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30.08.17

Baixa temporada sem fim na Blue Tree

O que está acontecendo com Chieko Aoki? Neste momento, o Blue Tree parece estar aberto apenas para check out, a julgar pelas seguidas perdas de contrato. O novo revés vem do ABC: segundo o RR apurou, o grupo está prestes a perder seu hotel em Santo André. Os donos do imóvel onde funciona o Blue Tree Towers All Suites procuram outra bandeira para fincar no local.

De acordo com a fonte do RR – um dos principais cotistas do fundo proprietário do empreendimento –, o distrato estaria relacionado à falta de transparência da Blue Tree em relação aos números da operação. Algo não muito distante do que ocorreu recentemente em Ribeirão Preto. Há dois meses, o grupo foi defenestrado do então Blue Tree Ribeirão antes mesmo da inauguração do hotel por não ter apresentado garantias financeiras para a gestão do negócio, conforme informou o RR na edição de 21 de junho.

No ano passado, em outro episódio rumoroso, ao encerrar o contrato de gestão do Búzios Resort Tucuns, a empresa de Chieko Aoki teria deixado para trás dívidas trabalhistas e tributárias. Procurada pelo RR, a Blue Tree disse “desconhecer a informação referente ao Blue Tree Towers All Suites Santo André”. Sobre Ribeirão Preto, afirmou que já “considera o hotel fora do seu portfólio”. De tropeço em tropeço, o Blue Tree fica cada vez mais distante dos planos idealizados por Chieko. Em meados da década passada, a empresária falava em duplicar a rede e chegar a 50 hotéis até 2010. Não chegou nem perto. Hoje, são 24, com viés de baixa.

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21.06.17

Blue Tree é “despejada” de Ribeirão Preto

Chieko Aoki, primeira dama da hotelaria nacional, está deixando Ribeirão Preto antes mesmo de fincar bandeira na cidade. Os sócios do Blue Tree Ribeirão decidiram romper o contrato com o grupo, que assumiria a gestão do hotel, sem sequer esperar pela inauguração do empreendimento, prevista para agosto. Entre seguidas divergências, a gota d ́água foi a recusa da Blue Tree em apresentar seus balanços. Os investidores queriam garantias da capacidade financeira da empresa para assumir o hotel. No setor, há muito disse-me-disse sobre a saúde da empresa de Chieko Aoki.

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15.09.16

A conturbada passagem de Chieko Aoki pela Rua das Pedras

 A Blue Tree abandonou o Búzios Resort Tucuns em abril deste ano, mas o Búzios Resort Tucuns não abandonou a Blue Tree. O empreendimento ressurge à frente da empresária Chieko Aoki sob a forma de um milionário contencioso. Os proprietários do imóvel e do terreno de 28 mil metros quadrados na Região dos Lagos – um pool que reúne mais de uma centena de investidores pessoa física – estão entrando na Justiça contra o grupo hoteleiro. Exigem da Blue Tree uma indenização de mais de R$ 50 milhões referente a pendências e passivos que teriam sido deixados para trás pela companhia. Segundo o RR apurou junto a um dos investidores, a Blue Tree teriam devolvido o resort com dívidas trabalhistas e tributárias superiores a R$ 30 milhões. Os proprietários do complexo acusam ainda a companhia de ter largado mão dos serviços de manutenção. Só na recuperação do sistema de ar condicionado os investidores alegam que terão de gastar aproximadamente R$ 14 milhões.  Há mais paralelepípedos na curta passagem de Chieko Aoki por Búzios do que em toda a Rua das Pedras – mundialmente famosa desde a estada de Brigitte Bardot no balneário, nos anos 60. Existem denúncias de que a Blue Tree não cumpriu cláusulas previstas no contrato e devolveu o imóvel sem centenas de peças do mobiliário. Os donos do empreendimento fizeram uma queixa na polícia de Búzios, denunciando a empresa hoteleira por estelionato. Procurada pelo RR, a Blue Tree informou que não reconhece as pendências financeiras e os problemas de manutenção. O grupo confirma, no entanto, a existência “de uma investigação em curso referente à denúncia caluniosa promovida por um investidor de Búzios, diretamente ligado ao mercado hoteleiro”. A Blue Tree garante que “adotará as medidas judiciais cabíveis contra tal ato.”  Os donos do resort contrataram a Wyndham Vacation para fazer uma auditoria no imóvel. Especializada em hotéis que operam no sistema compartilhado de hospedagem e de compra antecipada de diárias, a própria empresa estudou assumir o empreendimento. Traria a reboque sua controladora, a norte-americana Wyndham, maior rede hoteleira do mundo. No entanto, desistiu do negócio após mergulhar nos passivos do complexo. Conforme o RR informou na edição de 5 de agosto, a espanhola Iberostar também avalia o Búzios Resort Tucuns, mas qualquer possibilidade de acordo depende do pagamento das dívidas e de uma ampla reforma nas instalações do resort.

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05.08.16

Troca de bandeira

 A espanhola Iberostar teria demonstrando interesse em assumir a operação do resort em Búzios que, até abril, levava a bandeira da Blue Tree. Antes, a jamaicana Breezes já havia passado por lá, também ser ver a cor do lucro.

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02.10.15

CVM é uma pedra no caminho da Blue Tree

 A CVM jogou um balde de água fria nas pretensões de Chieko Aoki de inaugurar seu primeiro hotel no Rio de Janeiro antes dos Jogos Olímpicos. Na última terça-feira, dia 22, a autarquia determinou a suspensão da oferta pública de distribuição de contratos de investimento coletivo do Blue Tree Premium Design Hotel, localizado no Recreio, Zona Oeste da cidade. A venda das cotas está a cargo da construtora Calper, dona do imóvel. A CVM brecou a operação após identificar irregularidades na distribuição dos títulos e no prospecto de divulgação. A Calper tem até 30 dias para remontar a oferta e adequá-la à exigências do órgão regulador. Caso contrário, ela será cancelada em definitivo. Procurada, a CVM confirmou a suspensão da operação e informou já ter notificado a Calper, por meio do ofício nº 168/2015. Já a Blue Tree afirmou que a condução do processo “está a cargo dos incorporadores”.  Esta é a segunda vez em menos de seis meses que a CVM atravessa o caminho de Chieko Aoki. Em maio deste ano, em uma operação similar, a autarquia suspendeu a oferta de cotas do Blue Tree Valinhos, no interior de São Paulo – ver edição de 5 de maio. O novo imbróglio coloca um ponto de interrogação sobre um dos principais projetos do grupo. A parceria com a Calper é a grande aposta da Blue Tree para fincar sua bandeira no Rio. Pelo cronograma original, o hotel seria inaugurado em janeiro, o que permitiria a venda de pacotes para a Olimpíada com folga. Agora, este planejamento depende da Calper e, em última instância, da própria CVM. Se não atender às exigências da autarquia, a construtora será obrigada a devolver o dinheiro dos investidores que já compraram cotas do imóvel, refazer o project finance do empreendimento e, consequentemente, rever o cronograma de obras e a data de inauguração. Até lá, a pira olímpica já deverá ter se apagado.

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05.05.15

Blue Tree fica presa na porta giratória da CVM

 A empresária Chieko Aoki sofreu um inesperado golpe desferido pela CVM. A Superintendência de Registros Imobiliários (SER) da autarquia indeferiu o pedido feito pela Blue Tree de dispensa do registro de oferta pública para a venda de cotas do Blue Tree Valinhos, em São Paulo. A decisão lança uma série de interrogações sobre um dos principais projetos do grupo hoteleiro. O empreendimento, com 126 quartos, será construído sob o regime de “condo-hotel”. Por este modelo, o investidor compra cotas correspondentes a um ou mais apartamentos e recebe uma remuneração anual em cima dos resultados da operação hoteleira. Até o momento, a CVM já liberou outros 18 fundos semelhantes da obrigatoriedade do registro de oferta pública. O projeto da Blue Tree foi o primeiro a cair na malha fina da autarquia. Procurada pelo RR, a CVM confirmou que o pedido do grupo foi indeferido “por não terem sido cumpridos determinados requisitos da Deliberação CVM nº 734.” A Blue Tree, por sua vez, informou que “a condução deste processo junto a  CVM está a cargo dos incorporadores”.  Com a decisão da CVM, o cronograma do empreendimento está sob risco. Obrigado a cumprir os ritos para a oferta pública do fundo, dificilmente a Blue Tree conseguirá inaugurar o hotel até dezembro de 2016, como estava originalmente previsto – o grupo garante que os prazos estão mantidos. Além disso, a exigência da CVM traz a reboque custos que não estavam no script.  Do início de 2014 até março deste ano, a CVM dispensou da obrigatoriedade de registro oito projetos no regime de “condo-hotel”. Em função da jurisprudência estabelecida, o colegiado da CVM aprovou a Deliberação 734, de 17 de março, transferindo a  SER o poder de arbitrar quais empreendimentos podem ou não ser dispensados da exigência. Desde então, dez projetos foram liberados. A cancela da CVM só baixou quando a Blue Tree quis passar. A decisão do colegiado de dar a  SER autonomia sobre a questão reduz as chances de que um recurso do grupo hoteleiro a  mais alta instância da autarquia seja bem-sucedido.

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23.12.14

Blue Tree enfrenta risco de despejo em Manaus

 Na mesma semana em que veio a público anunciar o novo modelo de franquias da Blue Tree, Chieko Aoki teve um revés. O grupo de investidores dono do imóvel onde funciona o Blue Tree Manaus comunicou a  empresária a disposição de romper o contrato com a rede hoteleira e retomar o prédio. Procurada pelo RR, a Blue Tree garante que o acordo “está vigente até 2018”. No entanto, segundo fontes próximas aos proprietários do imóvel, a rede hoteleira não vem honrando compromissos financeiros. A decisão está ligada também a  baixa performance do hotel, que afeta o valor pago pela companhia referente ao uso do imóvel. Caso se confirme, a perda do hotel em Manaus terá um impacto considerável sobre a Blue Tree. Trata-se da única unidade do grupo em toda a Região Norte. Além disso, o risco de defecção surge justo momento em que Chieko Aoki empenha-se para cumprir o plano de expansão da rede. Ou, ao menos, parte dele. No ano passado, Chieko falava em 32 novos hotéis até 2017. Na última semana, a empresária surgiu no noticiário com um número bem mais modesto: 14 empreendimentos. Tomara!

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07.08.14

A insônia de Chieko Aoki e o véu sobre a Blue Tree

 Lady Chieko Aoki desconhece o remanso. O sono é só ameaça. Passa noites e noites como se estivesse carregando correntes. Ela recita com a voz cálida: “A vida é apenas uma sombra que passa, um pobre ator que se agita, se exibe por uma hora no palco e depois se cala.” A Lady de olhos amendoados contorce-se como se fosse de luxúria ao estrilar que a noite efêmera da hotelaria é apenas “um relato cheio de som e fúria, narrado por um idiota e que não significa nada”. O futuro da Blue Tree – afirma a dona do condão – não teme diante da pintura do demônio. As imagens fazem curvas na mente de Lady Aoki. O que é o sonho? O que é a realidade? É devaneio ou verdade que o Santander detém o mandato para a venda da Blue Tree? Será uma profecia soprada pelo vento a existência de dois contendores de adaga em punho disputando a compra do grupo? Lady Aoki não teme a fraqueza da vontade. Insone, absolutamente lívida, na fronteira da exaustão, enxerga-se sentada frente a frente, ora com executivos da francesa Accor, ora com representantes da BHG, braço hoteleiro da GP. Será delírio? A bela do oriente acha que somente os adormecidos e mortos são imagens. Não são os lacaios com os olhos cobertos de sangue e pintados de ouro que revelam a intenção da BHG de usar a marca Blue Tree em substituição a  bandeira Golden Tulip, sobre a qual a empresa é obrigada a pagar royalties a  norteamericana Starwood. “Não há farsa nessa convicção”, afirma rodopiante em volta de si própria. A crueza do mundo real fere. Mas não há dor maior do que a dos tumores lancinando o templo das ideias. Oh, espíritos, o Blue Tree é um bom negócio? Sim, mesmo que sirva tão somente para evitar a vitória na disputa entre os fariseus concorrentes. Só o tempo poderá dizer o que é magma e o que é onírico nas digressões de Lady Aoki. Mas não é o enevoado da dúvida que neblina o momento do Blue Tree. Até os deuses mais incorruptíveis ecoam que, nos últimos anos, a rede ficou marcada pelas sucessivas perdas de hotéis. Foram degolados como criancinhas em um sabá de bruxas os resorts de Cabo de Santo Agostinho (PE) e de Angra dos Reis (RJ), ambos pertencentes a  Funcef. Como se tivesse a bênção de miseráveis espíritos, foi arrancada do corpo a unidade da Alameda Santos, em São Paulo, engolfada pelo Ramada e seu oceano. Nos olhos de Lady nasceram teias e seu marejado é viscoso. Ela pragueja contra as divindades e o grupo norte-americano Radisson, que lhe extraiu um hotel em Porto Alegre e deixou-lhe uma cicatriz. Lady Aoki enxerga um mar se tingindo da cor sanguínea nas terras onde foram erguidos o Blue Tree Faria Lima, na capital paulista, e outro resort, agora em Búzios, na Região dos Lagos fluminense. A rainha da sedução aponta o indicador para impostores alardeando a insatisfação com os resultados da operação hoteleira. As labaredas de um lugar infecto cospem dejetos sobre a rede da Blue Tree na Região Amazônica. Restrita a um solitário hotel, ela sofreria de inanição. Em seus devaneios, Lady chicoteia os mercadores que teriam recusado sua oferta para um hotel cinco estrelas em Belém. Parece até que o tampo da eternidade irá desabrir sobre a Blue Tree. Empoleirado em seu ombro, o corvo grasna: “Deixem Lady Chieko Aoki em paz com sua insônia.”

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08.04.14

Blue Tree

 Não que Chieko Aoki precise de conselhos. Jamais! No entanto, ultimamente, a musa da hotelaria nacional tem ouvido bastante o ex-CVC Guilherme Paulus. Ao se referir a  Blue Tree, Paulus é consultor de uma só recomendação: “Vende, vende, vende!”

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06.01.14

Troca de passes

 Um novo e importante personagem está entrando em cena na contenda entre a Blue Tree e os condôminos do Blue Tree Park Búzios, na Região dos Lagos (RJ) – ver RR nos 4.706 e 4.758. Trata-se da Accor. Os proprietários do imóvel estariam negociando a entrada do grupo francês no lugar da rede hoteleira de Chieko Aoki.

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