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10.06.22

Gigante dos outlets

O mercado brasileiro de shoppings está efervescente: em meio à fusão entre BR Malls e Aliansce Sonae, a norte-americana Simon Property estaria preparando sua entrada no país. Trata-se de um dos maiores grupos de outlets dos Estados Unidos, com receita anual na casa dos US$ 5 bilhões.

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09.06.22

Venda pré-datada

A Aliansce Sonae negocia a venda integral das suas participações no Uberlândia Shopping e o Boulevard Londrina. Trata-se de uma espécie de “Operação Acalma Cade”. A Aliansce já está se desfazendo de ativos para facilitar a aprovação da sua fusão com a BR Malls.

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O apetite do Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) pelo Brasil é cada vez maior. Um dos principais artífices da fusão entre BR Malls e Aliansce, o CPPIB prepara uma nova rodada de investimentos no país em parceria com a GLP (Global Logistic Properties). Com sede em Cingapura, a GLP administra mais de R$ 14 bilhões em parques e condomínios logísticos no Brasil.

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19.05.22

Ancar Ivanhoe reage à fusão entre BR Malls e Aliansce

A Ancar Ivanhoe pretende dar uma resposta imediata à fusão entre BR Malls e Aliansce Sonae. O RR apurou que o grupo carioca está em conversações com a General Shopping, pertencente à família Veronezi. Há dois modelos sobre a mesa: a compra somente de alguns dos shoppings da companhia ou a aquisição do controle, ou seja, a participação de 75% dos Veronezi.

Nesse caso, a Ancar, leia-se a família Carvalho e fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ), terá de assumir o passivo da General Shopping, da ordem de R$ 600 milhões – uma boa parte em dólar. Tem seus contras e seus prós. Nesse cenário, a empresa carioca pulará de 24 para 39 shopping centers em todo o país, atrás somente da dobradinha BR Malls/ Aliansce (69 shoppings). Procuradas pelo RR, Ancar e General Shopping não quiseram se pronunciar.

A investida sobre a General Shopping é só o ponto de partida. De acordo com a mesma fonte, a família Carvalho e a CDPQ já discutem uma injeção de capital na Ancar, com o objetivo de financiar um plano de aquisições.

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12.05.22

Operação-abafa

A fusão com a Aliansce Sonae ainda enfrenta a resistência de dois fundos minoritários da BR Malls. Nada que não possa ser atropelado pelo rolo compressor montado pela canadense CCPIB, maior acionista da empresa e principal artífice do M&A.

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06.04.22

Um pé na porta da BR Malls

Os sócios da Aliansce, à frente o Canada Pension Plan Investment Board (B), estão costurando uma coalizão com um dos principais acionistas da BR Malls, um fundo norte-americano. Trata-se de um movimento que pode ser decisivo. Com o acordão, a Aliansce ganharia ainda mais munição para um take over sobre a BR Malls. Ressalte-se que o próprio CPPIB já tem cerca de 15% do capital desta última.

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16.03.22

Rússia x Ucrânia

A Aliansce dá uma no cravo e outra na ferradura. Mesmo após ter apresentado uma nova proposta de fusão à BR Malls, segue comprando ações da empresa em mercado. Já teria quase 7% do capital da companhia, pulverizado em Bolsa. Ou seja: a ameaça de um take over da BR Malls está mais vida do que nunca.

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04.03.22

Chumbo trocado

A BR Malls estuda responder à investida da Aliansce na mesma moeda, ou seja, comprando ações da empresa em Bolsa. Seria uma forma de viabilizar, mais à frente, uma eventual oferta hostil pela companhia. Ou, ao menos, uma maneira dos acionistas da BR Malls aumentarem seu poder de fogo no caso de uma fusão. Até agora a Aliansce está em vantagem: já comprou 5% da concorrente.

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O fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec, que administra mais de US$ 320 bilhões, está garimpando ativos em shopping centers no Brasil. No setor, corre a informação de que poderá se juntar à conterrânea Canada Pension Plan Investment, acionista da Aliansce e da BR Malls.

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01.02.22

BR Malls faz uma guinada na direção da Ancar Ivanhoe

A BR Malls está chacoalhando o mercado de shopping centers. O RR apurou que a empresa vem mantendo conversações para uma possível fusão com a Ancar Ivanhoe. O negócio resultaria em um grupo com mais de 60 shoppings e receita líquida superior a R$ 2 bilhões por ano. Ressalte-se que, em 2020, as duas companhias chegaram a ensaiar uma associação, mas as tratativas ficaram pelo caminho. A operação ressurge agora em um momento crucial. Trata-se de um Plano B da BR Malls diante das sinuosas e ásperas conversas para uma fusão com a Aliansce Sonae. Conforme o RR antecipou em 12 de janeiro, as duas empresas divergem quanto à participação que caberia aos acionistas de cada uma delas na nova companhia. Além disso, os acionistas da BR Mall acusam a Aliansce de estar tramando uma aquisição hostil. De acordo com a fonte do RR, o artífice dessa possível tentativa de take over seria o fundo canadense (Canada Pension Plan Investment Board), maior acionista da Aliansce e sócio minoritário da BR Malls.

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