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14.01.21

Saúde na veia

A gestora Bain Capital vai partir para a compra de laboratórios no Brasil. Os norte-americanos já têm raízes fincadas na área de saúde no país, como acionistas da operadora de planos de saúde Notre Dame Intermédica.

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01.08.19

Aproveitando a maré

A empresa de medicina de grupo Intermédica prepara uma nova emissão de ações, que deverá ser realizada no último trimestre do ano. A mais recente oferta, realizada em junho e capitaneada pela Bain Capital, movimentou mais de R$ 2 bilhões.

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12.04.18

O vertiginoso ziguezague da Intermédica

Entre tantas idas e vindas, o Bain Capital suspendeu, mais uma vez, o processo de venda da Intermédica. A melhor oferta recebida teria avaliado a empresa de plano de saúde em aproximadamente R$ 6 bilhões, bem abaixo da expectativa dos norte-americanos. E dizer que, no ano passado, o fundo recusou uma proposta da ordem de R$ 8 bilhões e decidiu partir para o IPO da companhia. Na ocasião, o consórcio de bancos liderado pelo Itaú BBA acenou com uma oferta pública de quase R$ 9 bilhões. Nada feito. Agora, os norte-americanos, que giram feito biruta de aeroporto, vão fazer uma nova tentativa de abertura de capital, mas o valor não deve passar de R$ 7 bilhões.

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08.01.18

Intermédica à venda

A gestora Bain Capital tem conversado com empresas de medicina de grupo norte-americanas para vender a Intermédica, dona de uma carteira com 3,5 milhões de vidas.

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07.11.17

Gigante da saúde

A Anthem, uma das maiores empresas de planos de saúde dos Estados Unidos, estaria em conversações para comprar a Intermédica – controlada pelo fundo norte-americano Bain Capital. Ainda que de forma indireta, o grupo já “esteve” no Brasil. Em 2015, a Anthem incorporou a Cigna, que comeu o pão que o diabo amassou na breve associação com a Golden Cross.

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21.09.17

O que eles querem…

A Bain Capital mandou para a UTI os planos de IPO da Intermédica. O que os norte-americanos querem mesmo é vender a empresa de plano de saúde.

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13.07.17

Quem não tem IPO…

Após suspender a abertura de capital da NotreDame Intermédica, o fundo norte-americano Bain deverá retomar as negociações para a venda do controle da empresa de planos de saúde.

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A NotreDame Intermédica é uma espécie de XP Investimentos dos planos de saúde. Protocolou o pedido de IPO na CVM, mas, a exemplo da corretora, o que quer mesmo é vender um pedaço do capital para um investidor estratégico. Sua controladora, a norte-americana Bain Capital, mantém negociações com três grupos do setor. O candidato mais forte seria a UnitedHealth, dona da Amil.

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02.05.17

Plano de saúde

A Advent entrou na disputa pela Intermédica, colocada à venda pela Bain Capital.

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26.10.16

Teuto e Medley chegam ao seu prazo de validade

  A Pfizer e os herdeiros do empresário Valterci de Melo – donos, respectivamente, de 60% e 40% do Teuto – vão anunciar até o início de dezembro a venda do controle do laboratório. Estima-se que a operação, conduzida pelo JP Morgan e pelo BTG, fique em torno de R$ 1 bilhão. Dos seis concorrentes que iniciaram a disputa apenas três entraram na reta final: as gestoras norte-americanas Advent e Bain Capital e a indiana Torrent Pharmaceuticals, já presente no Brasil. A venda do Teuto encerrará uma relação societária esquizofrênica: desde que se uniram, em 2010, a Pfizer e a família Melo vivem num ambiente de hostilidade mútua e alguma dose de paranoia. Os norte-americanos sempre alimentaram a suspeita de que os sócios, à frente da gestão, usaram de artifícios contábeis para inflar os números da companhia e, com isso, aumentar o valor de venda dos seus 40%. Em meio às enfermidades societárias, o Teuto vem apresentando um desempenho financeiro frustrante. Para não perder mercado, abusou de uma agressiva política de preços nas negociações com o varejo – em alguns casos de até 80% –, asfixiando sua rentabilidade. Sua margem Ebitda, que, há dois anos, beirava os 30%, já estaria abaixo dos 15%, o menor índice desde 2012. Procurado, o Teuto não quis comentar o assunto. Torrent, Advent e Bain Capital também não se pronunciaram.  A venda do Teuto terá razoável impacto no mercado de genéricos – segmento responsável por mais de 60% do seu faturamento (R$ 560 milhões no ano passado). O laboratório é o oitavo maior fabricante de medicamentos sem patente do país. Foi exatamente este o fator que atraiu para a disputa a Torrent Pharmaceuticals, que fatura mais de US$ 3 bilhões por ano em todo o mundo. O grupo, que atua há 14 anos no mercado brasileiro apenas importando medicamentos da Índia, está decidido a ter uma produção própria de genéricos no país. O apetite dos indianos pode ser medido pela sua presença nas duas grandes operações de M&A em curso no setor. Além da proposta pelo Teuto, a Torrent também estaria em conversações com a Sanofi Aventis, que teria colocado à venda o controle do Medley – outros candidatos seriam os laboratórios brasileiros Cimed e Aché. Consultada, a Sanofi “não confirma que o Medley esteja à venda”. Cimed e Aché não se pronunciaram.  Esta, sim, seria uma operação capaz de chacoalhar o ranking do mercado brasileiro de genéricos. O Medley é o segundo maior fabricante do país, atrás apenas da EMS . Neste ano, deverá faturar mais de R$ 1 bilhão no segmento. Para o Aché, por exemplo, a aquisição valeria a liderança na venda de genéricos no Brasil, com mais de R$ 1,5 bilhão de receita anual. A exemplo do Teuto, o Medley desperta a cobiça da concorrência mais pela sua estratégica posição de mercado do que exatamente pela performance financeira. O futuro controlador terá trabalho: o laboratório dá prejuízo há dois anos, apesar da profunda reestruturação conduzida pela Sanofi Aventis. Os franceses perderam mais tempo tentando consertar a herança que receberam do que pensando na expansão do negócio. A Medley tinha uma pesadíssima estrutura de custos. Por custos, entenda-se não apenas os corporativos como os de seus controladores. Em um ano, o laboratório teria desembolsado quase R$ 100 milhões para pagar despesas pessoais da família Negão, sua antiga controladora.

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