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04.01.21

Contramão

As seguidas declarações do novo presidente do Banco do Brasil, André Brandão, tratando a venda de subsidiárias como algo não prioritário, têm provocado um crescente incômodo no ministro Paulo Guedes.

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11.12.20

“Minha terra, minha vida”

O Ministério da Agricultura, mais precisamente o Incra, vai lançar um programa de crédito fundiário voltado à venda de lotes para agricultores familiares. Em contrapartida, os produtores terão de se comprometer a negociar parte da sua colheita para o Programa de Aquisição de Alimentos da Pasta da Agricultura. O Banco do Brasil vai ser o agente financeiro do projeto, segundo as negociações do Incra. A primeira área prevista para ser ofertada está em Mato Grosso. No governo Lula, uma iniciativa semelhante fez grande sucesso. Mas, isso, claro, não será lembrado.

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01.12.20

Au revoir, Paris

Uma fonte do Banco do Brasil cravou com todas as letras: após desativar os escritórios de Milão e Madri, o BB vai fechar sua representação em Paris. Segundo o informante do RR, funcionários da filial já teriam sido comunicados da decisão. O motivo da medida é a baixa performance da operação. Consultado especificamente sobre o encerramento das suas atividades na capital francesa, o banco não se pronunciou. O Banco do Brasil informou que “promove, desde o início do ano, processo de reestruturação de suas unidades no exterior com o objetivo de ganhar mais eficiência para sua atuação internacional”.

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09.11.20

BB Digital

Projeto tocado pelo novo presidente do Banco do Brasil, André Brandão, e ainda guardado a sete chaves: a cisão da carteira digital do BB e a criação de um novo a banco a partir dessa costela.

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29.10.20

Legado Novaes

Rubem Novaes ainda “manda” no Banco do Brasil. A nomeação de Marcio Hamilton Ferreira para a presidência da BB Seguridade deve ser creditada na conta do ex-presidente do banco. Ferreira foi um dos executivos mais próximos de Novaes durante a sua gestão. Também por indicação do ex-presidente do BB, comandou antes a Brasilprev.

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O governador Romeu Zema recorreu ao próprio presidente Jair Bolsonaro na tentativa de fechar, ainda neste ano, um empréstimo  conjunto do BB e da Caixa da ordem de R$ 7 bilhões. Sobre a mesa uma proposta de securitização dos royalties que o governo mineiro tem a receber das vendas de nióbio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) até 2032. Zema tentou vender os recebíveis em mercado, mas a pandemia acabou com a operação. Zema está convicto de que Paulo Guedes, com quem vinha negociando, sentou em cima do assunto.

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26.08.20

Porta de saída

O Banco do Brasil espera apenas a pandemia dar uma trégua para vender sua participação de 17% na Kepler Weber. Procurado, o BB informa que “avalia periodicamente seu portfólio, na premissa de estudar todas as opções disponíveis”. Para bom entendedor…

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17.08.20

Canto do cisne

Na reta final de sua gestão à frente do Banco do Brasil, Rubem Novaes tenta insistentemente junto ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, acelerar a autorização para a parceria entre o Banco do Brasil Investimentos e o UBS. Está difícil.

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07.08.20

Banco do Brasil na malha fina do TCU

A compra de carteiras de crédito do Banco Votorantim pelo Banco do Brasil está na mira do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo informações filtradas do TCU, a Corte deverá questionar os critérios utilizados pelo BB, sócio do Votorantim, para fechar a operação, no valor de R$ 395 milhões. O negócio, ressalte-se, foi sacramentado no apagar das luzes da gestão de Rubem Novaes à frente do banco estatal. Procurado, o BB informa que não recebeu “até o momento, notificação do TCU para o assunto mencionado”.

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28.07.20

O sinal de alerta que vem do STF

É grande a apreensão na área de marketing do Banco do Brasil, comandada por Ana Kakinoff. O pedido de demissão de Rubem Novaes no mesmo dia em que o ministro Alexandre de Moraes notificou o banco a prestar esclarecimentos sobre anúncios em sites acusados de disseminar fake news alimentou a percepção de que algo mais grave está por vir. O temor na cúpula do marketing do BB é pagar com o CPF por eventuais erros no CNPJ.

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