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30.06.20

Tanque vazio 1

As montadoras começaram as negociações com o BNDES pedindo um apoio de R$ 7 bilhões, já estão na casa de R$ 1 bilhão e vão de se dar por satisfeitas se levarem R$ 500 milhões cada uma.

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24.06.20

Apenas para constar

No BNDES, predomina a percepção de que as audiências públicas para a privatização da Cedae, marcadas para amanhã e o dia 6 de julho, servirão somente para cumprir tabela. Com a pandemia e o impeachment na soleira do gabinete de Wilson Witzel, a operação virou água parada.

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18.06.20

Empresas-âncoras

Os bancos não ficaram nada satisfeitos com as “empresas-âncoras” do BNDES.

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O Ministério da Infraestrutura trabalha com a data de março de 2021 para o leilão da Ferrogrão. Segundo o RR apurou, a Pasta mantém tratativas com grandes tradings agrícolas interessadas no negócio, a exemplo da Louis Dreyfus, Amaggi e Cargill. Todas topam entrar na operação, desde que o BNDES, redescoberto com o coronavírus, faça parte do comboio. O investimento total beira os R$ 13 bilhões.

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21.05.20

Privatização standby

A equipe do governador Eduardo Leite tem feito seguidas reuniões virtuais com o BNDES em torno do processo de privatização da Sul-gás e da distribuidora de energia CEEE. A ordem no governo gaúcho é deixar tudo engatilhado para a venda das duas estatais no primeiro trimestre de 2021. Haja otimismo, bá!

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18.05.20

Ferrugem no casco

O que já era ruim ficou muito pior: com a pandemia, o fiapo de esperança que Camargo Corrêa e Queiroz Galvão tinham de vender o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) evaporou. Conversas que vinham sendo mantidas com investidores de Cingapura foram interrompidas. Em recuperação judicial, o EAS emborcou com uma dívida de R$ 1,4 bilhão – R$ 1 bilhão apenas com o BNDES. Hoje, trata-se praticamente de uma empresa fantasma. Não há mais do que 20 funcionários nas instalações do estaleiro em Pernambuco.

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18.05.20

Jetleg

Por mais paradoxal que possa parecer, a Gol deve receber um balão de oxigênio do governo peruano antes mesmo do apoio do BNDES. A companhia negocia com as autoridades do Peru sua adesão a um pacote de benefícios que será lançado no país para socorrer o setor de aviação civil.

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14.05.20

Água parada

Os estudos para a concessão dos serviços de saneamento no Acre e em Alagoas, que estavam a pleno vapor dentro do BNDES, foram para o freezer. É projeto para ser descongelado apenas em 2021. E olhe lá…

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05.05.20

Baixa voltagem

O BNDES é o fiel da balança da venda da AES Tietê. O banco trabalha para que a AES aceite a oferta da Eneva – leia-se a Cambuhy, dos irmãos Moreira Salles e o BTG. O banco enxerga uma janela de oportunidade: com o negócio, poderá reduzir sua exposição no capital da AES Tietê de 14,4% para algo próximo dos 6%.

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20.04.20

“Plano Marshall” começa a ganhar forma

O governo já discute possíveis modelos para o financiamento de um amplo programa emergencial de geração de investimento e emprego – o “Plano Marshall” brasileiro, como vem sendo informalmente chamado por economistas, entidades empresariais e pelas próprias autoridades. Segundo a newsletter Insight Prospectiva, que circula junto a um público seleto de empresários e formadores de opinião, um dos cenários mais prováveis envolveria investimentos da ordem de  R$ 1,2 trilhão na execução de grandes projetos de infraestrutura. Nesse modelo, a maior parte dos recursos, aproximadamente US$ 100 bilhões – ou R$ 500 bilhões –, sairia da venda de reservas  cambiais.

Entre outras fontes de receita estariam o BNDES, o Tesouro Nacional e os fundos de pensão. O banco de fomento, por exemplo, poderia entrar com R$ 200 bilhões – a esta altura, os pagamentos à União não fazem qual- quer sentido. Cerca de R$ 300 bilhões viriam da aplicação direta do Tesouro. Dentro do próprio governo, a percepção é que, para ser efetivo, o Plano de Recuperação Econômica  precisa ser praticamente um Estado dentro do Estado.

Ainda segundo Insight Prospectiva, sua gestão  caberia a um gabinete supraministerial, com orçamento separado e longe dos grilhões impostos pela PEC do Teto. E o governo nem precisaria perder tempo  em busca de um nome para o comando dessa missão. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, é considerado um executivo talhado para o desafio. Além da competência, Freitas reúne outros predicados. É jeitoso, não deixa arestas políticas e goza de prestígio no Congresso.

Oriundo do Exército, teria o apoio do núcleo militar do Palácio do Planalto. Ressalte-se que já existem projetos avançados nas Forças Armadas, notadamente no âmbito do Centro de Estudos Estratégicos do Exército (Ceeex), para um grande plano de recuperação dos investimentos na área de infraestrutura. O déficit de investimentos no setor é um problema antigo: o Brasil soma mais de 14 mil obras públicas paradas; cerca de 48% da população brasileira não têm acesso a rede de esgoto; a competividade logística do comércio exterior se deteriora a cada dia; o programa de expansão energética entrou em blecaute.

Com a pandemia da Covid-19, a questão ganha contornos ainda mais sérios. Será necessária uma grande cruzada pela retomada da economia e da geração de empregos. O plano de recuperação econômica incorporaria toda a agenda de concessões, PPPs e privatizações do governo. Teria ainda  um apêndice de política industrial.Se, há cerca de uma década ou mais, o Brasil tivesse um programa estratégico para o setor, parte do obsoleto e subaproveitado parque industrial poderia ter sido convertido para a produção de equipamentos de saúde, a exemplo de tomógrafos, aparelhos de raio-x e ultrassom.

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