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23.07.19

Dívida sem remédio

O Banco do Brasil vai fazer o write off do crédito de cerca R$ 50 milhões contra a BR Pharma. Com a decisão da Justiça de decretar a falência da rede de drogarias, o BB não acredita nem na possibilidade de venda de algum ativo para cobrir a dívida. O rombo total da empresa é de R$ 1,5 bilhão.

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18.06.19

Raspa da raspa do tacho

Com o pedido de falência da BR Pharma, os credores ainda farão uma última tentativa de transformar essa enxaqueca em cifras. Tentarão na Justiça autorização para realizar um leilão da bandeira Farmais.

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30.05.19

A BR Pharma tem remédio?

A BR Pharma, que chegou a ser um dos maiores grupos do varejo farmacêutico do país, passa por novo solavanco. Bancos credores e fundos de investimento se mobilizam para barrar na Justiça a recente emissão de debêntures e o próprio plano de recuperação judicial da companhia. A alegação é que o processo estaria sendo conduzido para beneficiar prioritariamente o BTG, ex-controlador e maior credor da empresa, em detrimento das demais instituições financeiras, fornecedores e funcionários. A gota d´água veio no início do mês, quando a Leste Credit Gestão de Recursos subscreveu integralmente as debêntures emitidas pela BR Pharma. A gestora pertence a Emmanuel Hermann, ex-sócio do próprio BTG. Entre os demais credores, há suspeitas de que Hermann teria entrado em cena como uma espécie de “BTG do B”. Em março, esse mesmo grupo de credores já havia obtido uma liminar para suspender a recuperação judicial sob a alegação de que o banco de André Esteves cometeu abuso de poder na aprovação do plano. Consultada sobre o contencioso e o pedido de cancelamento da emissão de debêntures, a Leste Credit informou que “nosso conhecimento se limita às notícias veiculadas”. A gestora negou qualquer vínculo com o BTG. Este, por sua vez, não quis se pronunciar.

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23.01.19

BB vs. BR Pharma

O Banco do Brasil deverá entrar na Justiça para suspender o plano de recuperação judicial da BR Pharma, holding do varejo farmacêutico que soma uma dívida de R$ 1 bilhão. A área jurídica do BB elencou uma série de irregularidades na proposta apresentada pela companhia.

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04.11.18

BB vs. BR Pharma

Um dos principais credores da BR Pharma, o Banco do Brasil está entrando na Justiça para derrubar o plano de recuperação judicial da rede de drogarias aprovado pelos credores. Deverá ser acompanhado por pesos-pesados da indústria farmacêutica, que apontam irregularidades no plano. Sobre a mesa um passivo da ordem de R$ 1,2 bilhão.

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17.09.18

BR Pharma x BTG

Paulo Remy, dono da BR Pharma, está disposto a brigar na Justiça contra o BTG, maior credor da empresa, caso o banco não aprove a venda da Farmais. Trata-se da última sobrevivente entre as redes de drogarias que compunham a holding. A briga é antiga. Remy acusa o BTG, ex-controlador da BR Pharma, de ter passado o negócio adiante cheio de “pílulas” fora da validade.

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13.06.18

Grupo Ultra tem um remédio para a Big Ben

O Grupo Ultra garimpa as raspas e restos do que já foi um dos maiores conglomerados de varejo farmacêutico do país, a BR Pharma – em recuperação judicial. O alvo principal é a bandeira Big Ben, uma das últimas sobreviventes do esfarelamento da holding criada pelo BTG e vendida, no ano passado, ao empresário Paulo Remy. O Ultra estuda uma posologia que lhe permita ficar com a marca Big
Ben e as poucas lojas que restaram, sem assumir as dívidas referentes à empresa – o passivo total da BR Pharma é de R$ 1,2 bilhão. No auge da operação, ainda sob controle do BTG, a bandeira chegou a ter mais de 200 drogarias no Norte e Nordeste. Hoje, sobram cerca de 30 farmácias. Na avaliação da Extrafarma, o braço do Ultra para o varejo farmacêutico, a Big Ben ainda é uma marca com razoável recall, capaz de sustentar um plano de expansão nas duas regiões.

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20.02.18

CVS tem o remédio para a BR Pharma

A norte-americana CVS está disposta a ficar com parte do antigo espólio farmacêutico do BTG Pactual, leia-se a BR Pharma. Gigante mundial do setor, com vendas de US$ 170  bilhões, o grupo tem interesse na compra da Big Ben. Trata-se de uma das três bandeiras que compõem a BR Pharma, em recuperação judicial com mais de R$ 1 bilhão em dívidas. A Big Ben é um exemplo do esfarelamento do conglomerado montado pelo BTG e vendido ao investidor Paulo Remy em abril de 2017. Hoje, estaria avaliada em aproximadamente R$ 250 milhões, quase a metade dos R$ 480 milhões que custou há seis anos. A CVS enxerga na aquisição o passaporte para o Norte e o Nordeste, onde estão as mais de 130 lojas da Big Ben. Hoje, a presença dos norte -americanos no mercado brasileiro, por meio da Drogaria Onofre, está restrita a São Paulo, Rio e Minas Gerais.

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25.01.18

Extrafarma tem a cura

A Extrafarma, leia-se Grupo Ultra, tem interesse na compra da Big Ben. Trata-se de uma das redes farmacêuticas penduradas na holding BR Pharma, que entrou com pedido de recuperação judicial. A empresa tem cerca de 170 lojas nos estados de Pernambuco e Pará.

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19.01.18

BR Pharma: uma dura lembrança para o BTG

O RR teve a informação de que a BR Pharma, hoje pertencente ao investidor Paulo Remy, estuda entrar na Justiça contra o BTG. A instituição financeira é ex-controladora da empresa, que entrou com pedido de recuperação judicial na semana passada. Consultada, a holding de drogarias não quis se pronunciar, alegando se “tratar de companhia de capital aberto”. A newsletter, então, perguntou ao BTG se ele tinha “conhecimento da intenção dos atuais controladores da BR Pharma de acionar o banco na Justiça?”. De uma forma despropositada, em um tom intimidatório, o banco respondeu que “repudia insinuações levianas a seu respeito e reforça que a lei 7.492 de 1986, em seu artigo 3o, tipifica como crime divulgar informações falsas ou prejudicialmente incompletas sobre instituição financeira”. O RR tem compromisso com o furo e ousa fazer pequenas análises, expondo vísceras e vértebras das empresas, muitas vezes com uma linguagem irônica. Devem ser essas as razões para o incômodo anormal demonstrado pelo BTG.

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