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06.04.22

Os inseparáveis irmãos Weintraub

Arthur Weintraub, ex-assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, está com um pé fora da OEA. Já confidenciou a pessoas próximas que deverá se desligar do cargo de Secretário de Segurança Multidimensional, em Washington, até o fim deste mês. É mais um indício de que seu irmão, o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, deixará o Banco Mundial para voltar ao Brasil e disputar as eleições. Caberia a Arthur a missão de coordenar a campanha. Ainda falta definir se Abraham vai concorrer ao governo de São Paulo ou a uma vaga na Câmara.

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28.03.22

Entre a urna e a TV

Abraham Weintraub, ex-ministro da Educação e hoje no Banco Mundial, foi sondado por uma emissora de TV para se tornar comentarista político. Pode vir a ser seu Plano B caso a candidatura ao governo de São Paulo não decole.

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07.02.22

Olavo de Carvalho não morreu

De acordo com uma fonte do RR no Itamaraty, o diplomata Henri Carrières, genro do recém-falecido Olavo de Carvalho, está cotado  para substituir Abraham Weintraub no Banco Mundial – o ex-ministro da Educação deve voltar ao Brasil para disputar o governo de São Paulo ou uma vaga no Senado. Ex-assessor de Jair Bolsonaro, Carrières trabalha atualmente na Embaixada do Brasil em Washington.

Filipe Martins, assessor direto de Jair Bolsonaro para a área de política externa, trabalha junto ao presidente pela nomeação do diplomata Roberto Goidanich para uma Embaixada, mais precisamente na África. É mais um round na disputa entre “olavistas” e “itamaratecas” puro-sangue. Assim como Martins, Goidanich é um dos principais discípulos de Olavo de Carvalho no Itamaraty. Logo que assumiu o posto de chanceler, um dos primeiros atos de Carlos Alberto de França foi tirá-lo da presidência da Fundação Alexandre de Gusmão, think tank do Ministério das Relações Exteriores.

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14.12.21

Weintraub na área

Abraham Weintraub, hoje no Banco Mundial, deverá desembarcar no Brasil nos próximos dias para as festas de fim de ano. No cardápio natalino, conversas agendadas com o PL e o PTB para a sua possível filiação.

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08.10.21

Dinheiro no caixa

O governo de Goiás está negociando um empréstimo de aproximadamente R$ 3 bilhões junto ao Banco Mundial. O financiamento terá aval da União.

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29.09.21

O reincidente Weintraub

Segundo uma fonte do RR da área diplomática, funcionários do Banco Mundial, em Washington, estariam solicitando à entidade uma punição a Abraham Weintraub. O motivo são recentes postagens em defesa de políticos presos pela Justiça brasileira, como Daniel Silveira e Roberto Jefferson. Não custa lembrar que, em março, executivos do Banco Mundial pediram que o ex- ministro fosse investigado internamente por ataques à vacinação e pela defesa da cloroquina. Procurados, o Banco Mundial e Weintraub não se pronunciaram.

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14.07.21

IFC despeja mais grana no Brasil

O IFC, o braço de investimentos do Banco Mundial, sinalizou ao Ministério da Infraestrutura a intenção de alocar recursos em projetos rodoviários no Brasil. O Brasil, ao que parece, está mesmo no radar da instituição. O IFC já anunciou que vai investir mais de US$ 6 bilhões no setor de saneamento no país até 2023.

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14.05.21

O retorno de Weintraub

Abraham Weintraub, hoje no Banco Mundial, tem dito a interlocutores no governo que está se preparando para voltar ao Brasil no fim do ano. Ou seja: não cumpriria seu mandato na instituição, que vai até outubro de 2022.
O motivo não é nada lisonjeiro: Weintraub está sendo investigado pelo conselho de ética do banco em função de sua conduta nas redes sociais. Apesar disso, não faltam partidos, a exemplo do PSL e do PTB, querendo emplacá-lo como candidato a deputado ou mesmo ao governo de São Paulo em 2022.

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15.03.21

O Weintraub de sempre

O Banco Mundial já teria pedido ao Itamaraty a substituição do ex-ministro Abraham Weintraub como representante do Brasil na instituição. Os próprios funcionários do banco solicitaram que Weintraub seja investigado por disseminar informações falsas sobre a pandemia.

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30.06.20

O FMI não está à altura de Guedes

Segundo o RR apurou, o Brasil foi convidado a participar da teleconferência realizada na última quarta-feira entre países da América Latina, Espanha, FMI e Banco Mundial para discutir os impactos econômicos da pandemia. Mas, Paulo Guedes preferiu ficar de fora. No que diz respeito ao FMI, Guedes acha que seus economistas “chutam demais” e “vão errar” na previsão de queda do PIB brasileiro de 9% em 2020. Quem conhece bem o ministro garante que, em outras circunstâncias, ele iria a Washington dar uma aula magna aos “meninos” do FMI.

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