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13.04.22

Dobradinha elétrica

A Auren Energia, joint venture entre o Grupo Votorantim e a canadense CPP Investments, entrou na disputa por um pacote de ativos em transmissão da Quantum, leia-se Brookfield. Trata-se de um negócio de altíssima voltagem: a operação está estimada em cerca de R$ 6,5 bilhões. São mais de 2,5 mil km em linhas transmissoras.

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23.12.21

Governo da Bahia e VLI estão a um passo dos tribunais

O governo da Bahia e a VLI – leia-se Vale, Mitsui, Brookfield e BNDES – estão à beira de um contencioso. Segundo o RR apurou, a estatal Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) pretende entrar na Justiça contra a empresa de logística, controladora da Ferrovia Centro -Atlântica (FCA). Um dos objetivos é brecar a renovação antecipada da concessão da FCA, neste momento tema de tratativas entre a VLI e a ANTT.

O governo baiano alega que o mau estado de conservação da ferrovia tem inviabilizado novos investimentos em mineração no estado. De acordo com a fonte do RR, ao menos dois grandes projetos, da ordem de R$ 5 bilhões, estariam parados por conta de gargalos logísticos relacionados à FCA. Coincidência ou não, os investimentos em conservação da ferrovia em território baiano começaram a escassear depois que a Vale, uma das maiores acionistas da VLI, encerrou sua operação de ferroligas de manganês no estado.

Em conversa com o RR, a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral informou que, “no momento” não há qualquer ação judicial contra a VLI. Talvez seja só uma questão de tempo. A empresa confirmou à newsletter que “tem consultado órgãos do Governo da Bahia, como a Procuradoria Geral do Estado e a Secretaria de Infraestrutura, para que se trace uma estratégia conjunta de defesa da logística ferroviária utilizando todos os meios possíveis”. A CBPM também relatou ao RR que tem questionado a VLI através de ofícios enviados à ANTT, o mais recente na segunda semana de novembro. Também procurada, a VLI não quis se pronunciar.

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25.10.21

Radar avança sobre as terras da Brookfield

A Cosan, de Rubens Ometto, voltou com todo o gás ao controle da Radar. A empresa estaria em conversações para a compra de cinco fazendas da Brookfield, localizadas no Tocantins, Maranhão e Piauí. O valor dos ativos seria da ordem de R$ 1 bilhão. Procuradas, as duas empresas não quiseram se manifestar. A Radar também está em busca de propriedades agrícolas na Bahia. A companhia aposta em um longo ciclo de alta dos preços de terras no país. O custo do hectare já cresceu, em média, 18% em 12 meses, atingindo o maior patamar em 20 anos. Como consequência, os contratos de arrendamento de terras subiram mais de 70% no último ano. Esse é o principal negócio da Radar: a maior parte de sua carteira, composta por 390 fazendas e quase cem mil hectares, está alugada para terceiros.

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Nos corredores do Ministério da Infraestrutura, a Arteris – leia-se Brookfield e a espanhola Abertis – é considera presença certa no leilão da Nova Dutra, marcado para o dia 29 de outubro.

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O Grupo Iguatemi, dono de 12% do Shopping Higienópolis, está se movimentando para aumentar sua participação no negócio. Os outros sócios são Brookfield, Rio Bravo e Agropart Participações.

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18.05.21

Fundo verde

Nem tudo é devastação: a Brookfield tem interesse na compra de ativos florestais no Brasil, vinculados a projetos de manejo sustentável.

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25.03.21

Escafandristas

A BRK Ambiental, leia-se Brookfield, está submersa na Cedae. Executivos da empresa já teriam visitado as instalações da estatal. Segundo informações filtradas do Palácio Guanabara, a BRK deverá dar lances em dois dos quatro blocos da Cedae que serão levados a leilão.

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04.09.20

Brookfield avança

A Nova Transportadora do Sudeste (NTS), leia-se a Brookfield, tem interesse no projeto de construção de um novo ramal ligando o
gasoduto Gascav, no Espírito Santo, ao Porto do Açú, no Rio. O empreendimento está orçado em aproximadamente R$ 350 milhões, uma gotícula para a Brookfield, que pagou mais de US$ 4 bilhões para ficar com a participação da Petrobras na NTS.

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06.12.19

Bacia das almas

O fundo árabe Mubadala está tentando empurrar o prédio do antigo Hotel Glória, no Rio, para a canadense Brookfield. Estimase que qualquer projeto hoteleiro ou imobiliário para o imóvel não sairá por menos de R$ 2 bilhões.

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30.10.19

Fio condutor

Um M&A de alta voltagem toma forma no setor elétrico. Informação filtrada junto à gestora inglesa Actis aponta a Brookfield como forte candidata à compra da Echoenergia. Trata-se da empresa de energia renovável controlada pelos britânicos. O negócio pode chegar a R$ 5 bilhões.

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