fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
23.07.21

Dinheiro verde

A gestora norte-americana BlackRock deverá descarregar no Brasil alguns watts do fundo de quase US$ 5 bilhões que montou para investimentos em energia verde.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

31.05.21

Vento e sol

O BlackRock está à caça de ativos em geração eólica e solar no Brasil. Ressalte-se que a gestora norte-americana montou um fundo de quase US$ 5 bilhões para investimentos em energia renovável em todo o mundo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.12.20

Porta da saída

O RR teve a informação de que a norte-americana BlackRock prepara sua saída do capital da Notre Dame Intermédica, um dos maiores planos de saúde do Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.11.20

Sobrenome da discórdia

Informação entreouvida pelo RR nos corredores da Klabin: importantes minoritários, caso da gestora BlackRock, estudam entrar na Justiça para brecar o pagamento de R$ 274 milhões à família Klabin pelo uso da marca da companhia. Importante acionista da fabricante de papel e celulose, o BNDES, ressalte-se, foi contra o acordo por muito tempo, mas recuou depois que o valor – inicialmente de R$ 367 milhões – foi reduzido.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.11.20

E-commerce

A norte-americana BlackRock, um gigante que administra mais de US$ 6 trilhões, está em busca de ativos de e-commerce no Brasil. A gestora, ressalte-se, tem uma participação de 5% na ViaVarejo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.02.19

Bateria antiaérea

O BlackRock, uma dos maiores gestoras do mundo, também deverá solicitar à CVM o adiamento da assembleia de acionistas da Embraer programada para o dia 26 com o objetivo de deliberar sobre a fusão com a Boeing. Donos de 5% das ações da companhia, os norte-americanos se uniriam, assim, ao investidor Renato Chaves, ex-diretor da Previ e igualmente minoritário da Embraer, que também tenta brecar a assembleia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.03.18

BlackRock zerou sua posição

Nos últimos dois dias, o norte-americano BlackRock praticamente zerou sua posição na BRF. A decisão se deveu menos pelas brigas societárias e mais pela Operação Carne Fraca.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.12.17

Com lupa

As gestoras Advent e BlackRock acompanham com lupa o processo de privatização da Eletrobras.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.07.16

Gazit-Globe fracassa em tentativa de take over da BR Malls

  A Gazit-Globe – uma das maiores gestoras de shopping centers do mundo, com mais de 500 empreendimentos em 20 países –, tem muito a aprender com a Kroton. A investida dos israelenses para tomar o controle da BR Malls , dona da maior carteira de shoppings do país, falhou justamente naquilo que não pode faltar em um take over: capacidade de articulação e dinheiro. Segundo o RR apurou junto a um dos fundos sócios da companhia brasileira, a Gazit-Globe teria descumprido acordos com outros acionistas, que seriam peças fundamentais para a operação, a começar pelas gestoras norte-americanas Dodge & Cox e BlackRock – em certo momento, a dupla chegou a ter mais de 18% das ações da BR Malls.  De acordo com a mesma fonte, após acenar com a aquisição de mais de 20% do capital, a Gazit-Globe recusou-se a fechar a compra das participações de outros investidores, tudo para não ter de disparar a pílula de veneno e pagar o devido ágio pelo papel. E olhe que, no caso da BR Malls, o dispositivo previsto no estatuto é relativamente brando, conhecido no mercado como “placebo”. Ao atingir 20% das ações, a Gazit-Globe seria obrigada a fazer uma oferta pelo restante dos títulos, mas pagando apenas a maior cotação dos últimos 12 meses (algo em torno de R$ 13) – sem, portanto, o prêmio de controle normalmente fixado nas pílulas de veneno. Procuradas pelo RR, BR Malls e Gazit-Globe não quiseram se pronunciar.  Os israelenses, ao que tudo indica, pagaram para ver. Apostaram que, com apenas 8% do capital ordinário e alguns acionistas como aliados, conseguiriam tomar a gestão executiva da BR Malls pelas beiradas, sem ter de passar pelo rito de uma oferta de ações. Perderam a aposta. Mesmo porque do outro lado havia os acionistas que apoiam a administração de Carlos Medeiros, todo-poderoso da BR Malls desde os tempos em que a empresa era controlada pela GP Investimentos. A derrota foi inevitável. Os israelenses não conseguiram apoio sequer para mudar a cláusula do estatuto que veda a presença de concorrentes no Conselho. A Gazit-Globe já comunicou ao mercado a redução da sua participação no capital da empresa brasileira para 4,48%. É provável que muito em breve se desfaça do resto e vá procura outra praça de alimentação.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.06.16

Acionista da Estácio ergue uma barricada contra a Kroton

 O empresário Chaim Zaher resolveu partir para o contra-ataque e tentar barrar a operação de fusão da Estácio com a Kroton . Zaher já deixou claro para os fundos Oppenheimer , Coronation, Capital e BlackRock – sócios dos dois grupos educacionais e artífices da transação – ser contrário ao acordo e que, no limite, deixará o capital da Estácio se houver a junção sem o pagamento de um prêmio sobre o valor da ação. Mas esse é, digamos, o detalhe técnico do processo. Zaher identifica no movimento uma tentativa nada sutil do quarteto de tirá-lo da condição de segundo maior acionista da universidade carioca, atrás apenas do Oppenheimer, para transformá-lo em um nanico no capital da gigante criada a partir da eventual fusão. Na nova condição, teria pouco ou nenhuma influência na gestão do grupo e passaria a ser novamente refém do estilo financista de governar dos fundos, mais preocupados com a tabuada dos números do balanço do que os resultados dentro da sala de aula.  A movimentação dos fundos ocorre pouco depois da eleição do conselho de administração, realizada há 45 dias, que deu a Zaher influência direta sobre os rumos da Estácio. O acordo selado com os fundos para a troca de conselheiros permitiu que fosse encerrado o reinado do desafeto Eduardo Alcalay como chairman – ver RR de 26 de junho. Em contrapartida, o empresário teve de engolir um batráquio com a confirmação de Rogério Melzi, ligado aos fundos, como CEO da empresa. Apesar de ter menos força no capital da Estácio se comparado ao quarteto – dono de 40% do capital, contra apenas 13% de Zaher –, o empresário carrega suas cartas na manga.  Além de poder jogar sozinho a fusão nos tribunais, a partir do questionamento dos interesses cruzados dos fundos, que estão na Estácio e na Kroton, o empresário tem grande chance de barrar a proposta da Kroton no Conselho da Estácio. Zaher detém quase metade dos assentos, fora a influência sobre outros conselheiros. Nesse caso, a proponente seria obrigada a partir para um incerto take over. O capital da Estácio é pulverizado, com 85% das ações em circulação na Bolsa. Para ter sucesso na oferta hostil, Oppenheimer, Coronation, Capital e BlackRock precisam conquistar o apoio de 10% dos minoritários. Juntando com o que têm, conseguiriam assim chegar a 51% de aprovação à fusão entre a Kroton e a Estácio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.