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08.10.21

Doses homeopáticas

A gestora norte-americana BlackRock estaria comprando seguidamente ações da Cogna Educação (antiga Kroton) em Bolsa. Já teria algo próximo de 6% do capital.

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23.07.21

Dinheiro verde

A gestora norte-americana BlackRock deverá descarregar no Brasil alguns watts do fundo de quase US$ 5 bilhões que montou para investimentos em energia verde.

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31.05.21

Vento e sol

O BlackRock está à caça de ativos em geração eólica e solar no Brasil. Ressalte-se que a gestora norte-americana montou um fundo de quase US$ 5 bilhões para investimentos em energia renovável em todo o mundo.

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11.12.20

Porta da saída

O RR teve a informação de que a norte-americana BlackRock prepara sua saída do capital da Notre Dame Intermédica, um dos maiores planos de saúde do Brasil.

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16.11.20

Sobrenome da discórdia

Informação entreouvida pelo RR nos corredores da Klabin: importantes minoritários, caso da gestora BlackRock, estudam entrar na Justiça para brecar o pagamento de R$ 274 milhões à família Klabin pelo uso da marca da companhia. Importante acionista da fabricante de papel e celulose, o BNDES, ressalte-se, foi contra o acordo por muito tempo, mas recuou depois que o valor – inicialmente de R$ 367 milhões – foi reduzido.

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11.11.20

E-commerce

A norte-americana BlackRock, um gigante que administra mais de US$ 6 trilhões, está em busca de ativos de e-commerce no Brasil. A gestora, ressalte-se, tem uma participação de 5% na ViaVarejo.

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19.02.19

Bateria antiaérea

O BlackRock, uma dos maiores gestoras do mundo, também deverá solicitar à CVM o adiamento da assembleia de acionistas da Embraer programada para o dia 26 com o objetivo de deliberar sobre a fusão com a Boeing. Donos de 5% das ações da companhia, os norte-americanos se uniriam, assim, ao investidor Renato Chaves, ex-diretor da Previ e igualmente minoritário da Embraer, que também tenta brecar a assembleia.

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20.03.18

BlackRock zerou sua posição

Nos últimos dois dias, o norte-americano BlackRock praticamente zerou sua posição na BRF. A decisão se deveu menos pelas brigas societárias e mais pela Operação Carne Fraca.

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15.12.17

Com lupa

As gestoras Advent e BlackRock acompanham com lupa o processo de privatização da Eletrobras.

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18.07.16

Gazit-Globe fracassa em tentativa de take over da BR Malls

  A Gazit-Globe – uma das maiores gestoras de shopping centers do mundo, com mais de 500 empreendimentos em 20 países –, tem muito a aprender com a Kroton. A investida dos israelenses para tomar o controle da BR Malls , dona da maior carteira de shoppings do país, falhou justamente naquilo que não pode faltar em um take over: capacidade de articulação e dinheiro. Segundo o RR apurou junto a um dos fundos sócios da companhia brasileira, a Gazit-Globe teria descumprido acordos com outros acionistas, que seriam peças fundamentais para a operação, a começar pelas gestoras norte-americanas Dodge & Cox e BlackRock – em certo momento, a dupla chegou a ter mais de 18% das ações da BR Malls.  De acordo com a mesma fonte, após acenar com a aquisição de mais de 20% do capital, a Gazit-Globe recusou-se a fechar a compra das participações de outros investidores, tudo para não ter de disparar a pílula de veneno e pagar o devido ágio pelo papel. E olhe que, no caso da BR Malls, o dispositivo previsto no estatuto é relativamente brando, conhecido no mercado como “placebo”. Ao atingir 20% das ações, a Gazit-Globe seria obrigada a fazer uma oferta pelo restante dos títulos, mas pagando apenas a maior cotação dos últimos 12 meses (algo em torno de R$ 13) – sem, portanto, o prêmio de controle normalmente fixado nas pílulas de veneno. Procuradas pelo RR, BR Malls e Gazit-Globe não quiseram se pronunciar.  Os israelenses, ao que tudo indica, pagaram para ver. Apostaram que, com apenas 8% do capital ordinário e alguns acionistas como aliados, conseguiriam tomar a gestão executiva da BR Malls pelas beiradas, sem ter de passar pelo rito de uma oferta de ações. Perderam a aposta. Mesmo porque do outro lado havia os acionistas que apoiam a administração de Carlos Medeiros, todo-poderoso da BR Malls desde os tempos em que a empresa era controlada pela GP Investimentos. A derrota foi inevitável. Os israelenses não conseguiram apoio sequer para mudar a cláusula do estatuto que veda a presença de concorrentes no Conselho. A Gazit-Globe já comunicou ao mercado a redução da sua participação no capital da empresa brasileira para 4,48%. É provável que muito em breve se desfaça do resto e vá procura outra praça de alimentação.

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