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02.10.20

De saída da BRF

Informação ouvida pelo RR nos corredores da Previ: a fundação prepara-se para vender sua participação de 9% na BRF.

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03.06.20

Relaxamento

A BRF tem usado os resultados dos testes de coronavírus em suas unidades de Concórdia (SC) e Lajeado (RS) junto à Justiça do Trabalho para evitar o fechamento de fábricas. O índice de trabalhadores contaminados nas duas operações foi, respectivamente, de 1% e 3,2%. Pode parecer pouco, mas basta um infectado não diagnosticado a tempo para fazer um estrago.

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27.02.20

Arábia Saudita deixa avicultura brasileira em estado de alerta

A decisão da Arábia Saudita de suspender as compras de frango de dois frigoríficos da BRF pode ser apenas a ponta do iceberg de um problema comercial de maior proporção. O Ministério da Agricultura tem razões para acreditar que os árabes estão criando uma narrativa para subir o tom e impor restrições mais amplas e rigorosas ao produto brasileiro. Na Pasta, já se discute, inclusive, a possibilidade de envio de uma missão ao país.

A preocupação é proporcional ao peso da Arábia Saudita para a indústria avícola nacional: trata-se do maior importador de carne de frango do Brasil, com embarques anuais superiores a US$ 1 bilhão. Até o momento, o caso é uma caixa preta: os árabes não informaram os motivos do “mini-embargo” às fábricas da BRF. Sabe-se apenas que a decisão partiu da Saudi Food and Drug Authority (SFDA), a autoridade sanitária do país.

O receio do Ministério da Agricultura é que a Arábia Saudita coloque sob suspeição outros frigoríficos brasileiros. Ressalte-se que o histórico recente de relações comerciais entre os dois países, notadamente no setor econômico em questão, é conturbado. Em outubro de 2018, uma missão saudita esteve no Brasil e visitou três dezenas de granjas, frigoríficos e fábricas de ração, atestando a excelência das condições fitossanitárias de todas elas. Três meses depois, sem mais nem porquê, a Arábia Saudita suspendeu as importações de frango de cinco dos 30 produtores.

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21.02.20

Previ vende ativos

O novo diretor de Investimentos da Previ, Marcelo Wagner, vai acelerar a venda de participações societárias. Deve começar pela BRF e pela BR Distribuidora, nas quais o fundo de pensão detém, respectivamente, 9,4% e 3,5% do capital total.

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21.01.20

Prioridade

Prioridade na Previ: vender a participação de 9,4% na BRF.

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05.12.19

A carne da BRF é fraca

A BRF mantém uma resiliente e estranha relação com a União Avícola, do ex-senador Cidinho Santos. A empresa do Mato Grosso é investigada no âmbito da Operação Carne Fraca pelo suposto pagamento de propina a fiscais do Ministério da Agricultura. Mesmo após zerar todo o seu compliance, rever velhas práticas e purgar os mal feitos do passado, a BRF segue comprando toda a produção de frango do frigorífico mato-grossense. O mais curioso é que as acusações contra a União Avícola teriam partido da própria gigante da proteína, em seu acordo de cooperação com o Ministério Público.

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01.11.19

BRF leva uma casca vazia para a Arábia

A instalação de uma fábrica de processados de frango na Arábia Saudita anunciada pela BRF está mais para uma obra cenográfica do que para um investimento real. Segundo o RR apurou, o projeto foi montado às pressas não necessariamente como uma decisão estratégica da companhia, mas para atender a uma encomenda do Palácio do Planalto. Foi a contrapartida apresentada por Jair Bolsonaro ao governo local na tentativa de liberar as exportações de frango brasileiro para os sauditas. Noves fora o valor divulgado, US$ 120 milhões, o projeto ainda não tem prazo de execução, volume de produção, estrutura de capital e sequer local escolhido. Em tempo: a “parceria” serviu para a BRF reconstruir pontes com o Poder – uma relação abalada pela Operação Carne Fraca e pela frustrada fusão com o Marfrig, negociada à revelia dos fundos de pensão.

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21.10.19

Método no arrependimento

Parece haver método no arrependimento da BRF. Todos os malfeitos que vêm sendo confessados pela empresa à PF se concentram na gestão do ex-CEO, Pedro Faria, um dos sócios da Tarpon.

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09.09.19

Legado Abílio

Ao vender sua participação na Sats Foods, de Cingapura, a BRF virou uma página de prejuízos escrita na gestão de Abílio Diniz. O empresário foi o grande entusiasta da entrada no país asiático. No entanto, o negócio se revelou uma carne de pescoço. Os US$ 15 milhões recebidos pela BRF na venda não cobrem os US$ 20 milhões aportados no negócio e muito menos os seguidos prejuízos.

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24.07.19

BRF News

Sem a fusão com o Marfrig, Abilio Diniz procura outra porta de saída da BRF. O caminho aventado é a oferta em bolsa da sua participação, hoje inferior a 3%.

A BRF estaria em conversações com o Salic, fundo ligado à família real saudita, para a venda de um pedaço da One Foods, sua subsidiária no Oriente Médio. Procurada, a empresa confirmou que avalia alternativas para seus investimentos na região, entre as quais “parcerias e venda de participações minoritárias”.

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