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01.08.18
ED. 5922

Basf quer furar mais poços no Brasil

A Wintershell Holding, leia-se Basf, “descobriu” o Brasil. Após estrear na 15a rodada da ANP, em março, quando arrematou três blocos, já costura sua participação no leilão de cessão onerosa programado para novembro. Deve chegar de braços dados com a Chevron.

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20.07.16
ED. 5415

Blairo Maggi veste o figurino de vendedor da Embrapatec

 Entre os “produtos” agropecuários brasileiros que o ministro Blairo Maggi pretende vender em seu tour pelo exterior, previsto para os meses de julho e agosto, há um em especial: a Embrapatec, a futura subsidiária da Embrapa voltada à comercialização de biotecnologias desenvolvidas pela estatal. A missão de Maggi é atrair grandes grupos internacionais da área de agrociência para se associar à nova empresa. Na mira, grupos como Bayer, Basf e a suíça Syngenta. O governo ainda estuda o melhor modelo para o acasalamento entre a Embrapatec e o capital privado, mas, a princípio, a intenção é oferecer ao mercado uma participação superior a 51%. Até porque esta é uma das premissas para a criação da subsidiária: permitir a “privatização” da Embrapa, por meio do seu braço comercial, sem que seja necessária a privatização da Embrapa.  O ministro Blairo Maggi tem se empenhado pessoalmente para acelerar a votação do projeto de lei que autoriza a criação da Embrapatec, encaminhado ao Congresso no último mês de maio, ainda no governo de Dilma Rousseff. Maggi articula com os líderes da bancada ruralista, em especial o deputado gaúcho Luiz Carlos Heinze, a tramitação da proposta em caráter de urgência urgentíssima. Para o governo, o grande ganho não virá da privatização em si da Embrapatec, mas, sim, da expectativa de que a própria Embrapa dependa cada vez menos do orçamento federal. Estima-se que a abertura da subsidiária e a montagem de uma estrutura comercial no exterior sejam capazes, já no primeiro ano, de triplicar o faturamento da estatal com a venda de tecnologias. Hoje, a Embrapa tem uma receita própria de apenas R$ 120 milhões por ano, que não cobre sequer 5% do seu orçamento, em torno de R$ 3 bilhões.

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 O prejuízo de R$ 400 milhões no ano passado – o pior desde 2001 –, não é a única má notícia para a Basf . A empresa ainda está vendo escorregar entre os dedos a liderança no segmento de tintas imobiliárias. O grupo tem crescido abaixo da concorrência e vê a sombra da Akzo Nobel se aproximar. A diferença de share entre as duas se mede em menos de dois pontos percentuais. As seguintes empresas não se pronunciaram: Basf.

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18.05.16
ED. 5371

Perdas da Basf

 A Basf acumula a pior sequência de resultados no Brasil em mais de duas décadas. Segundo informações filtradas junto à própria empresa, os alemães trabalham com um prejuízo projetado para este ano na casa dos R$ 200 milhões. Ressalte-se que, no ano passado, a subsidiária brasileira já registrou perdas superiores a R$ 400 milhões. Consultada, a Basf não se pronunciou em relação aos números apresentados.

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07.01.16
ED. 5282

Campo fértil

 Da série “Se não fosse o agronegócio…”: a Basf fechou 2015 com um aumento das vendas de defensivos agrícolas no Brasil da ordem de 6%, o dobro do seu resultado mundial no setor. A Basf não comentou o assunto.

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28.09.15
ED. 5215

Cofres abertos

 Ao menos para a Basf, o investment grade do Brasil está mantido. Após despejar 500 milhões de euros na construção do complexo industrial de Camaçari (BA), o grupo vai investir outros 200 milhões no país. O aporte será destinado à produção de sementes  e à área de nutrição animal.

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23.09.15
ED. 5212

Embrapa sofre com a falta de irrigação

 Nem mesmo a proximidade entre a ministra da Agricultura, Katia Abreu, e a presidente Dilma Rousseff tem sido suficiente para amortecer o impacto do ajuste fiscal sobre a Embrapa. Um dos maiores centros de inovação do país, a estatal foi atingida em cheio pelos cortes no orçamento federal. A crise nas contas públicas já ceifou mais de 30% das verbas previstas para este ano, da ordem de R$ 3 bilhões. Para 2016, o ancinho vai cavar ainda mais fundo: o orçamento da Embrapa deve ficar abaixo de R$ 1,5 bilhão.  A aridez financeira já resseca alguns dos principais planos da Embrapa. O projeto de montar centros de pesquisa e representações no exterior se transformou numa semente plantada no cimento. O Centro de Estudos Estratégicos e Capacitação em Agricultura Tropical (Cecat), desenvolvido no governo Lula com o objetivo de capacitar profissionais da área de agrociência, murchou. Os investimentos na distribuição e comercialização da Cultivance, soja transgênica desenvolvida com a Basf, também estão sob risco. Na Embrapa, já se fala até mesmo na interrupção de outras parcerias com multinacionais, como Dow e Syngenta.

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18.08.15
ED. 5187

Semente dupla

 Na área de sementes, o mercado segue em efervescência, como se o PIB fosse crescer 3% no ano. A Basf está em negociações para a compra de duas fabricantes do setor no Brasil. Os alemães pretendem fechar a dupla aquisição ainda neste ano. * A Basf não quis comentar sobre o assunto.

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13.05.15
ED. 5119

Basf investe

A Basf vai desembolsar US$ 200 milhões para ampliar sua fábrica de agro-químicos em Guaratinguetá (SP). O valor equivale a um quinto do plano de investimentos do grupo para o Brasil até 2017.

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09.03.15
ED. 5075

Cada um na sua

 A parceria entre a Embrapa e a Basf para a produção da soja Cultivance está sob risco. A companhia brasileira quer participar não apenas do desenvolvimento, mas também da venda da semente. A Basf, por sua vez, acha que a Embrapa sabe tudo de laboratório, mas não entende nada de balcão. Oficialmente, as duas empresas garantem, em coro, que “não houve mudanças na parceria”.

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12.02.15
ED. 5061

Katia Abreu não teme pecha de “Mrs. Agrotóxico”

 A ministra Katia Abreu vai mexer num vespeiro, ou melhor, numa imensa nuvem de gafanhotos. Katia promete mover montanhas para reduzir os prazos de análise dos pedidos para a produção de agrotóxicos no Brasil. Em média, a liberação de uma licença no país demora sete anos. Na Europa, o tempo de espera não chega a três anos; nos Estados Unidos, é ainda menor: dois anos. O problema é que a ministra da Agricultura terá de tirar leite de uma pedra que sequer lhe pertence. Qualquer ação neste sentido dependerá de uma intrincada negociação política com a Anvisa, responsável pelos estudos técnicos e pela concessão das licenças. Katia Abreu terá ainda de enfrentar a reação dos ambientalistas e a acusação, líquida e certa, de que está agindo para atender ao lobby de Bayer, Basf, Syngenta, entre outros grandes grupos internacionais do setor. A ministra da Agricultura, que um dia recebeu o nada honroso título de “Motosserra de ouro”, não teme o epíteto de “Mrs. Agrotóxico”. Ela já tem um pragmático contra-argumento na ponta da língua: a importância econômica de um setor que movimenta cerca de US$ 9 bilhões, cresceu mais de 200% em uma década e fez do Brasil o maior consumidor mundial de defensivos agrícolas, a  frente dos Estados Unidos. Para Katia Abreu, tais fatos mais do que justificam a inclusão do tema em sua lista de prioridades. E quem não gostar que saia da frente do trator.

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08.01.15
ED. 5036

Contramão

 Nem tudo é má notícia no universo corporativo. A Basf vai investir, em 2015, cerca de 200 milhões de euros em novos projetos de biotecnologia no Brasil. A cifra é 30% superior ao desembolso do ano passado.

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01.10.14
ED. 4969

Segunda demão

 A Basf, dona da Suvinil, quer pintar novas paredes. Os alemães têm interesse na catarinense Anjo Tintas, empresa com faturamento de R$ 400 milhões e uma fatia considerável das vendas para o mercado imobiliário na Região Sul. Consultada, a Anjo Tintas negou a negociação com a Basf.

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08.08.14
ED. 4931

Terra estrangeira

 Ventos fortes sopram a informação de que a Embrapa pretende montar centros de pesquisa no exterior. A mesma corrente de ar bafeja o nome da Basf como um provável parceiro na iniciativa – as duas empresas já têm um acordo para a produção da soja transgênica Cultivance. Procurada, a Embrapa nega o projeto. Mas, por dever de ofício, o RR registra a informação.

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23.06.14
ED. 4897

Agroceres cultiva uma conveniente solidão societária

 São insondáveis os caminhos percorridos pela Agroceres. Os próprios executivos da fabricante de sementes se perguntam o que está por trás dos frenéticos movimentos em curso na companhia. Em fevereiro deste ano, a empresa comprou os 50% restantes da produtora de palmito Inaceres, que pertenciam a  equatoriana Inaexpo. Neste momento, negocia a aquisição do controle integral da Agroceres PIC – 49% da companhia especializada em genética suína estão nas mãos da britânica Pig Improvement Company (PIC). Esta operação é ainda mais emblemática: os dois grupos são sócios há quase 40 anos e recentemente fecharam a compra da empresa de biotecnologia Génétiporc Internacional. A princípio, a temporada de aquisições da Agroceres poderia sugerir uma forte política expansionista. No entanto, na própria companhia as apostas vão na direção contrária, algo na linha do “comprar para vender”. A família Bittencourt, proprietária da Agroceres, estaria preparando o terreno para a posterior negociação do grupo. A aquisição das participações alheias seria uma forma de evitar que eventuais arestas societárias pudessem a atrapalhar a transferência do controle. Até porque, no que diz respeito a atritos societários, já bastam os desentendimentos entre os próprios integrantes da família Bittencourt. A Agroceres é uma empresa marcada por uma tragédia familiar. É impossível falar da companhia e de seus acionistas sem citar a perda do empresário Ney Bittencourt de Araújo, encontrado morto em seu apartamento em 1996. Na ocasião, um de seus filhos chegou a ser suspeito de assassinar o pai. O clã conseguiu superar o trauma e aprumar a gestão do grupo. Tanto conseguiu que a Agroceres, dona de um faturamento anual na casa de R$ 1 bilhão, é cobiçada por alguns dos grandes players mundiais da área de agrotecnologia. A Basf e a suíça Syngenta acompanham com lupa cada movimento feito pelos controladores da companhia. Recentemente, os herdeiros de Ney de Araújo chegaram a flertar com a ideia de IPO da Agroceres, mas recuaram diante das condições adversas do mercado. Segundo interlocutores da família, entre as incógnitas que cercam o futuro da companhia, existe uma certeza: a venda do controle deixou de ser um tabu, como era nos tempos do saudoso Ney Bittencourt de Araújo.

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14.05.14
ED. 4870

Gafanhotos

 Logo na partida, a parceria entre a Basf e a Embrapa tem sido atacada por uma praga de ações movidas por ambientalistas na Europa. A soja transgênica Cultivance, primeiro produto desenvolvido pela dupla, ainda não obteve liberação da União Europeia para ser comercializada. E não há qualquer previsão. Sem as vendas no Velho Continente, a conta não fecha. Procurada, a Basf informou que a autorização da União Europeia deve sair na safra 2015/2016.

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31.01.14
ED. 4829

Chineses invadem as terras da Bayer no Brasil

 Há uma nuvem de gafanhotos chineses sobrevoando as lavouras da Bayer no Brasil. Os asiáticos têm se revelado uma praga para os planos de expansão do grupo no mercado brasileiro de defensivos agrícolas. A Chongqing Huapont Pharm atravessou o caminho da Bayer e está perto de fechar a compra da Biagro, fabricante de inoculantes líquidos para uso em lavouras. Os alemães vinham mantendo negociações com a empresa desde meados do ano passado. No entanto, a Chongqing teria entrado em cena com uma oferta arrasa-quarteirão. Caso a operação se confirme, será a segunda vez em um curto espaço de tempo que a Bayer perderá um ativo no Brasil para um concorrente asiático. No início deste ano, as também chinesas Langfeng e Tide Group, acompanhadas da italiana Agroventure, fecharam a aquisição da Prentiss, fabricante de defensivos sediada no Paraná. O enredo foi similar: os alemães correram, correram, mas, nos últimos metros, acabaram superados. A iminente perda da Biagro para a Chongqing Huapont vai doer fundo na Bayer. Neste caso, o que está em jogo não é apenas a operação em si, mas o que ela representa na disputa por cada hectare do mercado brasileiro de defensivos agrícolas – setor que movimenta mais de US$ 10 bilhões e cresce, na média, 14% por ano. A investida sobre a Biagro é apenas a ponta do iceberg de um projeto maior. A Chongqing promete deslanchar uma agressiva estratégia de aquisições no Brasil. Embora dominado por grandes players internacionais, como Basf, Dupont Syngenta e a própria Bayer, o setor é povoado de fabricantes de médio porte com razoável presença regional. Ressalte-se que os chineses já têm sua raiz fincada no Brasil. São sócios da Nutrichem e da CCAB Agro, neste caso em parceria com a francesa Louis Dreyfus e com um consórcio de produtores agrícolas do Centro-Oeste, de Minas Gerais e da Bahia.

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15.01.14
ED. 4817

Petroquímica

 A Basf está abrindo a carteira na expansão do Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia. O grupo alemão vai investir cerca de R$ 2 bilhões. Dois terços da cifra estão reservados para a ampliação do chamado Complexo Acrílico. Procurada, a Basf confirmou o investimento.

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31.01.14
ED. 4829

Gafanhoto

 O que era para ser um dos principais adubos financeiros da Basf no Brasil está se tornando uma praga para os alemães. A empresa penou mais de três anos até que as autoridades do setor aprovassem a venda do Orkestra, defensivo contra a ferrugem asiática nas plantações de soja. Agora, que está na prateleira, o produto é uma decepção comercial. Por conta do alto preço, está custando a cair nas graças dos agricultores. Consultada, a Basf garantiu que o produto tem sido bem aceito no mercado.

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30.12.13
ED. 4807

Soja de luxo

 A Embrapa estaria com um pé fora do projeto de produção da soja transgênica Cultivance, em parceria com a Basf. A estatal se assustou com o custo do negócio.

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01.11.13
ED. 4769

Terra fértil

 O Brasil está em alta na Basf. Nos próximos três anos, a subsidiária brasileira deverá receber um quinto de todo o investimento global do grupo em agrociência. Só em 2014 serão mais de US$ 80 milhões destinados a  produção de defensivos agrícolas.

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26.07.13
ED. 4699

Basf

 Quem disse que não tem empresa investindo? A Basf vai construir duas fábricas de defensivos agrícolas em São Paulo, com o objetivo de fazer do Brasil base de exportação para a América Latina e a africa.

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22.05.13
ED. 4653

Basf e Embrapa tropeçam numa semente

“E a Cultivance, alguma novidade?”. A pergunta já se tornou quase um bordão nos corredores da sede de Basf, em São Paulo. Trata-se de uma referência a  soja transgênica desenvolvida em parceria com a Embrapa, projeto orçado em quase R$ 100 milhões. A própria Basf já desistiu de fazer previsões para o lançamento do produto no mercado. Não faltam motivos para o atraso, a começar por uma das mais tradicionais espécies de erva daninha da terra brasilis: a burocracia. Embora a Cultivance, tolerante a herbicidas e resistente a pragas, já tenha até recebido certificação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), ainda é necessário um sem número de autorizações para que a semente possa ser comercializada. Outro problema são as incertezas comerciais que cercam a nova semente. Ainda não há um volume de exportações que justifique o início da produção em grande escala. Lá fora, o maior entrave aos planos da Basf e da Embrapa é a China. As autoridades locais resistem a aprovar o uso de novas variações de soja transgênica. Outras nações asiáticas, como Indonésia e Paquistão, vão pelo mesmo caminho. Procuradas, Basf e Embrapa informaram que o projeto se encontra em andamento, a  espera das licenças nos principais países importadores de sementes de soja.

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