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10.09.21

Uma fatura previdenciária para o BB

A federalização de bancos estaduais, a maioria dos fim dos anos 1990, traz ônus ao governo até hoje. A Primeira Turma do TST reconheceu a competência da Justiça do Trabalho para julgar a ação civil pública em que funcionários do Banco do Brasil egressos dos antigos Banco do Estado do Piauí, Nossa Caixa e Banco do Estado de Santa Catarina reivindicam o direito de associação retroativa aos planos da Previ. Segundo fontes do TST, seriam grandes as chances de que a Corte dê ganho de causa aos trabalhadores. Com isso, o Banco do Brasil teria de arcar com parte da contribuição previdenciária desses funcionários. O prejuízo chegaria a algumas centenas de milhões de reais. Procurado, o BB disse ter conhecimento da posição do TST “por meio de publicação oficial” e que “está recorrendo da decisão.”

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02.09.21

Será que agora vai?

O Banco do Brasil estaria em conversações com o UBS para a venda do controle do Banco Patagônia, na Argentina. A instituição argentina mofa sobre o balcão há pelo menos três anos. Até agora, as poucas propostas apresentadas teriam ficado abaixo do esperado pelo BB. Os suíços, ao menos, já conhecem razoavelmente o negócio. O UBS tem uma parceria comercial com o Patagônia. Procurados, Banco do Brasil e UBS não se pronunciaram.

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23.08.21

Governo estuda um “Bolsa Semente”

Vem aí o “auxílio emergencial do campo”. O governo está costurando um projeto para a renegociação de dívidas do agronegócio junto aos bancos públicos, sobretudo o Banco do Brasil. Os estudos vêm sendo conduzidos dentro da Casa Civil, com a participação do Ministério da Agricultura. A medida beneficiaria notadamente pequenos produtores rurais, contemplando passivos contraídos ao longo dos últimos 12 meses. Estima-se que o estoque de dívidas seja da ordem de R$ 10 bilhões. São mais de três milhões de agricultores. É gente que planta. E, principalmente, que vota. O alvo da proposta é certeiro: os compromissos em questão não estão cobertos pelo programa lançado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional no ano passado para a renegociação de débitos de agricultores familiares inscritos na Dívida Ativa da União. Procurada pelo RR, a Casa Civil não quis se manifestar.

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O Banco do Brasil pressiona pela retomada do IPO do Banco Votorantim. O BB enxerga a operação como trampolim para a venda, ao menos, de uma parcela da sua participação de 49,99% das ações ordinárias. Mas, os Emírio de Moraes dão pinta de que não têm a menor pressa para abrir o capital. Consultados, BB e Votorantim não se manifestaram.

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06.08.21

Era Ciro Nogueira

O vice-presidente de Varejo do Banco do Brasil, Carlos Motta, balança no cargo. O PP, de Ciro Nogueira, estaria trabalhando para emplacar em seu lugar o nome do atual presidente do Banco Regional de Brasília, Paulo Henrique Costa.

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22.07.21

A prova dos nove da Candido Mendes

A proposta de recuperação judicial da Universidade Candido Mendes (UCAM) já teria recebido dez pedidos de impugnação por parte de credores, entre os quais o Banco do Brasil e escritórios de advocacia que atenderam a instituição. Segundo o sócio de uma dessas bancas, há divergências em relação aos valores das dívidas da empresa. A fonte do RR calcula, por exemplo, que o passivo da Universidade Candido Mendes com o condomínio do Edifício Assembleia 10, no Centro do Rio, chega perto dos R$ 80 milhões. Consultada, a instituição reconhece os atrasados, mas garante que a soma, “incluída no plano”, é de R$ 52 milhões.

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13.07.21

“Governança”

O presidente do BB, Fausto Ribeiro, aprendeu a lição com o tombo de seu antecessor, André Brandão. Antes de qualquer decisão, tem compartilhado todos os projetos mais sensíveis com Paulo Guedes – consequentemente, com o Palácio do Planalto.

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08.07.21

Uma história cada vez mais enrolada

A enroscada saga da Usina São Fernando – ver RR de 25 de junho – teve um novo capítulo. Funcionários da sucroalcooleira vêm fazendo gestões junto ao BNDES e ao Banco do Brasil, os dois maiores credores da empresa, na tentativa de aprovar a venda do controle à Millenium Holdings. Esta última teria se comprometido a contratar parte dos 1,2 mil trabalhadores demitidos da usina. Ocorre que a Millenium venceu o leilão judicial, mas não levou. Foi desclassificada pela Justiça, que aceitou a oferta da segunda colocada, a Energética Santa Helena – pelo que se diz nos bastidores, com o apoio do BNDES e do BB.

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Todos os nomes dos novos vice-presidentes do BB e de presidentes de subsidiárias do banco têm passado pela peneira da Casa Civil. O governo Bolsonaro quase teve o constrangimento de nomear um aliado de Cid e Ciro Gomes, Amauri Aguiar de Vasconcelos, para o comando da BB Seguridade.

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05.07.21

Saída em bloco

Previ, Petros e Funcef reabriram conversações para a venda conjunta das suas participações na Invepar. Segundo o RR apurou, a maior pressão pelo negócio vem do fundo de pensão do BB.

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