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09.10.20

Sinal de alerta

Os próprios bancos que assessoram a Natura – entre os quais Itaú e Bank of America – estão apreensivos com a demanda pela nova oferta de capital da empresa, no valor de até R$ 6,2 bilhões. As primeiras conversas com potenciais investidores não teriam sido das mais animadoras. Em tempo: desde que a operação foi anunciada, no último dia 2, a ação da Natura só opera em baixa: a queda acumulada está em 5%. Tomara que o mercado mude de direção porque a Natura é um baita negócio.

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26.05.20

Uma porta de entrada para o Wells Fargo?

O quarto maior banco norte-americano, o Wells Fargo, poderia estrear no Brasil caso o governo decidisse privatizar o Banco do Brasil. O rumor circulou no próprio BB, imerso em uma epidemia de boatos desde a divulgação do juízo de valor e das intenções privatistas do ministro Paulo Guedes em relação à instituição financeira. Guedes já declarou que sua preferência é o Bank of America, segundo maior no ranking dos EUA. O líder é o JP Morgan Chase, que não consta ter interesse em se tornar um banco varejista no Brasil. O Citigroup, que já teve uma operação até expressiva como banco de varejo, foi vendido para o Itaú afoito para deixar o mercado brasileiro. Difícil que voltasse.

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28.01.20

Pedra cantada

A julgar pelo vaivém de emissários na sede da BB DTVM, no antigo prédio da Bolsa, no Rio, o Bank of America é favoritíssimo na disputa para ser sócio da asset. Que surpresa… Antes mesmo de assumir o Ministério da Economia, Paulo Guedes já dava spoiler sobre o final do filme.

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23.02.17

BRF muda sua receita para a One Foods

O anunciado IPO da One Foods Holdings – braço da BRF no Oriente Médio – na Bolsa de Londres pode não ter passado de um conto das mil e uma noites. Segundo o RR apurou, o conselho de administração da companhia está reavaliando a estratégia de capitalização da controlada. No lugar da oferta pública de até US$ 1,5 bilhão, ganha corpo a ideia de uma subscrição privada de ações da One Foods.

A operação abriria espaço para a entrada de um sócio estratégico na companhia. De acordo com informações filtradas da própria BRF, a companhia já vem realizando reuniões com potenciais investidores internacionais para apresentar este segundo modelo. Os encontros são coordenados pelo Bank of America e pelo Morgan Stanley. O assunto também deverá ser abordado pela empresa na teleconferência com analistas marcada para amanhã, junto com a divulgação dos resultados de 2016.

A expectativa na companhia é que a nova proposta agrade mais ao paladar do mercado. Desde que o IPO da subsidiária foi anunciado, na primeira semana de janeiro, as ações da BRF acumulam queda de 18%. A One Foods, ex-Sadia Halal, é uma peça chave na estratégia de expansão da BRF no exterior. A companhia detém mais de 40% do mercado de frangos em países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait.

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