fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
06.01.21

Operação tartaruga

Augusto Aras colocou uma camisa de força na Operação Greenfield. Desde que o PGR nomeou o procurador Carlos Três para comandar a força tarefa, em novembro, praticamente nenhuma investigação avançou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.12.20

O craque dos jogos perdidos

Os próprios aliados de Augusto Aras no Ministério Público já não escondem o incômodo com a insistência do PGR em se desgastar com brigas perdidas. É o caso do affair Abin/Flavio Bolsonaro. Nos últimos dias, segundo o RR apurou, Aras vinha trabalhando nos bastidores para evitar a abertura de investigação no Ministério Público. Na sexta-feira, veio a decisão da ministra Carmen Lucia obrigando a PGR a apurar as denúncias.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O RR apurou que, ao todo, Augusto Aras pretende fechar 70 unidades federais do Ministério Público Federal em todo o país. A medida faz parte de um duro plano de corte de gastos do MPF, conforme o RR antecipou na edição do último dia 8.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.12.20

Fim de linha

A decisão de Augusto Aras de estender a Lava Jato do Rio somente até 31 de janeiro de 2021 gerou insatisfação entre os integrantes da força-tarefa. Bom para os meliantes. Vai ter muita investigação que não será concluída.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.12.20

Aras promove um “ajuste fiscal” no Ministério Público

O procurador geral da República, Augusto Aras, está debruçado sobre medidas para contornar a escassez orçamentária do Ministério Público Federal. Segundo o RR apurou, Aras enviou ao Conselho Superior do MPF um plano para o fechamento de escritórios de representação do MP fora das capitais. Em outro front, tem mantido conversações com ministros da TCU em torno de uma proposta complexa: o procurador-geral tenta reaver recursos que, ao longo dos últimos anos, foram devolvidos por seus antecessores à União como sobras orçamentárias.

Aras já teria o respaldo da AGU à tese de que essas transferências foram feitas de maneira indevida e, portanto, o Ministério Público deve ser ressarcido. Consultado sobre os cortes, o MPF confirmou que o “Conselho Superior analisa anteprojeto que trata de fusões/ desinstalações de unidades”. O orçamento do MPF previsto para o ano que vem, da ordem de R$ 7,4 bilhões, é insuficiente para cobrir os gastos da instituição.

Não são pequenos. Entre seus congêneres internacionais, o Ministério Público brasileiro é um dos mais caros do mundo: ele custa por ano algo equivalente a 0,3% do PIB, contra 0,02% na Alemanha ou 0,09% na Itália. Ainda assim, o cobertor é curto. Aras tem sido pressionado interna corporis a honrar o pagamento de benefícios previstos no regimento interno e que não vêm sendo cumpridos. Há pendências que já se arrastam há anos: a licença prêmio no ato da aposentadoria não é paga desde 2014. Consultado sobre os atrasos, o MPF não se pronunciou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.11.20

O RR auscultou no CNJ

O que se diz no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é que o próprio Augusto Aras tem feito gestões junto a Davi Alcolumbre na tentativa de acelerar a nomeação do procurador regional Sidney Madruga para o colegiado. Pedido difícil de ser atendido. Indicado diretamente por Aras para o CNJ, Madruga terá de passar por uma sabatina no Senado. Aí é que mora o problema: as sessões presenciais da Casa estão suspensas, e a previsão é que sejam retomadas apenas em fevereiro.

Também dentro do CNJ já é dada como certa a condenação do juiz de Mato Grosso Círio Miotto. Ele é acusado de ter “vendido” d cisões judiciais, incluindo a concessão de habeas corpus. Neste caso, “condenação” significa aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo como magistrado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.11.20

Prêmio ou castigo?

O RR apurou que três procuradores da República já foram sondados e teriam se recusado a assumir o comando da Operação Greenfield, que investiga irregularidades em fundos de pensão. Ninguém quer se sujeitar às interferências do PGR Augusto Aras nas forças-tarefas do Ministério Público.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.10.20

Advogado de defesa

Informação que o RR foi buscar no Palácio do Planalto: Jair Bolsonaro agradeceu pessoalmente a Augusto Aras pela decisão da PGR de arquivar um pedido de abertura de inquérito contra ele os rebentos Carlos e Flavio relacionado às fake news.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.09.20

Um “levante” no Ministério Público

A punição disciplinar a Deltan Dallagnol, por postagens contra Renan Calheiros, aumentou a temperatura no Ministério Público. O RR apurou que um grupo de procuradores articula para os próximos dias a publicação de um manifesto de desagravo a Dallagnol e de apoio às forças-tarefas, especialmente a Lava Jato, e contra a “caça às bruxas” dentro do MP. A maior parte dos “insurretos” se concentra no Paraná, como não poderia deixar de ser, e em Brasília. Os artífices do movimento ainda discutem a dosimetria do protesto, especialmente no que diz respeito às menções ao PGR, Augusto Aras. No entanto, segundo um dos procuradores relatou ao RR, “é preciso reagir o quanto antes ao ‘macarthismo’” – ou seria “bolsonarismo”? – instaurado no Ministério Público. A mobilização teria ainda um caráter profilático: seria uma forma de constranger o Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) e evitar uma sucessão de punições a Dallagnol. O procurador é alvo de mais oito processos no CNPM. A pena de censura imposta a ele na última segunda-feira pode ser usada como agravante nas demais ações e levar até a suspensão de suas funções.

Em tempo: aliados de Deltan Dallagnol no Ministério Público enxergaram as digitais de Augusto Aras no voto do relator Otávio Luiz Rodrigues Júnior, do CNMP, favorável à sua punição. Procuradores ouvidos pelo RR chegaram a destacar trechos da peça e compará-los a entrevistas e discursos de Aras, a começar pelo mandamento do PGR de que “um membro do MPF só deve se manifestar sobre os processos em que atua no uso das suas atribuições.”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.09.20

A tesourada de Aras

Augusto Aras vai encarar outra briga interna corporis. Na proposta de orçamento do Ministério Público Federal para 2021, Aras não incluiu a criação de uma Procuradoria Regional da República em Minas Gerais, um pleito dos procuradores mineiros. Dessa vez, o procurador-geral da República tem um bom álibi para a polêmica dentro do MPF: a abertura da unidade significaria despesas extras de R$ 21 milhões por mês.

Por falar em Ministério Público: no Conselho Superior do MPF atribui-se ao subprocurador José Adonis Callou o voto que deu a vitória (6×4) a José Bonifácio Borges de Andrada na eleição para a vice-presidência do colegiado. Foi uma dura derrota para a Aras, que apoiava a candidatura do subprocurador Alcides Martins.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.