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02.02.21

Grande família

Arthur Weintraub, irmão de Abraham Weintraub e ex-assessor especial de Jair Bolsonaro, caminha para se tornar persona non grata dentro da OEA. Arthur, que ocupa o cargo de secretário de Segurança Multidimensional da entidade, tem angariado a antipatia de seus colegas com as críticas sarcásticas ao isolamento social e à vacina contra a Covid-19. Qualquer uma.

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Arthur Weintraub, irmão de Abraham Weintraub e ex-assessor especial de Jair Bolsonaro, caminha para se tornar persona non grata dentro da OEA. Arthur, que ocupa o cargo de secretário de Segurança Multidimensional da entidade, tem angariado a antipatia de seus colegas com as críticas sarcásticas ao isolamento social e à vacina contra a Covid-19. Qualquer uma.

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O governo vai tentar empurrar Arthur Weintraub, irmão do ex-ministro Abraham Weintraub e assessor especial de Jair Bolsonaro para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Seria a contrapartida pelo apoio do Brasil à eleição de Mauricio ClaverCarone, candidato de Donald Trump, para a presidência do BID. É queimar um cartucho diplomático para nada.

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09.07.20

Os indesejados irmãos Weintraub

O embaixador do Brasil na OEA, Fernando Simas Magalhães, já captou as primeiras reações contrárias dentro da entidade à iminente nomeação de Arthur Weintraub. Exonerado do posto de assessor especial da Presidência da República na semana passada, o irmão de Abraham Weintraub deverá ser formalmente indicado pelo governo brasileiro nos próximos dias para ocupar um cargo na OEA. Fará companhia ao mano em Washington.

Por falar nos Weintraub Brothers: o próprio Abraham estaria alimentando o boato de que sua nomeação para o Banco Mundial teve o
apoio do presidente norte-americano Donald Trump. Puro nonsense.

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19.06.20

O outro Weintraub

O governo também busca um cargo para Arthur Weintraub, irmão de Abraham e assessor da Presidência. Um caminho é a Comissão Jurídica da OEA, com sede no Rio.

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É cada vez mais difícil a convivência entre os generais do Palácio do Planalto e Arthur Weintraub, irmão de Abraham Weintraub e assessor especial de Jair Bolsonaro. Comparado a Arthur, às vezes o ministro da Educação é tido até como um sujeito moderado.

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28.04.20

Racha na Educação

Promete ser quente a reunião de hoje entre o Conselho Nacional de Educação (CNE) e o ministro Arthur Weintraub. Segundo o RR apurou, o CNE vai recomendar que o Ministério adie o Enem, programado para 1 e 8 de novembro. Weintraub é contra. Um indicativo do clima que cerca o encontro: o Conselho solicitou que a reunião fosse transmitida ao vivo no canal do MEC no YouTube. Weintraub vetou.

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29.01.20

Co-ministro da Educação

Assessor especial da Presidência da República, Arthur Weintraub tem ajudado o mano Abraham Weintraub na reformulação do Fundo para a Educação Básica (Fundeb). O governo Bolsonaro é mesmo uma grande família.

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07.10.19

Weintraub Bros.

A construção de escolas cívico-militares tornou-se um programa de família. Arthur Weintraub, assessor especial do presidente Jair Bolsonaro, tem trabalhado no projeto ao lado do irmão, o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

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02.07.19

“Olavocracia” é um golpe também nos militares

Uma fonte palaciana informou ao RR que Arthur Weintraub, irmão do ministro da Educação, Abraham Weintraub, está cotado para a diretoria da Correios. Arthur, que hoje ocupa o cargo de Assessor-Chefe Adjunto da Presidência da República, seria uma espécie de “VP do PDV”. Caberia a ele cuidar do enxugamento do quadro de funcionários e do fechamento de agências com vistas a uma eventual
privatização. Sob certo ângulo, seria um personagem tão ou até mais forte do que o novo presidente dos Correios, o general Floriano Peixoto, que deixou o posto de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência. Prosaico, não? Seria simples assim se Arthur não fosse mais uma peça de encaixe em uma trama que combina loucura e poder.

Seu nome faz parte de um sistema de ocupação dos cargos do aparelho de Estado, pilotado com absolutismo pelo bruxo Olavo de Carvalho. Os “olavistas” no governo constituem uma verdadeira hidra que já preencheria cerca de 130 cargos relevantes na esfera do Executivo. São ex-alunos, que indicam ex-alunos e amigos de ex-alunos cujos pontosde interseção são o sectarismo e a fúria anti marxista, regidos por Olavo através da Internet. A tomada do Estado se daria através da sua infiltração pelos “olavistas”, combinada com a instrumentalização do ódio anticomunista nas redes sociais. Os irmãos Weintraub estão entre os elos dessa coalizão “Olavo bolsonarista”.

Ambos têm serviços prestados ao Capitão desde o período de transição, quando integraram a equipe que começou a discutir a reforma da Previdência. Abraham ganhou um afago público de Olavo ao assumir a Pasta da Educação. Na ocasião, o “filósofo” postou em seu Twitter que o novo ministro “conhece minhas ideias melhor do que as conhecia o seu antecessor”, em referência a Ricardo Vélez. Arthur, por sua vez, tem mantido razoável proximidade de Bolsonaro. Na semana passada, por exemplo, integrou a comitiva presidencial que viajou para a reunião do G-20, em Osaka.

A crescente participação de “olavistas” no governo descortina a escalada para um dogmatismo radical. São todos soldados com permanente disposição para o combate, vide o episódio protagonizado ontem por Carlos Bolsonaro. O vereador disparou publicamente contra o general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), insinuando que o principal colaborador do seu pai é um marxista disfarçado – disse que não aceita os seguranças oferecidos pelo GSI porque eles “estão subordinados a algo que não acredito”. Carlos não será repreendido assim como Olavo nunca foi desautorizado. Bolsonaro já deu demonstrações de que nutre as mesmas dúvidas que o “guru”, inclusive em relação às Forças Armadas, cujo simbolismo foi um dos seus principais, se não o principal cabo eleitoral. Tudo leva a crer que Heleno poderá ocupar o lugar que pertenceu ao general Santos Cruz como o inimigo a ser abatido.

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