fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
08.11.19

BR Malls põe mais dois shoppings na vitrine

A BR Malls estaria em conversações com a Hedge Investment para a venda dos shoppings São Luís, no Maranhão, e Via Brasil, no Rio de Janeiro. A dupla negociação envolveria algo em torno de R$ 200 milhões. Trata-se de mais um movimento da BR Malls para seu portfólio. Em julho, a empresa vendeu sete shoppings de uma só vez para um fundo do BTG

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

02.08.19

BTG faz um arrastão de shoppings

A iminente compra de sete shopping centers da BR Malls é só o hors d´óeuvres. O RR apurou que, entre negociações já engatilhadas e ativos sob monitoramento, os executivos do banco estão debruçados sobre 25 shoppings, mais da metade na Região Sudeste. Parte da munição financeira poderá vir de dois dos principais fundos imobiliários do BTG – XP Malls e LOB Malls. Ambos somam quase R$ 2 bilhões em recursos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.05.19

BR Malls vai ao mercado

A BR Malls, que no passado recente chegou a ensaiar uma fusão com a Aliansce, hoje se dedica a arrumar a casa. A administradora de shoppings está preparando uma nova emissão de títulos no exterior, com o objetivo de alongar sua dívida. A fornada deve chegar a R$ 300 milhões. Em março, a empresa emitiu cerca de R$ 500 milhões em debêntures. Na BR Malls, o equacionamento do passivo de curto prazo é tratado como condição sine qua nom para a companhia voltar ao game dos M&As – a Aliansce, por exemplo, está prestes a se unir à Sonae Sierra.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.04.19

Um pé no shopping, outro no e-commerce

Se, de um lado, está prestes a fechar a fusão com a Sonae Sierra, do outro, a BR Malls aposta suas fichas no e-commerce. Está garimpando startups, com o objetivo de montar um colar de participações, a exemplo da associação com o Delivery Center, aplicativo de entregas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.02.19

BR Malls na fila do caixa

O ano de 2019 começou frenético na BR Malls. Além da iminente negociação do Sete Lagoas, em Minas Gerais, colocou à venda participações em shopping centers no Maranhão e Amazonas. Em contrapartida, segundo o RR apurou, a companhia deverá anunciar nos próximos dias a aquisição de um pacote de seis shoppings do grupo catarinense Almeida Jr.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.07.18

Aliansce e BR Malls

Prestes a assumir a presidência da Aliansce, Rafael Sales já tem uma missão capital: reabrir as conversações para uma fusão com a BR Malls. Em jogo, a criação de uma administradora de shoppings com valor de mercado da ordem de R$ 12 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.03.18

GP embarca na associação entre BR Malls e Aliansce

A GP Investimentos está na linha de frente de uma grande operação de M&A na área de shopping centers. A gestora surge como o liaison das negociações entre a BR Malls e  a Aliansce, que se desenrolam desde o ano passado. A eventual associação daria origem a uma empresa com mais de 60 shoppings, valor de mercado da ordem de R$ 9 bilhões e um Ebitda combinado em torno de R$ 1,5 bilhão. A princípio, a GP entrou em cena como adviser, mas a ideia é que ele tenha uma participação no capital da nova companhia. Seria a sua volta ao setor de shoppings. Ou melhor: a volta para a casa. A BR Malls nasceu da associação entre a própria GP e a Equity International, do investidor norte-americano Sam Zell – a gestora permaneceu no capital da empresa até 2010. Ressalte-se que ela tem ampliado sistematicamente seus investimentos em real estate por meio da BR Properties, dona de prédios comerciais. Por falar em regressos, outro déjà vu estaria reservado para a gestão da nova companhia: o nome de preferência da GP para reger o negócio seria o de Carlos Medeiros. Ex-sócio da própria gestora de recursos, Medeiros comandou a BR Malls por mais de uma década. Era tratado no mercado como “dono” da companhia, tamanho o seu poder e ascendência sobre os acionistas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14/03/18 22:33h

GP embarca na associação entre BR Malls e Aliansce

disse:

[…] Fonte: Relatório Reservado […]

14/03/18 22:33h

GP embarca na associação entre BR Malls e Aliansce

disse:

[…] Fonte: Relatório Reservado […]

09.01.18

BR Malls vende shoppings a granel à espera da Aliansce

A BR Malls, segundo o RR apurou, abriu negociações para a venda dos shoppings Casa & Gourmet e Via Brasil, ambos no Rio de Janeiro, e Top Shopping, localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A intenção da companhia é se desfazer integralmente de suas participações, respectivamente de 100%, 49% e 35%. De acordo com a mesma fonte, a operação deverá render algo em torno de R$ 400 milhões.

Ressalte-se que, em dezembro, a empresa se desfez de dois shoppings no Nordeste, em Maceió e Natal. Na ocasião, anunciou também negociações para a venda de outros três empreendimentos, Shopping Paralela (BA), Granja Vianna (SP) e Ilha Plaza Shopping (RJ), à HSI/Saphyr – segundo a fonte do RR, a operação deverá ser sacramentada em até 30 dias. Serão aproximadamente R$ 800 milhões a mais na mão. Às vezes um charuto é apenas um charuto, dizia Freud.

No entanto, tudo leva a crer que a seguida desmobilização de ativos da BR Malls vai além de uma mera redução do portfólio ou mesmo de uma operação para fazer caixa. A liquidação de tantos empreendimentos em um curto espaço de tempo é vista no mercado como a evidência mais forte de que a propalada fusão com a Aliansce é iminente. Já seria parte de um acordo com o empresário Renato Rique e o fundo Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), os dois maiores acionistas da Aliansce. Por sinal, o próprio fundo de pensão canadense é o principal liason entre as duas empresas: o CPPIB também é acionista da BR Malls. As duas administradoras estariam fazendo uma decantação de suas respectivas carteiras, desfazendo-se de ativos menos rentáveis. Coincidência ou não, também em dezembro a Aliansce anunciou a venda de 24% do Caixas Shopping.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.12.17

Três em um

A General Shopping teria batido à porta da BR Malls e da Aliansce com a proposta de uma tríplice associação. Dessa coqueteleira, poderia sair uma empresa de shoppings com valor de mercado de R$ 15 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.11.17

BR Malls e Aliansce são peças de difícil encaixe

As tratativas para uma associação entre a BR Malls e a Aliansce têm esbarrado na dificuldade de definir as  participações que caberiam a cada um dos atuais acionistas das duas empresas na nova holding de shopping centers. A lógica indica que o Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), sócio de ambas e principal artífice da operação, terá a maior fatia do capital. A partir daí, a questão é como acomodar as gestoras de recursos que dividem o manche na BR Malls, notadamente a norte-americana BlackRock e a Dynamo, e o empresário Renato Rique – fundador e segundo maior acionista da Aliansce. Do lado desta última, há ainda o GIC, fundo soberano de Cingapura, e a norte-americana Jaguar Real Estate Partners, que, juntos detêm quase 16% da administradora de shopping centers. Todos puxam a corda para o seu lado, na tentativa de manter sua participação proporcional e não perder espaço no Conselho de Administração da nova empresa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.