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21.07.21

Oferta sobre o balcão 1

A BR Properties, dona de uma das maiores carteiras de imóveis comerciais do país, estuda uma nova emissão de ações. A operação permitiria à GP Investimentos – maior acionista da empresa, com 58% do capital – reduzir sua participação.

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25.10.18

BR Properties escapa de mico imobiliário

Aos poucos a BR Properties, braço de real estate da GP Investimentos, vai driblando a crise do mercado imobiliário do Rio e conseguindo povoar o Passeio Corporate, no centro da cidade. Para junho do ano que vem, está prevista a chegada da Caixa Econômica, que ocupará mais de uma dezena de andares com dois mil funcionários. Outras duas grandes empresas, incluindo uma empreiteira, estão em conversações para se instalar no local. A BR Properties espera que o índice de ocupação bata nos 85% no segundo semestre de 2019. Os investidores da GP respiram aliviados. No ano passado, a empresa pagou R$ 715 milhões na aquisição das torres comerciais. Na ocasião, a ocupação era de apenas 17%.

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Os financistas da GP estão mobilizados para equacionar o preocupante grau de alavancagem da BR Properties, empresa de investimentos imobiliários controlada pelos “herdeiros” de Jorge Paulo Lemann. A companhia deverá realizar uma emissão de bônus no exterior com o objetivo de alongar o perfil do passivo. A dívida de curto prazo, de R$ 2,3 bilhões, já equivale a sete vezes o ebitda – há 12 meses, a relação era de seis para um. A alta do dólar aumentou a pressão sobre a BR Properties. Parte expressiva da dívida da companhia é em moeda estrangeira: são US$ 185 milhões em bônus perpétuos, com hedge cambial apenas sobre os juros e não sobre o principal. Consultada sobre a emissão de bônus, a BR Properties não quis se pronunciar.

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05.02.18

BR Properties de carteira cheia

O anúncio de que a Petrobras vai devolver 30 mil m2 de área locada no Centro do Rio, que fez a ação da BR Properties cair 3% na última sexta-feira, foi tratado como um soluço pelos dirigentes da companhia. A empresa de real estate da GP Investimentos tem mais de R$ 1,2 bilhão em caixa para aquisições.

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05.01.18

Acompanhando de perto

Grandes grupos de real estate especializados na área de logística, como a GLP, de Cingapura, e a BR Properties, acompanham com lupa os planos do governo de privatizar armazéns da Conab.

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28.12.17

Aquisições no atacado

Os executivos da BR Properties vão romper o ano em um ritmo alucinante. A empresa da GP está em negociações para a compra de quatro empreendimentos comerciais de luxo no eixo Rio-São Paulo.

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23.08.17

BR Properties abre o cofre

A BR Properties está chacoalhando o setor de real estate em São Paulo, com diversas negociações simultâneas para a compra de galpões e armazéns industriais no estado. A meta é ousada: no curto prazo, elevar de 3% para 30% a participação dos imóveis industriais em seu portfólio. Custo da “brincadeira”? Algo em torno de R$ 500 milhões. A hora é essa: do jeito que os ativos estão depreciados, dá para a empresa da GP fazer uma farra com essa cifra.

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14.08.17

Saldão imobiliário

A BR Properties está fazendo um carnaval com a crise do setor imobiliário. Em pouco mais de um ano, a empresa da GP Investimentos gastou R$ 1,2 bilhão na compra de ativos e tem ainda outro bilhãozinho reservado para aquisições.

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13.06.17

Dívida da BR Properties vai subir mais alguns andares

A investida da BR Properties para comprar o Centenário Plaza, em São Paulo, está causando inquietação entre os minoritários da companhia. A aquisição da torre de escritórios da Previ, avaliada em R$ 430 milhões, vai forçar ainda mais o já preocupante nível de alavancagem da empresa: a relação dívida líquida/ebitda deverá sair de 6,1 vezes para 6,5 vezes. Investidores como o fundo Eminence Capital questionam também o timing da operação, às vésperas da oferta de ações da BR Properties de aproximadamente R$ 1 bilhão. Seria este o melhor momento para a GP, controladora da empresa, jogar fermento no passivo?

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01.06.17

A inquilina Petrobras

A Petrobras renovou o contrato de aluguel da Ventura Towers, no Centro do Rio. Ao todo, pagará R$ 6 milhões por mês pela locação de 55 mil metros quadrados. A extensão do acordo com a BR Properties, proprietária do imóvel, era cercada de dúvidas. Primeiro pelos drásticos cortes que têm sido feitos pela estatal – recentemente a companhia devolveu toda a Torre do Almirante,também no Rio, para a norte-americana Hines. Além disso, o aluguel da Venture Towers sempre foi associado a uma nebulosa relação entre a Petrobras e o BTG Pactual, que chegou a ser investigado pela compra de ativos da estatal na África. O aluguel foi firmado com a BR Properties à época em que o banco tinha uma participação relevante na companhia.

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