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Benjamin Steinbruch enxerga a caligrafia dos Ermírio de Moraes na ação movida pela Cimento Tupi no Cade, contestando a venda dos ativos da LafargeHolcim para a CSN.

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24.06.22

“Empresa assassina”

De uma instituição especializada em M&A: “Benjamin Steinbruch vai tentar estuprar o valor da Samarco. Só assim justifica o intangível negativo que ela carrega, de ser uma empresa assassina”.

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01.06.22

Mapa da mina

A CSN Mineração estaria preparando uma nova emissão de ações em Bolsa. A operação é parte fundamental da engenharia financeira montada pela empresa de Benjamin Steinbruch para duplicar sua produção até 2026. O programa de investimentos da companhia beira os R$ 12 bilhões.

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Depois de congelar o IPO da CSN Cimentos, Benjamin Steinbruch cogita uma nova oferta de ações da CSN Mineração. A abertura de capital da empresa, há pouco mais de um ano, movimentou quase R$ 5 bilhões.

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21.03.22

Benjamin Steinbruch, perdeu, playboy

O setor de siderurgia no Brasil parece uma fênix: morre para renascer e renasce para morrer. Há coisa de uma década, dizia-se à boca comum que a indústria nacional ia acabar. Foi naquele momento que se chegou a cogitar uma onda de consolidações, na qual o líder natural seria o “Barão do Aço”, Benjamin Steinbruch. A verdade é que Steinbruch foi bem além da intenção e buscou movimentos consistentes para ampliar os seus domínios, mais precisamente o que seria uma fusão CSN-Usiminas.

O empresário entabulou diversas conversas com a siderúrgica mineira e chegou a comprar um naco expressivo de ações da companhia. O negócio não prosperou devido à resistência da Nippon Steel e da Ternium, os dois maiores acionistas da Usiminas. Além da consolidação das usinas, havia ainda um negócio de razoável interesse para ambas as companhias: as suas respectivas operações de minério de ferro, então mantidas à margem e que devidamente reunidas poderiam dar uma origem a uma “Valezinha”, para não citar os ativos portuários próprios, entre outros negócios. Mas não deu.

Se esse projeto tivesse sido levado adiante, hoje a CSN-Usiminas seria um mastodonte, com uma competitividade brutal. As duas juntas somam 16 milhões de toneladas de capacidade instalada na siderurgia, uma receita anual superior a R$ 60 bilhões e Ebitda em torno de R$ 17 bilhões – a números de 2021. Não seria nada incomum, não fossem o Cade e óbices regulatórios, que esse tiranossauro rex passasse a comprador da Gerdau e da Arcelor Brasil.

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09.02.22

Tricô

O petista Aloizio Mercadante tem tricotado, dia sim, dia não, com seu grande amigo Benjamin Steinbruch. A pauta, como não poderia deixar de ser, é política industrial.

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22.12.21

Os prós e contras de Benjamin no Ministério da Economia

Caso as especulações que apontam Benjamin Steinbruch como um dos virtuais candidatos ao Ministério da Economia em um governo Lula venham a se consumar, sua indicação ao cargo traria a reboque soluções e problemas. Do lado positivo, Benjamin é um empresário do setor real, preferência esta que Lula já vem cantando por aí. Seria um contraponto ao habitual perfil financista dos ocupantes da Pasta.

Outro ponto a seu favor: Benjamin, vice-presidente licenciado da Fiesp, tem excelente relacionamento com o presidente eleito da entidade, Josué Gomes da Silva. Este, por sua vez, é filho de José Alencar, vice de Lula, e tem ótimo trânsito junto ao ex-presidente. A Fiesp estaria unificada em uma virtual gestão do petista. Benjamin Steinbruch tem ainda uma relação histórica com Aloizio Mercadante. É próximo também de Ciro Gomes.

Por ora, o pedetista ainda é uma incógnita. Mas, se a hipótese de Benjamin como ministro da Economia vingar, seria um motivo a mais para Ciro apoiar Lula em um eventual segundo turno. Mas Benjamin Steinbruch também carrega aspectos negativos. Todos sabem do temperamento difícil do empresário. Além disso, ao aceitar um eventual convite para o Ministério, ele sairia da CSN em um momento de forte consolidação da empresa. Benjamin precisaria de muito desprendimento para se ausentar da companhia e transferir essa missão para um executivo. Um exemplo do que está em jogo: a CSN estuda ampliar seus domínios no setor cimenteiro, com a compra de ativos na Argentina e no Chile.

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24.06.21

Startups no atacado

O aporte na Yuca, empresa de coliving de Rafael Steinbruch, sobrinho de Benjamin Steinbruch, foi só a primeira semente: segundo o RR apurou, a norte-americana Foundation Capital já estaria em negociações com mais quatro startups brasileiras.

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07.06.21

Aço derretido

O projeto de Benjamin Steinbruch de unir a CSN e a Usiminas ficou mesmo no passado. O empresário já prepara a venda do restante de ações da siderúrgica mineira que ainda lhe pertencem – cerca de 10% das preferenciais. Em maio, Benjamin vendeu outro naco.

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10.03.21

CSN perde o trem da Transnordestina

O governo Bolsonaro e o empresário Benjamin Steinbruch caminham para um contencioso. Segundo o RR apurou, o Ministério da Infraestrutura avança nos estudos para decretar a caducidade da concessão da Transnordestina. De acordo com a mesma fonte, a ideia seria anunciar a decisão em abril. Com base em relatório produzido pela ANTT já há um ano, o Ministério entende que a CSN descumpriu uma série de cláusulas do contrato, justificando a caducidade.

A empresa, que há meses tenta uma saída negociada da Transnordestina, pretende entrar na Justiça caso a cassação se confirme. Deverá cobrar da União uma indenização pelos investimentos já realizados no projeto, algo como R$ 6 bilhões. Procurada pelo RR, a CSN confirma que “a recomendação de caducidade da concessão foi emitida pela ANTT em 10 de março de 2020.”

A empresa informa que, “desde então, tem mantido tratativas com o governo federal no sentido de encontrar uma solução definitiva para a obra”. Perguntada sobre a hipótese de levar o caso à Justiça, a CSN não se pronunciou. O Ministério da Infraestrutura, por sua vez, também confirmou que os “processos de apuração de caducidade da Transnordestina estão em análise”. Sobre a possibilidade de a CSN entrar na Justiça, o Ministério diz que “a eventual judicialização de decisões administrativas é uma faculdade de todos os cidadãos, não só dos concessionários.”

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