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24.06.21

Startups no atacado

O aporte na Yuca, empresa de coliving de Rafael Steinbruch, sobrinho de Benjamin Steinbruch, foi só a primeira semente: segundo o RR apurou, a norte-americana Foundation Capital já estaria em negociações com mais quatro startups brasileiras.

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07.06.21

Aço derretido

O projeto de Benjamin Steinbruch de unir a CSN e a Usiminas ficou mesmo no passado. O empresário já prepara a venda do restante de ações da siderúrgica mineira que ainda lhe pertencem – cerca de 10% das preferenciais. Em maio, Benjamin vendeu outro naco.

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10.03.21

CSN perde o trem da Transnordestina

O governo Bolsonaro e o empresário Benjamin Steinbruch caminham para um contencioso. Segundo o RR apurou, o Ministério da Infraestrutura avança nos estudos para decretar a caducidade da concessão da Transnordestina. De acordo com a mesma fonte, a ideia seria anunciar a decisão em abril. Com base em relatório produzido pela ANTT já há um ano, o Ministério entende que a CSN descumpriu uma série de cláusulas do contrato, justificando a caducidade.

A empresa, que há meses tenta uma saída negociada da Transnordestina, pretende entrar na Justiça caso a cassação se confirme. Deverá cobrar da União uma indenização pelos investimentos já realizados no projeto, algo como R$ 6 bilhões. Procurada pelo RR, a CSN confirma que “a recomendação de caducidade da concessão foi emitida pela ANTT em 10 de março de 2020.”

A empresa informa que, “desde então, tem mantido tratativas com o governo federal no sentido de encontrar uma solução definitiva para a obra”. Perguntada sobre a hipótese de levar o caso à Justiça, a CSN não se pronunciou. O Ministério da Infraestrutura, por sua vez, também confirmou que os “processos de apuração de caducidade da Transnordestina estão em análise”. Sobre a possibilidade de a CSN entrar na Justiça, o Ministério diz que “a eventual judicialização de decisões administrativas é uma faculdade de todos os cidadãos, não só dos concessionários.”

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30.11.20

Faltou comprador

Não admira que a CSN tenha cancelado o IPO da sua empresa de mineração. Segundo o RR apurou junto a um dos bancos envolvidos na operação, a demanda firme pelos papéis não teria chegado a R$ 6 bilhões. Ou seja: bem abaixo dos R$ 10 bilhões que haviam sido
estipulados pela companhia de Benjamin Steinbruch.

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14.09.20

A Pauliceia desvairada na sucessão da Fiesp

Benjamin Steinbruch, Paulo Skaf, Josué Gomes da Silva, Ciro Gomes, Iedi… Todos são personagens da pauliceia desvairada que promete ser a eleição da Fiesp, em 2021. As múltiplas combinações cruzadas, os blefes de parte a parte e os interesses em jogo fazem desta a mais estranha sucessão da história recente da entidade – mesmo porque a indústria paulista não sabe o que é sucessão há 16 anos. E saberá desta vez? A  peça central no tabuleiro é o sempre dúbio Paulo Skaf. O mandatário já anunciou que não concorrerá ao pleito. Mas, há pessoas próximas a Skaf que acreditam se tratar de jogo de cena.

O próprio vazamento da informação de que Gomes da Silva é o nome da preferência do presidente da Fiesp para ser seu sucessor é visto por muitos como parte do teatro. Outro ponto de interrogação importante é Benjamin Steinbruch. O “barão do aço” vem sendo cortejado por um grupo de empresários de oposição a Paulo Skaf para disputar a eleição. Steinbruch é visto como um nome de peso suficiente para galvanizar o apoio de figuras importantes do empresariado paulista, cooptar sindicatos dos mais diversos segmentos da indústria e, dessa maneira, cindir por dentro a poderosa máquina eleitoral montada por Skaf.

Steinbruch, ressalte-se, é vice-presidente licenciado da entidade desde 2018, quando teria rompido com Paulo Skaf. No entanto, há dúvidas dentro da própria Fiesp se o relacionamento entre ambos está realmente abalado ou não. Ou seja: Steinbruch é um enigma. Tanto pode ser o rival de Skaf ou de seu candidato como um importante aliado para que tudo fique como está na entidade. Outra incógnita: como seria a Fiesp de Benjamin Steinbruch?

O “barão do aço” manteria a instituição como base de atendimento dos pequenos sindicatos ou levaria de volta a entidade a algo mais próximo dos tempos de Horácio Lafer Piva, a última gestão que privilegiou o apoio à indústria? O primeiro significaria na prática, seguir com o modelo Skaf; já o segundo, sob certo aspecto, representaria a incorporação de uma parte do ideário do Iedi, que não deixa de ser um spinoff da própria Fiesp. E se Benjamin, a exemplo do próprio Skaf, tiver o interesse de transformar a entidade em plataforma para um projeto político? Nesse caso, todos os caminhos apontam na direção de Ciro Gomes. Em 2018, Steinbruch esteve cotado para ser o vice na chapa de Ciro. Talvez essa dobradinha não estivesse devidamente madura para ocorrer na ocasião.

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03.08.20

Será o começo do fim de Benjamin na Transnordestina?

Os trilhos da Transnordestina e de Benjamin Steinbruch começam a se separar. O ministro Tarcísio Freitas está em tratativas avançadas com a CSN para cindir o contrato original de concessão, criando uma espécie de “Nova Transnordestina”. Os próximos trechos da ferrovia já seriam leiloados à parte, fora do acordo com a siderúrgica.

O RR apurou que a ideia do Ministério da Infraestrutura seria lançar, ainda neste ano, o edital de licitação do trecho entre a cidade de Salgueiro (PE) até o Porto de Suape. O leilão ocorreria no primeiro semestre de 2021. Nesse novo modelo, a CSN ficará responsável apenas pela “Velha Transnordestina”, leia-se o trecho em construção no Ceará, desobrigando-se da responsabilidade sobre as demais etapas.

Isso se a guinada no contrato não se revelar, mais à frente, um approach para a saída definitiva de Benjamin Steinbruch do projeto – como muitos dentro do próprio Ministério da Infraestrutura acreditam. A essa altura, seria mais um favor do que um castigo parA o empresário. No governo ninguém acredita que Benjamin tem punch financeiro e muito menos interesse de seguir à frente da Transnordestina. Somente para a conclusão das obras no Ceará ainda terão de ser investidos cerca de R$ 5 bilhões.

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03.08.20

O vampiro de Volta Redonda

O Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense rachou: uma parte dos operários demitidos da CSN na pandemia quer levar à Câmara dos Vereadores de Volta Redonda uma monção para que o barão do aço, Benjamin Steinbruch, seja considerado formalmente persona non grata na cidade; uma outra corrente acha que essa iniciativa somente atrapalha as negociações com a siderúrgica. O fato é que a direção da usina não só demitiu os operários como se recusa a pagar o Programa de Participação nos Resultados (PPR), equivalente a um salário mensal do trabalhador, o que, na atual situação, é emergencial. A bronca com Benjamin Steinbruch é tão grande que uma corrente defende colocar em uma praça uma estátua de ferro com o barão caracterizado de vampiro.

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02.06.20

As “vítimas” da pandemia na CSN

A CSN estaria preparando um pacote de demissões em Volta Redonda que pode atingir cerca de 1,5 mil trabalhadores, segundo informações filtradas junto ao Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense. Os cortes teriam início logo após a assinatura do acordo de PPR (Programa de Participação nos Resultados), ainda em negociação com os funcionários. Seria a primeira grande leva de demissões do setor siderúrgico desde o início da pandemia. Procurada, a CSN não se pronunciou. A tensão em Volta Redonda vem aumentando desde a semana passada, quando a siderúrgica de Benjamin Steinbruch concluiu o processo de abafamento do alto forno – procedimento que costuma anteceder paradas de produção. É mais um indício de que a empresa deverá interromper a operação do equipamento, responsável por cerca de 35% da atividade local. Ressalte-se que a CSN já vem de um prejuízo da ordem de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre.

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20.09.19

Igreja é mais um obstáculo para a construção da Transnordestina

Benjamin Steinbruch deve estar erguendo as mãos ao firmamento. Quem dera houvesse outros clérigos como o arcebispo de Recife e Olinda, Dom Fernando Saburido, que, indiretamente, está dando ao empresário um conveniente pretexto para atrasar ainda mais as obras da Transnordestina. Dom Fernando chamou para si a defesa das mais de 4,5 mil famílias da Zona da Mata pernambucana que
serão removidas de suas casas para a passagem da ferrovia.

Ao lado de outras autoridades eclesiásticas da região, criou uma comissão para tratar do assunto e tem conduzido seguidas reuniões com a população local para impedir a passagem dos trilhos da Transnordestina por oito municípios. O que para a CSN, responsável pelo projeto, é uma dádiva dos céus, para o governo é motivo de razoável preocupação. Neste caso, não está em jogo apenas o atraso atávico na construção da Transnordestina, que, originalmente, deveria ter sido inaugurada em 2010 – as últimas previsões apontam para 2027. Os ministros da Infraestrutura, Tarcisio Freitas, e do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, já trabalham a quatro mãos em um novo plano para a retirada de moradores de cidades da Zona da Mata de Pernambuco.

O objetivo é abrandar a mobilização social liderada pela Igreja Católica. Dom Fernando, ressalte-se, é um dos clérigos mais respeitados e influentes da região. Foi presidente do Regional Nordeste 2 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e integrante do Conselho Permanente da entidade. A proposta que está sendo elaborada pelos Ministérios da Infraestrutura e do Desenvolvimento Regional prevê um cronograma escalonado para as desapropriações. Há estudos para que os moradores afetados possam ter acesso a benefícios específicos no âmbito do Minha Casa, Minha Vida.

O trecho em questão, o Recife Sul, atravessa eminentemente áreas urbanas. Proporcionalmente, é uma das pernas da Transnordestina como maior impacto sobre a população. A mobilização na Zona da Mata pernambucana desponta justo no momento em que a Transnordestina dá sinais de sair da inércia. Pressionada pelo Ministério da Infraestrutura e pela ANTT, a CSN acenou ao governo federal que, nas próximas semanas, retomará as obras paralisadas desde 2017. A companhia já encaminhou à agência reguladora uma série de projetos executivos, condição imposta pelo TCU para desbloquear o repasse de recursos públicos ao empreendimento. Mas, a essa altura, se houver novos contratempos, Benjamin Steinbruch agradece.

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08.08.19

Steinbruch vs. Steinbruch

As garras “amigas” de Benjamin Steinbruch ferem mais do que uma foice. O empresário já cravou seu gadanho no antigo sócio da família, Jacks Rabinovich, seus filhos e sobrinhos. Brigou com os primos Clarice e Leo, filhos do tio Eliezer Steinbruch – fundador da Vicunha Têxtil, junto com o pai de Benjamin, Mendel Steinbruch. No contencioso estava ladeado pelos irmãos, Ricardo e Elisabeth. Agora, Benjamin aponta suas unhas para os “manos”. O motivo de todos os dissensos é shakespeariano: vontade de poder desmedida e olho grande na parte do outro. Elisabeth faz parte do Conselho do Banco Fibra e da Vicunha Têxtil. Nunca chegou a ser um problema para a vontade de poder do irmão mais velho. Ricardo é o irmão mais novo. Mais emotivo, chegou, em momentos políticos mais críticos, a fazer defesas e pedidos candentes em favor de Benjamin. Mas o couro come, e ninguém vê. Benjamin quer os dois distantes da estrutura da empresa. Quem o conhece lacra o futuro: vai atropelar os outros dois Steinbruch menores. Perguntada sobre as divergências entre os Steinbruch, como seria de se esperar a Vicunha Têxtil disse “não confirmar as informações”.

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