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O Banco do Brasil pressiona pela retomada do IPO do Banco Votorantim. O BB enxerga a operação como trampolim para a venda, ao menos, de uma parcela da sua participação de 49,99% das ações ordinárias. Mas, os Emírio de Moraes dão pinta de que não têm a menor pressa para abrir o capital. Consultados, BB e Votorantim não se manifestaram.

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18.02.21

IPO à vista

Segundo o RR apurou, o IPO do Banco Votorantim vai ocorrer até junho. De acordo com a mesma fonte, a meta é arrecadar até R$ 6 bilhões com a oferta de ações.

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22.10.20

Votorantinianas

Mesmo com a pandemia, os Ermírio de Moraes são só otimismo. Apostam que o IPO do Banco Votorantim pode bater nos R$ 6 bilhões. Na primeira tentativa, suspensa por causa da Covid-19, as estimativas giravam entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões.

Em tempo: o Banco Votorantim planeja um novo aporte de capital na Weel, fintech especializada em crédito. No início do ano, injetou
cerca de R$ 80 milhões na empresa, nascida em Tel Aviv.

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07.08.20

Banco do Brasil na malha fina do TCU

A compra de carteiras de crédito do Banco Votorantim pelo Banco do Brasil está na mira do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo informações filtradas do TCU, a Corte deverá questionar os critérios utilizados pelo BB, sócio do Votorantim, para fechar a operação, no valor de R$ 395 milhões. O negócio, ressalte-se, foi sacramentado no apagar das luzes da gestão de Rubem Novaes à frente do banco estatal. Procurado, o BB informa que não recebeu “até o momento, notificação do TCU para o assunto mencionado”.

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O coronavírus infectou, de uma só vez, três operações que estavam no radar do Banco do Brasil: a venda da participação no Banco Patagonia, a negociação do BB Americas e a saída do capital do Banco Votorantim, vinculada ao seu IPO, já cancelado. São os uns R$ 4 bilhões que, por ora, viraram poeira.

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11.12.19

Bye, bye, Votorantim

Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil, bateu o martelo. O IPO do Banco Votorantim, previsto para o início de 2020, será a porta de saída do BB do Banco Votorantim.

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24.09.19

Voo solo

O Banco Votorantim trabalha no desenvolvimento de uma plataforma de pagamentos móveis. O projeto, ressalte-se, é 100% Votorantim. Nada tem a ver com a parceria com o banco digital Neon, que está devagar, quase parando.

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12.07.19

Aporte do Votorantim

O Banco Neon negocia com o Banco Votorantim, seu parceiro operacional, um aporte financeiro. Os Ermírio de Moraes se juntariam à gestora General Atlantic, que prepara uma injeção de recursos no banco digital.

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23.05.19

Votorantim com Neon

A “parceria estratégica” entre o Banco Votorantim e o Neon é puro eufemismo. Os Ermírio de Moraes estariam negociando a compra do banco digital.

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16.08.18

Neon com luz baixa

A Neon Pagamentos, do banqueiro Pedro Conrade, está à procura de um sócio. O nome mais forte é o do próprio Banco Votorantim, com quem fechou uma parceria em junho. Consultada, a Neon disse estar “sempre em contato com novos investidores”, garantindo que “não há negociação em andamento”. A fintech perdeu musculatura desde a liquidação do Banco Neon, ao qual era associada, em junho. De lá para cá, a carteira de clientes teria caído 15%.

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