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08.01.20

A “Delaware” de Sergio Cabral

Ministério Público Federal do Rio de Janeiro vai pedir à Justiça a suspensão de pagamentos da Rio Previdência ao Banco do Brasil, referentes a operações de antecipação de recebíveis de royalties do petróleo. Montada durante o governo de Sergio Cabral, a engenharia financeira é alvo de investigação na CPI da Rio Previdência, na Alerj. À época, o fundo de pensão dos funcionários do estado fechou acordos similares nos Estados Unidos, operação que ficou conhecida pelo sugestivo nome de “Delaware”. O estado recebeu R$ 8 bilhões. Já pagou mais de R$ 19 bilhões.

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12.12.19

Assunto encerrado

Nas palavras de Rubem Novaes, a privatização do Banco do Brasil é “assunto encerrado”. Só não disse que a venda do BBBanco de Investimentos é assunto aberto…

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11.12.19

Bye, bye, Votorantim

Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil, bateu o martelo. O IPO do Banco Votorantim, previsto para o início de 2020, será a porta de saída do BB do Banco Votorantim.

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Será anunciado amanhã o resultado da reunião do Copom. A expectativa praticamente unânime do mercado é por nova redução de 50 pontos, o que levaria a taxa Selic a 4,5% ao ano. É provável que o BC deixe futuras diminuições em aberto, mas sem delineá-las (como fez nos dois anúncios precedentes), em função de flutuações cambiais.

 

Ainda que já seja esperada, a queda será  bem recebida e tende a alimentar, nesta quarta, balanço positivo da política econômica em 2019 – com destaque para o ministro Paulo Guedes.

 

Estima-se que o quadro positivo seja complementado por novo avanço na Pesquisa Mensal do Comércio de outubro (IBGE), para a qual se prevê crescimento moderado, na margem (0,2%). Aquém de resultados de setembro (0,7%), mas mantendo a tendência de alta no setor.

 

Também influenciará o quadro econômico, amanhã, o anúncio da taxa de juros do FED. Há possibilidades de nova redução de 0,25 ponto, mas a ampla maioria de analistas convergem para manutenção da faixa atual, em 1,75%. Ainda nos EUA, nesta quarta, sairá a inflação de novembro, que deve trazer recuo (de 0,4% para 0,2%).

 

A Lava Jato e Sérgio moro no Senado

 

Aprovação de projeto de lei que restabelece a prisão após condenação em segunda instância por 21 votos a 1, na CCJ do Senado, alimentará algumas vertentes do noticiário  amanhã:

 

1) A liderança  da senadora Simone Tebet e a força da ala lavajatista na Casa;

 

2) O avanço de Sérgio Moro como articulador político e a base que parece ter construído no Senado podem se tornar um contraponto à Câmara, que tem imposto sucessivas derrotas ao ministro?

 

3) As movimentações de Rodrigo Maia, da oposição e do Centrão. No que se refere ao projeto aprovado na CCJ em si, que Maia já taxou de inconstitucional, bem como a suas chances na Câmara;

 

4) Possível apoio mais enfático de parte da mídia ao projeto do Senado, em detrimento da emenda proposta pela Câmara. Trata-se de ponto muito importante porque, até agora, a questão não tem gerado intensas mobilizações. Se for criada onda favorável, pode ser difícil para Rodrigo Maia resistir à pressão.

 

O pacote anticrime

 

Paralelamente, terá espaço nova análise do pacote anticrime, também aprovado pelo Senado, sem modificações em relação ao texto da Câmara, e ilações sobre posicionamento do presidente Bolsonaro. Expectativa é de que sancione o projeto, mesmo com as supressões que desagradaram o ministro Moro. Nesse contexto, se não houver nenhuma sinalização de insistência no excludente de ilicitude, portas para aprovação da medida tendem a se fechar definitivamente.

 

Os bons ventos da Argentina

 

Ainda que declarações do presidente Bolsonaro permaneçam algo dúbias, posicionamento do vice-presidente Mourão e ênfase do novo presidente argentino na importância não somente do relacionamento com o Brasil como de mobilização em torno do Mercosul favorecerão análises otimistas amanhã.

 

Interpretação caminhará para linha de que, assim como fez no que se refere à China, o presidente Bolsonaro baixará o tom da retórica e apostará no pragmatismo.

 

No entanto, dadas as diferenças ideológicas entre os governantes – e especialmente à figura de Cristina Kirchner – equilíbrio estará longe de ser atingido, ainda.

 

Emprego Verde Amarelo patina

 

Importante acompanhar as movimentações e declarações do governo, amanhã, acerca do programa Emprego Verde Amarelo. Questionamentos à eficácia do projeto, que surgiram desde que foi apresentado, vêm num crescente nos últimos dias. Pode ser enterrado antes mesmo de entrar em discussão, o que vai gerar desgaste. Particularmente no sentido de que equipe econômica vai bem em ajustes e até em estímulo ao consumo e a investimentos, mas tem dificuldade para lidar com a questão do emprego.

 

Banco do Brasil em rota de colisão com o Banco Central

 

As declarações do presidente do Banco do Brasil hoje, criticando duramente limite de juros no cheque especial, determinado pelo Banco Central, podem abrir enfrentamento interno no governo. Desencontros do gênero já provocaram a fritura de diversas autoridades na atual gestão. A conferir.

 

Lava Jato, Oi e Lula

 

Investigações da PF acerca de supostos pagamentos da Oi ao filho do ex-presidente Lula (Lulinha) abrem novo campo de especulações e podem renovar apoio midiático à Força Tarefa, que havia perdido força desde revelações do The Intercept. Análise mais detida do inquérito, amanhã, será estratégica nesse sentido.

 

EUA: os efeitos do impeachment

 

Na política internacional, crescerão amanhã análises sobre efeitos de impeachment do presidente Trump na Câmara, que pode acontecer ainda essa semana. De toda forma, Trump permanecerá no cargo já que, nos EUA, o afastamento só se dá após votação no Senado, na qual os Republicanos tem maioria.

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02.12.19

Torneiras fechadas

Principais credores da PDG, Banco do Brasil e Caixa Econômica têm se negado a liberar dinheiro novo para a incorporadora. O temor na empresa é que a postura dos dois bancos provoque um efeito dominó, inspirando instituições privadas a seguir o mesmo caminho. O que está em jogo é o plano da PDG de retomar os lançamentos imobiliários no primeiro trimestre de 2020.

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07.10.19

Banco do Brasil e Caixa ainda têm o mesmo dono?

Se não houver um alinhamento entre Caixa Econômica e Banco do Brasil no que diz respeito à redução das taxas de juros, muito provavelmente o divórcio será motivado pelas diferenças de perfil entre seus respectivos presidentes, sobretudo em relação a políticas do próprio governo. As semelhanças entre Pedro Guimarães e Rubem Novaes se limitam à proximidade com o ministro Paulo Guedes, patrocinador da indicação de ambos ao governo. Se Guimarães é, digamos assim, permeável a ordens superiores, Novaes é um muro de resistência. O “Chicago Old” tem voz própria e reduzida maleabilidade política, como já ficou patente em episódios nos quais bateu de frente com o próprio Palácio do Planalto. Em abril, por exemplo, Jair Bolsonaro pediu publicamente que o BB reduzisse os juros do crédito rural.

Novaes desconversou, classificou o puxão de orelhas como “brincadeira” e ficou o dito pelo não dito. Ao que tudo indica, Rubem Novaes está levando a ortodoxia ao pé da letra, ainda que a postura possa lhe custar caro. Segundo o RR apurou, ele vem sofrendo pressões dentro do governo para anunciar ainda no início desta semana a redução dos juros do Banco do Brasil. Por ora, segue como a antítese de Pedro Guimarães. Ao contrário do que disse o próprio presidente da Caixa, é difícil imaginar que a agressiva mudança do banco tenha se dado por uma decisão estratégica com “base na matemática” e não por uma política de governo.

Nada justifica uma mudança solitária da CEF nas taxas oferecidas ao cliente se não uma determinação vinda de cima para baixo. Independentemente do motivo, caso o Banco do Brasil mantenha a atual postura, vai se abrir uma inexplicável fenda concorrencial entre os bancos federais. Para além da questão política, a Caixa Econômica se tornará mais competitiva e atraente do que o BB, algo inusitado. Não se tem notícia de um diferencial tão largo de taxas de juros entre as duas instituições.

Neste momento, por exemplo, a taxa média anual praticada pela Caixa para o crédito pessoal não consignado é de 37,7%, ao passo que, no caso do BB, esse custo chega a 54%. No cheque especial para pessoa física, o Canyon é ainda maior: a CEF cobra 194%; o Banco do Brasil, 300%! Este hiato teria o Banco do Brasil e Caixa ainda têm o mesmo dono? beneplácito do governo? O objetivo é cindir os bancos públicos do ponto de vista da sua capacidade financeira? Hipótese ainda mais desnorteante seria o Banco do Brasil se perfilar ao lado do oligopólio privado.

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26.08.19

Venda casada

O Banco do Brasil articula com a Previ uma oferta para a venda conjunta de suas participações na Kepler Weber. Está longe de ser um movimento arrasa-quarteirão no plano de desmobilização de ativos do BB. A valor de mercado, sua fatia gira em torno dos R$ 80 milhões.

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22.08.19

Questão de timing

A venda da participação de 80% no Banco Patagonia voltou à pauta no BB. Mesmo com a crise na Argentina, a ação subiu 30% nos últimos quatro meses. O valor de mercado atingiu o segundo maior patamar em cinco anos.

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21.08.19

Turbulência

O Banco do Brasil é um dos principais opositores ao plano de recuperação apresentado pela ABV, concessionária de Viracopos. A dívida com o BB gira em torno dos R$ 160 milhões.

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09.08.19

CastleLake não passa pela agulha do BB

A área de crédito do Banco do Brasil teria travado a renegociação de um passivo de aproximadamente R$ 800 milhões do fundo CastleLake. A pendência se refere a um empréstimo contraído originalmente pela Queiroz Galvão Energia, que vendeu a dívida aos norte-americanos. A sinuosa proposta do CastleLake para o banco previa um desconto de 40% sobre o valor de face e o pagamento de R$ 240 milhões mediante cotas de fundos de terceiros. Não passou pelo funil do BB.

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