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13.01.22

O mergulho da Equatorial

O que se diz nos corredores do BNDES é que a Equatorial Energia está submersa nos números da operação de saneamento na Paraíba. O leilão, sob regência do banco, está previsto para este ano. A Equatorial, ressalte-se, entrou recentemente no setor com a compra da concessão de saneamento do Amapá.

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29.12.21

Mais concessões à vista

O governo do Maranhão mantém conversações com o BNDES em torno da possível concessão dos serviços de saneamento no estado. O governador Flavio Dino quer deixar tudo engatilhado até abril, quando deve se desincompatibilizar do cargo para disputar a eleição ao Senado.

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23.12.21

Governo da Bahia e VLI estão a um passo dos tribunais

O governo da Bahia e a VLI – leia-se Vale, Mitsui, Brookfield e BNDES – estão à beira de um contencioso. Segundo o RR apurou, a estatal Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) pretende entrar na Justiça contra a empresa de logística, controladora da Ferrovia Centro -Atlântica (FCA). Um dos objetivos é brecar a renovação antecipada da concessão da FCA, neste momento tema de tratativas entre a VLI e a ANTT.

O governo baiano alega que o mau estado de conservação da ferrovia tem inviabilizado novos investimentos em mineração no estado. De acordo com a fonte do RR, ao menos dois grandes projetos, da ordem de R$ 5 bilhões, estariam parados por conta de gargalos logísticos relacionados à FCA. Coincidência ou não, os investimentos em conservação da ferrovia em território baiano começaram a escassear depois que a Vale, uma das maiores acionistas da VLI, encerrou sua operação de ferroligas de manganês no estado.

Em conversa com o RR, a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral informou que, “no momento” não há qualquer ação judicial contra a VLI. Talvez seja só uma questão de tempo. A empresa confirmou à newsletter que “tem consultado órgãos do Governo da Bahia, como a Procuradoria Geral do Estado e a Secretaria de Infraestrutura, para que se trace uma estratégia conjunta de defesa da logística ferroviária utilizando todos os meios possíveis”. A CBPM também relatou ao RR que tem questionado a VLI através de ofícios enviados à ANTT, o mais recente na segunda semana de novembro. Também procurada, a VLI não quis se pronunciar.

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21.12.21

O carbono do BNDES

A meta do BNDES é fechar as primeiras operações de compra de crédito de carbono até junho de 2022. Trata-se de uma corrida contra o relógio. O projeto ainda precisa passar pelo crivo do Conselho do banco.

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16.12.21

Conta-gotas

O radar do BNDES já captou sinais de que o leilão do Bloco 3 da Cedae, marcado para o dia 29 de dezembro, terá um ágio bem baixinho, quase para cumprir tabela. O lance inicial é de R$ 1,1 bilhão.

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14.12.21

Pororoca

O governo do Amazonas abriu conversações com o BNDES para a privatização dos serviços de saneamento no estado. É projeto para 2023.

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29.11.21

As águas vão rolar 1

A julgar pelo número de possíveis interessados, os leilões dos Blocos B e C da Companhia de Saneamento de Alagoas, previstos para 13 de dezembro, prometem ser disputados. 11 empresas/investidores fizeram visitas técnicas à operação – informação confirmada ao RR pelo BNDES, responsável pela modelagem da privatização.

As águas vão rolar 2

O GIC, fundo soberano de Cingapura, e a Itaúsa estariam articulando um aumento de capital na Aegea Saneamento. Entre outros ativos, a empresa assumiu a concessão dos blocos 1 e 4 da Cedae.

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26.11.21

A volta de Joaquim Levy?

O ex-titular do Ministério da Economia no governo Dilma, Joaquim Levy, passou a ser cotado a ocupar o mesmo cargo na gestão Lula. Levy tem as bênçãos do mercado. E ainda dispõe de outro atrativo: intensificou-se tremendamente com a agenda ESG. Em tempo: Levy saiu do governo Bolsonaro, mais precisamente da presidência do BNDES, chamuscado. O que conta ponto junto a Lula e seu grupo mais próximo.

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26.10.21

Infraestrutura quer estimular produção de trilhos no Brasil

O Ministério da Infraestrutura tem feito estudos com o objetivo de incentivar a retomada da produção de trilhos no Brasil, praticamente extinta desde os anos 80. Uma das ideias sobre a mesa seria usar parte dos recursos arrecadados com as próprias concessões ferroviárias para financiar a instalação de uma fábrica do equipamento no país. Trata-se de um projeto complexo, a começar pela atração de um player internacional do setor. No governo, há quem defenda o resgate do velho modelo tripartite, ou seja, dividir o controle do negócio entre o capital privado nacional, um investidor estrangeiro e o Estado.

Nesse cenário, muito possivelmente o traçado desse projeto passaria pelo BNDES. Procurado, o Ministério da Infraestrutura não se manifestou. Ainda que Alemanha e Estados Unidos também tenham um grande parque fabril para a produção de equipamentos ferroviários, o mais provável é que esse projeto mire em um grupo chinês. Hoje, a maior parte dos trilhos usados no Brasil vêm do país asiático. Além disso, a chegada de um fabricante local poderia estar vinculada à eventual entrada da China Railway Corporation no país. Maior operador ferroviário da China, o grupo é apontado como candidato às próximas concessões do setor.

A falta de trilhos no mercado interno e os altos custos de importação são vistos no governo como um desestímulo a investimentos privados em ferrovias. É hora de afagar esse capital reticente. O que não falta é ativo para leiloar. Além dos projetos incluídos no PPI – como a Ferrogrão e a relicitação da Malha Oeste -, o Ministério da Infraestrutura lançou recentemente o Pró-Trilhos (Programa de Autorizações Ferroviárias). O programa prevê a licitação de dez novos trechos de ferrovias que somam um investimento de R$ 53 bilhões. O setor ferroviário é quase que 100% dependente da aquisição de peças no exterior.

O próprio governo é um dos principais atingidos. Hoje, a estatal Valec é a responsável pela construção de quatro grandes ferrovia – Norte-Sul, os trechos II e III da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, Ferrovia Transcontinental e a ligação da Norte-Sul com a Transnordestina. No ano passado, o governo chegou a criar um Comitê Técnico de Desenvolvimento da Transformação Mineral, cuja uma das funções seria a “realização de estudos para agregar valor aos produtos metalúrgicos de alta qualidade, o que inclui a produção de trilhos para expansão da infraestrutura ferroviária nacional”. De lá para cá, no entanto, nada aconteceu.

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26.10.21

Águas de Alagoas

O que se diz no BNDES é que a Aegea pretende entrar pesado no leilão do Bloco B da concessão de saneamento de Alagoas, previsto para o início de 2022. Consultada, a companhia diz que “está sempre atenta às novas oportunidades”.

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