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22.03.18
ED. 5831

Sem açúcar e sem afeto

As denúncias contra o ex-ministro Delfim Netto na Lava Jato põe em risco a sua permanência no board da Biosev, braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus. As normas de compliance do grupo francês são extremamente severas para casos dessa natureza.

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14.07.17
ED. 5661

Lobby inflamável

Executivos e lobistas de grupos sucroalcooleiros têm cercado a ANP por todos os lados. São insistentes contatos com a diretoria, seguidos telefonemas a funcionários e pedidos a políticos aliados, tudo na tentativa de prorrogar o prazo para a entrega de uma batelada de documentos (licenças ambientais, alvarás, liberação do Corpo de Bombeiros etc) necessários para a renovação das autorizações das usinas de etanol. A data limite é 31 de agosto. Parece uma questão prosaica, no entanto, a pouco mais de um mês do dead line, cerca de 200 usinas ainda não teriam conseguido enviar as informações. Entre elas, figuram grandes empresas, como São Martinho, Cofco e Biosev. A rigor, a partir de 1 de setembro a ANP pode suspender as operações de todas as usinas que não cumprirem a resolução. Procurada, a agência nega o lobby das empresas e afirma que não vai estender o prazo. A Biosev diz que está empregando os “melhores esforços para cumprir com o prazo”.

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21.06.17
ED. 5644

Biosev e seus dois caminhos

Oferta de ações em Bolsa ou uma emissão internacional de bonds? Até o fim de julho, a Biosev, braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus, decidirá o caminho que vai tomar. É longa a estrada que leva à redução do passivo.

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20.03.17
ED. 5581

Açúcar na Bolsa

A Biosev, braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus, prepara uma oferta de ações. Espera captar cerca de R$ 1,5 bilhão.

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20.12.16
ED. 5520

Com açúcar e afeto

A Louis Dreyfus prepara uma oferta pública de ações da Biosev para o raiar de 2017.

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26.02.16
ED. 5315

Louis Dreyfus

 A Louis Dreyfus deverá fazer um aporte de R$ 300 milhões na Biosev. Com uma dívida de curto prazo de R$ 3 bilhões, a sucroalcooleira precisa de glicose na veia. Procurada pelo RR, a Louis Dreyfus não comentou o assunto.

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12.01.16
ED. 5285

Aos pedaços

 Após transferir 5% da Biosev para o IFC, a Louis Dreyfus estaria negociando com fundos de investimento europeus a venda de mais uma fatia do grupo sucroalcooleiro. Os franceses negam a operação.

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22.09.15
ED. 5211

Louis Dreyfus tritura suas usinas no Brasil

O clima na Louis Dreyfus Commodities (LDC) é de vai ou racha. Os franceses estão embalando um pacote de medidas no que deverá ser a última tentativa de debelar os seguidos prejuízos da Biosev, sua operação sucroalcooleira no Brasil. Nas próximas semanas, a companhia deverá desativar duas usinas de açúcar e álcool nas cidades de Pedra de Fogo (PB) e Arez (RN), encerrando de vez as atividades no Nordeste. Também estaria em pauta o fechamento de mais duas das cinco unidades ainda em funcionamento em São Paulo – no ano passado, os franceses paralisaram a produção nas cidades de Jardinópolis e São Carlos. Formalmente, a Biosev nega o fechamento das refinarias. Há muito que a LDC já gostaria de estar longe desses canaviais. Nos últimos três anos, o grupo fez duas tentativas de vender seus ativos de açúcar e álcool no Brasil, mas as propostas apresentadas não chegaram nem perto do valor pedido. Os franceses já investiram R$ 2 bilhões na operação, mas só colhem prejuízos: mais de R$ 3 bilhões nos últimos seis anos. A maior praga no balanço é a dívida de curto prazo de R$ 3 bilhões, para um patrimônio líquido inferior a R$ 500 milhões. E assim a LDC segue na rotina de triturar cana e esmagar o social: a cada usina fechada, lá se vão 300 ou 400 postos de trabalho.

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