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25.10.18
ED. 5981

BR Properties escapa de mico imobiliário

Aos poucos a BR Properties, braço de real estate da GP Investimentos, vai driblando a crise do mercado imobiliário do Rio e conseguindo povoar o Passeio Corporate, no centro da cidade. Para junho do ano que vem, está prevista a chegada da Caixa Econômica, que ocupará mais de uma dezena de andares com dois mil funcionários. Outras duas grandes empresas, incluindo uma empreiteira, estão em conversações para se instalar no local. A BR Properties espera que o índice de ocupação bata nos 85% no segundo semestre de 2019. Os investidores da GP respiram aliviados. No ano passado, a empresa pagou R$ 715 milhões na aquisição das torres comerciais. Na ocasião, a ocupação era de apenas 17%.

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27.06.18
ED. 5897

Castelo de dívidas

Os financistas da GP estão mobilizados para equacionar o preocupante grau de alavancagem da BR Properties, empresa de investimentos imobiliários controlada pelos “herdeiros” de Jorge Paulo Lemann. A companhia deverá realizar uma emissão de bônus no exterior com o objetivo de alongar o perfil do passivo. A dívida de curto prazo, de R$ 2,3 bilhões, já equivale a sete vezes o ebitda – há 12 meses, a relação era de seis para um. A alta do dólar aumentou a pressão sobre a BR Properties. Parte expressiva da dívida da companhia é em moeda estrangeira: são US$ 185 milhões em bônus perpétuos, com hedge cambial apenas sobre os juros e não sobre o principal. Consultada sobre a emissão de bônus, a BR Properties não quis se pronunciar.

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05.02.18
ED. 5801

BR Properties de carteira cheia

O anúncio de que a Petrobras vai devolver 30 mil m2 de área locada no Centro do Rio, que fez a ação da BR Properties cair 3% na última sexta-feira, foi tratado como um soluço pelos dirigentes da companhia. A empresa de real estate da GP Investimentos tem mais de R$ 1,2 bilhão em caixa para aquisições.

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05.01.18
ED. 5780

Acompanhando de perto

Grandes grupos de real estate especializados na área de logística, como a GLP, de Cingapura, e a BR Properties, acompanham com lupa os planos do governo de privatizar armazéns da Conab.

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28.12.17
ED. 5775

Aquisições no atacado

Os executivos da BR Properties vão romper o ano em um ritmo alucinante. A empresa da GP está em negociações para a compra de quatro empreendimentos comerciais de luxo no eixo Rio-São Paulo.

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23.08.17
ED. 5689

BR Properties abre o cofre

A BR Properties está chacoalhando o setor de real estate em São Paulo, com diversas negociações simultâneas para a compra de galpões e armazéns industriais no estado. A meta é ousada: no curto prazo, elevar de 3% para 30% a participação dos imóveis industriais em seu portfólio. Custo da “brincadeira”? Algo em torno de R$ 500 milhões. A hora é essa: do jeito que os ativos estão depreciados, dá para a empresa da GP fazer uma farra com essa cifra.

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14.08.17
ED. 5682

Saldão imobiliário

A BR Properties está fazendo um carnaval com a crise do setor imobiliário. Em pouco mais de um ano, a empresa da GP Investimentos gastou R$ 1,2 bilhão na compra de ativos e tem ainda outro bilhãozinho reservado para aquisições.

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13.06.17
ED. 5639

Dívida da BR Properties vai subir mais alguns andares

A investida da BR Properties para comprar o Centenário Plaza, em São Paulo, está causando inquietação entre os minoritários da companhia. A aquisição da torre de escritórios da Previ, avaliada em R$ 430 milhões, vai forçar ainda mais o já preocupante nível de alavancagem da empresa: a relação dívida líquida/ebitda deverá sair de 6,1 vezes para 6,5 vezes. Investidores como o fundo Eminence Capital questionam também o timing da operação, às vésperas da oferta de ações da BR Properties de aproximadamente R$ 1 bilhão. Seria este o melhor momento para a GP, controladora da empresa, jogar fermento no passivo?

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01.06.17
ED. 5631

A inquilina Petrobras

A Petrobras renovou o contrato de aluguel da Ventura Towers, no Centro do Rio. Ao todo, pagará R$ 6 milhões por mês pela locação de 55 mil metros quadrados. A extensão do acordo com a BR Properties, proprietária do imóvel, era cercada de dúvidas. Primeiro pelos drásticos cortes que têm sido feitos pela estatal – recentemente a companhia devolveu toda a Torre do Almirante,também no Rio, para a norte-americana Hines. Além disso, o aluguel da Venture Towers sempre foi associado a uma nebulosa relação entre a Petrobras e o BTG Pactual, que chegou a ser investigado pela compra de ativos da estatal na África. O aluguel foi firmado com a BR Properties à época em que o banco tinha uma participação relevante na companhia.

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19.04.17
ED. 5602

Capitalização à vista na BR Properties

A GP Investimentos prepara um aumento de capital na BR Properties, seu tentáculo na área de real estate. Segundo o RR apurou, a operação será realizada no início do segundo semestre. A injeção de recursos terá como objetivo viabilizar a execução de projetos no segmento de galpões e armazéns industriais, além de aquisições. É como se a crise tivesse lançado a companhia no túnel do tempo.

Em 2014, a BR Properties se desfez de praticamente todo o seu portfólio na área industrial: no total, foram mais de R$ 6 bilhões em ativos vendidos para GLP, Brookfield e Blackstone. Hoje, o segmento responde por menos de 10% de toda a Área Bruta Locável (ABL), em torno de 650 mil metros quadrados. Mais do que um foco estratégico, avançar no segmento industrial tornou-se uma necessidade da BR Properties diante da brutal retração do mercado de escritórios, disparadamente o seu maior negócio.

Só no Rio de Janeiro, a BR Properties tem 36 andares, ou 41 mil metros quadrados, encalhados. Entre 2010 e 2016, sua taxa de vacância na cidade saltou de 3% para quase 20%. Em tempo: de acordo com informações filtradas da própria BR Properties, a empresa permanecerá aberta em bolsa. Desde o fim de março, quando a companhia anunciou um programa para a recompra de ações, circulam no mercado rumores de que a operação seria uma antessala para o fechamento do capital.

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06.03.17
ED. 5571

Crise do Rio deixa BR Properties com dois elefantes brancos

A BR Properties, braço de empreendimentos comerciais da GP Investimentos, foi atingida em cheio pela crise econômica do Rio de Janeiro. Nem mesmo a estratégia comercial de guerra adotada pela empresa tem sido suficiente para povoar as 137 salas comerciais e 37 lojas do Passeio Corporate, seu maior empreendimento na cidade – o custo total beirou os R$ 400 milhões. A BR Properties já baixou o valor do metro quadrado dos escritórios de R$ 120 para algo em torno de R$ 80. Ainda assim, não conseguiu encontrar uma corporação disposta a alugar integralmente as salas comerciais, como seu foi a sua pretensão. No limite, a empresa vai ser obrigada a fazer o que não queria: locar separadamente os espaços. Ressalte-se que o Passeio Corporate não é um espécime isolado na carteira da BR Properties. A empresa tem outro elefante branco na cidade: a Torre do Almirante. A companhia pena tentando achar substitutos para o vazio deixado pela Petrobras, que devolveu o edifício no ano passado. Não poderia haver momento mais perverso para isso. Em meio à maior crise econômica do estado do Rio, a BR Properties tem 36 andares ou 41 mil metros quadrados encalhados.

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09.06.16
ED. 5386

BTG vira a página na BR Properties

 O BTG atravessou mais uma estação da via crucis que tem percorrido para vender ativos e recompor sua estrutura de capital. O banco desfez-se de quase toda a sua participação na BR Properties, na esteira da oferta pública realizada pelo GP – novo controlador da empresa de investimentos imobiliários. O BTG teria amealhado cerca de R$ 500 milhões com a negociação de 14% da BR Properties – em dezembro, já havia embolsado R$ 460 milhões com a venda de outro lote de ações. O banco ainda manteve uma fatia residual de 4%, mas, a partir de agora, sem qualquer participação na gestão. Será um mero espectador numa empresa que já foi sua.  Para as circunstâncias, aceitar a oferta do GP – com um ágio de mais de 37% sobre o atual valor de mercado – era o que de melhor o BTG poderia fazer com um papel que acumula queda de 20% nos últimos 12 meses e de 70% em três anos. Agora, o banco se volta para uma etapa bem mais complexa da sua peregrinação em busca de capital: a venda da sua participação na PetroAfrica, a associação com a Petrobras costurada por André Esteves que tanta controvérsia gerou. Mas essa já é outra história. A seguinte empresa não comentou o assunto: BTG.

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  A dupla Fersen Lambranho e Antonio Bonchristiano parece estar voltando à antiga forma. A GP Investimentos – que, nos últimos tempos, se notabilizou por negócios desastrosos, a exemplo de San Antonio, Lupatech e Imbra, e por seguidos prejuízos – está à frente de duas grandes operações de M&A. Além da oferta pública pelo controle da BR Properties, costura a associação entre a BHG, seu braço hoteleiro, e a Atlantica Hotels. O acordo daria origem ao segundo maior grupo do setor no Brasil e em condições reais de brigar pelo topo do ranking com a Accor. Juntas, BHG e Atlantica Hotels somariam 133 hotéis e 24 mil quartos, contra 170 unidades e cerca de 31 mil habitações da rede francesa no país. A operação contaria ainda com outros hóspedes de luxo. O novo grupo abrigaria em seu capital os fundos GTIS Partners, sócio da BHG, Tao Invest e Quantum, de George Soros – os dois últimos, acionistas da Atlantica Hotels. Procuradas, BHG e Atlantica Hotels negaram a negociação.  O grande desafio da GP neste momento é provar que seus alquimistas financeiros não perderam a mão. Nos últimos três anos, na contramão da sua história, a gestora de recursos transformou ouro em pedra. Entre 2013 e 2015, seu patrimônio em moeda forte caiu cerca de US$ 400 milhões devido à baixa contábil de ativos que prometiam grande retorno e se revelaram um fiasco. A empresa de planos dentários Imbra e o parque temático Hopi Hari, por exemplo, foram passados adiante por um valor simbólico. Entre janeiro e setembro do ano passado, a GP acumulou um prejuízo próximo dos R$ 100 milhões.  BHG e Atlantica Hotels, que administra bandeiras populares, como Quality e Confort, buscam maior escala para atravessar a baixa temporada do setor hoteleiro no Brasil. Em 2014 e 2015, a receita por apartamento cresceu apenas 1%, o índice mais baixo em uma década. Nos últimos quatro anos, a ocupação média no país recuou de 69% para 65%. Tanto a BHG quanto a Atlantica têm operado com taxas de rentabilidade cada vez menores.

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11.01.16
ED. 5284

Blasckstone e novas possibilidades

 Após comprar uma série de galpões da BR Properties e da pernambucana Cone, a Blackstone estuda agrupar os ativos em uma nova empresa. Com as futuras aquisições previstas, a gestora norte-americana pretende chegar ao fim do ano com uma carteira de R$ 2 bilhões em ativos imobiliários. Se o mercado estivesse melhorzinho, a Blackstone pegava esse embrulho e abria o capital em bolsa.

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07.01.16
ED. 5282

Pinga-pinga

 Mais um capítulo no processo de encolhimento do BTG: o banco planeja arrecadar, ainda neste mês, cerca de R$ 450 milhões com a venda do restante da sua participação na BR Properties (18,83%). A BTG não comentou o assunto.

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07.12.15
ED. 5263

Liquidação

 A investida do BTG no varejo pode chegar ao fim com a realização de um sonoro prejuízo. A família Gouvêa, que mantém 30% da Leader, está se mobilizando para recomprar o controle na bacia das almas, bem distante do R$ 1 bilhão que o banco pagou por 70% da empresa. O BTG vai vender integralmente sua participação de 35% na BR Properties. Na semana passada, o banco já havia leiloado R$ 182 milhões em ações da empresa. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BTG e Leader

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