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18.09.20

Privatização à vista

O Ministério da Infraestrutura, segundo o RR apurou, vai apresentar na próxima segunda-feira o modelo de privatização da Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo), desenhado pelo BNDES. Espera-se que não se repitam os contratempos do último dia 10, quando a Pasta reuniu uma seleta plateia de autoridades para discutir a proposta de desestatização dos Portos de Santos e de São Sebastião. O encontro estava marcado para às 17 horas, mas os representantes do Ministério da Economia, BNDES, Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União e Antaq tomaram um chá de cadeira de mais de duas horas até o início da apresentação.

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14.09.20

Facho de luz

Bateu uma lufada de otimismo na Avenida Chile: o BNDES trabalha para que a privatização do braço de distribuição da gaúcha CEEE seja realizado ainda neste ano. Com pandemia e tudo.

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02.09.20

Conta-gotas

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e o BNDES esbanjam otimismo: acham que dá para privatizar a concessão de saneamento da região de Cariacica ainda neste ano. Seria um aperitivo para os leilões do setor realmente para valer.

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21.08.20

BC passeia com o Tesouro por labirintos cambiais

O Banco Central propôs. Paulo Guedes adotou. O Tribunal de Contas da União aprovou. O Secretário do Tesouro Nacional vibrou. Tudo bem! Tudo ótimo! Mas não deixa de ser esquisito surgirem do nada R$ 520 bilhões aportados pela autoridade monetária no Tesouro Nacional para pagar o equivalente a 10% da dívida bruta interna. O RR aceita que “surgir do nada” é meia verdade.

O dinheiro surgiu do lucro obtido com as reservas cambiais devido à desvalorização do real. Uma estranha geringonça contábil que suportaria a seguinte extrapolação: uma boa maxidesvalorização do câmbio seria uma medida heterodoxa para pagar metade da dívida interna. Nesse momento, com a inflação mergulhando em queda livre, o BC poderia operar um aumento do câmbio que faria a festa dos exportadores e a alegria dos privatistas.

São conclusões incompletas de uma operação que já foi chamada no governo Temer de  “pedalada cambial”, uma insinuação ao passeio de recursos entre o Tesouro e o BNDES, que levou ao impeachment de Dilma Rousseff. O senador José Serra, um fiscalista de carteirinha, foi um dos que se levantaram para combater a contabilidade criativa da operação cambial. Como tudo no tempo muda, a começar pela pandemia e pela consistência técnica do presidente do BC, Roberto Campos Neto, foi achada uma nova ou não aparente função para as reservas cambiais. Que venham, então, novas desvalorizações.

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10.08.20

Quanto vale a grife Klabin?

O BNDES está montando uma tropa de choque para a assembleia de acionistas da Klabin, prevista para outubro. Já teria o apoio do The Bank of New York e de grandes fundos estrangeiros, também minoritários da empresa, para confrontar a polêmica proposta da família Klabin. O clã quer receber R$ 360 milhões paraencerrar o contrato pelo qual a fabricante de papel e celulose paga royalties aos seus próprios acionistas para usar o sobrenome Klabin. O BNDES acha que o “brasão” da família só vale R$ 140 milhões. Os Klabin contam com o apoio siderúrgico do Grupo Monteiro Aranha, dono de 7% do capital do grupo. Juntas, as famílias Klabin e Monteiro de Carvalho formam o “Centrão” da companhia.

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06.08.20

Segunda chance

A alemã RWE, que já esteve no Brasil, ensaia seu retorno para participar das privatizações da área de saneamento engatilhadas no BNDES.

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03.08.20

Dose dupla para a União

A exemplo do BNDES, a Eletrobras pretende reduzir ou vender integralmente sua participação na AES Tietê. Tomando-se como base a oferta apresentada pela norte-americana AES ao banco, sua fatia de 7,94% está avaliada em cerca de R$ 550 milhões. Procurada, a Eletrobras diz que “está sempre aberta a avaliar oportunidades de negócios”. Para bom entendedor…

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20.07.20

Preliminares

O governo goiano e o BNDES traçam as primeiras linhas para a privatização da estatal de saneamento Saneago.

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09.07.20

Rumo ao saneamento

A Equatorial Energia – um condomínio de grandes fundos de investimento, entre os quais o americano BlackRock e o canadense CPPIB – vai entrar nas privatizações de saneamento. No BNDES, sua participação no leilão da Companhia de Saneamento de Alagoas, previsto para setembro, é dada como certa. É só um aquecimento. O grande alvo da Equatorial seria a Cedae.

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08.07.20

O outro Paulo

Uma reunião em Petrópolis, na semana passada, praticamente enterrou as chances da candidatura do ex-presidente do BNDES Paulo Rabello de Castro à Prefeitura do Rio pelo PSD. A Rabello de Castro foi oferecido o comando da Fundação de Estudos Políticos, o think thank do partido. Pouco para quem deixou o PSC e entrou no PSD dando como certo ser o nome da sigla para a eleição municipal. Ou para quem ainda alimenta o sonho de ser Ministro da Economia.

Em tempo: o candidato do PSD à prefeitura do Rio deve ser o deputado federal e ex-presidente do Detran-RJ Hugo Leal.

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