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03.05.18
ED. 5859

Pouso forçado

German Efromovich, dono da Avianca, está vendo a parceria com a United Airlines escapar entre seus dedos. As negociações entre as duas companhias teriam esfriado nas últimas semanas. A United está mais interessada em aumentar sua participação na Azul, por meio da compra da participação da chinesa HNA. A suspensão do processo de fusão da Avianca Holdings com a Avianca Brasil também teria pesado no recuo dos norte-americanos.

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06.04.18
ED. 5841

“Aviancas” não se encaixam

O nome é o mesmo, o controlador é um só, mas a Avianca Holdings e a Avianca Brasil parecem ter decolado de planetas diferentes. Os estudos para a fusão entre as duas companhias aéreas de German Efromovich já teriam estourado todos os cronogramas: a cada momento surge um ponto de incompatibilidade entre elas. O desencaixe vai desde o modelo de governança às dificuldades de integração entre os respectivos sistemas de venda de passagens. Para completar, há ainda divergências com o investidor salvadorenho Roberto Kriete, acionista minoritário da colombiana Avianca Holdings.

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11.12.17
ED. 5763

Voo em ziguezague

O anúncio da Avianca de que o contencioso com o empresário panamenho Robert Kriete, seu minoritário e desafeto de German Efromovich, está encerrado não corresponde exatamente à realidade dos fatos. Kriete declarou à imprensa da Colômbia, onde está a sede da Avianca Holdings, que apenas suspendeu temporariamente as ações contra a companhia na Justiça de Nova York. Se as negociações para a parceria com a United não derem certo, Kriete promete voltar à carga contra Efromovich.

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14.08.17
ED. 5682

Nas asas de um abutre

Os dois grandes inimigos de German Efromovich na Avianca agora são um só. O fundo-abutre Elliot, de Paul Singer, e o salvadorenho Roberto Kriete, dono de 22% da companhia aérea, se uniram para barrar a fusão da Avianca Holdings com a Avianca Brasil e a venda de parte da nova empresa para a United. O Elliot é um dos principais credores de Efromovich.

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17.04.17
ED. 5600

Os inimigos de German

German Efromovich terá de enfrentar dois duros adversários para levar adiante a fusão entre a Avianca Holdings e a Avianca do Brasil. O fundo abutre Elliot, credor da companhia colombiana, e o investidor salvadorenho Roberto Kriete, sócio e desafeto de Efromovich, se mobilizam para barrar a operação. Um quer receber seus créditos primeiro; o outro luta para não ser diluído na fusão.

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07.04.17
ED. 5595

Bilhete unitário

Com a fusão entre a colombiana Avianca Holdings e a Avianca Brasil, German Efromovich espera aumentar seu cacife na venda de uma participação na nova companhia. As ofertas que recebeu separadamente não o animaram.

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16.01.17
ED. 5539

Sob medida

A MP que vai liberar de vez a participação do capital estrangeiro no setor de aviação já é chamada em Brasília de “Lei Germán”, em referência ao empresário Germán Efromovich, que procura um novo dono para a Avianca. Maldade! A lei serve a todos.

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03.01.17
ED. 5530

Air Force Two

Dificilmente German Efromovich seguirá na cabine de comando da Avianca. As três propostas de associação que recebeu – Delta, United e Copa Airlines – preveem a transferência de participação majoritária do Sinergy Group, a holding colombiana que controla a companhia aérea.

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31.10.16
ED. 5486

Pressurização

 Os credores de German Efromovich, a começar pelo fundo norte-americano Elliot Management, pressionam pela fusão da Avianca Brasil e da Avianca Holdings, sediada na Colômbia. Vocalizam os interesses do empresário Roberto Kriete. Com a fusão, o empresário colombiano, que é acionista apenas da Holdings, passaria a ter participação em todos os negócios dos irmãos German e José Efromovich no setor aéreo. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Avianca.

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11.10.16
ED. 5473

Asas cortadas

 German Efromovich negocia a venda de uma participação da Avianca para um grupo de investidores chineses. “Negocia” é mera força de expressão. A operação é uma imposição do fundo-abutre Elliot Management, que, no ano passado, fez um empréstimo à Sinergy, holding de Efromovich – uma operação, aliás, cercada de mistérios. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Avianca.

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02.06.16
ED. 5381

Carta de voo

Os irmãos Efromovich buscam um desafogo para a crise. A Avianca planeja criar uma empresa de voos charters, segmento que tem sofrido menos os efeitos da crise do que a aviação regular. * A Avianca preferiu não se pronunciar sobre o assunto.

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18.04.16
ED. 5350

“Aviancas” se encontram à espera do embarque da Advent

 José e German Efromovich têm muitas dúvidas sobre o futuro da Avianca e uma certeza. A convicção custou caro. Foram necessários muitos milhões em perdas financeiras para finalmente concluírem que operar separadamente a Avianca Holdings e a Avianca Brasil é rasgar dinheiro. A primeira companhia tem sob o seu radar toda a América Latina, enquanto a Avianca Brasil é uma estrela isolada da constelação. Juntas deram um prejuízo líquido de US$ 150 milhões em 2015 ao grupo Sinergy. Os resultados previstos para este ano não são muito diferentes. Os irmãos Efromovich, famosos pela sagacidade nos negócios, demoraram para entender o significado da palavra sinergia. Além dos ganhos operacionais e financeiros, a fusão das duas empresas está relacionada a uma negociação de José e German com a gestora Advent para o ingresso no capital da Avianca Holdings. Os norte-americanos querem um aumento da escala da empresa para tornar-se sócia. O ponto de maior fricção entre as partes é justamente a separação dos ativos. Com a inclusão da operação brasileira, a companhia, com sede em Bogotá, aumentaria em 15% a sua receita líquida de aproximadamente US$ 5 bilhões.  Segundo a fonte do RR, a gestora de recursos argumenta que a fusão também serviria para compensar o rombo no caixa provocado pelas perdas da operação venezuelana da Avianca. A empresa reconheceu perdas de US$ 240 milhões em função da política cambial restritiva do governo de Nicolás Maduro. Até agora, as tratativas com a Advent seguem bem. A gestora entrou em 2015 no capital da LifeMiles, empresa de milhagem da Avianca, por intermédio de um fundo regional lançado há pouco mais de um ano. Essa associação é vista pelos Efromovich como o primeiro passo de uma estratégia maior de ter a Advent como sócia da companhia aérea. A parceria abriria portas para que novos investidores entrem no negócio. Em função das restrições da lei brasileira, a Avianca Holdings deverá ter 49% do capital da empresa brasileira. O restante permanecerá com José e German. Procurada pelo RR, a Avianca não comentou o assunto.

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05.02.16
ED. 5303

Voo baixo

 A Avianca pretende reduzir em 20% as 200 decolagens diárias da companhia, incluindo a supressão de destinos no Nordeste, como Juazeiro do Norte (CE). Procurada, a Avianca informou que eventuais ajustes dependem do comportamento do mercado.

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28.09.15
ED. 5215

Turbulência avista

A Avianca, do empresário German Efromovich, estaria passando por turbulências financeiras.

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26.05.15
ED. 5128

David vs. German

 David Neeleman e German Efromovich travam uma disputa cada vez mais acirrada. Além do duelo pela TAP, a Azul vai ampliar o número de voos para capitais latino-americanas, a começar por Bogotá e La Paz. Trata-se de uma região onde a Avianca, do boliviano Efromovich, tem expressiva atuação. Oficialmente, a Azul desconversa e garante que, no momento, sua prioridade é aumentar os voos para os Estados Unidos.

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