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24.03.20

Multa milionária

A WTorre vai recorrer à Justiça contra a recente derrota que sofreu no Carf. A construtora foi condenada a pagar uma autuação de R$ 400 milhões da Receita Federal em cima de uma intrincada operação de troca de ativos com o BTG. A pendenga se arrasta desde 2011. Resta à WTorre fazer de tudo para que se arraste ainda mais.

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04.03.20

A guerra fria entre BTG e XP

A cúpula da XP cogitou subir o tom e reagir duramente à provocação feita, na semana passada, pelo BTG, que não perdoou as interrupções no sistema da concorrente e disparou no Twitter: “Por aqui, até o momento, nenhuma ocorrência de instabilidade na nossa plataforma.” “Por aqui, nenhuma ocorrência de sócio preso”, teria sido o tiro de canhão sugerido a Guilherme Benchimol, fundador da gestora, no calor dos acontecimentos. Depois, o sangue esfriou e os acionistas da XP, ao que tudo indica, engoliram o episódio a seco. Melhor não comprar certos riscos…

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08.11.19

BR Malls põe mais dois shoppings na vitrine

A BR Malls estaria em conversações com a Hedge Investment para a venda dos shoppings São Luís, no Maranhão, e Via Brasil, no Rio de Janeiro. A dupla negociação envolveria algo em torno de R$ 200 milhões. Trata-se de mais um movimento da BR Malls para seu portfólio. Em julho, a empresa vendeu sete shoppings de uma só vez para um fundo do BTG

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05.11.19

Aportes sucessivos

O C6 Bank, banco digital formado por ex-sócios do BTG, estaria prestes a receber mais um aporte capital. O mais recente foi de aproximadamente R$ 100 milhões

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25.10.19

Renova Energia em busca de uma luz

O BTG está muito bem cotado no governo mineiro para assumir o processo de recuperação judicial da Renova Energia e, sobretudo, buscar um comprador para a empresa. São R$ 3 bilhões em dívidas sobre a mesa, à espera de solução. A Cemig é o principal acionista da companhia de energia renovável, com 36%.

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24.10.19

Feitiço do tempo

Em um mundo idealizado, o sócio controlador da JGP, André Jakurski, bem poderia ser partner e CEO do BTG. Jakurski foi um mito entre os operadores de mercado e chefe de André Esteves, quando era um dos donos do Pactual. Posteriormente, tornou-se sócio de Paulo Guedes, também parceiro no Pactual. Originalmente, Guedes é o “G” do JGP. Jakurski é respeitadíssimo no mundo dos bankers. Ele seria um cleaner perfeito para o BTG, mais especificamente da presença de Esteves no BTG. Recentemente, Jakurski tem sido chamado para eventos de finance show patrocinados pelo banco. Os dois parecem se entender às mil maravilhas. Pena que a realidade seja tão madrasta.

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10.10.19

Palocci estraga os planos de André Esteves

A recente delação de Antônio Palocci acusando André Esteves de insider information vai mudar os planos do banqueiro. Esteves, que retornou de mansinho no ano passado à posição de sênior partner do BTG, tornou-se um comprador compulsivo de ações do próprio banco, ampliando bastante sua já expressiva participação acionária. O próximo passo seria retornar ao posto de presidente da instituição. A deduração de Palocci, por motivos óbvios, abortou o plano. A decisão foi tomada em reunião informal com os principais sócios. Ganha o BTG.

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29.07.19

Blindagem

A Caixa Econômica, sócia do BTG no Banco Pan, tem cobrado providências urgentes para a redução do número de reclamações dos clientes da instituição. O Pan liderou o ranking de queixas do BC no segundo trimestre. O temor da Caixa é que a má reputação do banco acabe contaminando sua própria imagem.

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18.07.19

André Esteves minera o maior banco de blockchain do mundo

A volta de André Esteves ao comando do BTG promete ser cesarista. Os planos incluem a aposentadoria do modelo mais radical de partnership, que caracterizou o regime societário do banco desde os tempos em que se chamava Pactual. Esteves pretende ser controlador “mesmo”, no estilo dos Setúbal e dos Moreira Salles com o Banco Itaú, com um domínio societário absolutista dos negócios, algo que durante décadas ele considerou uma fórmula ultrapassada.

O BC já está avisado sobre seu mimetismo, assim como devidamente informado sobre o seu projeto de tornar o banco um gigante de criptomoedas e fundos ativos digitais. Na visão do mais ousado dos banqueiros de investimentos tupiniquim desde Jorge Paulo Lemann, do Banco Garantia, a arquitetura de blockchain permite que uma instituição financeira brasileira almeje o protagonismo internacional. Consultado pelo RR sobre os planos de André Esteves, o BTG negou o projeto de ser uma das maiores instituições do mundo em ativos digitais.

Nega também que esteja buscando parcerias em blockchain e afins. Curioso! Parece que o banco esqueceu que acaba de fechar um acordo com a Dalma Capital, de Dubai, para a emissão de US$ 1 bilhão em ativos “tokenizados” no exterior. A ideia de um BTG full cyber money, uma gigantesca fintech mineradora de moedas digitais, faz nexo e tem todo sentido. André Esteves sempre esteve mais para matemático do que para banqueiro. Ele acredita que o país tem vantagem na estruturação combinada de lastros não convencionais, tais como ativos da natureza e criptomoedas. Esteves não quer desacelerar de jeito nenhum. Vai virar a própria mesa. A jato.

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26.06.19

Banco imobiliário

A Enforce, empresa de recuperação de créditos do BTG, abriu tratativas com a Caixa. Em jogo, a aquisição de aproximadamente R$ 500 milhões em imóveis retomados pelo banco estatal por inadimplência. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, quer tirar boa parte desse entulho já do balanço deste ano.

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