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19.08.21

Invasão aérea

Além das tratativas com a Azul para a venda de 220 aviões elétricos, a alemã Lilium também estaria e conversações com a Gol. Ou
seja: é melhor a Embraer correr com o desenvolvimento do seu modelo de aeronave elétrica.

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12.03.21

No radar

Segundo fonte próxima à empresa, a Azul teria planos de ampliar sua frota. Já estaria em conversas preliminares com a Embraer. Consultada pelo RR, a Azul disse “não confirmar a informação”. A Embraer, por sua vez, afirmou que “não comenta possibilidades de negócios”.

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A Gol firmou “jurisprudência”. Segundo o RR apurou, a Seção de Dissídios Coletivos do TST vai dar sinal verde ao acordo acertado entre a Azul e o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), nos moldes do firmado pela companhia dos Constantino. A empresa de David Neeleman se compromete a garantir o emprego de comandantes, copilotos e comissários até dezembro de 2021. Em contrapartida, será autorizada pela Justiça do Trabalho a fazer uma redução escalonada de salários e de jornada, além de um Plano de Demissão Voluntária. Consultada pelo RR, a Azul confirmou o acordo com o SNA.

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08.06.20

Fusão

Até agora ninguém falou ainda em uma fusão entre a Latam e a Gol. Ou entre a Latam e a Azul. Ou entre a Gol e a Azul. É uma questão de aguardar.

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15.05.20

O tamanho da crise

Segundo informações filtradas da Anac, TAM, Gol e Azul vão fechar o mês de maio com uma média de 182 voos domésticos diários. Antes da pandemia, esse número superava a marca de dois mil pousos e decolagens.

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20.04.20

Questão de altitude

Dirigentes da Latam, Azul e Gol foram ao Olimpo: nos últimos dias, têm conversado diretamente com Paulo Guedes para acertar a ajuda do BNDES às companhias aéreas. Entre as empresas, a sensação é de que o presidente do banco, Gustavo Montezano, tem boa vontade, mas manda pouco.

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07.04.20

Os dividendos voaram

Os acionistas da Azul, que esfregaram os dedos com o lucro de R$ 1,2 bilhão da empresa em 2019, vão ficar na saudade. Diante dos graves efeitos da pandemia da Covid-19 sobre o setor de aviação, a companhia decidiu não distribuir dividendos. É hora de acumular gordura para o longo inverno da economia. Consultada, a Azul confirma a medida.

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01.04.20

“Pane seca” na aviação civil

Azul e Gol procuraram a BR e a Shell para negociar um corte profundo nos contratos de fornecimento de combustível. Ressalte-se que o número de voos semanais autorizados pela Anac para o período de 28 de março a 30 de abril equivale a 10% do movimento normal da aviação civil no país. Procurada, a Gol informou que “vem estudando soluções com o objetivo de equilibrar e equalizar compromissos”. Azul, BR e Shell não se pronunciaram.

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14.01.20

Nem tudo Azul em Viracopos

A Azul, de David Neeleman, pressiona a Anac por uma rápida solução sobre a devolução ou não à União da concessão de Viracopos. Mais do que os atuais operadores do negócio – Triunfo e UTC – a companhia aérea é quem mais tem a perder com uma eventual crise de continuidade do aeroporto de Campinas. Mais de 60% das operações da Azul estão concentradas em Viracopos. Ouvida pelo RR, a companhia disse que “acompanha, junto à Anac, o processo de recuperação judicial da Viracopos Brasil e ressalta que o aeroporto segue operacional, sem impactos à sua rotina de voos”.

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12.07.19

As tempestades de Neeleman

David Neeleman enfrenta turbulências dos dois lados do Atlântico. No Brasil, a Azul pulou fora do atribulado leilão da Avianca; em Portugal o governo, sócio de Neeleman na TAP, tem questionado duramente a política de remuneração da companhia. As autoridades deverão vetar novos pagamentos de bônus a executivos da empresa ao longo deste ano. Em maio, a TAP desembolsou 1,2 milhão de euros em bonificações a 180 funcionários em cargos de gerência e direção. A decisão desencadeou fortes críticas à gestão da TAP, leia-se o CEO Antonoaldo Neves, ex-presidente da própria Azul. Ao se referir a Neeleman, o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, falou em “quebra de confiança” na relação com o sócio privado. Não é pelo 1,2 milhão de euros, cifra que está longe de ser uma fortuna. Ocorre que a remuneração extra aos executivos soa como um elogio ao fracasso. No ano passado, a TAP teve um prejuízo de 118 milhões de euros.

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