Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
16.11.18
ED. 5995

Bozano antecipa seu primeiro ano letivo pós-Paulo Guedes

A Bozano Investimentos ensaia sua primeira operação após a saída de Paulo Guedes. A companhia estaria em negociações para a compra da Unigranrio. As cifras no quadro-negro giram em torno dos R$ 600 milhões. As tratativas envolvem a transferência dos dez campi da universidade carioca. Há cerca de dois meses, a Ser Educacional, do empresário cearense Janguiê Diniz, esteve perto de fechar a aquisição da Unigranrio. O negócio, no entanto, teria esbarrado na discordância em relação a valores e no passivo fiscal da empresa – a dívida seria da ordem de R$ 100 milhões. Consultada, a Unigranrio confirmou o encerramento das conversas com a Ser e informou que não há qualquer negociação em curso “neste momento”. A Bozano, por sua vez, não foi tão assertiva: “Por questões de confidencialidade não podemos nos manifestar de forma positiva nem negativa sobre negociações”. Para bom entendedor… A área de educação, não custa lembrar, está no centro das denúncias que pairam sobre o futuro ministro da Economia. O Ministério Público investiga supostas irregularidades em aplicações feitas por fundos de pensão na BR Educacional, private equity que era gerido por Paulo Guedes na Bozano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.08.16
ED. 5444

Indigo busca vaga no controle da BahiaPark

 No momento em que sócios entram e saem da Estapar – casos, respectivamente, do norte-americano Sam Zell e da Bozano Investimentos –, sua maior concorrente no Brasil acelera em busca de aquisições. O alvo da francesa Indigo, nova marca da Moving Vinci, é a BahiaPark, maior rede de estacionamentos do eixo Norte-Nordeste. A companhia é controlada pela Sinart, do empresário Henrique Pedreira, que atua ainda na gestão de terminais rodoviários, aeroportos e em hotelaria. Procurada, a Indigo confirmou que “está prospectando aquisições no Norte e Nordeste.” Disse também que a BahiaPark “ainda” não foi contatada. Para bom entendedor…  A Indigo tem mais de R$ 500 milhões para investir no Brasil. A incorporação da BahiaPark daria o maior gás aos números do grupo no país. O faturamento saltaria de R$ 450 milhões para mais de R$ 650 milhões por ano. Significa dizer que a participação do Brasil na receita global subiria de 15% para mais de 20%. O Ebitda da operação brasileira sairia dos atuais R$ 50 milhões para algo próximo de R$ 70 milhões. A Indigo saltaria ainda de 140 mil para quase 180 mil vagas em todo o país. No entanto, o caminho para a tão almejada liderança do setor ainda é longo. A Estapar, leia-se BTG, soma mil estacionamentos com mais de 360 mil vagas. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BahiaPark.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.08.16
ED. 5437

Bertelsmann e Pearson fazem um dueto na área de educação

 Uma aliança anglo-saxônica, formada por dois gigantes globais da área de educação, promete chacoalhar ainda mais o mercado brasileiro. A alemã Bertelsmann e a britânica Pearson estão se unindo para a aquisição de universidades no país. De acordo com a fonte do Relatório Reservado, que conhece como poucos os movimentos dos ingleses no Brasil, a dupla deverá contar ainda com a luxuosa companhia da Bozano Investimentos, gestora de um fundo para a área de educação que tem os próprios alemães como principais cotistas. O objetivo da Bertelsmann e da Pearson é adquirir universidades de razoável porte que não podem mais ser incorporadas pelos grandes grupos do setor, a começar pela dobradinha Kroton/Estácio, porque fatalmente a operação esbarraria nos órgãos de defesa da concorrência. Enquadra-se nesse perfil a Unip, do empresário João Carlos Di Gênio, um dos ativos do setor mais cobiçados por investidores internacionais.  Alemães e britânicos têm um ponto em comum: por ora, não possuem ativos físicos na área de educação no Brasil. Tanto Bertelsmann quanto Pearson já compraram sistemas de ensino, mas se ressentem da falta de uma operação presencial que dê escala aos seus negócios no país. A operação tem como base financeira, além dos recursos de caixa da dupla, o fundo Bozano Educacional II, com R$ 800 milhões captados, sendo 40% da Bertelsmann. A proposta é que a Pearson compre cotas e amplie para R$ 1 bilhão os recursos disponíveis. Deverá ser ainda lançado outro fundo, desvinculado da Bozano e com estimativa de captação bem maior. No total, entre recursos próprios e do mercado financeiro, a Bertelsmann e a Pearson terão à disposição em torno de R$ 2 bilhões para o plano de aquisições de concorrentes de médio e grande portes.  As duas empresas já têm um ponto em comum no Brasil. São sócias da Companhia das Letras , com 45% da editora por meio da Penguin Random House. Os alemães e britânicos enxergam uma lição de sinergia entre os mercados editorial e de educação. As universidades compradas pela dupla formariam um mercado cativo para o material didático produzido por suas próprias editoras. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Bertelsmann e Pearson.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.07.15
ED. 5171

Como se previa, “Te Terminator”

Como se previa, “The Terminator” is back. Após anunciar um novo fundo para a área de educação, Julio Bozano dedica-se à montagem do segundo private equity da Bozano Investimentos para o setor de varejo. Mesmo com a inapetência do capital estrangeiro em relação ao Brasil, Bozano confia no diferencial da sua imagem para captar o equivalente a R$ 1,2 bilhão. É exatamente o dobro do valor do primeiro fundo, o Varejo e Serviços 1, que teve participações no Hortifruti, Estapar e Forno de Minas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.