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17.03.21

Farsa da venda da Globo tem um forte suspeito

O mar de postagens sobre a rocambolesca história de que a J&F estaria comprando a Globo leva ao Palácio do Planalto. O RR conversou com um bruxo do Congressoque identificou a digital do clã dos Bolsonaro por trás da espetaculosa operação feita na internet no último sábado sobre a “venda” do grupo de comunicação. A informação bombou nas redes sociais durante toda a madrugada do dia 13 de março, com um impulsionamento milionário e uma escala de postagens que só poderia ser feita por uma tropa de choque.

É redundante falar sobre a animosidade entre o presidente Jair Bolsonaro e a Globo e a competência da família para operar nas mídias sociais. A plantação de que a J&F estaria comprando a Globo tem pelo menos dois meses. Esse foi o tempo em que a desinformação chegou antecipadamente ao RR. A Globo sabe disso. A newsletter não levou a questão a sério. Há cerca de uma semana, o assunto voltou à baila.

O mesmo “vírus do M&A”, igualzinho, foi inoculado junto a um operador do mercado financeiro badalado nas mídias. O personagem cantou a pedra para o RR. A newsletter desacreditou a história mais uma vez. O enredo não tem nem pé nem cabeça pelas mais variadas razões. Joesley Batista, um dos principais acionistas da J&F, tem relação pessoal com os controladores da Globo.

Não custa lembrar também que a empresa de Batista é um cliente pesado do grupo de comunicação. O BTG, o coadjuvante da história, até poderia ter analisado os ativos da Globo e enviado um report para a J&F. Mas, da mesma maneira, não faria sentido divulgar o que seria um dos maiores negócios do país através de um “vazamento monstro” nas redes sociais. O fato é que todas as empresas citadas desmentiram publicamente a veracidade da notícia. Se o procedimento não ocorresse, até caberia a abertura de inquérito pela CVM. O RR sentiu a pulsação de alguns dos players em relação a uma suposta autoria dos Bolsonaro na disseminação da falsa notícia. O diagnóstico é que a participação do clã na operação faz um enorme sentido.

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10.03.21

Alto calibre

O BTG carrega na cartucheira mais R$ 1 bilhão para a compra de ativos imobiliários. Desde o início de 2020, por meio de fundos próprios, o banco de André Esteves já desembolsou mais de R$ 4 bilhões na aquisição de torres de escritórios e galpões logísticos.

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08.03.21

Sale

A BR Malls está embalando um novo pacote de shoppings para venda. Na última grande “liquidação”, em 2019, sete empreendimentos foram transferidos ao BTG por R$ 700 milhões.

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16.12.20

Não toma partido

  • O ministro Paulo Guedes foi sondado por BTG e XP para que assuma um lado no contencioso sangrento entre as duas instituições. Já mandou avisar que não toma partido, mesmo com todo o carinho que nutre pela antiga casa.

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09.10.20

Tabelinha bilionária

Cerca de R$ 1 bilhão. É quanto BTG e WTorre pretendem levantar para montar um fundo de investimento voltado a reforma e gestão de arenas esportivas. A empresa de Walter Torre, não custa lembrar, já é parceira do Palmeiras no Allianz Parque.

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01.10.20

IPO no horizonte

Os sócios do C6 Bank, todos egressos do BTG, já conversam sobre o IPO da fintech.

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14.08.20

Turbulência

Contratado pela chilena Sky Airlines para liderar uma captação internacional de US$ 100 milhões, o BTG vai ter fazer acrobacias aéreas para consumar a operação. A situação da empresa é preocupante. Segundo o RR apurou, no limite os acionistas da Sky Airlines cogitam até mesmo recorrer ao Capítulo 11, nos Estados Unidos, a exemplo da conterrânea Latam.

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21.07.20

XP e BTG trocam tiros de alto calibre

Vai ficando mais quente o rali entre o BTG e a corretora XP. Ambos disputam raivosamente a exclusividade dos serviços da legião de agentes autônomos de investimentos, que agora se organizam como partnerships em escritórios. O BTG quer comprar participação nos escritórios e a XP quer dar participação aos escritórios no seu capital. As duas hipóteses tem problemas regulatórios.

Os juizados das causas serão o Banco Central e a CVM. Um dos pleitos é a facilitação para que os escritórios de AAI se tornem corretoras. Essas empresas de valores voltariam às pencas, conforme ocorreu nos anos 70 e 80. Mas, BTG e XP já se arranham há algum tempo. Antes as duas instituições se bicavam em um processo judicial, no qual o XP denuncia o BTG devido ao uso de insider information.

Procurado, o BTG não quis se pronunciar. Na área institucional, o BTG estuda fazer um frentão com outros grandes bancos para pressionar o BC a tirar a XP do seu privilegiado limbo regulatório e colocá-la a concorrer de igual para igual. Estuda também publicar anúncios compartilhados questionando as ditas vantagens comparativas da corretora. Falta combinar com as instituições financeiras do andar de cima. A XP está sozinha com todos os grandes bancos contra ela. É bom que os bancões corram antes que XP se transforme no predador no topo da cadeia financeira.

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25.05.20

Amazônia vs. Eneva Energia

Parlamentares da Amazônia deverão solicitar ao Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) e ao TCU a abertura de processo para investigar o empréstimo do Fundo Constitucional do Norte (FNO) à Eneva Energia – leia-se BTG e Cambuhy, holding da família Moreira Salles. Deputados de oposição ao governador Wilson Lima levantam suspeições de favorecimento à empresa na concessão de R$ 1 bilhão do FNO, administrado pelo Banco da Amazônia. O valor equivale a 10% de todos os recursos do Fundo e a 50% do orçamento previsto para o estado do Amazonas. Ressalte-se que outro benefício obtido pela antiga MPX já é objeto de investigação no TCE-AM (Processo 763/2019). A Corte apura supostas irregularidades em benefícios fiscais que teriam sido concedidos pelo governo amazonense à Eneva. Em decisão do último dia 5 de maio, o ministro Ari Jorge Moutinho Junior, relator do processo, determinou a comunicação do caso ao Ministério Público, à Polícia Federal e ao TCU, “em razão das possíveis graves impropriedades relatadas”.

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05.05.20

Baixa voltagem

O BNDES é o fiel da balança da venda da AES Tietê. O banco trabalha para que a AES aceite a oferta da Eneva – leia-se a Cambuhy, dos irmãos Moreira Salles e o BTG. O banco enxerga uma janela de oportunidade: com o negócio, poderá reduzir sua exposição no capital da AES Tietê de 14,4% para algo próximo dos 6%.

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