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21.01.21

O veto do veto

Baleia Rossi lançou uma isca para ter os votos da bancada do transporte. Uma vez eleito para a presidência da Câmara, garante que vai trabalhar para derrubar o veto de Jair Bolsonaro ao projeto de lei 3364/20. Trata-se da proposta que prevê o repasse de R$ 4 bilhões para empresas de ônibus e concessionárias de metrô, duramente afetadas pelos efeitos da pandemia. Desde março, as perdas acumuladas pelos dois segmentos já passam dos R$ 16 bilhões.

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18.01.21

Em causa própria

O senador Renan Calheiros entrou pesado na campanha de Baleia Rossi à presidência da Câmara. Mais do que um apoio ao colega de MDB, trata-se de uma autodefesa. O comando da Câmara vai aumentar consideravelmente o poder de Lira em seu reduto, Alagoas, onde Renan dá as cartas há décadas. Com o fim do mandato do rebento, Renan Filho, em 2022, o senador começa a jogar desde já para manter o comando do governo alagoano.

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14.01.21

Bolsonaro vai distribuir mais cargos do que vacinas

O Palácio do Planalto iniciou sua campanha de vacinação contra a “Coalizão Baleia”. A ordem é inocular o Centrão com cargos e verbas para barrar a aliança montada em torno de Baleia Rossi, garantir a eleição de Arthur Lira à presidência da Câmara e, consequentemente, assegurar a própria governabilidade de Jair Bolsonaro. Possibilidades de nomeações vêm sendo mapeadas nas conversas entre o ministro Luiz Eduardo Ramos, Lira e os principais articuladores de sua campanha, a exemplo dos deputados Hugo Motta (Republicanos) e Fausto Pinato (PP).

Segundo o RR apurou, ontem havia sobre a mesa 56 postos de todos os escalões do governo federal que poderão ser preenchidos pelo Centrão, inclusive os Ministério da Infraestrutura, de Minas e Energia e do Desenvolvimento Regional. Tudo temperado com cifrões. Paulo Guedes, por sua vez, foi incumbido de encontrar espaço dentro do sofrido orçamento onde possa encaixar o apetite pantagruélico do Centrão. A mobilização do Planalto é mais do que justificável: se fosse produzida uma peça literária sobre o enredo em torno da eleição na Câmara, ela poderia se chamar “Morte e vida, Bolsonaro”.

O governo trata a sucessão de Rodrigo Maia como um evento que não apenas antecipa, mas que, no limite, pode ser determinante para a reeleição ou não de Jair Bolsonaro em 2022. Se Baleia Rossi vencer a disputa, com o apoio da “bancada Rodrigo Maia” e dos partidos de esquerda, a Câmara passará a ser o maior “partido” de oposição do Brasil. Aí, sim, é que Bolsonaro vai poder dizer “eu não consigo fazer nada”. Governar com uma coalizão tão ampla e tão ferrenhamente contrária passaria a ser o maior teste do presidente Bolsonaro. A gestão Paulo Guedes, por exemplo, enfrentaria poucas e boas.

Se já foi difícil passar uma agenda de reformas durante o mandato de Maia, que em alguns momentos se fez de aliado do Planalto, com a eleição de Baleia vai ser pau puro. Entre outras pautas, está mais do que dado que a Câmara fará pressão pela decretação de um novo estado de calamidade e pelo retorno do auxílio emergencial. Se a proposta já encontra eco em representantes da ala mais conservadora do Congresso, imagine, então, entre os partidos de esquerda, base importante de apoio à candidatura de Baleia Rossi. A oposição terá a faca e o queijo na mão para minar, de dentro da Câmara, a gestão Bolsonaro e as suas chances de reeleição. É serviço que pode ser feito de maneira lenta, em suaves prestações até novembro de 2022, ou de forma mais radical. Já são 60 os pedidos de impeachment de Bolsonaro protocolados na Câmara. Maia cozinhou todos eles em banho-maria. Baleia Rossi pode não ter a mesma parcimônia.

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16.02.17

O pai postiço da ideia

Nos corredores do Congresso, o deputado Baleia Rossi tem se apresentado como pai da indicação de Rodrigo Pacheco (PMDB-MG) para o Ministério da Justiça. Mas quem conhece a histórica ligação do parlamentar com Michel Temer sabe que, no máximo, ele é o padrasto da ideia.

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30.11.16

Cetáceo

O que aproxima o deputado Baleia Rossi da Secretaria de Governo é o mesmo motivo que o afasta. Sua presença no cargo levará para dentro do Palácio do Planalto o longo histórico de parcerias com Michel Temer.

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