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21.07.20

XP e BTG trocam tiros de alto calibre

Vai ficando mais quente o rali entre o BTG e a corretora XP. Ambos disputam raivosamente a exclusividade dos serviços da legião de agentes autônomos de investimentos, que agora se organizam como partnerships em escritórios. O BTG quer comprar participação nos escritórios e a XP quer dar participação aos escritórios no seu capital. As duas hipóteses tem problemas regulatórios.

Os juizados das causas serão o Banco Central e a CVM. Um dos pleitos é a facilitação para que os escritórios de AAI se tornem corretoras. Essas empresas de valores voltariam às pencas, conforme ocorreu nos anos 70 e 80. Mas, BTG e XP já se arranham há algum tempo. Antes as duas instituições se bicavam em um processo judicial, no qual o XP denuncia o BTG devido ao uso de insider information.

Procurado, o BTG não quis se pronunciar. Na área institucional, o BTG estuda fazer um frentão com outros grandes bancos para pressionar o BC a tirar a XP do seu privilegiado limbo regulatório e colocá-la a concorrer de igual para igual. Estuda também publicar anúncios compartilhados questionando as ditas vantagens comparativas da corretora. Falta combinar com as instituições financeiras do andar de cima. A XP está sozinha com todos os grandes bancos contra ela. É bom que os bancões corram antes que XP se transforme no predador no topo da cadeia financeira.

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25.05.20

Amazônia vs. Eneva Energia

Parlamentares da Amazônia deverão solicitar ao Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) e ao TCU a abertura de processo para investigar o empréstimo do Fundo Constitucional do Norte (FNO) à Eneva Energia – leia-se BTG e Cambuhy, holding da família Moreira Salles. Deputados de oposição ao governador Wilson Lima levantam suspeições de favorecimento à empresa na concessão de R$ 1 bilhão do FNO, administrado pelo Banco da Amazônia. O valor equivale a 10% de todos os recursos do Fundo e a 50% do orçamento previsto para o estado do Amazonas. Ressalte-se que outro benefício obtido pela antiga MPX já é objeto de investigação no TCE-AM (Processo 763/2019). A Corte apura supostas irregularidades em benefícios fiscais que teriam sido concedidos pelo governo amazonense à Eneva. Em decisão do último dia 5 de maio, o ministro Ari Jorge Moutinho Junior, relator do processo, determinou a comunicação do caso ao Ministério Público, à Polícia Federal e ao TCU, “em razão das possíveis graves impropriedades relatadas”.

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05.05.20

Baixa voltagem

O BNDES é o fiel da balança da venda da AES Tietê. O banco trabalha para que a AES aceite a oferta da Eneva – leia-se a Cambuhy, dos irmãos Moreira Salles e o BTG. O banco enxerga uma janela de oportunidade: com o negócio, poderá reduzir sua exposição no capital da AES Tietê de 14,4% para algo próximo dos 6%.

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A julgar pelas ações compartilhadas no combate ao coronavírus ficou claro quem está na primeira e na segunda divisão da banca nacional. BTG e Safra sequer foram cogitados para participar das medidas conjuntas capitaneadas por Bradesco, Santander e Itaú.

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24.03.20

Multa milionária

A WTorre vai recorrer à Justiça contra a recente derrota que sofreu no Carf. A construtora foi condenada a pagar uma autuação de R$ 400 milhões da Receita Federal em cima de uma intrincada operação de troca de ativos com o BTG. A pendenga se arrasta desde 2011. Resta à WTorre fazer de tudo para que se arraste ainda mais.

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04.03.20

A guerra fria entre BTG e XP

A cúpula da XP cogitou subir o tom e reagir duramente à provocação feita, na semana passada, pelo BTG, que não perdoou as interrupções no sistema da concorrente e disparou no Twitter: “Por aqui, até o momento, nenhuma ocorrência de instabilidade na nossa plataforma.” “Por aqui, nenhuma ocorrência de sócio preso”, teria sido o tiro de canhão sugerido a Guilherme Benchimol, fundador da gestora, no calor dos acontecimentos. Depois, o sangue esfriou e os acionistas da XP, ao que tudo indica, engoliram o episódio a seco. Melhor não comprar certos riscos…

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08.11.19

BR Malls põe mais dois shoppings na vitrine

A BR Malls estaria em conversações com a Hedge Investment para a venda dos shoppings São Luís, no Maranhão, e Via Brasil, no Rio de Janeiro. A dupla negociação envolveria algo em torno de R$ 200 milhões. Trata-se de mais um movimento da BR Malls para seu portfólio. Em julho, a empresa vendeu sete shoppings de uma só vez para um fundo do BTG

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05.11.19

Aportes sucessivos

O C6 Bank, banco digital formado por ex-sócios do BTG, estaria prestes a receber mais um aporte capital. O mais recente foi de aproximadamente R$ 100 milhões

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25.10.19

Renova Energia em busca de uma luz

O BTG está muito bem cotado no governo mineiro para assumir o processo de recuperação judicial da Renova Energia e, sobretudo, buscar um comprador para a empresa. São R$ 3 bilhões em dívidas sobre a mesa, à espera de solução. A Cemig é o principal acionista da companhia de energia renovável, com 36%.

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24.10.19

Feitiço do tempo

Em um mundo idealizado, o sócio controlador da JGP, André Jakurski, bem poderia ser partner e CEO do BTG. Jakurski foi um mito entre os operadores de mercado e chefe de André Esteves, quando era um dos donos do Pactual. Posteriormente, tornou-se sócio de Paulo Guedes, também parceiro no Pactual. Originalmente, Guedes é o “G” do JGP. Jakurski é respeitadíssimo no mundo dos bankers. Ele seria um cleaner perfeito para o BTG, mais especificamente da presença de Esteves no BTG. Recentemente, Jakurski tem sido chamado para eventos de finance show patrocinados pelo banco. Os dois parecem se entender às mil maravilhas. Pena que a realidade seja tão madrasta.

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