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21.06.19

Adeus à velha Avon?

A Natura, que comprou o controle global da Avon, vai investir pesado na operação de e-commerce da empresa. O alvo prioritário será a venda de linhas de produtos mais caras. Má notícia para as “Avonetes”, o exército de vendedoras da Avon.

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03.06.19

Comum de dois

O nº 1 da Avon no Brasil, José Vicente Marino, deverá comandar o processo de incorporação da empresa à Natura. É o homem talhado para a missão. Marino foi vice-presidente da companhia brasileira por sete anos.

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16.10.18

Maquiagem borrada

O disse me disse em torno de uma eventual investida para a aquisição da Avon não tem feito bem à pele e ao bolso dos acionistas da Natura. No intervalo de quatro meses, a empresa já perdeu quase 20% do seu valor de mercado.

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31.08.18

Avon chama

Um dos grandes desafios do novo presidente da Avon, o ex-Natura José Vicente Marino, é turbinar a operação de e-commerce. O negócio ainda representa uma fatia pequena da receita se comparada às vendas diretas. Ressalte-se que Marino chega pressionado pelos números que ajudaram a minar seu antecessor, David Legher. O faturamento da Avon no Brasil tem recuado seguidamente – 13% no segundo trimestre.

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02.04.18

Avon sem maquiagem

O presidente da Avon no Brasil, o colombiano David Legher, está deixando as promotoras de vendas da empresa na maior secura. Reduziu consideravelmente a concessão de crédito para as “avonetes”. Com as vendas em queda, Legher tem apertado o torniquete por todos os lados para manter as margens operacionais da empresa.

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11.05.16

Beleza roubada

 A queda nas vendas de cosméticos tem atingido mais duramente a Avon. No mês passado, seu market share no segmento de produtos de beleza e higiene pessoal teria batido nos 5%. Há dois anos, era de 20%. Procurada pelo RR, a Avon não comentou o assunto.

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30.04.15

Há cada vez menos beleza nos números da Avon

Há cada vez menos beleza nos números da Avon no Brasil. O market share da empresa no segmento de cosméticos e higiene pessoal bateu nos 6%, um terço da participação que os norte-americanos ostentavam há dois anos. A queda reflete a crescente dificuldade do setor de vendas diretas em duelar com concorrentes munidos de uma grande operação no varejo. Mesmo porque o próprio contingente de vendedoras da Avon, historicamente um orgulho da casa, também diminui ano após ano. Hoje, haveria cerca de 1,4 milhão de “Avonetes” efetivamente trabalhando para a companhia – 10% a menos do que no início de 2014. Consultada, a Avon garantiu que o número de distribuidoras segue acima de 1,5 milhão. Com relação a  sua performance, a companhia disse que não comenta participação de mercado.

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