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08.10.21

Dinheiro no caixa

O governo de Goiás está negociando um empréstimo de aproximadamente R$ 3 bilhões junto ao Banco Mundial. O financiamento terá aval da União.

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29.09.21

O reincidente Weintraub

Segundo uma fonte do RR da área diplomática, funcionários do Banco Mundial, em Washington, estariam solicitando à entidade uma punição a Abraham Weintraub. O motivo são recentes postagens em defesa de políticos presos pela Justiça brasileira, como Daniel Silveira e Roberto Jefferson. Não custa lembrar que, em março, executivos do Banco Mundial pediram que o ex- ministro fosse investigado internamente por ataques à vacinação e pela defesa da cloroquina. Procurados, o Banco Mundial e Weintraub não se pronunciaram.

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14.07.21

IFC despeja mais grana no Brasil

O IFC, o braço de investimentos do Banco Mundial, sinalizou ao Ministério da Infraestrutura a intenção de alocar recursos em projetos rodoviários no Brasil. O Brasil, ao que parece, está mesmo no radar da instituição. O IFC já anunciou que vai investir mais de US$ 6 bilhões no setor de saneamento no país até 2023.

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14.05.21

O retorno de Weintraub

Abraham Weintraub, hoje no Banco Mundial, tem dito a interlocutores no governo que está se preparando para voltar ao Brasil no fim do ano. Ou seja: não cumpriria seu mandato na instituição, que vai até outubro de 2022.
O motivo não é nada lisonjeiro: Weintraub está sendo investigado pelo conselho de ética do banco em função de sua conduta nas redes sociais. Apesar disso, não faltam partidos, a exemplo do PSL e do PTB, querendo emplacá-lo como candidato a deputado ou mesmo ao governo de São Paulo em 2022.

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15.03.21

O Weintraub de sempre

O Banco Mundial já teria pedido ao Itamaraty a substituição do ex-ministro Abraham Weintraub como representante do Brasil na instituição. Os próprios funcionários do banco solicitaram que Weintraub seja investigado por disseminar informações falsas sobre a pandemia.

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30.06.20

O FMI não está à altura de Guedes

Segundo o RR apurou, o Brasil foi convidado a participar da teleconferência realizada na última quarta-feira entre países da América Latina, Espanha, FMI e Banco Mundial para discutir os impactos econômicos da pandemia. Mas, Paulo Guedes preferiu ficar de fora. No que diz respeito ao FMI, Guedes acha que seus economistas “chutam demais” e “vão errar” na previsão de queda do PIB brasileiro de 9% em 2020. Quem conhece bem o ministro garante que, em outras circunstâncias, ele iria a Washington dar uma aula magna aos “meninos” do FMI.

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23.06.20

A lista de Weintraub

O ex-ministro da Educação e indicado para a diretoria do Banco Mundial, Abraham Weintraub, deixou como generosa contribuição um verdadeiro almanaque de indicações para todos os Conselhos da Pasta. São sete nomes para a Câmara de Educação Básica (CEB), cinco para a Câmara de Educação Superior (CSE) e outros cinco para o Conselho Nacional de Educação (CNE). Desses 17 nomes, seis são discípulos do guru Olavo de Carvalho.

Não está contemplado nenhum militar, poucos doutores e nenhum com produção acadêmica. Weintraub cercou bem o perímetro para manter sua influência e de “Olavão” no Ministério. Em geral, o ministro da Educação indica à Casa Civil os nomes que formarão os colegiados dos Conselhos. É fora do protocolo que um exministro apresente nomes, ainda mais a granel, para ocupar cargos de relevância, notadamente no CNE. Weintraub teve o cuidado de deixar encaminhada a “privatização” do CNE.

Do trio indicado, dois são empresários do setor – Antonio Veronezi (Universidade de Santo Amaro) e Wilson Matos (Unicesumar). Ambos não têm doutorado, uma exigência tácita para a presença no CNE, algo que durante a gestão do ex-ministro passou a ser desconsiderado como requisito. A lista de Weintraub exclui nomes indicados pelas instituições acadêmicas. O atual presidente da Câmara de Ensino Superior do CNE e pró-reitor da FGV, Antônio Freitas, teve sua recondução pedida pela maioria do setor. Ele sequer consta da lista dos 17 nomes de Weintraub, o que, a essa altura, pode até significar um distintivo. A julgar pelo abraço de despedida do ex-ministro em Jair Bolsonaro, frente às câmeras, é improvável que Weintraub e “Olavão” não emplaquem vários nomes nos Conselhos da Pasta.

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19.06.20

Inadimplência internacional

Em função da pandemia, alguns governadores, como Mauro Mendes, do Mato Grosso, estão batendo na porta do Banco Mundial tentando um waiver para o pagamento de empréstimos. Todos têm ouvido “não”. Agora, com o ex-ministro Abraham Weintraub batendo ponto no banco… não vai mudar rigorosamente nada.

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25.09.18

Inflation target fora do alvo

Quem avisa amigo é. O presidente do BC, Ilan Goldfajn, deveria ter escutado o conselho do economista Sérgio Werlang, contrário à redução da meta de inflação. O alerta era sobre a probabilidade do BC ter que subir os juros em qualquer sacolejo sofrido pela economia. Dito e feito: com as eleições e o cenário internacional sombrio, a projeção de inflação para o ano que vem já está em 4,5%. Como a meta desceu para 4,25%, a pressão sobre os juros já começou na reunião do Copom de setembro. Em tempo: Sérgio Werlang foi diretor do BC e implementador do sistema de inflation target no país.

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03.08.17

Duplo crachá

O IFC, leia-se Banco Mundial, está na Sabesp com duplo crachá. É consultor do processo de capitalização e deverá ficar com um pedacinho da estatal.

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