatamento ilegal, desta vez no Centro Oeste. Recentemente a autarquia puniu um grupo peso-pesado de empresas do agronegócio, entre os quais Bunge e Cargill, em mais de R$ 100 milhões pela devastação de terras nos estados do Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins.

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06.02.18

Bunge e ADM separam a soja do trigo

Para reflexão daqueles que ficaram mais ouriçados com a iminente fusão entre a ADM e a Bunge e seu impacto no Brasil:

Se alguém está pensando que o novo gigante global do agronegócio partirá para um projeto de consolidação no mercado brasileiro, pode tirar seu trator da chuva. O mais provável é que a ADM se desfaça de operações da Bunge que não estão no seu radar estratégico, a começar pelo setor de trigo, área em que não atua no país.

O modelo do mercado brasileiro acaba funcionando como uma barreira natural à demasiada expansão das multinacionais. Os grupos nacionais, notadamente as cooperativas, mantêm uma presença significativa, especialmente na comercialização de soja. Estima-se que cerca de 40% do mercado permaneçam nas mãos de empresas brasileiras. Juntas, ADM e Bunge passarão a ter cerca de 30% do setor, à frente da Cargill (17%).

A Bunge tem moinhos modernos, incluindo o parque de moagem da Pacífico, adquirida há pouco mais de dois anos. Os mais novos estão localizados em Duque de Caxias (RJ), próximo à BR-040, e em Recife. São ativos que poderiam interessar à M. Dias Branco, que precisará aumentar sua produção própria de trigo para abastecer as fábricas de biscoitos da recém-adquirida Piraquê.

Os números levam a crer que uma eventual associação entre ADM e Bunge passará sem maiores problemas pelo Cade. A sobreposição entre ambas é relativamente baixa no país. Há algum overlap mais significativo apenas na área de soja e em logística. Os dois grupos operam terminais nos portos de Santos, Paranaguá, São Francisco e Rio Grande.

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24.10.17

Bunge prepara o bote sobre a Embrapa

A gigantesca Bunge está usando todos seus tentáculos para convencer o governo a vender uma participação minoritária na Embrapa. A multi-nacional queria, é claro, ser controladora. Mas o “não” é tido como definitivo. Uma fonte do RR próxima à Secretaria Especial do PPI informa que a preferência é pela abertura do capital da Embrapa, com a manutenção do controle em mãos da União. Mas esse filme parece velho e rançoso.

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16.06.17

Fertilizante da Petrobras aduba os negócios da Yara no Brasil

Enquanto a joia da coroa, a BR, segue guardada na redoma, Pedro Parente está retomando a venda de ativos da Petrobras pelas peças de menor quilate. Parente reuniu-se, no fim de maio, com executivos da Yara para tratar da negociação da operação de fertilizantes nitrogenados da estatal. Segundo o RR apurou, as conversas envolvem a transferência, em um só pacote, dos três complexos industriais localizados na Bahia, em Sergipe e no Paraná.

Os valores sobre a mesa somam algo perto de US$ 1,5 bilhão. Do lado dos noruegueses, o sinal verde para as negociações foi dado em março, quando o chairman mundial da Yara, Leif Teksum, esteve no Brasil. Diga-se de passagem, nas reuniões com o presidente da subsidiária brasileira, Lair Hanzen, ele não tratou apenas de Petrobras. A companhia não esconde o interesse na unidade de nitrogenados da Vale em Cubatão (SP).

A Yara já detém uma respeitável operação no Brasil, com três fábricas de matérias-primas e 32 unidades misturadoras – boa parte herdada com a aquisição dos ativos da Bunge, em 2013. O faturamento, em torno de R$ 10 bilhões, representa quase 30% das vendas globais do grupo. Na Petrobras, o assunto é conduzido de forma muito cuidadosa.

O receio é que a Justiça atravesse novamente o caminho, como tem ocorrido na negociação de outros ativos. É bem verdade que a companhia teve uma vitória neste sentido na semana passada. A 1a Vara Federal de Três Lagoas (MS) suspendeu a ação civil pública que impedia a negociação da fábrica de fertilizantes na cidade.

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21.03.17

Tapa-buraco

Cargill, Bunge, Louis Dreyfus e Maggi discutem a criação de um consórcio para disputar a concessão da BR-163, prevista para o segundo semestre. As tradings já não suportam mais perder um caminhão de dinheiro a cada safra devido às péssimas condições da rodovia. Só no ano passado, o prejuízo foi de R$ 350 milhões.

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09.11.16

Cais do porto

Após ter recebido o sinal verde do Cade para a compra de 50% do Terminal Fronteira do Norte, o Grupo Amaggi – da família do ministro Blairo Maggi – vai deslanchar um pacote de investimentos da ordem de R$ 100 milhões no porto. Os outros 50% do terminal localizado em Barcarena (PA) pertencem à Bunge. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Amaggi.

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08.11.16

“PPP agrícola”

 O ministro Blairo Maggi está decidido a criar um novo modelo para o seguro rural, com a participação da iniciativa privada. Maggi está convocando os dirigentes de grandes tradings que atuam no país, como Cargill, Bunge e Louis Dreyfus, para discutir uma proposta.

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 Executivos da chinesa Cofco Agri procuraram o secretário de PPI, Moreira Franco, e o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, para manifestar o interesse do grupo em disputar a licitação da “Ferrogrão”. A companhia não virá sozinha. A Cofco terá o apoio do China Development Bank, a maior agência de fomento do país asiático. O comboio deverá incluir ainda a China Railway Construction Corporation (CRCC), que seria o operador da ferrovia. Orçada em mais de R$ 12 bilhões, a “Ferrogrão” será uma espécie de aorta no sistema circulatório da produção nacional de grãos. Com 933 quilômetros de extensão entre as cidades de Sinop (MT) a Miritituba (PA), a nova linha férrea será a maior e mais importante artéria de escoamento de soja e congêneres do Centro-Oeste.  A julgar pelo número e pelo porte dos pretendentes, a “Ferrogrão” tem tudo para ser a locomotiva da primeira leva de concessões do governo Temer. Bunge , ADM e Cargill são tratados em Brasília como nomes certos na licitação. A Amaggi, controlada pela família do ministro Blairo Maggi, também estuda sua participação no leilão. Assim como todos estes grupos, o interesse da Cofco pelo empreendimento caminha pari passu às suas operações na área de grãos no Brasil. Nos próximos dois anos, os chineses deverão investir mais de US$ 1,2 bilhão no país na produção de soja e derivados. O Brasil, aliás, foi escolhido para ser o centro das operações globais da Cofco International, o braço agrícola do conglomerado chinês – ver RR edição de 29 de setembro. A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco Agri.

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