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04.12.20

“Bolsa Faria Lima”

O prefeito reeleito de São Paulo, Bruno Covas, tem sido cobrado por pequenos e médios empresários da região da Faria Lima a ajudar o comércio local. Diversos restaurantes e lojas estão ameaçados devido ao sistema de home office adotado pelas grandes empresas e bancos com sede na Faria Lima.

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19.11.20

O leque da Cosan

Quem tem dindim pode doar dinheiro para campanhas eleitorais fadadas a não terem êxito. O dono do Grupo Cosan, Rubens Ometto, por exemplo, entregou R$ 200 mil ao pole position da prefeitura de São Paulo, Bruno Covas (PSDB). Mas deu também metade da bufunfa de Covas para o tucano Andrea Matarazzo, cuja vitória era, digamos, impossível. Vá lá que alguma doação seja coisa de amizade. Os R$ 2,3 milhões que o empresário jogou no pleito (Ometto foi o quarto maior doador das eleições no primeiro turno) sobram para agraciar perdedores e ganhadores.

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06.11.20

Gringos querem o Rio

João Doria e Bruno Covas foram jogados no guard rail. A Liberty Media, dona da F-1, quer tirar a prova de São Paulo e trazê-la para o Rio. Pode ser o empurrão que faltava para o projeto de construção do autódromo carioca sair do papel.

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18.09.20

Ônus e bônus

Michel Temer teve um papel importante na costura do acordão entre MDB, DEM e PSDB em torno da candidatura de Bruno Covas à reeleição em São Paulo. O risco é depois virar um passivo na gestão Covas.

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27.07.20

Fora, Chuchu!

João Doria quer Geraldo Alckmin longe da campanha de Bruno Covas à Prefeitura de São Paulo. Doria, que já não morre de amores pelos “cabeças brancas” do PSDB, acha que Alckmin se tornou um estorvo, após ser denunciado por crime eleitoral e corrupção.

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23.06.20

O anti-marketing do Santander

Há um desencontro de intenções entre o prefeito Bruno Covas e o Santander. Covas pretende tornar ainda mais rigorosa a regulamentação contra a poluição visual em São Paulo. O Santander, por sua vez, planeja soltar uma enxurrada de cartazes em bancas de jornal pela cidade. É a contrapartida do projeto “A gente banca”, lançado pela instituição financeira em meio à pandemia para financiar jornaleiros de todo o país. Covas já manifestou seu incômodo com propagandas espalhadas por vias públicas. O projeto “A gente banca” parece precisar de sal grosso. A pedido da Associação Nacional de Jornais, o Conar tirou do ar a campanha publicitária do Santander. Os filmetes incentivavam as bancas a mudarem seu modelo de negócio, apresentando jornais e revistas como algo ultrapassado. Consultado, o Santander confirma que a campanha foi encerrada “tão logo o banco foi notificado pelo Conar”. Em relação à ordem pública, a instituição assegura que o projeto está focado “nas cidades onde a legislação local permite a sua aplicação”.

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10.06.20

Retardatário

Bruno Covas jogou a toalha. A Prefeitura de São Paulo deverá engavetar o plano de concessão do autódromo de Interlagos. A pandemia e as exigências impostas pelo Tribunal de Contas do Município lançaram a licitação contra o guard rail.

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05.06.20

Pandemia sobre rodas

Uma das principais preocupações do prefeito Bruno Covas com o relaxamento da quarentena em São Paulo está relacionada ao transporte público. A Prefeitura prepara uma operação de guerra para tirar de circulação ônibus e vans piratas. O que, em condições normais, já é um sério problema agora vira uma bomba relógio em potencial. Mais de 20% da população usam transporte clandestino, no qual não há nem de longe preocupação com o uso de máscaras e regras de distanciamento entre passageiros. É uma convite a uma segunda onda da Covid-19.

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O cabo de guerra político em torno da Covid-19 se reflete no futebol. João Doria e Bruno Covas articulam nos bastidores contra a retomada do campeonato paulista. Na mão inversa estão Romeu Zema e Marcelo Crivella, que atuam para o reinício dos campeonatos mineiro e carioca.

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21.05.20

Mais lenha no caldeirão federativo

Prefeitos de capitais – notadamente Bruno Covas, de São Paulo, e Alexandre Kalil, de Belo Horizonte – têm subido o tom nas cobrança ao governo federal. A maioria dos grandes municípios do país alega que não está recebendo a ajuda de R$ 1,6 mil por leito de CTI prometida pelo Ministério da Saúde. As prefeituras vêm cobrindo os custos quase que integralmente com orçamento próprio e parcerias com grupos privados.

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