Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
26.06.17
ED. 5647

Bye, bye, Magnesita?

Burburinho do momento no mercado: a Magnesita fecha o capital na Bovespa e passa a ser listada na Bolsa de Londres. Sentido faz: a austríaca RHI, nova controladora da fabricante de refratários, já tem capital aberto na City.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.11.16
ED. 5493

Fora da bolsa

 A fusão com a austríaca RHI deverá levar ao fechamento de capital da Magnesita na Bovespa. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Magnesita.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.09.16
ED. 5465

Cofco transforma o Brasil em epicentro da sua operação global

 O mercado brasileiro será o centro das operações da Cofco International, o braço agrícola do grupo chinês que arrematou os ativos da Noble Group e assumiu o controle integral da trading holandesa Nidera. Apesar de a Bovespa estar fora da lista de bolsas que o grupo estuda para abrir o capital da controlada, o Brasil deverá ser a sede mundial da Cofco International e beneficiário de 40% dos investimentos de US$ 3 bilhões previstos para serem feitos até 2017 no mundo. Segundo a fonte do RR, que conhece bem o plano, a maior parte dos recursos será direcionada à instalação de plantas industriais da Cofco. Nada de aquisições. Na ponta do lápis, sai mais barato importar os equipamentos da China do que comprar ativos prontos.  Será construída uma unidade de processamento de soja no Mato Grosso, a segunda no estado, o que aumentará em 60% a capacidade produtiva da companhia no país. Serão 30 milhões de toneladas de grãos por ano, um terço do que o grupo processa no mundo. A Cofco vai ainda ampliar de 15 milhões para 20 milhões de toneladas a moagem de cana de açúcar no mercado brasileiro com a instalação de sua quinta usina sucroalcooleira no estado de São Paulo.  Ainda neste ano, a operação brasileira passará a representar 15% da receita mundial de US$ 40 bilhões da Cofco International. Será um aumento de 40% no faturamento da filial. É o melhor resultado entre os 29 países onde a companhia asiática atua. Por essas e outras que os chineses escolheram Matt Jansen para ser o CEO da Cofco International. O executivo atuou aqui por sete anos e foi o principal defensor da ideia de que o Brasil se tornasse quartel general do grupo chinês. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Lotes e lotes de ações da Gafisa na Bovespa. No mercado, ninguém tem dúvida de que a Pátria Investimentos ficou com uma parte expressiva do que foi negociado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.07.16
ED. 5410

AmBev não é uma empresa-cidadã

 A Central Única dos Trabalhadores (CUT) pretende fazer uma campanha para retirar dos rankings das Maiores e Melhores que pululam na mídia as empresas com grande número de denúncias e condenações por práticas de assédio moral e escravismo, segundo apurou o RR. A gigantesca Ambev volta e meia aparece no top ten quando se fala de ambos os quesitos. Uma simples busca no Google revela que a cervejeira está associada direta ou indiretamente a 38.400 menções de assédio moral coletivo (dia 8/07). A tendência é que essas empresas monopólicas ou oligopólicas que escondem sua bipolaridade social através de um marketing de gestão espetacular desapareçam de rankings, ratings e índices de performance. Basta que se comece a implementar filtros de práticas sociais nocivas. O mercado de capitais também deve enquadrar a Ambev. Os índices de sustentabilidade da Bovespa (ISE) e da Dow Jones levam em consideração equilíbrio ambiental e justiça social. Não são os melhores predicados da Ambev, com toda a certeza. A cervejeira apresenta com pompa relatórios adornados e sondagens internas não auditadas, mas não revela a natureza das suas pendências na Justiça do Trabalho. Os demonstrativos dourados, da cor da cerveja, são capturados junto a população do andar de cima da companhia. São salários de R$ 11 mil a R$ 18 mil só na partida, com os trainees sendo tratados a banho de leite. Esse é o maior marketing da companhia. _____________________ Equipes de venda foram forçadas a usar chapéu de chifre, saia e batom _____________________  Valoração do capital humano, avaliação 360 graus e reuniões de feedbacks são exaustivamente mencionadas como pepitas da cultura de gestão da empresa em reportagens que invariavelmente citam o poderoso CEO, Carlos Brito, como uma demonstração do trainee que deu certo. É uma prática que surte efeito. Com uma ressalva: especialmente entre o pessoal que frequenta o site www.queroserambev.com.br. Já a turma do chão da fábrica e os que trabalham na máquina de venda da companhia, quando se pronunciam, injuriados – e com compreensível medo de fazê-lo – preferem sites como o www.euodeioambev.com.br. A empresa é contumaz denunciada em casos tétricos de assédio com uma coleção de sentenças negativas. Em Sergipe, funcionários foram obrigados a fazer flexões acima da sua capacidade física. Em fevereiro deste ano, a companhia teve recurso negado para anular na Justiça uma ação contra o procedimento de colocar deitado em caixões com galinhas enforcadas os profissionais que não cumpriram metas. Um ex-empregado da cervejeira em Minas Gerais, que teve ganho de causa no Tribunal Superior do Trabalho (TST), revelou as práticas dos capatazes da Ambev de colocarem a equipe de venda com chapéu de chifre, saia e batom.  A recorrência da companhia em um comportamento incompatível com regras salutares levou-a inclusive a firmar Termo de Ajuste de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público do Trabalho, comprometendo-se a orientar seus funcionários a evitar atitudes que possam promover o desrespeito mútuo. O TAC foi acordado em 2004. Pois bem, em 2014, o Ministério Público do Trabalho em Alagoas processou a companhia em R$ 1 milhão por infrigir humilhações aos seus funcionários. Certamente, os episódios não serão publicizados pela comunicação que propala as maravilhas da Universidade Lemann, entre outras marketadas. Duvida-se que os Marcel Telles e Vicente Falconi, síndico e mentor do andar de cima, saibam da missa a metade.  A Ambev contra-argumenta com sua versão de o filme O Porteiro da Noite, de Liana Cavani, na qual a personagem desenvolve uma dependência pelo torturador. Os profissionais, quando aceitam o trabalho, sabem da cultura competitiva, da busca pela superação. São esses que, na partida e em tese, estariam prontos para enfrentar abusos como corredor polonês, tapas nas costas e ficar de castigo em pé durante horas (caso de assédio moral coletivo julgado em 2004). Os incomodados que se mudem. Ou entrem na Justiça. São esses desertores que dão transparência a um dos pilares da lucratividade da empresa: a chibata moral. Nem tudo são orçamento base zero ou, na extremidade oposta, forçar vendedores evangélicos a fazerem demonstrações com garotas de programa para um batalhão de vendas (sentença favorável do TST). Há mais entre o céu e a terra do que a simples interpretação da Ambev como uma empresa movida à meritocracia.  O marketing da Ambev dilui no case de gestão de excelência o impacto da condição monopolística e de abuso do poder econômico. Como _____________________ Há 58 mil menções no Google associando a AmBev à escravocracia _____________________ não lembrar do programa de “fidelização com algemas” dos pontos de venda. Por conta dele, a empresa foi multada pelo Cade inicialmente em R$ 350 milhões. Depois de negociações a fatura desceu para R$ 221 milhões. Sim, existem evidências de que a cervejeira mete medo nos seus parceiros. É conhecida a política de refrigeração da companhia, já investigada pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) – acordos pelos quais a Ambev fornece freezers para varejistas com a condição de que eles os utilizem apenas para a venda de produtos da sua marca. Imagina-se que com seu poder de fogo, uma boa parte das inserções contrárias à cervejeira já tenha sido apagada dos sites de busca. Mas os registros do seu lado sinistro permanecem lá, nublando o seu lado solar. A Ambev são duas empresas. Uma é a firma premiada pelo Instituto Great Place to Work como uma das 100 melhores empresas do país para trabalhar. A outra é a que enche a internet com um total de 58.800 menções – associações diretas ou indiretas – a escravatura, segundo o Google (dia 8/07). Essa combinação de ações mefistofélicas com governança de luxo pode continuar dando sucesso econômico-financeiro. Mas a Ambev não deve mais ir para o trono das companhias que são referência. O RR encaminhou diversas perguntas à Ambev e fez vários contatos com a empresa. Porém, até 19h34, em ponto, não recebeu qualquer manifestação da companhia sobre os assuntos tratados nessa matéria.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.03.16
ED. 5324

Novela sem fim

  A BM&F Bovespa apresentará, até o fim do mês, uma nova proposta de compra da Cetip. Desta vez, irá com menos sede ao pote. Conforme o RR antecipou no dia 15 de janeiro, os sócios da Cetip rejeitaram a oferta pela totalidade de suas ações. Querem manter uma participação minoritária no negócio. Procurada pelo RR, a BM&F Bovespa não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.07.15
ED. 5158

Alça de mira

A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) está fechando o cerco aos fundos de pensão deficitários. Além de intensificar o trabalho de fiscalização, a autarquia costura convênios com Bovespa e CVM para cruzar dados referentes a s participações societárias das fundações em empresas de capital aberto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.06.15
ED. 5139

Creme de papaya

Se o IPO na Nasdaq, no valor de até US$ 90 milhões, é o prato principal no cardápio da Fogo de Chão, a sobremesa poderá ficar por conta da emissão de BDRs na BM&F Bovespa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.04.15
ED. 5105

Bolsa de energia

A Bovespa retomou o projeto de montar uma bolsa de energia. A ideia é atrair distribuidoras e geradoras para serem sócias na operação. Em um primeiro momento, o balcão ficaria restrito a  negociação de contratos de energia termelétrica.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.01.15
ED. 5050

A Grendene prepara uma oferta primária de ações na Bovespa

A Grendene prepara uma oferta primária de ações na Bovespa equivalente a 5% do seu capital ordinário. Os recursos serão usados em aquisições de concorrentes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.